«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
29
Jul 12
publicado por FireHead, às 15:24link do post | Comentar

Ultimamente, vem-se impondo de modo bastante geral esta tese: as religiões são todas caminhos de salvação. Talvez não o caminho ordinário, mas ao menos caminhos "extraordinários" de salvação: por todas as religiões se chegaria à salvação. Isto transformou-se na visão habitual.


Semelhante tese não corresponde apenas à ideia da tolerância e do respeito pelos outros que hoje nos é imposta. Corresponde também à imagem moderna de Deus: Deus não pode rejeitar homem algum apenas porque não conhece o Cristianismo e, em consequência, cresceu noutra religião. Aceitará a sua vida religiosa da mesma forma que faz com a nossa.


Embora esta tese - reforçada nos últimos tempos com muitos outros argumentos – seja bastante clara à primeira vista, não deixa de suscitar dúvidas. Pois as religiões particulares não exigem apenas coisas diferentes, mas também coisas opostas. [...]


Sendo assim, está-se a aceitar como válido que atitudes contraditórias conduzem à mesma meta; em poucas palavras, estamos novamente diante da questão do relativismo. Pressupõe-se subrepticiamente que, no fundo, todos os conteúdos são igualmente válidos. O que é que vale realmente, não o sabemos.


Cada um tem de percorrer o seu caminho, ser feliz à sua maneira, como dizia Frederico II da Prússia. Assim, a cavalo das teorias da salvação, o relativismo torna a entrar subrepticiamente pela porta traseira: a questão da verdade é separada da questão das religiões e da salvação.


A verdade é substituída pela boa intenção; a religião mantém-se no plano subjectivo, porque não se pode conhecer aquilo que é objectivamente bom e verdadeiro.



Fonte: Fé, verdade e cultura


26
Jun 12
publicado por FireHead, às 02:15link do post | Comentar

 

– Em 2007 Bento XVI, com o motu proprio Summorum pontificum, liberalizou o uso do missal romano do rito antigo.

 

– Em 2009 revogou a excomunhão aos quatro bispos consagrados ilicitamente pelo arcebispo D. Marcel Lefebvre e com o motu proprio Ecclesiae unitatem abriu o percurso para o regresso dos lefebvriani à plena comunhão com a Igreja.

 

– Ainda em 2009, com a constituição apostólica Anglicanorum coetibus, estabeleceu as regras para a passagem para a Igreja Católica de inteiras comunidades anglicanas com os seus bispos, sacerdotes e fiéis.

 

– Em 2010 promulgou novas regras, muito severas, quanto aos delicta graviora e em particular sobre os abusos sexuais sobre menores.

 

– Ainda em 2010 promulgou o motu proprio para a transparência financeira.

 

– Em 2011, com a instrução Universae ecclesiae promulgou novas normas para a integração das já existentes sobre a missa em rito antigo.

 

 

Fonte: Senza


20
Abr 12
publicado por FireHead, às 02:02link do post | Comentar
Bento XVI atravessa a Praça de São Pedro no dia do seu aniversário

 

O Papa está atento à actualidade, aos "problemas das pessoas", da crise económica à crise de valores, garante o número dois do Vaticano.

 

No 7.º aniversário da eleição do Papa Bento XVI, o secretário de Estado Tarcisio Bertone assegura que o Sumo Pontífice "confronta os problemas do mundo e das pessoas", "do emprego à crise económica e, sobretudo, à crise dos valores", escreve o cardeal num artigo publicado hoje no Il Messagero.

"Aqueles que querem ver o Papa unicamente concentrado sobre os livros e desfasado dos problemas reais das pessoas cometem um erro crasso de análise", escreve Bertone.

Bento XVI é o Papa mais velho em funções desde Leão XIII, falecido em 1903 com 93 anos. O novo ano de pontificado poderá ficar marcado pelo acordo com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, o grupo integrista fundado em 1970 por monsenhor Marcel Lefebvre e separado, de facto, de Roma desde 1988.

Nos últimos dias surgiu "uma evolução encorajadora", disse ontem o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. "Tivemos uma resposta efectivamente diferente das precedentes" e, esta uma vez analisada, o Papa tomará uma decisão final, possivelmente no final deste mês.

Por outro lado, o Vaticano considerou sem fundamento rumores surgidos nos dias mais recentes, a coincidir com o 85.º aniversário de Joseph Ratizinger na segunda-feira, dando como provável o seu abandono do cargo a curto prazo.

O porta-voz do Vaticano garantiu que, apesar de cansado, Bento XVI não tem intenção de abandonar os seus deveres, como aliás o tornou claro no dia anterior ao seu aniversário, ao pedir que "rezem por mim" para "que o Senhor me dê forças para cumprir a missão que me foi confiada".

 

 

Fonte: Diário de Notícias


25
Mar 12
publicado por FireHead, às 21:04link do post | Comentar

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