«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
11
Fev 13
publicado por FireHead, às 15:29link do post | Comentar

 

O Papa Bento XVI vai deixar de ser Papa. É a primeira vez que um Sumo Pontífice renuncia à Cátedra de São Pedro desde 1415. A partir do dia 28 de Fevereiro às 20 horas, a sede de São Pedro ficará vacante e convocar-se-á o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

 

 

 

Estou sem palavras. Acredito que o mundo inteiro ficou surpreendido. Resta-nos a todos respeitar e aceitar a posição do Papa. Desde já muito obrigado, Sua Santidade, por tão bem ter chefiado a Igreja Una Santa Católica e Apostólica!


publicado por FireHead, às 02:34link do post | Comentar

 

O Papa Bento XVI saudou os católicos da Ásia a propósito do Ano Novo Chinês. "Hoje, muitos povos do Extremo Oriente celebram o Ano Novo Lunar", segundo o calendário chinês, disse o Papa. "A paz, a harmonia e o agradecimento aos céus são os valores universais celebrados nesta feliz circunstância, que é desejada por todos para a construção da sua própria família, da sociedade e da nação", sublinhou. "Eu desejo que estes povos possam realizar as suas aspirações a uma vida feliz e próspera".


09
Fev 13
publicado por FireHead, às 15:31link do post | Comentar

O CARNAVAL é a festa do demónio e o desfile do inferno.

O CARNAVAL é a festa do nudismo e da bebedeira.

O CARNAVAL é a festa da prostituição e da destruição das famílias.


O CARNAVAL é a festa da fornicação e da exaltação do homossexualismo.

O CARNAVAL é a festa das drogas e do assassinato.

O CARNAVAL é a festa do barulho.

O CARNAVAL exalta o mal e ridiculariza o bem.

O CARNAVAL é a festa do pecado. Nela, o demónio lança milhões de almas para o seu exército.

Nessa festa do inferno, milhares de crianças perdem a inocência e milhares de jovens perdem a virgindade.

 

 

Porque todos vós sois filhos da LUZ e filhos do dia. Não somos da noite nem das TREVAS (I Tessalonicenses 5, 5).

 

Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. Porque as coisas que tais homens fazem "ocultamente" é vergonhoso até falar delas (Efésios 5, 11).


08
Fev 13
publicado por FireHead, às 00:35link do post | Comentar

 

Quando olhamos para trás no tempo, vemos uma única Igreja fincada na Rocha que é Jesus e que foi confiada a um homem cuja primazia é aplicada ao longo dos séculos sempre na pessoa do Apóstolo, o Papa.

 

A Igreja peregrina de Jesus no decorrer da sua história promoveu grandes transformações na humanidade, tanto do ponto de vista espiritual como cultural, social e politico. Essa mesma Igreja viu-se contestada por um único ser que ao rebelar-se trouxe consigo o que hoje se chama de ''força maligna" e que a princípio era vista como "o novo caminho" e até mesmo como o "fim da Igreja". Esse senhor como tantos outros dos nossos dias aproveitou-se da posição que ocupava enquanto membro da Igreja para lançar mão a um ataque cruel, covarde e impiedoso, transformando a mente de milhares de pessoas, levando-os à conhecida "revolta protestante". Essa suposta nova igreja nasceria com o propósito de justificar por meio de acções e palavras as falhas cometidas ao longo de quinze séculos pela então Igreja Católica e traria ao mundo a "verdade do Evangelho" de Cristo, rompendo com a iniquidade, com a idolatria, com a soberania religiosa e politica, e dando ao povo uma igreja limpa, transparente onde todos falariam por si só a Deus sem o intermédio de ninguém.

 

Pois bem, o que vemos na realidade é uma "igreja" fraca, inconsistente, movida por ataques infundados que levam milhares de "irmãos" ao vício da religiosidade e não à experiência do Evangelho de Cristo. As incansáveis divisões, a falta de comunhão e o apelo por fiéis fizeram surgir o que a Bíblia anunciou há anos: os "falsos profetas", homens que virão em primeiro plano arrancar riquezas e poder à custa de Deus, alienando e formando uma enorme corrente de pseudo-cristãos, que aprendem mais a julgar do que viver e experienciar as verdades incrustadas e irrefutáveis do Evangelho praticado por Jesus Cristo.

 

Infelizmente os nossos irmãos separados perderam a referência cristã e logo quando são questionados partem para a ignorância tentando impor uma meia verdade ditada por um meio cristão formado por uma meia igreja. Cristão de verdade reza para que a verdadeira e única Igreja de Cristo retorne do céu e faça prevalecer o que é bom e agradável aos olhos de Deus.

 

Ser católico é defender e honrar o Evangelho de Cristo, agindo com justiça e caridade, mas é também opor-se às mentiras infundadas, criadas apenas para semear a discórdia, a divisão e o ódio entre os que crêem.


07
Fev 13
publicado por FireHead, às 13:42link do post | Comentar

 

O arcebispo D. Vincenzo Paglia, presidente do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, recordou que não nos devemos esquecer que a família segue sendo o "recurso" fundamental da nossa sociedade.

 

As estatísticas são unânimes em assinalar que a família se situa no primeiro lugar como foco de segurança, refúgio, de apoio para a vida e mantém-se no topo dos desejos da grande maioria dos jovens.

 

"Esta verdade profunda que marca tão radicalmente a vida humana parece ser espancada por uma cultura contrária. Há uma escalada ao individualismo que racha a família, assim como as diferentes formas de sociedade. Por isso, a ruptura da família é o primeiro problema da sociedade contemporânea", indica D. Paglia. "É certo que boa parte da história ocidental contemporânea foi concebida como libertação de qualquer laço: com outros, com a família, com a responsabilidade para o outro. E é igualmente certo que os laços, às vezes, oprimiram a subjectividade. Mas hoje a vertigem da solidão com o culto do eu, liberado de qualquer atadura e a desorientação provocada pela globalização acentuam ainda mais o individualismo e a tentação de fechar-se em si mesmos". A Igreja – prosseguiu – preocupa-se com a crise que atravessam o matrimónio e a família, porque é consciente de que ambos são uma boa notícia, um evangelho para os homens e mulheres de hoje, frequentemente sós e sem amor, sem paternidade, nem apoio.

 

A Igreja, perita em humanidade, conhece também o alto preço da fragilidade da família pago sobre tudo pelas crianças (nascidas e não nascidas), os idosos e os doentes. Nas diversas épocas históricas houve mudanças, inclusive profundas, na instituição familiar, mas nunca se abandonou seu "genoma", a sua dimensão profunda, quer dizer, ser uma instituição formada por homem, mulher e filhos.


06
Fev 13
publicado por FireHead, às 00:20link do post | Comentar

Pedro era de facto casado? Significa isso que os padres devem ou podem casar?

 

Onde está escrito que Pedro tinha esposa? A Bíblia realmente diz que Pedro tinha sogra, mas não diz nada sobre a sua esposa. Ou seja, ele poderia perfeitamente ser viúvo (opinião de muitos teólogos).

 

Como poderia Pedro seguir Jesus durante anos sendo casado e tendo que cuidar da esposa?

 

Como poderia Pedro ter viajado até Roma (sabendo que naquela época uma viagem dessas demorava meses) com a esposa e os filhos, que a Bíblia também não diz que ele tem? Será mesmo que eles foram juntos para lá?

 

Se realmente Pedro cuidava da esposa e da evangelização com Cristo, por que o próprio Pedro disse isso a Cristo: "Disse depois Pedro: 'Eis que nós deixámos tudo o que nos pertence para te seguir'. Jesus respondeu-lhes: Em verdade vos digo, não há ninguém que tenha deixado casa, mulher, irmãos pais ou filhos, por causa do reino de Deus, que não receba o múltiplo no tempo presente, e no século que há-de vir, a vida eterna (Lucas 18,28-30).

 

Ainda que Pedro pudesse mesmo ter esposa e filhos, ele deixou tudo e Cristo mesmo afirma que ele deixou a família para O seguir. 

 

Muitos protestantes citam Paulo para dizer que os sacerdotes "devem" casar: É necessário que o bispo seja irrepreensível; que tenha casado com uma só mulher (I Timóteo 3,2).

 

Apesar de ter escrito isso, Paulo não era casado (I Coríntios 7,8). Aliás, numa das suas cartas ele próprio recomenda: Sejam meus imitadores, como eu sou de Cristo. A Timóteo, que também era bispo celibatário, escreveu que não lhe podia aconselhar o casamento. Porém, por falta de candidatos celibatários para a função episcopal naquela época, ele recomendou a escolha de homens casados que fossem virtuosos. Quer isso dizer que, se fosse casado, que fosse com apenas uma esposa. Daí numa outra carta (I Timóteo 3,2) Paulo não colocar acento nas palavras "que seja casado", mas nas palavras "com uma só mulher", e não com duas ou três, mesmo que sucessivamente, o que seria sinal de moleza e muita paixão, deixando pouco zelo e dedicação a Deus e às almas.

 

A Igreja reconhece que a exigência do celibato dos padres não é de lei divina, mas de lei eclesial, o que quer dizer que em circunstâncias especiais poderia ser abolida (há padres que são casados, como os pastores convertidos à Igreja, ou os dos ritos orientais), mas opta pela maior perfeição, já que por este motivo os Apóstolos de Jesus deixaram a convivência matrimonial e familiar para poderem dedicar-se inteiramente à propagação do Reino de Deu (Lucas 18,28-30).

 

Se só é válido o que está na Bíblia, então é bom que os protestantes nos indiquem onde é que está escrito na Bíblia, qual o respectivo capítulo e versículo, sobre a esposa de Pedro. Como é que ela se chamava e o que é que ela fazia mesmo?


05
Fev 13
publicado por FireHead, às 15:10link do post | Comentar

Dos protestantes já se espera tudo...

 


03
Fev 13
publicado por FireHead, às 16:19link do post | Comentar


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