«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Fev 13
publicado por FireHead, às 16:42link do post | Comentar

Segundo o cónego José Luiz Villac, as ditas profecias de São Malaquias sobre os Papas são consideradas uma mistificação para muitos estudiosos, pois estas teriam sido inventadas. O silêncio de São Bernardo, seu amigo que escreveu um livro sobre a sua vida (biografia de São Malaquias), a respeito das profecias e o facto de o manuscrito ter permanecido durante 450 anos desconhecido dos estudiosos do Papado são argumentos que colocam em dúvida a autenticidade das mesmas. A Historia de la Iglesia Católica, da BAC, afirma mesmo que as ditas profecias foram compostas por volta de 1590 por uma falsário anónimo, daí que os 74 Papas anteriores a essa data estejam bem caracterizados. "Os dísticos seguintes são vagos e imprecisos (...) porém, a maioria não tem conexão alguma com o interessado, ou são tão gerais que se poderiam apicar a qualquer um" (op. cit. Ricardo Garcia-Villoslada, S. J. Madrid, 1976, vol. II, p. 432).

 

Segundo a suposta profecia, o último Papa seria Pedro Romano, "que apascenterá a sua grei no meio de muitas tribulações; quando estas tiverem terminado, a cidade de sete colinas (Roma) será destruída, e o tremendo Juiz julgará o seu povo. Fim". Várias revelações, por sua vez, prevêem um grande triunfo final da Igreja Católica antes do fim do mundo. As de Fátima, por exemplo, falam de um tempo de paz que seria dado ao mundo, a instauração do Reino de Maria, depois de tremendos castigos. Também São Luís Grignion de Montfort dizia que o advento do Reino de Maria significará o advento do Reino de Cristo.

 

O cónego tranquiliza-nos assim em relação ao fim do mundo, que não será para já. Esperemos é que o próximo Papa seja tão bom ou ainda mais firme na defesa da Fé quanto o querido Papa Bento XVI.

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publicado por FireHead, às 16:36link do post | Comentar


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