«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Dez 12
publicado por FireHead, às 23:08link do post | Comentar

Muita gente sabe, porque é isso que é ensinado, que o Natal era uma festa pagã que foi cristianizada pela Igreja Católica e introduzida no calendário cristão a partir do século IV. O dia 25 de Dezembro terá sido escolhido pela Igreja para ser a data de nascimento de Cristo porque não se sabe quando é que Ele nasceu e porque coincidia com o dia dos festivais pagãos romanos que celebravam o solstício de Inverno e o nascimento do Sol Invictus, o deus-sol, ou simplesmente o feriado romano do Dies Natalis Solis Invicti (natalidade do sol inconquistado). Todavia, o professor judeu Shemarjahu Talmon, docente da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou estudos utilizando investigações desenvolvidas por outros especialistas e trabalhou também com textos de manuscritos encontrados na gruta de Qumran, perto das margens do Mar Morto, onde a seita hebraica dos essénios tinha nos tempos de Cristo a sua sede principal, e descobriu que Cristo nasceu realmente num dia 25 de Dezembro! Em 2003, o jornalista italiano Vittorio Messori divulgou o estudo do professor no jornal Corriere della Sera. Lembremo-nos que o estudo foi realizado por um judeu, logo não pode ser alvo de suspeitas de fins apologéticos cristãos. 
Pegando no Evangelho de São Lucas, constatamos que é a partir da concepção de João Baptista que devemos partir para chegarmos à conclusão que chegou o professor Talmon. O evangelho narra a história de Zacarias e da sua esposa estéril, Isabel, parente de Maria, mãe de Jesus. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia em que se encontrava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e Isabel iriam ter um filho ao qual teriam de dar o nome de João e que ele seria grande «diante do Senhor». Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição "desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe". Com efeito, em Israel daqueles tempos, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço? Ninguém o sabia até ao momento em que o enigma foi desvendado pelo professor Talmon. O estudioso judeu conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Por conseguinte, era verosímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias. Mas esta verosimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do professor Talmon, reconstruíram a "fileira" daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha directamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme como antiga, tal como se confirma em muitos outros casos. Assim, aquilo que parecia mítico assume uma nova verosimilhança: uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não terá sido, portanto, fixado ao acaso. 
Depois de tantos séculos de investigação, os Evangelhos não deixam realmente de nos reservar surpresas. O facto de Zacarias pertencer à classe sacerdotal de Abias parece um detalhe aparentemente inútil que não interessava sequer aos exegetas, mas, pelos vistos, contribuiu para a revelação de sinais duma verdade precisa.


publicado por FireHead, às 19:51link do post | Comentar

 

Até mesmo Lutero reconhecia São Pedro como Papa. Isso é claro na tese n.78: “Dizemos contra isto que qualquer Papa, mesmo São Pedro, TEM MAIORES GRAÇAS QUE ESSAS, a saber, o EVANGELHO, AS VIRTUDES, AS GRAÇAS DA ADMINISTRAÇÃO (ou da cura), etc., como está escrito em I Coríntios XII.” (Tese N° 78)

 

JESUS DIZ A PEDRO Mateus 16:19: “Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

 

VEJAMOS O SENTIDO PROFÉTICO DAS CHAVES - Isaías 22:22: “Porei sobre os seus ombros a chave da casa de David; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá.”

 

Pedro - Pedra sobre a qual Jesus edificou a Sua Igreja (Mateus 16,18).

 

O próprio Jesus nomeou Simão de cefas-rocha (João 1,42).

 

πετροϲ (Pedro) Pedro excomunga o mago Simão (Actos 8,21).

 

Pedro abre, preside e encerra o primeiro Concílio da Cristandade (Actos 15,7-11).

 

 

Fonte: Cai a Farsa


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