«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
11
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:28link do post | Comentar

A Igreja de Deus tem um só corpo (Efésios 4,4). Deus não tolera divisões (placas denominacionais); Todo reino internamente dividido ficará destruído (Mateus 12,25).

 

PERGUNTA: A Bíblia aprova as seitas ou condena-as?

 

RESPOSTA: Condena-as! Já no Antigo Testamento (Números 14,1-38) lemos como Moisés tinha enviado 12 príncipes (um de cada tribo) para explorar a Terra Prometida. Dez deles, porém, depois de terem voltado, tinham feito murmurar todo o povo contra Moisés e Aarão, dizendo: Escolhemos um (outro) chefe e voltamos para o Egipto. Por castigo, os dez exploradores revoltados morreram feridos por uma praga, diante do Senhor, e todos os adultos Israelitas, (acima de 20 anos), deixaram os seus cadáveres apodrecerem no deserto. Somente os dois exploradores fiéis a Moisés, Josué e Caleb, entraram na Terra Prometida.

 

Semelhante castigo infligiu Deus a Coré, Datan e Abirão e os seus 250 sectários, revoltados contra a autoridade de Moisés e Aarão. Os três foram engolidos pela terra, que se abriu na vista de todos, e os demais foram devorados pelo fogo caído do céu (Números 16,1-35).

 

Para o povo da Nova Aliança previu Deus o mesmo regime de um só governo, pela profecia de Daniel (Daniel 2,44): No tempo desses reis (do império Romano), o Deus do céu suscitará um reino que jamais será destruído... e subsistirá para sempre. Trata-se da Igreja Católica, confiada por Jesus a Pedro, e governada até hoje pelos seus sucessores, os Papas.

 

Em todos os livros Sagrados não encontraremos uma só frase favorável à divisão deste "Reino dos Céus", da "Minha Igreja" (de Cristo), em seitas autónomas ! Pelo contrário, lemos no Evangelho de João 11,51-52 o oráculo divino: Jesus deveria morrer pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade os filhos de Deus dispersos. Lamentavelmente, as seitas promovem o contrário: a dispersão!

 

Vejamos ainda outras passagens bíblicas do Novo Testamento sobre as seitas:

 

Actos 20,28-31: Advertência na despedida de S. Paulo : Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois de minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão-de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos. Por isso, vigiai!

 

II Pedro 2,1s: Assim como houve entre o povo (de Israel) falsos profetas, assim haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina. Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado. Movidos por cobiça, eles vos hão-de explorar por palavras cheias de astúcia...

 

Gálatas 1,7-9: De facto, não há dois (Evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém, - nós ou um anjo baixado do céu, - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema (maldito).

 

Romanos 16,17-18: Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os! Esses tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio ventre. E com palavras adocicadas e linguagem lisonjeira enganam os corações simples.

 

Timóteo 3,10-11: O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o, visto que esse tal é um perverso que, perseverando no seu pecado, se condena a si próprio.

 

II Timóteo 4,3-6: Virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fabulas. Tu, porém, (como legítimo bispo da Igreja, por mim ordenado), sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão do pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério.

 

Tamanha clareza bíblica dispensa comentários !

 

Observação: Apesar de tão clara condenação das seitas pela Bíblia, a Igreja Católica ensina que também que os protestantes, os muçulmanos e até os pagãos (sobretudo nascido nestas religiões) podem se salvar se, segundo a recta consciência, procuram conhecer o Deus verdadeiro e se esforçam em cumprir a Sua Vontade e agradar-Lhe. Por outro lado há muitos católicos, que se gabam do seu baptismo e casamento na Igreja, mas vivem afastados da prática dos Mandamentos e dos Sacramentos. Estes vivem gravíssimo perigo de se perderem eternamente!

 

 

Fonte: Caiafarsa


10
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:24link do post | Comentar

Um dos conhecimentos mais básicos que nunca deve nos faltar é a certeza de que Jesus é uma Pessoa. O que isso quer dizer? Quer dizer que não se pode conceber Jesus somente como uma “Força” ou uma “Energia” sem expressão pessoal. Jesus é uma Pessoa, com quem podemos nos relacionar, que manifesta a Sua Vontade em nossas vidas e participa das nossas alegrias e sofrimentos. É Alguém com quem podemos conversar e que se importa muito connosco!

 

A afirmação bíblica “o Verbo se fez Carne” (Jo 1, 1) é nossa grande esperança. Diz que este Deus pessoal entrou na história dos homens; que não é um Deus distante, mas próximo. O evangelista Mateus Lhe chama Emanuel, uma expressão muito rica que significa “Deus Connosco”. O próprio Jesus, quando confia a missão de conduzir a Igreja os Apóstolos, declara: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.” (Mt 28, 20). Jesus é a Presença de Deus em nosso meio, todos os dias, até o fim de nossas vidas.

 

Jesus deve ser, para a sua vida, Deus Presente, como Ele ensinou: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14, 9): por Cristo conhecemos Deus. Ao se fazer Carne, o Verbo Divino elevou a nossa condição humana; temos agora um caminho novo, um novo acesso à Intimidade de Deus (Hb 10, 19-20). Tudo o que podemos conhecer de Deus, Ele o revelou em Jesus Cristo.

 

A vida do fiel, por isso, é essencialmente “cristocêntrica”. Isto quer dizer ter Jesus como o centro e realização de toda a sua existência. Sua vida só terá sentido a partir do relacionamento com Ele, e do conhecimento cada vez mais profundo da Sua Pessoa. Todos os seus planos e projectos devem ser orientados para a Pessoa de Jesus. Assim como os planetas giram ao redor do Sol, também nós devemos ter as nossas vidas iluminadas por este Sol de Amor, sendo que, em nossas órbitas, devemos cada vez mais nos aproximar de Cristo, até sermos totalmente consumidos, como declara São Paulo: “Vivo, mas não sou mais eu; é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20).

 

A nossa salvação é operada por Jesus Cristo, que é o mesmo ontem, hoje e sempre (Heb 13, 8). Ninguém se salva em função das suas próprias forças, mas sempre graças ao Sacrifício Redentor de Jesus. E se tudo foi operado por Ele, qual a nossa parte? Nossa parte é, primeiro, estar unido a Cristo; a resposta do homem ao Mistério da Salvação é a sua adesão à Fé, como está escrito: “Se com tua boca confessas que Jesus é o Senhor, e em teu coração crês que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo” (Rm 10, 9). 

 

O próprio Jesus, porém, nos dá o caminho de adesão à fé: “Quem tem os meus Mandamentos e os observa, este me ama; e quem me ama será amado por meu Pai. Eu o amarei, e me manifestarei a ele” (Jo 14, 21). O caminho da santidade cristã, então, é estar unido à Pessoa Jesus Cristo e produzir frutos nEle, como o Senhor mesmo nos ensina na Parábola da Videira (Jo 15, 5). Não basta apenas declarar a conversão, dizer que tem fé. Não basta ir à frente de uma assembleia e dizer: “Aceito Jesus como meu Salvador”... É preciso uma vida realmente convertida ao Senhor, “por dentro e por fora”, como ensina São Paulo quando diz: “Visto que ressuscitaste com Cristo, procurai o que está no Alto, onde se encontra Cristo, assentado à Direita do Pai; é no Alto que está a vossa meta, não na Terra” (Col 3, 1-4). 

 

Dependemos dEle todos os dias; "nEle nos movemos, existimos e somos" (At 17, 28). A Pessoa de Jesus é o ponto central da nossa existência. No nosso dia a dia, essa adesão deve ganhar sentido prático e concreto numa vida de imitação a Jesus e na participação nos Sacramentos, que são Canais da Graça Divina para esta União. A vida sacramental une o fiel a Jesus de forma especial.

 

Essa busca de união a Cristo e de imitá-lo com sinceridade devem ser os motores a mover os cristãos em direção à santidade, com o olhar fixo naqueles que se tornaram modelos de caminhada, os santos, como também ensinou São Paulo: “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1Cor 11, 1).

 

 

Fonte: Voz da Igreja


09
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:24link do post | Comentar

Resposta: Porque os protestantes surrupiaram sob sangue derramado todos estes países ricos antes católicos. É sabido que os saqueadores sempre gananciam as coisas de maior valor das suas vítimas, nem que para isso as exterminem. Tal procedimento histórico praticado pelo protestantismo é o que vamos ver a seguir.

 

Há muitos outros países ricos que continuam católicos, como o Canadá, Suíça, Austrália, Itália, França, Irlanda, Bélgica, etc., que muito enganador protestante omite porque não os conseguiu surrupiar.

 

Todos os países ditos “protestantes e ricos” já eram ricos e católicos antes do protestantismo ser fundado no século XVI e confiscá-los. O povo foi obrigado a "engolir" o protestantismo porque os reis e príncipes cobiçavam as terras e bens materiais doados pelos católicos à Igreja. Prova isto o facto de que as primeiras providências eram recolher ao fisco real tudo o que da Igreja Católica poderia se converter em dinheiro. Daí veio a “riqueza” protestante.  

 

Visitando-se estes países, vê-se claramente que as antigas igrejas e utensílios religiosos dali são católicos e adaptados para o culto protestante. São Bonifácio desde muito antes da fundação do protestantismo na Alemanha continua padroeiro do país e São Jorge o da Inglaterra, a quem empresta a “cruz de São Jorge” para a bandeira nacional.

 

Os reais países colonizados pelos protestantes continuam pobres, miseráveis ou na semi-barbárie, são eles a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas. Por que os protestantes não os enriqueceram?

 

Os protestantes eram tão incapazes que sequer se esforçaram para evangelizar o povo destes países, parecem ter surgido apenas para implicar com a Igreja Católica. A grande Índia por exemplo, foi abandonada por eles, eo  seu pobre povo continua a ser entregue aos diversos deuses pagãos. Isso sempre é omitido pelos protestantes que preferem fazer cultos arruaceiros dentro de autocarros e metros dos países católicos.

 

Veja a seguir, como os protestantes surrupiaram os países ricos que antes eram católicos para posar hoje de “religião dos países ricos”. Observe que os povos destes países não foram evangelizados para ser protestantes, mas impostos sob ameaça de morte. Na maioria desses países o dízimo passou a ser descontado em folha de pagamento e a religião protestante era ou ainda é estatal.

 

Alemanha - Os protestantes liderados por Lutero começaram se apoderando dos conventos e das igrejas católicas. Os príncipes não se fizeram rogar. Além da administração mundana, passaram também a formular e inventar doutrinas. A opressão sangrenta ao catolicismo pela força armada foi a consequência de semelhante princípio. Cada vez que se trocava um soberano o povo era avisado que também se trocavam as "doutrinas evangélicas". (Confessio Helvetica posterior ( 1562 ) artigo XXX)

Relata o famoso historiador Pfanneri: "uma cidade do Palatinado desde a Reforma, já tinha mudado 10 vezes de religião, conforme seus governantes eram calvinistas ou luteranos". (Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55)

Passadas as perseguições, hoje ali, o número de católicos já empata com o de protestantes.

 

Holanda - Aqui foram as câmaras dos Estados Gerais a proibir o catolicismo. Com afã miserável tomaram posse dos bens da Igreja. Martirizaram inúmeros sacerdotes, religiosos e leigos. Fecharam igrejas e mosteiros. A fama e a marca destes fanáticos chegou até ao Brasil.

Em 1645, nos municípios de Canguaretama e São Gonçalo do Amarante, ambos no actual Rio Grande do Norte, cerca de 100 católicos foram mortos entre dois padres, mulheres, velhos e crianças, simplesmente porque não queriam se "baptizar" na religião dos invasores holandeses.

Em 1570, foram enviados para o Brasil, para evangelizar os índios, o Pe. Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau "São Tiago" quando em alto mar os interceptou o "piedoso" calvinista Jacques Sourie. Como prova do seu "evangélico" zelo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978)

Hoje já não tem mais maioria protestante: católicos 33%, Igreja Reformista Holandesa 14%, calvinistas 7%.

 

Suíça - O Senado coagido pelo rei, aprovou a proibição do catolicismo e proclamou o protestantismo religião oficial. A mesma maldade e vileza ocorreram. Os mártires foram inumeráveis. (J. B. Galiffe. Notices génealogiques, etc., tomo III. Pgna 403)

Já não tem mais maioria protestante: Igreja Católica 41,8%; várias denominações protestantes 35,3%.

 

Suécia -  Gustavo Wasa suprimiu por lei o catolicismo. Jacopson e Knut, os dois mais heróicos bispos católicos foram decapitados. Os outros obrigados a fugir junto com padres, diáconos e religiosos. Os seminários foram fechados, igrejas e mosteiros reduzidos a pó. O povo indignado com tamanha prepotência pegou em armas para defender a religião dos seus antepassados. Os exércitos do "evangélico" rei afogaram em sangue estas reivindicações. (A Reforma Protestante, Página 203, 7ª edição, em IRC. 1958)

Graças a essa violência, assim está a religião por lá: em 2008 cerca de 73% da população do país se declarou pertencente à Igreja Luterana Sueca, uma igreja protestante com adaptações suecas. Os católicos representam cerca de 1,9% e os evangélicos pentecostais, cerca de 1%.

 

Dinamarca -  A Dinamarca era católica, com a Reforma luterana, iniciada no séc. XVI, os bens da Igreja Católica e mosteiros passaram a ser confiscados. O protestantismo foi introduzido por obra e graça de Cristiano II, pelas suas crueldades apelidado de "o Nero do Norte". Encarcerou bispos, confiscou bens, expulsou religiosos e proclamou-se chefe absoluto da Igreja Evangélica Dinamarquesa. Em 1569 publicou os 25 artigos que todos os cidadãos e estrangeiros eram obrigados a assinar aderindo à doutrina luterana. Ainda em 1789 se decretava pena de morte ao sacerdote católico que ousasse por os pés em solo dinamarquês. (Origem e Progresso da Reforma, página 204, Editora Agir, 1923, em IRC)

Desde a Reforma, durante muitos anos apenas o luteranismo era permitido na Dinamarca, mas em 1682, o Estado reconheceu três outras religiões: a Igreja Católica, a Igreja Reformada e o Judaísmo.

 

Escócia - O poder civil aboliu por lei o catolicismo e obrigou todos a aderir à igreja "calvinista presbiteriana". Os padres permaneceram, mas tinham de escolher outra profissão. Quem era encontrado celebrando missa era condenado à morte. Católicos recalcitrantes foram perseguidos e mortos, igrejas e mosteiros arrasados, livros católicos queimados. Tribunais religiosos foram criados para condenar os católicos clandestinos. (Westminster Review, Tomo LIV, p. 453)

Assim está a religião por lá: Igreja da Escócia 42%; ateus/nenhuma 28%; católicos romanos 16%.

 

Irlanda - Quando impuseram o protestantismo, os camponeses da Irlanda pegaram em armas para defender o catolicismo. Foram trucidados impiedosamente pelos exércitos de Cromwell. Ao fim da guerra, as melhores terras irlandesas foram entregues aos ingleses protestantes e os católicos forçados à migrar para o sul do continente. Cerca de 1.000.000 de pessoas morreram de fome no primeiro ano do forçado exílio.

Sob Cromwell mais de cem mil cidadãos foram desterrados, vinte mil vendidos como escravos para a América, seis mil crianças de ambos os sexos lançadas fora da ilha e vendidas. (C. CANTUI, Storia Universale(3), Torino, 1846, t. XVII, p. 395. Cfr. BERNH. LESKER, Irland's Leiden und Kämpfen, Maiz 1881, p. 36 ss.)

De uma feita, mil donzelas foram arrancadas aos braços de suas mães, levadas para a Jamaica e aí expostas ao mercado como escravas. (GUSTAVO DE BEAUMONT, L'Irlande sociale, politique et religieuse(7), Paris, 1863, t. I, p. 75.)

Isso é só uma pequena amostra da crueldade protestante na Irlanda. Hoje ali o catolicismo triunfou e é a fé de 86,8% dos Irlandeses. http://www.brasilescola.com/geografia/irlanda.htm

 

Inglaterra - Foi "convertida" na marra porque o rei Henrique VIII queria se divorciar da esposa para viver em adultério com outra.  Como a Igreja não consentiu, ele fundou a "sua" igreja protestante, obrigando o parlamento a aprovar o "acto de supremacia do rei sobre os assuntos religiosos".

Padres e bispos foram presos e decapitados, igrejas e mosteiros arrasados, católicos aos milhares foram mortos. Qualquer aproveitador era alçado ao posto de bispo ou pastor. O povo foi obrigado a ser protestante anglicano. (Macaulay. A História da Inglaterra. Leipzig, tomo I, página 54)

Hoje, passadas as ameaças, o catolicismo se aproxima de ser maioria novamente ali. Num único dia 400 mil anglicanos se converteram ao catolicismo: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/protestantismo/cerca-de-400-mil-anglicanos-descontes-com-canterbury-solicitam-uniao-plena-com-roma/#

Cinco mil ingleses se convertem ao catolicismo a cada ano, afirma sacerdote britânico, confira: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=10375

 

Estados Unidos - Os Estados Unidos foram descobertos pelos católicos. A partir do ano de 1607, começou chegar ali os protestantes ingleses e holandeses para aos poucos ir surrupiando o país. Depois que a Inglaterra surrupiou uma parte e a Holanda outra. A Holanda deu a sua parte para a Inglaterra que cresceu os olhos.

Os ingleses vendo que a economia da colónia mostrava sinais de enriquecimento e vigor, resolveram forçá-la para baixo com a adição de novos impostos e sobretaxas de produção sobre a fabricação de tintas, vidro, papel e principalmente chá.

Em 1773, devido à alta dos impostos, ocorreu em Boston a revolta do chá. Samuel Adams e John Dickinson fundaram a Sociedade dos Filhos da Liberdade.

Após muitas guerras para sair do domínio inglês, finalmente, no dia 3 de Setembro de 1783, em Paris, foi assinado o tratado em que os Estados Unidos, representados por John Adams, Benjamin Franklin e John Jay, tiveram a sua independência reconhecida, formalmente, pelo Reino da Grã-Bretanha. E aí o protestantismo espalhou-se ali, porque era a religião destes usurpadores. O passo seguinte foi dizimar os nativos em gigantescos massacres. Nos anos 70 eles faziam filmes colocando os índios como bandidos e os dizimavam a bala enquanto o mundo comia pipocas assistindo a isso.

O catolicismo nos Estados Unidos da América cresceu drasticamente durante a história do país, deixando de ter pouca expressão no período colonial para se tornar a maior denominação cristã actualmente. A Igreja Católica contava com cerca de 76,9 milhões de fiéis em 2003 nos EUA, fazendo deste o terceiro país de população católica do mundo em números absolutos, atrás apenas do Brasil e do México, respectivamente. Percentualmente, cerca de 26% dos norte-americanos são católicos, o que torna a Igreja Católica quatro vezes maior do que a segunda denominação cristã do país em número de fiéis, a Southern Baptist Convention (Convenção Baptista do Sul).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo_nos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica

 

Finlândia - O cristianismo foi introduzido na Finlândia no século XII, com a Primeira Cruzada do rei da Suécia, Erik o Santo, acompanhado do bispo de Uppsala, Henrik de origem inglesa, que iniciou a introdução da Igreja Católica na Finlândia. O bispo Henrik foi martirizado em 1157 e adoptado como Santo Padroeiro da Finlândia.

Em 1556, o Rei Gustavo Wasa da Suécia designou o seu filho Juhana como duque da Finlândia, em 1581 a Finlândia foi transformada em um Grão Ducado e em 1634 foi totalmente incorporada no Reino da Suécia.

Após a Idade Média, o Rei Gustavo Wasa da Suécia rompeu com a Igreja Católica adoptando a religião protestante luterana (notaram a jogada?). Quando o luteranismo foi adoptado pela Suécia, foi introduzido também na Finlândia e declarado religião oficial do país (viram só que desrespeito à fé do povo?). A liberdade de culto foi dada somente em 1923. http://www.penedo.com/content/view/50/192/

Já que deram liberdade aos finlandeses: os luteranos finlandeses querem fazer parte da Igreja Católica, afirmou o bispo luterano de Helsinki, o reverendo Eero Huovinen, no Congresso Eucarístico Nacional italiano realizado em Bari.

Disse o bispo luterano que representa 84% da população do país: “Nós, os luteranos finlandeses, desejamos formar parte da Igreja católica de Cristo”. Explicou ainda, que junto aos católicos e outros cristãos luteranos, celebraram em 2005 os 850 anos da Igreja na Finlândia. “Junto às irmãs e aos irmãos católicos, rezamos para poder ser uma só coisa em Cristo”, sublinhou Huovinen, encerrando com a seguinte frase: “A unidade não se realiza sem a verdade e o único caminho é a verdade e a caridade. Desde o fundo de meu coração, quero antecipar o dia no qual luteranos e católicos, juntos, possam unir-se em uma forma visível”. (Fonte: Agência Zenit)

Detalhe: o bispo luterano Huovinen e os 84% dos luteranos finlandeses, celebraram mesmo foi os 850 anos da Igreja Católica Apostólica Romana na Finlândia, que ele mesmo chama de “Igreja Católica de Cristo”, pois a igreja luterana (de Lutero) está muito longe de ter essa idade no país.

 

Eis o que de facto é o protestantismo. Uma farsa. Aí se vê como o Diabo cria uma religião do jeito que ele gosta: cheia de mentiras, adultérios, assassinatos e todo tipo de perversidade! Enquanto privavam o povo de ser católico, sopravam-lhes nos ouvidos as mais estapafúrdias calúnias contra a Igreja Católica. Levantamos todos os embustes ao longo dos séculos, confira a Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/06/cronologia-universal-das-mentiras-e.html  

 

Aqui no Brasil, alguns líderes de seitas protestantes, desinformados de que estão rapidamente sendo superados pela Igreja Católica porque o povo está se informando, ainda abrem a boca para dizer que pertencem a “religião dos países ricos”, esquecidos que as Escrituras dizem: "O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados e a sua ferrugem testemunhará contra vós e devorará as vossas carnes" ( Tg 5, 2-3 ).

 

E assim encerramos o blefe daqueles que por ignorância vivem a lamentar por não ter sido colonizado pelos protestantes. Saudações da África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas.

 

 

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Autor do levantamento sobre os países: Dr. Udson Rubens Correia do www.veritatis.com.br / “A Infância Negra do Protestantismo, Como se Expandiu a "REFORMA" no Século XVI E XVII?”

 

Pesquisa complementar: Fernando Nascimento

Fontes ao longo do texto.

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Fonte: fim da farsa


08
Nov 12
publicado por FireHead, às 02:36link do post | Comentar

07
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:06link do post | Comentar

Bem meus irmãos Católicos, quantas vezes vocês escutaram esse tipo de heresia protestante: onde está na Bíblia? Essa pergunta é totalmente herética e foi inspirada por Satanás para o uso protestante contra a Santa Tradição e o Santo Magistério da Igreja Católica.

 

Primeiramente devemos entender o real significado dessa heresia (Sola Scriptura). Ela consiste em acreditar apenas no que está escrito na Bíblia, tudo tem que se basear na Bíblia, sendo assim, nada dentro da Doutrina Cristã pode ser relacionado com o que não esteja escrito na Bíblia Sagrada.

 

Mas será que isso funciona? Existe uma grande diferença entre (Cristianismo) e a (Sola Scriptura).

 

 

Cristianismo

 

Jesus é a palavra de Deus (João 1-1)

Jesus edifica uma Igreja (Mateus 16-18)

Jesus manda pregar o Evangelho (Marcos 16-15)

Doutrina da Tradição Escrita e Oral (II Tess 2-15)

A Igreja é a coluna da Verdade (I Timóteo 3-15)

A Igreja edifica o Livro (Concilio de Hipona 393)

Jesus edifica uma Igreja apenas (Mateus 16-18)

 

 

Sola Scriptura (sem base bíblica)

 

Jesus se transformou num livro (sem base)

Jesus edifica um livro (sem base)

Jesus manda escrever o Evangelho (sem base)

Doutrina da escrita apenas (sem base)

O livro é a coluna única verdade (sem base)

O livro edifica a Igreja (sem fontes documentais)

Jesus edifica um livro e várias igrejas (sem base)

 

 

Fonte: CAIAFARSA


06
Nov 12
publicado por FireHead, às 02:34link do post | Comentar

 

Mais um padre brasileiro modernista? Este aqui para mim é novo, pois não o conhecia, bem como a Associação Evangelizar é Preciso. Será este padre mais uma espécie de Pe. Marcelo Rossi e a associação mais uma espécie de Comunidade Canção Nova?

Mal por mal, que ao menos seja mais um a combater a praga protestante no Brasil...


publicado por FireHead, às 01:57link do post | Comentar

O consultor do papa Bento XVI para a Nova Evangelização, Ralph Martin, falou que um aspecto do Vaticano II inverteu um ensinamento de Jesus Cristo na cabeça dos cristãos.

 

Ralph Martin é autor do livro: Will Many be Saved? What Vatican II Actually Teaches and Its Implications to the New Evangelization (podemos traduzir por "Muitos Serão Salvos? O que o Vaticano II realmente ensina e as suas Implicações para a Nova Evangelização").

 

Não vou traduzir palavra por palavra, pois não tenho tempo. Mas aqui vai o teor do que ele disse com minhas palavras, no vídeo abaixo.

 

 

Ele disse:

 

Há muitas coisas boas no Vaticano II, como a ênfase no poder dos leigos para levar a palavra de Deus, o chamado para o sagrado, a redescoberta da unidade cristã, o ecumenismo, o desejo de afirmar que há coisas positivas no mundo moderno. Mas o propósito central do Concílio Vaticano II, de tornar a evangelização mas efectiva na proclamação do Evangelho no mundo moderno foi um fracasso. Há um grande declínio em ordens missionárias e no número de pessoas pertencentes à Igreja.

 

Hoje, temos muitos problemas sérios que a Nova Evangelização tenta resolver.

 

Com a ênfase no ecumenismo, que pode ser um coisa boa, muitos católicos ficaram confusos. Pensam: talvez não interesse mais qual é a religião das pessoas, há valores em todas as religiões, então não é preciso praticar o Catolicismo para ser salvo.

 

Muitos católicos passaram a pensar que a grande maioria das pessoas será salva, apenas uma pequena minoria extremamente perversa é que irá para o Inferno. Mas isto é justamente o contrário do que o próprio Jesus Cristo nos ensinou, em Mateus 7:13-14 ("Entrai pela porta estreita, porque é larga a porta e espaçoso o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela! Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida, e são poucos os que o encontram!").

 

Hoje, há um colapso da cultura cristã. Muitos seguem uma cultura completamente secular. E observamos a desintegração da família, do casamento, o distanciamento de Deus.

 

O Vaticano II discutiu a possibilidade de as pessoas que não conhecem os Evangelhos serem salvas. E respondeu dizendo que é sim possível a salvação delas, mas há condições: a pessoa não teve nenhum acesso ao Evangelho não por culpa dela, a pessoa procura Deus mesmo sem saber quem Ele é, e a pessoa com a ajuda da graça divina vive sem pecados sérios. Isto foi tomado como dizendo que não era mais preciso seguir os Evangelhos.

 

Mas o Concílio disse também que para a salvação delas, para que elas não sigam o mal, não idolatrem a criatura ao invés do Criador, a Igreja deve levar Cristo a elas.

 

Em suma, na Nova Evangelizaçao de hoje, temos que retomar isto, evangelizar para levar mais gente para o Paraíso. É uma questão de Inferno versus Paraíso.

 

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A minha leitura do Vaticano II é de que a ideia de modernizar o Cristianismo, aproximando-o do mundo, é a fonte dos problemas do Vaticano II, daí ampliou-se o número de padres comunistas dentro da Igreja e o afastamento dos ensinamentos dos Evangelhos, o que é o afastamento do próprio Cristo. Mas gostei do ponto de vista dele a partir da busca pelo ecumenismo.

 

 

Pedro Erik

 

Fonte: THYSELF, O LORD


04
Nov 12
publicado por FireHead, às 20:24link do post | Comentar

Homilia do 21º domingo após Pentecostes

 

Por Pe. Marcelo Tenório

 

Na Epístola tirada de São Paulo aos Efésios, o Apóstolo nos exorta – melhor dizendo, Deus, através do Apóstolo, nos exorta a nos revestir da armadura de Deus, e a resistir às ciladas do demónio. E coloca: “Não é contra homens de carne e sangue que lutamos, mas contra seres espirituais que estão nos ares”. A existência do demónio é um mistério terrível, que está ligado ao mistério da iniquidade. É claríssimo que o demónio já está condenado. É claríssimo que o demónio, diante de Deus, não tem poder algum. Entretanto, aquilo que (ele) tem dado pelo próprio Deus – se é que Deus não costuma retirar aquilo que dá – é suficiente para estragar grande parte da humanidade.

 

Assim são os demónios – liderados por Lúcifer – em nosso meio. É uma realidade terrível. E o que o demónio deseja é a nossa perdição. O demónio odeia a humanidade, porque foi na humanidade que Deus – Nosso Senhor – quis pôr a marca da Sua semelhança, da Sua imagem. E o que o demónio tenta é manchar, denegrir, acabar, destruir a imagem e a semelhança de Deus, que é o homem. E como ele consegue? E o que ele deseja fazer? Fazer pecar. Por isso o demónio nos apresenta o pecado. Por isso o demónio nos apresenta a mentira, que, por ser tão próxima da verdade, é capaz de nos enganar.

 

Nosso Senhor deseja profundamente a nossa salvação. Não quer a morte do pecador, mas antes que se converta e viva. Deus não é um Deus de condenação, mas de salvação. Entretanto, dizia um grande Padre da Igreja: “Aquele que te criou sem ti não te salvará sem ti”. Se Deus não nos pediu permissão, ou se não nos consultou para nos criar, dependerá de nós, da nossa vida, das nossas atitudes, da nossa opção fundamental a nossa salvação. E como não existe acto neutro, em tudo o que fazemos ou estamos nos encaminhando para Deus, ou dEle estamos nos distanciando. E como não existe acto moral que seja neutro, tudo o que fazemos é para a maior glória de Deus, ou para maior glória nossa. E aí está o pecado. E qual é a glória de Deus? A glória de Deus é o homem vivo. E como o homem pode estar vivo? Quando este está ou permanece na graça de Deus.

 

Deus não nos fez para a condenação, de forma que, numa atitude extrema, envia o Filho para que, padecendo do nosso sofrimento e morrendo da nossa morte, pudesse nos dar a vida, a vida plena, a restauração, a salvação alcançada a preço de sangue no patíbulo da cruz. E, no patíbulo da cruz, Nosso Senhor estende o perdão à humanidade inteira. E aí vemos, de forma muito clara, a justiça e a misericórdia de Deus. A misericórdia está ligada à justiça, e a justiça não pode existir sem a misericórdia. Nós estamos no tempo da misericórdia; o tempo da misericórdia é o tempo (humano), o chronos. E é no chronos, no tempo, que temos a possibilidade de mudar de encaminhamentos, de mudar de posturas, de mudar de atitudes, de mudar as nossas disposições ou para o bem ou para o mal.

 

Padre Pio costumava dizer: “Tudo se paga, ou para o bem, ou para o mal”. Deus, Nosso Senhor, desceu do Céu para pagar o preço que era o nosso. E nós somos chamados também, se quisermos a salvação, a pagar um preço todo nosso, que é a renúncia de nós mesmos, que é a fuga do pecado, que é dizer “Sou todo de Deus”, para que, como diz Nosso Senhor noutra parte do Evangelho, “perdendo tudo, ganhemos tudo.” São Francisco, em seus dias, gostava de repetir: “Meu Deus e meu tudo”. Não se pode desejar duas coisas. Não se pode desejar a Deus e ao demónio. Não se pode desejar os Céus e, ao mesmo tempo, compactuar com as coisas do mundo.

 

E nunca o demónio agiu de forma tão sorrateira como nos dias de hoje. Sobretudo na família. E há uma porta de entrada do demónio na família, que é a “grande prostituta”, pior que a Babilónia, que é a televisão. E, diante da televisão, a família se silencia. Não são mais o pai e a mãe os primeiros catequistas de seus filhos, mas a televisão, a grande prostituta, que, desde criança, vai “formando” o ser que é imagem e semelhança de Deus, vai deformando neste ser – que é imagem e semelhança de Deus – os valores cristãos. O temor do Senhor – que, como dizem as Sagradas Escrituras, “é o princípio do saber” – já é retirado das criancinhas antes mesmo delas o receberem dos seus pais.

 

Ora, se um pai leva o seu filho ao médico, e este filho está morrendo, e o médico se omite, e esta criança vem a morrer por culpa médica, qual o comum das coisas? Processar esse médico! A família, os pais se levantarão com certeza contra esse médico, e não sossegarão enquanto não colocarem-no na cadeia, pois esse médico jurou um dia salvar os outros... Quem colocará os pais na cadeia quando os seus filhos morrerem apodrecidos pelo pecado por culpa dos pais que, também, um dia juraram no altar de Deus, no momento do matrimónio, educar os filhos na fé? Quantas crianças nascem e crescem, desenvolvem-se como se Deus não existisse? Quem falhou? Os pais, que já não ensinam mais o catecismo, que já não falam mais de Deus. Na verdade, em nossas famílias, em nossas casas, já não há o espaço para a prática da religião. E Deus, Nosso Senhor, irá exigir veementemente dos pais aquilo que eles deveriam ter dado para os filhos. Os filhos são quase sempre aquilo que os pais formam; são raras as excepções.

 

De maneira que, neste mês de Outubro, que é o mês dedicado às Missões, é bom lembrarmo-nos do nosso Baptismo, e justamente no nosso Baptismo que fomos lavados no sangue de Cristo. E deste Cristo, o Filho enviado do Pai para nós, que teve a Sua missão de nos salvar, nós recebemos, no dia de nosso Baptismo, a missão também de sermos testemunhas de Cristo, de anunciarmos o Evangelho, nem sempre com palavras, mas, sobretudo, com testemunhos e com gestos. Os pais têm a obrigação sagrada de formar no coração dos seus filhos a fé cristã. Os pais têm a obrigação sagrada de ensinar a suas crianças as sagradas letras, o temor do Senhor. E, ai dos pais! se, por sua culpa, tempos depois, esses filhos se perderem nas trevas porque jamais foram formados na luz.

 

Santa Teresinha nunca saiu do Carmelo, mas foi a grande Patrona das Missões. Não precisamos pular oceanos, não precisamos sulcar as terras para anunciarmos o Evangelho; basta em nossa casa. O pai, sempre pai, a mãe, sempre mãe, primeiros catequistas. Não é a igreja, não é a paróquia, não é a matriz paroquial, não são os catequistas que formam a fé cristã destas crianças, mas são os pais. Aqui aprimoramos, aqui endireitamos arestas, mas somente isso. A fé cristã tem que ser transmitida pelos pais. Para quê? Para que estas crianças já recebam cedo, além do Baptismo, a vacina contra as insídias diabólicas: a palavra de Deus [escrita, n.d.t.], a doutrina sagrada [Tradição oral, n.d.t.] e o Magistério da Igreja. Tudo isso para nos levar ao Céu.

 

O Santo Evangelho vai falar daqueles que não sabem ser misericordiosos, daqueles que não sabem perdoar; gostam de ser perdoados por Deus, mas não são capazes de perdoar. Falava eu do tempo da misericórdia: é este o tempo da misericórdia, mas esse tempo acabará. E, acabando o chronos, virá a eternidade; e, com a eternidade, virá a justiça. Padre Pio costumava dizer que a justiça divina não o apavorava, porque “...quanto à justiça divina, podemos nos precaver”. E é verdade: “porque nunca matei, não terei medo diante do tribunal de Deus em relação a esse Mandamento”; “se eu nunca cometi adultério, não terei medo do tribunal de Deus diante desse Mandamento”; entretanto, dizia Padre Pio, “...o que me apavora é a misericórdia divina, desta não escaparei”. Porquê? Porque a cada instante, a cada momento, a cada segundo, Deus está nos enviando graças para a nossa conversão, santificação, mudança de vida... E deixamos que a graça caia no chão, e deixamos que o momento passe sem que dele possamos aproveitar. É na misericórdia com os outros, é perdoando os pecados, ou perdoando as ofensas àqueles que nos ofenderam que vamos merecendo essa misericórdia, e vamos nos entregando sobretudo à misericórdia divina; dela também não podemos escapar.

 

Que Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, neste mês a ela dedicado como Patrona das Missões, conceda-nos, de Deus, a graça, a compreensão profunda da nossa missão: que, na misericórdia divina, também sejamos também misericordiosos e, sobretudo, não deixarmos nos levar pelas insídias diabólicas, mas, cumprida a nossa missão, sermos luz para iluminar e sal para dar sabor.

 

 

Homilia proferida em 21/10/2012.


Fonte: http://missatridentinapsaosebastiao.blogspot.com.br/ 


03
Nov 12
publicado por FireHead, às 01:29link do post | Comentar

Ser católico não é necessariamente ser santo. Aliás, este argumento da necessidade de santidade por parte dos católicos é um argumento do revolucionário mais radical: “o bom católico, se for coerente, tem que dar a outra face” — dizem eles amiúde, aproveitando-se do argumento para desferir mais uma lambada.

 

Há pessoas que pensam que um bom católico, colocado perante a iniquidade da sociedade, não deve fazer outra coisa senão rezar: o bom católico deve ser bem educado, polido nas palavras, perfeito como Deus, e não reagir à iniquidade de outro modo senão através da oração.

 

Porém, num convento, há os frades que tratam da Missa diária que eleva o espírito, e os que tratam da cozinha que mantém os estômagos aconchegados. Todos são necessários, uns de um modo e outros de outro, para manter o convento em harmonia. Um mau cozinheiro de um convento, que não saiba, por exemplo, como tratar o perú para o Natal da confraria, é tão nocivo para a irmandade quanto o frade que desafina no coro da Missa do Galo.

 

 

Fonte: perspectivas


publicado por FireHead, às 01:25link do post | Comentar

Causam-me perplexidade os caminhos ínvios pelos quais, nos últimos tempos, uma certa “resistência católica” decidiu enveredar, num processo que tem entre os seus protagonistas pessoas que me habituei a estimar. Provocam-me estranheza a falta de subtileza, de argúcia e até de finura diplomática demonstradas por estes “resistentes”. Pretendendo o impossível - uma Igreja perfeita quanto ao elemento humano que a compõe, olvidando-se de que na Igreja houve, há e haverá sempre porcaria, por vezes até muita (releia-se a tal respeito, para não se ir mais longe, a “Pascendi”, de São Pio X) -, esquecem-se outrossim do que é essencial: o bem maior das almas e o bem que para tantas delas adviria da “experiência da Tradição” poder ser feita no seio da Igreja institucional, numa estrutura perfeitamente regularizada de um ponto de vista canónico (que seria a maior existente deste género) e sem a irregularidade fáctica que provoca a desconfiança - injusta ainda que compreensível - de tantos fiéis piedosos mas menos esclarecidos. Ah, que bem decorreria para estas almas de um contacto sem entraves com a Missa Tradicional de rito latino-gregoriano e com os restantes sacramentos também administrados sob a forma tradicional! Assim, no fundo, no fundo, estes “resistentes” são involuntariamente os melhores aliados da contra-igreja personificada pelos modernistas e progressistas. E perante esta lamentável atitude de esquecimento do fundamental em face do acessório, não posso deixar de recordar as palavras proferidas por Nosso Senhor Jesus Cristo, a propósito da parábola do administrador infiel (São Lucas 16, 8):

 

(…) os filhos deste mundo são mais sagazes que do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes.

 

 

Fonte: A Casa de Sarto


02
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:42link do post | Comentar

 

Eis por que ele (Judas Macabeu) mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, a fim de que fossem absolvidos dos seu pecados. (2 Macabeus 12:46)

 

Quando rezavas com lágrimas, e sepultavas os mortos, eu oferecia a tua oração a Deus. (Tobias 7:12)

 

Será que São Paulo errou quando rezou pela alma do falecido amigo Onesíforo (Timóteo 1:16-18)?

 

Em Eclesiástico 9:5 lemos que os mortos de nada sabem e que estão a dormir eternamente. Mas Jesus Cristo disse em João 11:24-25 que os que estão vivos e nEle crêem jamais morrerão e que os mortos nEle viverão. São Paulo disse que preferia morrer para poder estar com Cristo (Filipenses 1:20-24). Estar com Cristo não é estar a dormir sem nada saber, mas sim estar vivo (João 11:24-25) diante do trono do Cordeiro clamando por justiça e sacudindo ramos vestido de vestes brancas (Apocalipse 7:9).

 

Na Transfiguração no Monte Tabor, Elias e Moisés apareceram ao lado de Cristo. Elias tinha sido arrebatado vivo para os céus e Moisés já estava morto (Lucas 9:28). Se Moisés estivesse a dormir e de nada soubesse, como poderia aparecer? Também a parábola do "rico avarento" nos mostra que este pedia, após a sua morte, para voltar à terra e avisar os seus amigos (Lucas 16:19). Se ele estivesse realmente a dormir e de nada sabia, como podia pedir intercessão pelos seus?

 

Mais: santos são como os anjos de Deus no céu (Mateus 22:30). Estarão os anjos a dormir também? É muita contradição defender que os santos estão a dormir, mesmo depois de Cristo ter dito ao ladrão que se arrependeu (a Tradição diz que ele era o São Dimas) que Em verdade, em verdade te digo, ainda hoje estarás comigo no Paraíso, portanto sem precisar de dormir e de ressuscitar antes de ir para o Paraíso.

 

Por fim, quando Cristo discutiu com os saduceus disse-lhes: Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que Deus nos declarou? Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isac e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus dos mortos, mas dos vivos (Mateus 22:31-33). Logo, Abraão, Isac e Jacó não estão a dormir!


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01
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:30link do post | Comentar

 

NEW YORK, NY - OCTOBER 30: A Virgin Mary is all that remains from a home which was destroyed during Hurricane Sandy in Breezy Point, Queens on October 30, 2012 in New York, United States. Over 50 homes were destroyed in a late night and fast moving fire. At least 15 people were reported killed in the United States by Sandy as millions of people in the eastern United States have awoken to widespread power outages, flooded homes and downed trees. New York City was hit especially hard with wide spread power outages and significant flooding in parts of the city. (Spencer Platt, Getty Images)

 

Fonte: ctpost.com


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Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!

Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!

Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia!

Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!

Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!

Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!

Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.

Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

 

Mateus 5:3-12

 

 

As bem-aventuranças nos ensinam o fim último ao qual Deus nos chama: o Reino de Deus, a visão de Deus, a participação na natureza divina, a vida eterna, a filiação divina, o repouso em Deus. (Catecismo da Igreja Católica n. 1726)


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