«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
10
Out 12
publicado por FireHead, às 20:35link do post | Comentar

IGREJA EVANGELICA CRIA BEBE DEUS

 

Não são esses mesmos "evangélicos" que acusam os católicos de terem imagens?

 

Ler a notícia.

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publicado por FireHead, às 05:01link do post | Comentar

 

Ainda que não houvesse Inferno para ameaçar, nem Paraíso para convidar, nem mandamento para obrigar, o justo faria o que faz pelo amor de Deus apenas.


09
Out 12
publicado por FireHead, às 02:59link do post | Comentar

É comum os protestantes acusarem a Igreja Católica de ter adicionado, no Concílio de  Trento em 1547, livros ao cânone bíblico (os 7 livros deuterocanónicos: Tobias, Judite, I e II Macabeus, Baruc, Eclesiástico e Sabedoria), e que eles, assim como Lutero, conservam os 66 livros que antes eram tidos com inspirados.

Bem, além do facto da Igreja primitiva usar abertamente e doutrinariamente 73 livros e o concílio de Trento não ter adicionado nada, apenas confirmando a fé secular da Igreja, os protestantes não sabem que Lutero não tinha nem mesmo os mesmos livros que eles têm como inspirados. Devido a isto neste artigo será mostrado que na realidade quem modificou a  Bíblia foi Lutero e não o concílio de Trento.

 

 

CONCÍLIOS ANTERIORES A TRENTO

 

Para confirmar que o concílio de Trento não adicionou nada a Bíblia, serão vistos agora dois concílios anteriores a ele, um 1100 antes e o outro 100 anos antes, para provar qual o cânone bíblico sempre aceite pela Igreja.

 

Concílio de Cartago IV (Ano 419 d.C)

Cânone 24 (Grego XXVII)

 

Nada seja lido na igreja excepto as Escrituras Canónicas.

 

Item, que, excepto as Escrituras Canónicas nada seja lido na igreja sob o nome de Escritura divina. Mas as Escrituras canónicas são as seguintes: Génesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronómio, Josué, filho de Nun, Os Juízes, Rute, Os Reis quatro livros, As Crónicas 2 livros, Jó, o Saltério, os cinco livros de Salomão[1], os doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias[2], Ezequiel, Daniel, Tobias, Judite, Ester, Esdras dois livros, Macabeus dois  livros.

 

O Novo Testamento

 

Os Evangelhos, quatro Livros, Os Actos dos Apóstolos, um livro, As quatorze epístolas de Paulo, As epístolas de Pedro, o Apóstolo, duas;  As Epístolas de João, o apóstolo, três; A Epístola de Tiago, o Apóstolo, uma; A Epístola de Judas, o Apóstolo, uma; A Revelação de João, um livro. (CATARGO, 419)

E também a mesma lista de 73 livros de Trento é repetida no Concílio de Florença, 100 anos antes:

 

Concílio de Florença (Ano 1442 d.C)

No concílio de Florença, concílio que tentou unir novamente os 5 patriarcados,e estavam presentes católicos e ortodoxos foi decretado:

 

Decretum pro laçobitis

(ex Bulla « Cantate Domino », 4 Fev. 1441)

 

O Sacrossanto concílio professa que um e o mesmo Deus é o autor do Antigo e Novo Testamento, isto é, da Lei, dos profetas e do Evangelho, pois os Santos de ambos os Testamentos falaram sob a inspiração do mesmo Espírito Santo. Este Concílio aceita e venera os Seus livros que vêm indicados pelos títulos seguintes: O Pentateuco de Moisés, isto é, Génesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronómio; Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reis, 2 dos Paralipômenos, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, Jó, o Saltério de David, as Parábolas (Provérbios), Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, os Doze Profetas menores (isto é, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias) e dois livros dos Macabeus. Quatro Evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João; quatorze epístolas de Paulo, uma aos Romanos, duas aos Coríntios, uma aos Gálatas, uma aos Efésios, uma aos Filipenses, uma aos Colossenses, duas aos Tessalonicenses, duas a Timóteo, uma a Tito, uma a Filemon, uma aos Hebreus; duas epístolas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas, os Atos dos Apóstolos e o Apocalipse de João. (SAINT LIBERÈ, 2008)

 

Isto também é confirmado por Historiadores protestantes:

 

O concílio de Hipona em 393, e o terceiro (de acordo com outro acerto de contas o sexto), concílio de Cartago, em 397, sob a influência de Agostinho, que participou de ambos, fixou o cânone católico das Escrituras Sagradas, incluindo os apócrifos do Antigo Testamento [...]. O cânone do Novo Testamento é o mesmo que o nosso. Esta decisão da igreja de além-mar no entanto, foi sujeita a ratificação, e recebeu a concordância da Sé Romana quando Inocêncio I e Gelásio I (414 d.C) repetiram o mesmo índice de livros bíblicos. Este cânone permaneceu intacto até o século XVI, e foi aprovada pelo concílio de Trento na sua quarta sessão.” (SCHAFF, Philip, História da Igreja Cristã, vol. III, Cap. 9)

 

Pela grande maioria, porém, os escritos deuterocanónicos atingiram o grau de inspirados com o máximo de senso. Agostinho, por exemplo, cuja influência no Ocidente foi decisiva, não fazia distinção entre eles e o resto do Antigo Testamento... a mesma atitude com ao apócrifos foi demonstrada nos Sínodos de Hipona e Cartago em 393 e 397, respectivamente, e também na famosa carta do Papa Inocêncio I ao bispo de Toulouse Exuperius, em 405 (Doutrina Cristã Antiga, 55-56).

 

Outra fonte protestante que refuta os próprios acusadores protestantes, é o Dicionário Oxford da Igreja Cristã que refere-se ao sínodo anterior a Hipona e Catargo, o de Roma no ano 382:

 

Um concílio, provavelmente, realizado em Roma em 382 sob S. Dâmaso deu uma lista completa dos livros canónicos tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento (também conhecido como o “Decreto Gelasiano” porque foi reproduzido por Gelásio em 495), que é idêntico à lista dada em Trento. (2 ª ed, editado por FL Cross & Livingstone EA, Oxford University Press, 1983, p.232)

 

LUTERO REJEITOU OS LIVROS QUE OS PROTESTANTES TEM COMO CANÓNICOS

 

Agora veremos como Lutero rejeitou os livros que hoje os protestantes aceitam como inspirados bem como os livros deuterocanónicos, mostrando que na realidade, foi ele quem modificou o cânone bíblico que era aceite na Igreja de Cristo deste o primeiro século, baseando-se apenas no que ele achava certo ou não. As citações de Lutero foram retiras do seu livro “Conversas de Mesa” e da American edition of Luther's Works, vol 35, presente neste site protestante “Bible Reseacher”.

 

Nas Conversas de Mesa ele nega a inspiração de Ester (Livro que os protestantes aceitam) e também o livro deuterocanónico de II Macabeus;

 

Eu sou tão grande inimigo do segundo livro dos Macabeus, e de Ester, que eu gostaria que eles não tivessem chegado a nós em tudo, pois eles têm perversidades pagãs demais. Os judeus estimam mais o livro de Ester do que qualquer um dos profetas; Pois eles são proibidos de lê-lo antes de terem atingido a idade de trinta anos, em razão da matéria mística que ele contém. (Conversas de Mesa, 24)

 

Lutero neste comentário parece odiar o livro de Ester bem como o de Macabeus, até chegar o ponto de dizer que é “inimigo” deles.

 

Em 1522, no prefácio, de sua tradução alemã, às Epístolas de S. Tiago e S. Judas, nega a inspiração de ambos, e assume que a Epístola de Tiago contradiz a epístola de Paulo aos romanos, e que Judas não deve ser contada entre os livros para confirmaçào da fé:

 

Embora esta epístola de São Tiago fosse rejeitada pelos anciãos, eu elogio-a e considero-a um bom livro, porque estabelece não doutrinas de homens, mas vigorosamente promulga a lei de Deus. No entanto, afirmo a minha própria opinião sobre isso, embora sem prejuízo para ninguém, eu não considero como uma escrita de um apóstolo, e as minhas razões seguem.

Em primeiro lugar, é terminantemente contra São Paulo e todo o resto da Escritura em atribuir a justificação às obras. Ela diz que Abraão foi justificado por suas obras, quando ofereceu o seu filho Isaac, embora em Romanos, São Paulo ensine o contrário, que Abraão foi justificado sem as obras, por sua fé, antes que ele tivesse oferecido seu filho, e prova isso por Moisés em Génesis 15. Agora, embora esta epístola pode ser ajudada e uma interpretação concebida para essa justificação pelas obras, não pode ser defendida em sua aplicação às obras da declaração de Moisés em Génesis 15. Pois, Moisés está falando aqui apenas da fé de Abraão, e não de suas obras, como São Paulo demonstra em Romanos. Esta falha, portanto, prova que esta epístola não é o trabalho de qualquer apóstolo.

 

Aqui ele assume que o livro de Tiago tem falhas e contradiz toda a Bíblia, ou seja, para ele é uma obra puramente humana, tudo quando os protestantes rejeitam! Continua o seu relato:

 

Em segundo lugar o seu objectivo é ensinar aos cristãos, mas em todo este logo ensino, ele não menciona uma única vez a Paixão, a ressurreição, ou o Espírito de Cristo. Ele cita várias vezes Cristo, contudo não ensina nada sobre ele, mas só fala de fé em Deus em geral. Agora, é dever de um verdadeiro apóstolo pregar a paixão, ressurreição e função de Cristo, e estabelecer o fundamento para a fé nele, como o próprio Cristo diz em João 15, “Dareis testemunho de mim”. Todos os livros sagrados genuínos estão de acordo com isto, de que todos eles pregam e inculcam Cristo. E esse é o verdadeiro teste para julgar todos os livros, quando vemos ou não inculcar Cristo. Pois todas as Escrituras mostram-nos Cristo, Romanos 3; e São Paulo não conhecerá nada além de Cristo, I Coríntios 2. O que não ensina Cristo não é apostólico, mesmo se São Pedro ou São Paulo faz o ensino. Novamente, o que prega Cristo é apostólico, mesmo se Judas, Anás, Pilatos e Herodes estavam fazendo isto.

Mas este Tiago não faz nada mais do que levar à lei e suas obras. Além disso, ele joga as coisas juntas muito caoticamente que me parece ele deve ter sido algum homem bom e piedoso, que pegou alguns ditos dos discípulos dos apóstolos e assim os jogou no papel. Ou talvez tenha sido escrito por alguém com base em sua pregação. Ele chama a lei de “lei da liberdade”, embora Paulo chama de lei da escravidão, da ira, da morte, e do pecado.  

Além disso, ele cita as palavras de São Pedro: “O amor cobre uma multidão de pecados”, e novamente, “Humilhai-vos debaixo da mão de Deus”,  também o provérbio de São Paulo em Gálatas 5, “O Espírito cobiça contra a inveja”. E ainda, a respeito de tempo, São Tiago foi condenado à morte por Herodes em Jerusalém, antes de São Pedro. Então, parece que este autor veio muito tempo depois de São Pedro e São Paulo.

Em uma palavra, ele queria se proteger contra aqueles que confiaram em fé sem as obras, mas estava inconstante a tarefa de espírito, pensamento e palavras. Ele destroça as Escrituras e, portanto, se opõe Paulo e toda a Escritura. Ele tenta aperfeiçoar pela insistencia sobre a lei, o que os apóstolos aperfeiçoaram, estimulando as pessoas a amar. Portanto, não vou tê-lo na minha Bíblia contado entre os principais livros de verdade, embora eu não impediria ninguem de incluir ou exaltá-lo como lhe apraz, pois de outra forma muitos provérbios bons nele. Um homem não é um homem em coisas mundanas; como, então, deve este homem isoladamente se opor contra Paulo e todo o resto da Escritura?

Em relação à epístola de São Judas, ninguém pode negar que é um extracto ou cópia da segunda epístola de São Pedro, todas as palavras são muito parecidas. Ele também fala dos apóstolos, como um discípulo que vem muito depois deles e cita frases e incidentes que não são encontrados em nenhum outro lugar nas Escrituras. Isso levou os antigos patriarcas a excluírem esta epístola do corpo principal das Escrituras. Além disso, o apóstolo Judas não foi para terras de língua grega, mas para a Pérsia, como é dito, de modo que ele não escreveu grego. Portanto, embora eu valorize este livro, é uma epístola que não precisa ser contada entre os principais livros que deveriam lançar as bases da fé.

 

Lutero outorga para si o poder de decidir em qual livro quer crer e livremente tece comentários sobre os livros como se fosse senhor deles e capaz de dizer se um livro é inspirado ou não baseado no que ele acha certo ou não. Diz que a Epístola de Judas não deve ser usada para confirmar doutrina, ou seja, como ele diz: “lançar as bases da fé”

 

No prefácio ao Apocalipse nega a inpiração deste mesmo livro. E diz que não pode detectar a presença do Espírito Santo nele.

 

Sobre o livro do Apocalipse de João, deixo todos livres para terem as suas próprias opiniões. Eu não obrigo ninguém a seguir a minha opinião ou o julgamento. Eu digo o que sinto. Eu sinto a falta de mais de uma coisa neste livro, e isso me não faz considerá-lo nem apostólico nem profético.

Em primeiro lugar, os apóstolos não lidam com visões, mas profetizam em palavras claras e simples, assim como Pedro e Paulo, e Cristo no Evangelho. Por isso convém ao múnus apostólico falar claramente de Cristo e suas obras, sem imagens e visões. Além disso não há profeta no Antigo Testamento, e também nada do Novo, que lida de forma exclusiva com visões e imagens. Para mim, acho que se aproxima do Quarto Livro de Esdras [Apocalipse de Esdras]; Eu não posso de mandeira nenhum detectar que o Espírito Santo o produziu.

Além disso, ele me parece estar indo longe demais quando ele elogia o seu próprio livro tão altamente - na verdade, mais do que qualquer um dos outros livros sagrados faz, apesar de serem muito mais importantes - e ameaça que, se alguém tirar qualquer coisa de ele, Deus se apartará dele, etc. Mais uma vez, elas supõem abençoar quem guardar o que está escrito neste livro; e ainda ninguém sabe o que é, pois não diz nada aguardar. Este é o mesmo como se não tivéssemos o livro. E há muitos livros muito melhores disponíveis para guardarmos.

Muitos dos pais também rejeitaram este livro há muito tempo, embora. São Jerónimo, com certeza, se refere a ele em termos exaltados e diz que está acima de todo louvor e de que há muitos mistérios nele como palavras. Ainda assim, Jerónimo não pode provar isso, e o seu louvor em vários lugares é muito generoso.

Finalmente, vamos todos pensar nele como o seu próprio espírito o guia. Meu espírito não pode acomodar-se a este livro. Para mim, isso é razão suficiente para não pensar muito nele: Cristo não é nem ensinado nem conhecido nele. Mas ensinar Cristo, esta é um coisa que um apóstolo é obrigado, acima de todo o resto, a fazer; como Cristo diz em Actos 1: “Vós sereis minhas testemunhas”. Por isso me atenho aos livros que apresentam Cristo para mim de forma clara e pura.

 

Porque será que os protestantes não lêem as obras de Lutero? Ora, se Lutero errou no seu julgamento sobre quais livros são inspirados, será que não se equivocou também em relação as outras doutrinas da Igreja?

Infelizmente os protestantes não percebem que o Cristianismo foi fundado por Jesus há quase 2000 anos e não por homens 1500 anos após Ele. Se há dúvidas sobre a autenticidade dos ensinamentos actuais da Igreja Católica, o modelo de referência não deve ser interpretações pessoais e subjectivas, mas a fé dos primeiros séculos. A História mostra que embora outros tenham tomado empréstimo dos princípios de Lutero como a “Sola Scriptura”, “Sola fide”, etc., o mesmo não ocorreu com a sua doutrina. Lutero viveu bastante tempo para atestar isso, segundo pudemos verificar nos seus escritos.

Portanto, fica provado que Lutero além de tirar os 7 livros deuterocanónicos ainda removeu mais 4 livros (Judas, Ester, Apocalipse e Tiago), isso obrigou a Trento mais uma fez reafirmar a fé milenar da Igreja e decretar novamente o mesmo cânone bíblico dos primeiros séculos.

 


 

[1] Provérbios, Eclesiastes, Eclesiástico, Sabedoria e Cânticos.

[2] Jeremias, Baruc e Lamentações

 

 

Rafael Rodrigues

 

Fonte: Apologistas Católicos


08
Out 12
publicado por FireHead, às 02:23link do post | Comentar

Aí está uma pergunta recorrente: Jesus foi casado? Agora, de repente, pensou-se que se tinha encontrado a resposta definitiva, na sequência da investigação de Karen King, professora da Harvard Divinity School, Massachusetts, do fragmento de um papiro em copta, do século IV. Aí, lê-se: "Jesus disse-lhes: a minha mulher... poderá ser minha discípula."

Mas nem sequer para a investigadora, que acaba de apresentar as conclusões do seu estudo no Congresso Internacional de Estudos Coptas em Roma, a que se deu imensa publicidade, o fragmento do papiro prova que Jesus foi casado. Do que se trata é que "desde o começo, os cristãos estavam em desacordo sobre se era melhor não contrair matrimónio, mas só um século depois da morte de Jesus começaram a dissentir sobre o estado marital do Messias para defender as suas posições".

Embora seja necessário aprofundar ainda a questão, pois desconhece-se a origem exacta do fragmento, propriedade de um coleccionador anónimo - é sabido como pululam no mercado textos antigos falsos -, vários especialistas de renome, como Antonio Piñero e Xabier Pikaza, pensam que o papiro é autêntico e poderá ser uma tradução de um texto gnóstico grego do século II (à volta do ano 160).

De qualquer modo, não é por esta via que ficamos a saber se Jesus foi ou não casado. De facto, o texto pertence ao contexto da gnose e, assim, como explica Xabier Pikaza, "não pode utilizar-se de modo nenhum para falar de um possível casamento de Jesus com Maria Madalena ou outra mulher, pois não trata de um casamento 'físico', mas de uma presença espiritual do Revelador Celeste na alma dos fiéis". Nos evangelhos gnósticos, chega a dizer-se que "se beijavam na boca", mas isso tem apenas sentido simbólico, como explica Antonio Piñero, um dos maiores peritos nesta temática: "os gnósticos gostam de metáforas sexuais para designar a união espiritual forte", e, portanto, comparando com outros textos gnósticos, "o texto do papiro pode ter o mesmo significado 'místico' ou simbólico".

Continuamos, portanto, na situação em que estávamos: "Este texto não nos ensina nada sobre o Jesus histórico e o seu possível casamento." Mas a pergunta permanece: o Jesus histórico foi casado? O mesmo X. Pikaza responde em síntese: "Não se pode 'demonstrar' que Jesus foi celibatário, mas todos os indícios apontam nesse sentido."

É certo que o celibato não era o estado civil comum. Diz o Talmude: "Quem não tem mulher é um ser sem alegria, sem bênção, sem felicidade, sem defesa contra a concupiscência, sem paz; um homem sem mulher não é um homem." Por isso, há quem argumente que, se o Novo Testamento nada diz sobre o estado civil de Jesus, é porque se supõe que estava casado. Antonio Piñero contrapõe que Jesus não era um rabino estrito e entre os essénios da época de Jesus havia muitos que não se casavam. Afirma, pois, que poderia ser viúvo, mas durante o seu ministério público não teve mulher. Jesus andava rodeado de mulheres juntamente com os discípulos homens e, se estivesse casado, seria normal que os Evangelhos o dissessem, como se fala com naturalidade da sogra de S. Pedro.

Embora não haja provas definitivas, a maioria dos grandes exegetas, apoiando-se nas fontes fiáveis, coincidem na afirmação de que Jesus não foi casado. Assim, um dos maiores historiadores sobre Jesus, o americano John Paul Meier, afirma: "Jesus nunca se casou, o que faz dele um ser atípico e, por extensão, marginal na sociedade judaica convencional." Por outro lado, é certo que Jesus teve especial predilecção por Maria Madalena, "mas casá-la com Cristo é um disparate", assegura o teólogo jesuíta Juan A. Estrada.

De qualquer forma, o celibato de Jesus não é dogma e a mim, pessoalmente, não me causaria incómodo nenhum, se se demonstrasse que foi casado. Como disse ao Expresso, embora compreenda a situação, do que mais me impressiona é verificar que, "quando aparecem estas coisas, a curiosidade das pessoas é superior à curiosidade que têm pela mensagem de Jesus, que é o essencial", uma mensagem decisiva, também para os tempos dramáticos que estamos a viver.

 

Pe. Anselmo Borges


07
Out 12
publicado por FireHead, às 05:13link do post | Comentar

Se o Victor e a Vanessa, católicos de Lamego, quiserem casar para sempre, sabem que podem fazê-lo casando "pela Igreja" porque, para a religião católica, o matrimónio não é rescindível. Neste sentido, mesmo que um dos cônjuges obtenha depois o divórcio civil, continuará para sempre casado, segundo a lei da Igreja, a qual estabelece que o casamento válido só acaba quando morre um dos cônjuges.

Ora bem, se o Valter e a Viviana, dois fervorosos ateus da Charneca da Caparica, quiserem também unir as suas vidas de forma irrevogável, não o podem fazer juridicamente. Com efeito, a actual lei civil não lhes permite essa opção. Por outro lado, também não podem recorrer ao casamento indissolúvel católico, porque a Igreja, obviamente, não pode admitir ao sacramento do matrimónio um casal em que nenhum dos nubentes professa a religião cristã. Daqui resulta, portanto, que os católicos beneficiam de uma possibilidade jurídica que está vedada aos ateus e agnósticos, bem como a todos os outros cidadãos não católicos. Ao que parece, esta proibição legal de uma aliança conjugal perpétua baseia-se no entendimento de que o Estado não deve permitir que ninguém, mesmo agindo no pleno uso da sua razão e vontade, se possa comprometer matrimonialmente de forma definitiva, ou seja, sem uma cláusula de eventual rescisão.

Uma tal prudência legislativa seria louvável, se não fosse tão incrivelmente contrária à mais elementar liberdade dos cidadãos. Com a mesma razão, ou a mesma falta dela, também se deveria proibir legalmente a adopção, pois é tão irreversível quanto o seria um matrimónio indissolúvel. Portanto, é avisado que o ordenamento jurídico seja exigente nas condições que requer para uma decisão definitiva, mas não pode, salvo que se assuma como expressão de um poder autoritário, restringir a liberdade dos nubentes quanto ao tempo e ao modo como se querem comprometer matrimonialmente. Poder-se-ia objectar que, se o casal ateu não se quiser divorciar, nada o impede de permanecer casado o tempo que quiser e, por isso, não precisaria de um casamento civilmente indissolúvel, nem de nenhuma cláusula proibitiva do divórcio. Mas um tal argumento não é válido, porque aquilo que realmente pretende quem quer casar para sempre não é apenas a não dissolução, de facto, da aliança nupcial. Quer, sobretudo, a impossibilidade jurídica de que a dissolução se possa verificar por decisão de um cônjuge, ou de ambos. O Valter e a Viviana não querem apenas prescindir individualmente da sua faculdade de requerer o divórcio, mas cada um deles quer também evitar que possa ficar divorciado por efeito de uma acção interposta pelo outro. Ora um tal objectivo só poderá ser alcançado se houver, efectivamente, um matrimónio civil indissolúvel. Com efeito, segundo a lei vigente, qualquer casamento é dissolúvel, mesmo contra a vontade do cônjuge inocente, o que acontece as mais das vezes.

A bem dizer, criar a alternativa do casamento civil indissolúvel, a par de um matrimónio civil rescindível por divórcio, não só a ninguém ofende como beneficiaria todos os cidadãos. Em primeiro lugar, os ateus, os agnósticos e os crentes não católicos, porque poderiam assim contrair um matrimónio civilmente indissolúvel. Mas também, em segundo lugar, os que casaram catolicamente. Estes, com efeito, muito embora a Igreja garanta a indissolubilidade do seu vínculo nupcial no âmbito canónico, carecem do reconhecimento civil dessa cláusula contratual do seu casamento religioso.

O direito de optar por um matrimónio civil indissolúvel é uma exigência da mais elementar liberdade. É atendível também como único meio de abolir a discriminação de que são vítimas todos os cidadãos não católicos, sobretudo os ateus e os agnósticos. De facto, os fiéis podem optar por um matrimónio religioso, para assim salvaguardar a pretendida indissolubilidade do vínculo mas, os que o não são, não podem aceder à celebração canónica, nem a lei civil lhes consente, por ora, a tão legítima e salutar opção por um matrimónio indissolúvel.

Há quem entenda, por último, que o divórcio é necessário, para remediar os casos em que a escolha do cônjuge não foi acertada. Porém, estes casos não se resolvem com leis que, através das muitas facilidades concedidas, incentivam o divórcio e favorecem a irresponsabilidade matrimonial. Pelo contrário, a opção pelo casamento civil indissolúvel ajudaria a evitar esses desacertos, não só porque os noivos ficariam obrigados a assumir para sempre o seu compromisso nupcial, mas também porque, como sugere André Frossard, uma vez casados, já não se poderiam voltar a enganar!

 

 

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada


06
Out 12
publicado por FireHead, às 04:24link do post | Comentar
Em princípio, parece haver motivos para acreditar que só a Deus se deve orar, pois:

1) A oração é acto da religião, e é sabido que somente a Deus se presta culto religioso. Logo, só a Deus de deveria orar.

2) Além disso, seria inútil orar a quem desconhece a oração feita. Ora, parece que só Deus pode conhecer a oração, e assim é porque na maioria das vezes a oração é feita por acto interior, que só Deus conhece, como escreve São Paulo: Orarei pelo espírito, orarei pela mente (I Cor 14,15). Santo Agostinho também escreve: Desconhecem os mortos, até os santos, as acções dos vivos, mesmo a dos seus filhos.

3) Ademais, dirigimos as nossas orações aos santos porque eles estão unidos a Deus. Mas muitos dos que estão neste mundo ou no Purgatório estão fortemente unidos a Deus pela graça, e, no entanto, a eles não dirigimos as nossas orações. Então, nem aos santos deveríamos dirigi-las.

A isso, nos ensina São Tomás:
É possível orar a alguém de dois modos:
1) Para que ele mesmo conceda o que se pede.
2) Para que consiga o que se pede de outro.

Pelo primeiro modo, só a Deus dirigimos a oração, porque todas as nossas orações devem ter por objecto conseguirem para nós a graça e a glória, e ambas só Deus pode conceder, como se lê no Salmo 83, 12: Deus dará a graça e a glória.

Porém, pelo segundo modo dirigimos as orações aos anjos e aos santos, não para que Deus as conheça mediante eles, mas para que devido aos seus pedidos e méritos, as nossas orações sejam eficazes. É por isso que se lê no livro do Apocalipse que O perfume do incenso, isto é, da oração dos santos, subiu para Deus (8, 4). Isto evidencia-se também pelo modo com que a Igreja ora. Pedimos à Santíssima Trindade que seja misericordiosa para connosco, mas aos santos pedimos que orem por nós.

Assim, podemos responder à objecções iniciais dizendo que:

1) Ao orar somente prestamos culto religioso àquele de quem desejamos conseguir alguma coisa pela oração, porque assim reconhecemos que é o autor dos bens que recebemos. Porém, não prestamos culto religioso a quem é apenas intercessor junto de Deus.

2) Os mortos, considerando-se a sua condição natural, desconhecem o que acontece neste mundo, sobretudo os sentimentos do coração. Porém, como escreve São Gregório, aos bem-aventurados lhes é manifestado no Verbo o que convém que eles conheçam daquilo que se passa a nosso respeito, e mesmo o que se refere aos sentimentos do coração. Sobretudo convém à excelência deles conhecerem os pedidos que lhes são feitos pela oração vocal ou pela oração interior. Por isso, conhecem os pedidos que lhes fazemos por revelação divina.

3) Finalmente, deve-se dizer que os que estão neste mundo ou no Purgatório ainda não gozam da visão do Verbo, para que possam conhecer o que pensamos e falamos. Por isso, não lhes pedimos os seus sufrágios em nossas orações.

(Suma Teológica, II-II, q. 83, a.4)
 
 

05
Out 12
publicado por FireHead, às 15:24link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 02:18link do post | Comentar

Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa paz. 
Onde houver ódio, que eu leve o amor, 
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão, 

Onde houver discórdia, que eu leve a união, 
Onde houver dúvida, que eu leve a fé, 
Onde houver erro, que eu leve a verdade, 
Onde houver desespero, que eu leve a esperança, 
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria, 
Onde houver trevas, que eu leve a luz. 

Ó Mestre, fazei que eu procure mais 
consolar que ser consolado,
compreender que ser compreendido, 
amar, que ser amado. 
Pois é dando que se recebe 
é perdoando que se é perdoado 
e é morrendo que se vive para a vida eterna.


S. Francisco de Assis, rogai por nós!


04
Out 12
publicado por FireHead, às 16:16link do post | Comentar

Altar em Gante, cavaleiros de Cristo, Jan van Eyck.

 

Não há nada de mais falso.

Desde os tempos de Maomé, os muçulmanos lançaram-se à conquista do mundo cristão.

E fizeram um óptimo trabalho: após poucos séculos de incessantes conquistas, os exércitos muçulmanos tomaram todo o norte de África, o Médio Oriente, a Ásia Menor e a maior parte da Península Ibérica.

Em outras palavras: ao findar o século XI, as forças islâmicas já haviam capturado dois terços do mundo cristão.

A Palestina, terra de Jesus Cristo; o Egipto, berço do monaquismo cristão; a Ásia Menor, onde São Paulo estabeleceu as primeiras comunidades cristãs.

Não conquistaram a periferia da Cristandade, mas o seu núcleo. E os impérios muçulmanos não pararam por aí: continuaram pressionando a Leste em direcção a Constantinopla, até que finalmente a tomaram e invadiram a própria Europa.

Se uma agressão não-provocada existiu, foi a muçulmana. Chegou-se a um ponto em que só restava à Cristandade defender-se ou simplesmente sucumbir à conquista muçulmana.

A Primeira Cruzada foi convocada pelo Papa Urbano II em 1095 para atender aos apelos urgentes do Imperador bizantino de Constantinopla, Aleixo I Comneno (1081-1118).

Urbano convocou os cavaleiros cristãos para irem em socorro dos seus irmãos do Leste.

Foi uma obra de misericórdia: livrar os cristãos do Oriente dos seus conquistadores muçulmanos.

Em outras palavras, as Cruzadas foram desde o início uma guerra defensiva.

Toda a história das Cruzadas do Ocidente foi a história de uma resposta à agressão muçulmana.

 

 

Autor: Thomas F. Madden

Fonte: As Cruzadas

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03
Out 12
publicado por FireHead, às 02:21link do post | Comentar

Não é raro vermos protestantes acusarem os católicos de recitarem orações decoradas tais com os Salmos, o Pai Nosso e demais orações formuladas pela Igreja. Dizem que isto é condenado por Cristo segundo o que está escrito na sua bíblia fininha e falsificada. Eis a passagem pela qual condenam os católicos:

 

 

“E, orando, NÃO USEIS DE VÃS REPETIÇÕES, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos” (Mateus 6:7).

 

Entretanto quando examinamos a mesma passagem numa Bíblia devidamente aprovada pela Igreja Católica notamos que há divergência, senão observem:

 

“Nas vossas orações, NÃO MULTIPLIQUEIS AS PALAVRAS, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras” (Mateus 6,7).

 

Sem contar que eles estão condenando como “vãs” todas as orações decoradas tais como os Salmos e o Pai Nosso ensinado por Cristo. Serão mesmo “vãs” tais palavras? Serão condenadas as fórmulas pré-existentes?

 

Vamos ao oringial grego:

 

“Προσευχόμενοι δὲ μὴ βατταλογήσητε ὥσπερ οἱ ἐθνικοί, δοκοῦσιν γὰρ ὅτι ἐν τῇ πολυλογίᾳ αὐτῶν εἰσακουσθήσονται” (Pronúncia: “Proseukomenoi de me battaloyesete osper oi etnikoi, dokusin gar oti en te POLYLOGIA auton eisakustesontai”).

 

A palavra chave é πολυλογίᾳ, que, para a infelicidade dos falsificadores da Palavra é muito conhecida em nossa língua: POLYLOGIA – POLY: muito, bastante; LOGIA – palavra, usada principalmente para designar Cristo o LOGOS (palavra) de Deus. O termo POLYLOGIA tem a acepção de TAGARELICE, VERBORREIA, PROLIXIDADE.

 

Onde se encontram aqui as palavras “vãs” e “repetições” alegadas pelos protestantes???? Em lugar nenhum.

 

Condenando as más traduções protestantes que condenam erroneamente a repetição da oração:

No Gétsemani, Cristo Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras (Mateus 26, 40-44). Exactamente como fazem os católicos.

 

O Salmo 135, na Bíblia Católica, e 136 nas protestantes, é uma ladainha, que se repete sistematicamente.

 

Ladainha é uma oração grupal, onde a cada invocação os reunidos repetem uma jaculatória. Será que os protestantes vão arrancar da Bíblia deles também esta página que repete as palavras na oração?

 

Infelizmente o antagonismo cego dessa gente afasta-a cada vez mais de Deus.

 

Salmos 136 completo com 26 repetições segundo a biblia (editorial) protestante João Ferreira de Almeida:


Louvai ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.

Louvai ao Deus dos deuses; porque a sua benignidade dura para sempre.

Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade dura para sempre.

Aquele que só faz maravilhas; porque a sua benignidade dura para sempre.

Aquele que por entendimento fez os céus; porque a sua benignidade dura para sempre.

Aquele que estendeu a terra sobre as águas; porque a sua benignidade dura para sempre.

Aquele que fez os grandes luminares; porque a sua benignidade dura para sempre;

O sol para governar de dia; porque a sua benignidade dura para sempre;

A lua e as estrelas para presidirem à noite; porque a sua benignidade dura para sempre;

O que feriu o Egipto nos seus primogénitos; porque a sua benignidade dura para sempre;

E tirou Israel do meio deles; porque a sua benignidade dura para sempre;

Com mão forte, e com braço estendido; porque a sua benignidade dura para sempre;

Aquele que dividiu o Mar Vermelho em duas partes; porque a sua benignidade dura para sempre;

E fez passar Israel pelo meio dele; porque a sua benignidade dura para sempre;

Mas derrubou o Faraó com o seu exército no Mar Vermelho; porque a sua benignidade dura para sempre.

Aquele que guiou o seu povo pelo deserto; porque a sua benignidade dura para sempre;

Aquele que feriu os grandes reis; porque a sua benignidade dura para sempre;

E matou reis famosos; porque a sua benignidade dura para sempre;

Siom, rei dos amorreus; porque a sua benignidade dura para sempre;

E Ogue, rei de Basã; porque a sua benignidade dura para sempre;

E deu a terra deles em herança; porque a sua benignidade dura para sempre;

E mesmo em herança a Israel, seu servo; porque a sua benignidade dura para sempre;

Que se lembrou da nossa baixeza; porque a sua benignidade dura para sempre;

E nos remiu dos nossos inimigos; porque a sua benignidade dura para sempre;

O que dá mantimento a toda a carne; porque a sua benignidade dura para sempre.

Louvai ao Deus dos céus; porque a sua benignidade dura para sempre.



Fonte: Cai a Farsa


02
Out 12
publicado por FireHead, às 22:12link do post | Comentar

publicado por FireHead, às 14:45link do post | Comentar

 

Atrevem-se estes a dirigir-se à cátedra de Pedro, a esta igreja principal de onde se origina o sacerdócio... esquecidos de que OS ROMANOS NÃO PODEM ERRAR NA FÉ (Epist. 59,n.14, Hartel, 683).

 

Para Cipriano (200-258), Roma é “a matriz e o tronco da Igreja Católica”.

 

A todos os que estão em Roma, queridos de Deus, chamados a serem santos: a vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo! (Romanos 1,7)

 

O Deus da paz em breve não tardará a esmagar Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco! (Romanos 16,20)


publicado por FireHead, às 01:36link do post | Comentar

Segundo a Radio Vaticano (de 22 de Setembro de 2012), Bento XVI incentivou os políticos católicos a falar com "espirito profético" em defesa do bem comum e destacou também a importância de defender a família tradicional como unidade básica da sociedade.


"A família", disse o Papa Bento XVI, "é o princípio mais incisivo da educação da pessoa humana" e que "a família, célula mater da sociedade, é, portanto, a raiz que nutre não somente o indivíduo, mas também a própria base da convivência social".


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