«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
16
Ago 12
publicado por FireHead, às 00:49link do post | Comentar
O paganismo é um tipo de religiosidade que agrega crenças e cultos a distintas formas de divindades. Existe uma variedade muito grande sobre aquilo que se pode denominar pagão. Os movimentos pagãos geralmente são politeístas, panteístas e animistas. Por via da regra, o paganismo atribui divindade aos elementos do universo e da natureza. Para se ter uma ideia mais ampla, o paganismo confere um espírito ou entidade divina a todos os elementos da criação.

Desde os tempos mais antigos da humanidade o paganismo foi sendo desenvolvido por grupos nómadas que atribuíam divindades aos elementos da natureza. Toda a cultura e religião se apoiam na mãe natureza.

Assim existe o deus do sol, a deusa da lua, o deus da caça, a deusa da fertilidade, o deus do mar, etc. Um atributo comum entre todos os povos pagãos é a existência de deuses e deusas, mas às vezes tendo a figura feminina como dominante por estar ligada a mãe natureza.

Dentro do paganismo tudo pode ser relativo, pois a ideia de dualismo não é absoluta. Assim não há oposição entre o bem e o mal, o céu e o inferno, o espírito e a matéria. Desta maneira, não permanece a noção de pecado como um mal integral. No entanto, existem correntes do paganismo que são altamente dualistas principalmente as que foram influenciadas pelo pensamento platónico e alguns outros pensadores gregos.

Como existem diversas formas de paganismo, cada individuo pode manifestar a sua fé de forma individual ou através de grupos que comungam da mesma tradição, popularmente conhecidos como tribos ou clãs. Para muitos estudiosos, o paganismo é uma espécie de cultura que expressa uma espiritualidade peculiar de vários povos em diversas localidades. Entre os povos da antiguidade se destacam como pagãos os celtas, os egípcios, os babilónicos, os gregos e os romanos.

(...)

No Egipto antigo, os principais deuses eram: Amon-Rá - deus do sol, Ísis – deusa da fertilidade e Osíris – deus da fecundidade. A personificação destes deuses na terra era através do Faraó que também era adorado e venerado pelos os egípcios.

Na antiga Grécia dentre a diversidade de deuses, os principais deuses eram: Zeus – deus dos deuses, Poseidon – deus dos mares e Hades – deus das regiões inferiores (Inferno). Todos eram filhos de Gaia – A mãe da terra ou mãe natureza.

Com relação aos deuses as afrontas são sempre directas e pessoais, ou seja, um deus pode castigar um ao outro como um ser humano pode ser castigado por uma divindade ofendida.

Em Roma os deuses eram semelhantes aos deuses gregos, assim Júpiter era o deus dos deuses, Neptuno o deus dos mares e Marte o deus da guerra. O politeísmo pagão foi perdendo forças com o avanço do Cristianismo em Roma.

(...)

O paganismo é um cancro na humanidade, pois apoia-se no relativismo para distorcer os princípios morais da verdade.

Na mente pagã não existe nada errado, tudo é permitido – cada pessoa deve viver em satisfação dos seus próprios desejos e prazeres. Deste modo, existe um deus ou uma força na natureza para satisfazer cada desejo humano. Assim como existe a deusa do amor (Afrodite), também existe a deusa da castidade (Diana). Como existe o deus do Inferno (Hades) também existe o deus dos Céus (Zeus). Existe o deus da glutonaria (Momo), também o deus da bebedice (Baco) – E por ai vai...

Há milhares de divindades pelo mundo fora, elas podem ser conhecidas por nomes diferentes, mas a entidade é a mesma. Um grande exemplo é Poseidon deus grego dos mares, Neptuno deus romano dos mares e Iemanjá deusa brasileira do mares. A mesma Afrodite conhecida entre os gregos como a deusa das orgias sexuais é a mesma entidade Pomba Gira entre o brasileiros.



“São deuses, deusas, entidades e divindades para dar e vender”.


Giliardi Rodrigues
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