«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Jul 12
publicado por FireHead, às 00:55link do post | Comentar

Em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pe. Bassiti e Pe. Pignataro, estavam exorcizando um menino possesso, de 12 anos de idade, analfabeto. Para humilhar o demónio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para surpresa dos sacerdotes, pela boca do menino possesso, o demónio compôs o seguinte soneto:

 

Sou verdadeira Mãe de um Deus que é Filho,
E sou Sua filha, ainda ao ser Mãe;
Ele de eterno existe e é meu Filho,
E eu nasci no tempo e sou Sua Mãe,
Ele é meu Criador e é meu Filho,
E eu sou Sua criatura e Sua Mãe;
Foi divinal prodígio ser meu Filho

Um Deus eterno e ter a mim por Mãe,

O ser da Mãe é quase o ser do Filho,
Visto que o Filho deu o ser à Mãe

E foi a Mãe que deu o ser ao Filho;
Se, pois, do Filho teve o ser a Mãe,
Ou há-de se dizer manchado o Filho,
Ou se dirá Imaculada a Mãe.

 

(Conta-se que o Papa Pio IX chorou ao ler esse soneto que contém um profundíssimo argumento de razão em favor da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.)

 

 

Fonte: Católicos Tradicionais


publicado por FireHead, às 00:45link do post | Comentar

 

“Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais.

(...)

Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina.

(...)

Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.

Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina os seus escritos.

Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”.

 

in Summa contra Gentiles, L. I, c. 6.


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