«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
04
Jul 12
publicado por FireHead, às 22:13link do post | Comentar


Oração da Fecha de Ouro

 

Um acto de Louvor e Reparação ditada por Nosso Senhor à Irmã Marie de Saint-Pierre.



"O Santíssimo, Sagrado, Adorável, incompreensível e indescritível Nome de Deus seja sempre louvado, abençoado, amado, adorado e glorificado, no céu, na terra, e debaixo da terra, por todas as criaturas de Deus e pela Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento do altar. Amém".



Depois de receber esta oração, Irmã Marie teve uma visão na qual ela viu o Sagrado Coração de Jesus ferido pela "Oração da Flecha de Ouro" como torrentes de graças saíam dele para a conversão dos pecadores.

Nosso Senhor disse à Irmã Marie de Saint-Pierre, a 16 de Março de 1844, "Oh, se soubesses o grande mérito que adquires por dizer ainda uma vez," Admirável é o Nome de Deus", no espírito de reparação de blasfémia.

 

 

Fonte: Mãos Postas


publicado por FireHead, às 21:55link do post | Comentar
 

“O Vaticano II ensina realmente e apenas aquilo que foi revelado e transmitido?”. E “o significado objectivo das palavras usadas pelo Concílio Vaticano II corresponde ao do Magistério precedente e, em última análise, ao da divina Revelação?”

 

Duas perguntas “de supetão” que são dirigidas por Monsenhor Brunero Gherardini a todos aqueles que terão a sorte de ler o seu livro mais recente, que brilha com clareza linguística e teológica, intitulado O Vaticano II às raízes de um equívoco (Lindau , pp. 410, € 26,00).

 

Cinquenta anos se passaram (1962-2012) desde a abertura de um Concílio que cada vez mais se torna protagonista de um verdadeiro processo. Finalmente, o tribunal foi aberto, graças, em particular, ao próprio teólogo Gherardini (com seu famoso Concílio Vaticano II, um discurso a ser feito) e ao historiador Roberto de Mattei (com o seu Vaticano II, uma história nunca escrita) para fazer entrar o réu: o Concílio Vaticano II.

 

Apesar de os conteúdos deste escrupuloso volume serem bastante profundos e complexos, o seu autor, como é próprio do seu estilo gherardiniano, torna a análise fresca, vibrante e bem sucedida. Esta obra nasce de uma inspiração polémica, ou seja, para responder à má fé de alguns estudiosos e jornalistas em relação aos aprofundamentos que o teólogo vem realizando com rigor, há alguns anos. Algumas pinceladas irónicas, aqui e ali, lembram o humor ferino do Beato John Henry Newman, na sua obra-prima Apologia Pro Vita Sua, onde, ele também, como Gherardini, àqueles que o acusavam, respondia com a coragem própria de quem sabe, como São Tomás de Aquino, de estar possuído pela verdade.

 

Gherardini não engrossou as fileiras do comum, ou seja, de todos aqueles que continuam a exaltar o Vaticano II de uma forma apriorística e sem aceitar uma análise do mérito, mas foi ao âmago do problema, observando de perto a mudança radical de curso da Igreja pós-conciliar e identificando a causa dessa mudança nas actas da Assembleia Conciliar. E aqui está o grande ‘equívoco’, “que poucos levaram em consideração”, matriz dos muitos equívocos e dos muito erros que surgiram em cascata:

 

 

O antropocentrismo.


O homem moderno, para o qual tende o antropocentrismo conciliar, deste absorve a ideias que subvertem as relações naturais e reveladas entre a criatura e o Criador, torna-se o porta-bandeira e o arauto destas ideias, e por elas resta, por assim dizer, pregado em um estado de inconciliabilidade com as verdades da doutrina e da Tradição. Estes são os desvios da Nouvelle Théologie e da Teologia da Libertação.

 

O equívoco antropocêntrico encontra as suas raízes, segundo Gherardini, na declaração conciliar sobre a liberdade religiosa (Dignitatis Humanae), na declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs (Nostra Aetate) e no decreto sobre o diálogo ecuménico (Unitatis redintegratio).

 

O antropocentrismo contaminou toda a cultura moderna e o pensamento maioritário conciliar, e nada, “no modernismo e em sua endemoninhada revivescência neomodernista, é poupado do tesouro de verdades recebidas e transmitidas”, ou seja, a Sagrada Escritura, os dogmas, a Liturgia, a moral. Hoje, aquele verme modernista que corroía por dentro eclodiu vigorosamente, mas a assembleia conciliar já havia testemunhado isso quando foram tratadas temáticas nodais, que se distanciavam, em sua elaboração, da Tradição.

 

Gherardini, por causa de sua postura diante do Concílio, foi acusado de ser um ‘lefebvriano’, dando-se à palavra, como sempre, uma acepção meramente negativa. Ele, a este respeito disso, afirma que, mesmo não pertencendo à Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, compartilha as linhas de construtiva crítica ao Vaticano II.

 

Além disso, o autor concentra a sua atenção na linguagem conciliar e pós-conciliar, totalmente diferente, no geral, da patrística e da Tradição; dá, também, nome e sobrenome aos protagonistas das modernas filosofias e teologias, porém não as interpreta, mas faz a radiografia das ideias; ideias que envenenaram o espírito da Assembleia Conciliar e, “se a sagrada hierarquia não parar este desvio antropocêntrico, o futuro da Igreja não será mais o da Igreja Una Santa Católica Apostólica em sua gloriosa e universalista configuração romana”.

 

 

Por Cristina Siccardi | Corrispondenza Romana

 

Fonte: Fratres in Unum


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