«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
21
Jun 12
publicado por FireHead, às 00:19link do post | Comentar | Ver comentários (2)

Eu não gosto lá muito de D. José Policarpo, mas há que ser justo e reconhecer que ele agora esteve bem:

 

 

D. José Policarpo, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa disse numa conferência em Fátima, a propósito da reflexão dos 50 anos do Concílio Vaticano II (1962/65), que há "um pressuposto de que a Igreja tem que mudar ao ritmo das mudanças do mundo" e atacou os "exageros antropológicos" como a adopção por casais gay. De facto não é a Igreja que tem de se adaptar ao mundo, mas sim o contrário, pois a Igreja é santa e santificadora e fora dela não há salvação. "A Igreja tem uma mensagem perene, acredita nela, e tem valores perenes, e acredita neles", disse, acrescentando que o Concílio e a doutrina da Igreja têm uma mensagem que "ajuda a corrigir e a denunciar os exageros antropológicos", como as "modernices" de pessoas do mesmo sexo puderem constituir família, sublinhando que a civilização ocidental "acabará por ser vítima dessas mudanças que fez". Lamentando que a "grande comunicação" trate as posições da Igreja como se esta tivesse que "andar ao ritmo" das mudanças culturais, políticas, jurídicas, D. José Policarpo rematou com a expressão "era o que faltava".

Em relação ao Concílio Vaticano II, D. José Policarpo afirmou que é evidente que as mudanças introduzidas pelo Concílio são hoje uma realidade adquirida, se bem que "algumas dimensões devam ainda ser aperfeiçoadas", como exemplo a forma como "ainda é feita a celebração da palavra em muitas Eucaristias", sublinhando que se algumas homilias são "belíssimas" outras continuam a "não ter em conta nem a mensagem nem os destinatários".

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