«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
05
Jun 12
publicado por FireHead, às 23:46link do post | Comentar

A Igreja desde dos seus primórdios teve que enfrentar grandes heresias, enquanto os seus membros padeciam debaixo das espadas dos imperadores romanos. Muitos destes hereges se auto-denominavam Cristãos, mesmo com as suas pregações muitas vezes com fundos gnósticos e distante do Evangelho e da Igreja, e em uma das tentativas de separar os Cristão dos hereges, os Cristãos foram então chamados de Católicos... como declarou São Paciano de Barcelona, na carta a Sympronian (Séc IV), mas os Cristãos já haviam sido assim chamados no Séc I, por Santo Inácio de Antioquia, pois eram membros da Igreja Universal, ou Igreja Católica. Ser Católico era sinónimo de sacrifício, pois declarar-se Católico naquela época era pedir o martírio. Hoje muitos ostentam até com orgulho esse título, mas pisam no seu significado, querem ser Católicos mas não querem mais escutar o que o diz o Sagrado Magistério da Igreja, que é a ultima palavra quando o assunto é a Fé e a moral Católica. Querem ser Católicos mas sem a obediência, sem a perseverança e sem o sacrifício. Querem ser Católicos ao seu bel-prazer, são levados pelo orgulho, pela desobediência, a auto-suficiência e pela soberba, não muito diferente de Martinho Lutero, não contentes em deturpar o ensinamento da Igreja para si mesmos, assumem posições importantes dentro das dioceses, chefiam pastorais, grupos e movimentos, assim leva os membros destes para o precipício da heresia com os seus discursos açucarados e untuosos, muitas vezes crendo estar pregando o Sacro-Santo Evangelho. Porém quando encontram as dificuldades comum de um Cristão, não é capaz de perseverar, pois descobre na prática que o verdadeiro Católico sofre humilhações, perseguições, desertos, noites escuras, e enfim, o martírio moral, e em alguns lugares até o martirio físico, e é então que os pretextos Católicos abandonam a Fé e procuram um Cristianismo falso, porém mais confortável, tornando muitas vezes inimigos da Igreja. Para esses que pregam e que seguem o falso Catolicismo, não há outro fim senão a apostasia. Não há Fé Católica sem obediência ao Bispo de Roma e o amor desinteressado a Cristo e ao Evangelho.

 

Marina Viana

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publicado por FireHead, às 02:34link do post | Comentar

O próprio Lutero disse: "foi um efeito do poder de Deus que o Papado preservou, em primeiro lugar, o Santo Baptismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação..." (14).

 

Muitos Católicos e protestantes não percebem quanto devem à Igreja Católica por terem a Bíblia como nós temos hoje. Por exemplo, antes que Lutero fizesse a sua tradução em alemão em Setembro de 1522, já havia dezessete traduções alemãs (todas antes de1518) já impressas, doze destas no dialecto do baixo-alemão. (7)

 

38-61 d.C. O PRIMEIRO EVANGELHO FOI ESCRITO: S. Mateus, um dos doze apóstolos de Cristo,  bispo Católico e mártir da Fé, escreve o primeiro Evangelho da vida de Cristo em hebraico. Este Evangelho seria seguido por três outros Evangelhos escritos em grego. Estes foram o Evangelho de s. Marcos (64 d.C.), o Evangelho de s. Lucas (63 ou 64 d.C.) e o Evangelho de S. João (97 d.C.).

 

52 d.C. A PRIMEIRA EPÍSTOLA FOI ESCRITA: S. Paulo, apóstolo de Cristo, bispo Católico e mártir da Fé, escreve a primeira epístola a uma parte da Igreja. Esta é conhecida hoje como "Primeira aos Thessalonicenses". Este escrito seria seguido de 21 outras epístolas apostólicas por vários autores Católicos, sendo o último escrito pelo apóstolo S. João, em 69 d.C.

 

64 d.C. FOI ESCRITO OS ACTOS DOS APÓSTOLOS: S. Lucas, discípulo de s. Paulo, bispo da Igreja Católica e mártir da Fé, escreve "Actos dos Apóstolos", uma história da Igreja Católica da Páscoa até a morte de S. Paulo. Actos e o Evangelho Segundo São Lucas fizeram de S. Lucas o autor da maior parte do Novo Testamento, ou seja, 28%.

 

98-99 d.C. O ÚLTIMO LIVRO DIVINAMENTE INSPIRADO DOS APÓSTOLOS É FEITO: S. João, apóstolo de Cristo e bispo da Igreja Católica, escreve o último livro divinamente inspirado dos apóstolos. Isto é conhecido hoje como "Apocalipse"

 

153-170 d.C. O PRIMEIRO TRATADO EM "A HARMONIA DOS EVANGELHOS": A mais antiga tentativa de fazer uma harmonia foi por Taciano (morreu em 172) e o seu título, Diatessaron, dá abundante evidência da primitiva aceitação na Igreja Católica dos nossos quatro Evangelhos canónicos. A próxima Harmonia foi feita por Amónio de Alexandria, professor de Orígenes, que apareceu em 220 d.C., mas se perdeu. (17)

 

2º - 3º SÉCULO d.C. A PRIMEIRA ESCOLA DA BÍBLIA: Os antigos Católicos começaram uma escola em Alexandria para a aprendizagem dos Evangelhos e outros escritos Católicos antigos. (6)

 

250 d.C. A PRIMEIRA BÍBLIA EM IDIOMA PARALELA: O Católico Orígenes cria a edição da Hexapla do VT, que continha o hebraico paralelo com versões gregas. (5)

 

250 d.C. A PRIMEIRA BIBLIOTECA CATÓLICA: O Católico Orígenes cria uma bem equipada biblioteca na Cesareia, com a finalidade de estudar os Evangelhos e outros escritos Católicos antigos. (19)

 

250-300 d.C. A PRIMEIRA BÍBLIA EM FORMA DE LIVRO: Os judeus usaram o rolo de papiro, os primitivos Católicos foram os primeiros a usar a forma de livro (códice) para Escrituras. (10)

 

SÉCULO IV - O PRIMEIRO USO DA PALAVRA "BÍBLIA": Veio da palvra grega biblos, que significa o lado interno do papiro, papel-cana de onde eram feitos os primeiros papéis, no Egipto. A forma latina "Biblia", escrita com uma letra maiúscula, veio a significar "O Livro dos Livros", "O Livro" por excelência. As Santas Escrituras foram chamadas de Bíblia pela primeira vez por S. Crisóstomo, arcebispo Católico de Constantinopla, no séc. IV. (12)

 

SÉCULO IV - AS MAIS ANTIGAS BÍBLIAS EXISTENTES: As duas mais antigas Bíblias existentes, que contém o Velho e a maioria (mas não completo) do Novo Testamento, chamam-se hoje de Códice Vaticanus (325-350 d.C.), o Códice Sinaiticus (340-350 d.C.), o Códice Ephraemi (345 d.C.) e o Códice Alexandrinus (450), que foram copiados à mão por monges Católicos. (6)

 

367 D.C. O PRIMEIRO USO DO PALAVRA "CÂNONE": Santo Atanásio, bispo Católico de Alexandria, é o primeiro em aplicar o termo cânone para o conteúdo da Bíblia, introduzindo o verbo canonizar que significa dar sanção oficial a um documento escrito. (6)

 

367 D.C. O CÂNONE DO NOVO TESTAMENTO: A 39ª carta festal de Santo Atanásio, bispo Católico de Alexandria, enviada para as igrejas sob sua da jurisdição em 367, terminou com toda a incerteza sobre os limites do cânone do Novo Testamento. Nela, preservada numa colecção de mensagens, listou como canónicos os 27 livros do Novo Testamento, embora os organizasse numa ordem diferente. Esses livros do Novo Testamento, na ordem actual são os quatro Evangelhos  (Mateus, Marcos, Lucas, João), Actos dos Apóstolos, Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filemón, Hebreus, Tiago, 1 Pedro, 2 Pedro, 1 João, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse. (1)

 

388 D.C. O PRIMEIRO GLOSSÁRIO DE NOMES DA BÍBLIA: S. Jerónimo compilou o Livro de Nomes Hebreus, ou Glossário de Nomes Formais do Velho Testamento. O Livro de Nomes Hebreus foi sem dúvida de muito uso na ápoca em que as pessoas quase não conheciam o hebraico, embora o arranjo seja estranho com um glossário separado para cada livro da Bíblia. (17)

 

388 D.C. O LIVRO DOS NOMES DE LUGARES HEBREUS: S. Jerónimo compilou o O Livro dos Nomes de Lugares Hebreus que foram feitos primeiro por Eusébio com adições de Jerónimo. Os nomes sob cada letra são colocados em grupos separados na ordem dos livros das Escrituras nas quais eles aparecem; por exemplo, na letra A temos os nomes de Génesis, depois Êxodo, e assim por diante. Mas não há lugar para fantasia, e o testemunho de homens que viveram na Palestina nos séc. IV e V ainda são de grande valor ao estudante da topografia sagrada. Quando os lugares estão fora do conhecimento do escritor, ele usa de especulação, como quando o autor nos fala que a Arca pode ser encontrada nas proximidades do Ararat. (17)

 

390 D.C. A PRIMEIRA COMPILAÇÃO COMPLETA DO VELHO E NOVO TESTAMENTO: No Concílio de Hipona, a Igreja Católica reuniu os vários livros que reivindicaram serem Escrituras, revisou cada um e decidiu quais eram inspirados ou não. A Igreja Católica reuniu todos os livros e epístolas inspirados num volume chamado A Versão de Septuaginta do Velho Testamento (que foi traduzida por setenta estudiosos em Alexandria, Egito por volta de 227 a.C. e foi a versão que Cristo e os apóstolos usaram) e é a mesma Bíblia que temos hoje. A Igreja Católica deu-nos então a Bíblia. (2)

 

400 D.C. A MAIOR PARTE DAS ESCRITURAS SAGRADAS TRADUZIDASNas línguas siríaca, cóptica, etíope, georgiana(8). Na região do Reno e Danúbio (Império Romano) uma versão gótica foi traduzida pelo bispo gótico Ulfilas (318-388), quem, depois de inventar um alfabeto, produziu uma versão das Escrituras da septuaginta do Velho Testamento e do grego. (10)

 

406 D.C. A TRADUÇÃO ARMÉNIA: Em 406 o alfabeto arménio foi inventado por Mesrob, que cinco anos depois completou uma tradução do Velho Testamento e Novo Testamento da versão siría em arménio. (10)

 

405 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA COMPLETA NA LINGUAGEM COMUM: A Vulgata latina, do latim editio vulgata: "versão comum", a Bíblia ainda usada pela Igreja Católica Romana, foi traduzida por S. Jerónimo (quem os tradutores da versão KJV de 1611 no seu prefácio o chamaram de "o pai mais instruído, e o melhor linguista da sua época ou de qualquer antes dele"). Em 382, o papa Dâmaso pediu a Jerónimo, o maior estudioso bíblico da sua época, que produzisse uma versão latina aceitável da Bíblia das várias traduções que eram então usadas. A sua tradução latina revisada dos Evangelhos apareceu em 383. Usou a versão da Septuaginta grega do Velho Testamento do qual ele produziu uma nova tradução latina, um processo que ele completou em 405. (3) É como tradutor das Escrituras que Jerónimo é mais conhecido. A sua Vulgata foi feita no momento certo e pelo homem certo. O latim ainda estava vivo apesar do Império Romano estar desaparecendo. E Jerónimo era mestre em latim.  (17)

 

450-550 A.D O BEZAE CANTABRIGIENSIS (TAMBÉM CHAMADO CÓDICE BEZAE): Este é o manuscrito bilingue mais antigo existente, com o grego na página esquerda, e latim à direita. O Bezae Cantabrigiensis era um texto ocidental copiado c. 450-550 e que preservou a maior parte dos quatro Evangelhos e partes de Actos.

 

SÉCULO VII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA PARA O FRANCÊS: As versões francesas dos Salmos e o Apocalipse, e um métrico do Livro de Reis, apareceu já no sétimo século. (9) Em 1223 uma tradução completa foi feita sob o rei Católico Louis, o Piedoso. Isto foi 320 anos antes da primeira versão francesa protestante. (7) Até o décimo quarto século, foram produzidas muitas histórias da Bíblia.

 

SÉCULO VII - A PRIMEIRA VERSÃO ALEMÃ: A história da pesquisa bíblica mostra que as numerosas versões parciais no vernáculo na Alemanha já aparecem nos séc. VII e VIII. Também há abundância dessas versões nos séc. XIII e XIV, e uma Bíblia completa no séc.XV, antes da invenção da imprensa. (9)

 

SÉCULO VIII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM INGLÊS: Por Adelmo, bispo de Sherborne, e Bede. Uma tradução do século IX da Bíblia para o inglês (no dialeto anglo-saxão) foi feita por Alfred. Uma tradução do séc. X para inglês foi feita por Aelfric. (7) Foi feita uma tradução em 1361 da maior parte das  Escrituras no dialeto inglês (anglo-normando). (3) Isto foi vinte anos antes da tradução de Wycliffe em 1381. (3)

 

SÉCULOS VIII e IX - O USO DA FORMA DE ESCRITA CHAMADA "MINÚSCULA": Como o bloqueio do comércio oriental de papiro fez o  mercado ocidental usar o pergaminho, o fator económico ficou potente. Para caber mais letras na página, o copista teve de usar letras menores e apertadas. Alguns, para preservar as suas formas, colocavam algumas acima e outras abaixo da linha. O resultado foi uma forma de escrita chamada "Minúscula": pequenas letras, com iniciais maiúsculas para ênfase. Este sistem ainda é usado hoje. Foi uma mudança gramatical da "Maiúscula" -  que consistia em letras grandes usadas pelos gregos, romanos e judeus. (16)

 

SÉCULO IX - A PRIMEIRA TRADUÇÃO ESLAVA DA BÍBLIA: Os santos Católicos Cirilo e Metódio pregaram o Evangelho para os eslavos na segunda metade do nono século e S. Cirilo, tendo formado um alfabeto, fez para eles uma versão Velho Eclesiástico Eslavoou Búlgaro, uma tradução da Bíblia do grego. No  fim do décimo século esta versão entrou na Rússia e depois do décimo segundo século sofreu muitas mudanças lingüísticas e textuais. Uma Bíblia eslava completa foi feita de um códice antigo no tempo de Waldimir (m. 1008) foi publicada em ostrogodo em 1581. (9)

 

1170 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA PARALELA EM INGLÊS: O Psalterium Triplex de Eadwine, que continha a versão latina acompanhada por textos anglo-normandos e anglo-saxões, se tornou a base de versões anglo-normandas. (3)

 

SÉC. XII - A PRIMEIRA DIVISÃO DE CAPÍTULOS: Foi o arcebispo Católico britânico de Canterbury, St. Estêvão Langton (morreu em 1228), foi o primeiro a dividir as Escrituras em capítulos: 1.163 capítulos no Velho Testamento e 260 no Novo Testamento. (4)

 

SÉC. XIII - A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM ESPANHOL: Sob o rei Alfonso V de Espanha. (7)

 

1230 D.C. A PRIMEIRA CONCORDÂNCIA: Uma concordância da Bíblia da Vulgata latina foi compilada pelo frade dominicano Hugo de São Cher. (5)

 

1300 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA EM NORUEGUÊS: A mais antiga e celebrada é a tradução de Génesis-Reis chamada Stjórn ("Direcção"; i.e., de Deus) em norueguês antigo, em 1300. As versões suecas do Pentateuco e de Actos sobreviveram do décimo quarto século e um manuscrito de Josué-Juízes por Nicholaus Ragnvaldi de Vadstena de c. 1500. A versão dinamarquesa mais antiga de Genésis-Reis deriva de 1470. (11)

 

1454 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA: Um Católico chamado Gutenberg causou grande excitação quando no Outono daquele ano exibiu uma amostra na feira do comércio de Frankfurt. Gutenberg rapidamente vendeu todas as 180 cópias da Bíblia da Vulgata latina até mesmo antes da impressão estar acabada. (6)

 

1466 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ALEMÃ: Isto foi cinquenta e oito anos antes de Lutero fazer a sua Bíblia alemã em 1524. (8) Nestes cinquenta e oito anos os Católicos imprimiram 30 diferentes edições alemãs da Bíblia.

 

1470 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ESCANDINAVO: No décimo quarto século, foram feitas versões das Epístolas dominicas e dos Evangelhos para uso popular na Dinamarca. Grandes partes da Bíblia, se não uma versão inteira, foi publicada em 1470. (9)

 

1471 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA ITALIANA:(8) Muitos anos antes de Lutero fazer a sua Bíblia (começou em 1522) os Católicos já tinham feito 20 diferentes edições italianas da Bíblia.

 

1475 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA  IMPRESSA EM HOLANDÊS: A primeira Bíblia em holandês foi impressa por Católicos na Holanda em Delft em 1475. Algumas foram impressas por Jacob van Leisveldt em Antwerp (9)

 

1478 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ESPANHOL:(8 ) Muitos anos antes de Lutero fazer a sua Bíblia (começou em 1522) os Católicos já tinham feito 2 diferentes edições espanholas da Bíblia.

 

1466 D.C. O PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM FRANCÊS:(8) Muitos anos antes de Lutero fazer a sua Bíblia (começou em 1522) os Católicos já tinham feito 26 diferentes edições francesas da Bíblia.

 

1516 D.C. A PRIMEIRA IMPRESSÃO DO NOVO TESTAMENTO GREGO: Um Católico chamado Erasmofez a primeira impressão de seu Novo Testamento grego. (8) Muitos anos antes de Lutero fazer a sua Bíblia (começou em 1522) os Católicos já tinham feito 22 diferentes edições gregas da Bíblia.

 

1534 D.C. O PRIMEIRO USO DE ITÁLICOS PARA INDICAR PALAVRAS QUE NÃO ESTAVAM NO ORIGINAL: Um Católico chamado Munster foi o primeiro em usar itálicos para indicar palavras que não estavam nos textos originais grego e hebraico, na sua versão da Vulgata latina. (13)

 

1548 D.C. AS PRIMEIRAS VERSÕES CHINESAS: Entre as traduções mais antigas uma versão é a de S. Mateus por Anger, um Católico japonês (Goa, 1548). O jesuíta Padre de Mailla escreveu para uma explicação dos Evangelhos para domingos e festas em 1740, (9)

 

1551 D.C. A PRIMEIRA DIVISÃO DE VERSÍCULOS: A primeira divisão da Bíblia em versículos é vista pela primeira vez em uma edição do Novo Testamento grego publicada em Paris pelo Católico Robert Stephens. (10)

 

1555 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA COMPLETA COM CAPÍTULOS E VERSÍCULOS: A primeira divisão da Bíblia em capítulos e versículos é vista pela primeira vez em uma edição do Vulgata publicada em Paris pelo Católico Robert Stephens. (10)

 

1561 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA COMPLETA EM POLACO: Foi impressa em Cracóvia em 1561, 1574, e 1577. Jacob Wujek, S.J., fez uma nova tradução da Vulgata (Cracóvia, 1593) admirada por Clemente VIII e que foi muito reimpressa. (9)

 

1579 D.C. A PRIMEIRA VERSÃO MEXICANA: A primeira Bíblia conhecida no México foi uma versão dos Evangelhos e Epístolas em 1579 por Dídaco de S. Maria, O.P., e o Livro de Provérbios por Louis Rodríguez, O.S.F. Uma versão do Novo Testamento foi feita em 1829, mas só o Evangelho de S. Lucas foi impresso. (9)

 

1836 D.C. A PRIMEIRA TRADUÇÃO DA BÍBLIA PARA O JAPONÊS: Uma versão do Evangelho de S. João e dos Actos foi editada em katakana (tipo quadrado) em Singapura (1836) por Charles Gutzlaff (9)

 


Notas de rodapé e referências:


1) Encarta Encyclopedia © 1997-2000

2) The Faith of Our Fathers, p. 68 © 1917. See also Who?s Who in the Bible © 1986

3) Encyclopedia Britannica © 1999-2000

4) The Only Begotten, Chapter 7, p. 130 by Michael Malone: CATHOLIC TREASURES, © 1997

5) Funk & Wagnalls Standard Reference Encyclopedia © 1951 Volume 4

6) The Bible Through the Ages © 1996, Readers Digest Association, New York.

7) Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Volume 4, Hanry G. Allen & Company

8) Holman Bible Dictionary © 1991

9) The Catholic Encyclopedia, Volume XV Copyright © 1912

10) The Zondervan Pictorial Bible Dictionary © 1977

11) The Encyclopedia Britannica © 1999-2000

12) "What Say You?" p. 244-289 © 1945 By David Goldstein,

13) English Versions of the Bible © 1952

14) De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92

15) Eerdmans Dictionary of the Bible © 2000, Pg 828

16) Mediaeval history © 1967, pg 166-167

17) The Comlete Christian Collection © 1999

18) The Age of Martyrs © 1959

 

*Traduzido para o Veritatis Splendor por Emerson H. de Oliveira

 

Fonte: Veritatis Splendor


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