«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
31
Mai 16
publicado por FireHead, às 08:55link do post | Comentar
Por Roberto de Mattei, “Il Tempo”, 18-05-2016 | Tradução: FratresInUnum.com: Na história da Igreja houve muitos Papas “reformadores”, mas o Papa Bergoglio parece pertencer a outra categoria, até agora alheia aos Romanos Pontífices, a dos “revolucionários”.
Os reformadores de facto querem trazer a doutrina e os costumes de volta à pureza e à integridade originárias e, sob este aspecto, podem também ser chamados de “tradicionalistas”. Tais foram, por exemplo, Pio IX e Pio X.
Os revolucionários, pelo contrário, são aqueles que querem produzir uma fractura entre passado e presente, situando num utópico futuro o ideal a alcançar.
A ruptura do Papa Francisco com o passado é de ordem linguística, mais do que doutrinária, mas a linguagem, na era dos média, tem um poder de mudança superior às ideias que ela forçosamente veicula. Não por acaso, na conferência de imprensa de apresentação da Amoris laetitia, o cardeal Schönborn definiu a exortação pontifícia como “um evento linguístico”.
A escolha de um “estilo” de linguagem – expresso através de palavras, gestos ou omissões – implica um modo de pensar e veicula implicitamente uma nova doutrina. Mas a pretensão de fazer uma revolução linguística, negando que esta seja também uma revolução doutrinária, conduz necessariamente à confusão, a qual, juntamente com a desorientação e certa esquizofrenia, parece ser a característica distintiva do actual pontificado.
Entre os exemplos mais recentes de confusão está aquele relacionado com o vocábulo “pobreza”. Confunde-se a pobreza do Evangelho com a pobreza da ideologia sociocomunista. A primeira é um estado de perfeição que nasce da escolha voluntária do indivíduo, a segunda é uma condição social imposta arbitrariamente de cima.
Além disso, se no plano pessoal os religiosos e os católicos em geral devem viver no espírito de pobreza, no sentido de não se apegarem aos próprios bens, a Igreja como instituição não deve ser pobre, mas dispor de todos os meios materiais necessários ao exercício da sua missão. Privá-la desses meios significa jugulá-la e enfraquecer a sua acção no mundo.
Sob esse aspecto, as intimações do Papa Bergoglio em favor da pobreza arriscam privar a Igreja da sua capacidade de mudar o mundo, para imergi-la no processo de secularização que está dissolvendo o que foi outrora o Ocidente cristão.

Fonte: Frates in Unum

29
Out 14
publicado por FireHead, às 04:59link do post | Comentar

Só se for da igreja do Papa Chico. Vejo no noticiário da uma a reportagem sobre uma freira italiana que vai lançar um disco após ter ganho um concurso na Itália. O primeiro single é uma cover de Like a Virgin, da sra. Madonna. Depois, ligo a internet e deparo-me com uma "batalha de dança" entre padres. O Papa Chico afasta cardeais e bispos a sério e promove estas merdas. Transforma-se a Igreja em circo. Pensam que assim atraem crentes? Não. Estes hereges sabem perfeitamente que, assim, só afastam as pessoas que procuram a verdade, lançando-as nas seitas e outras alternativas. Quem quer canto, dança e ilusões procura-os nos cultos neopentecostais. Fazem-no bem e mais eficazmente do que os falsos católicos. A Igreja é fé e Verdade. É Mistério e Autoridade. É dificuldade. Não é uma companhia ou um clube de futebol preocupado em angariar sócios, que muitas vezes não pagam as quotas. Preocupa-se em salvar almas, certo, mas não as salva assim, fazendo números patetas, de ilusionismo rasca. O Anticristo está a fazer um bom trabalho. O Vaticano está infiltrado, os crentes verdadeiros vão precisar de força para resistir a esta nova ofensiva contra Cristo, mais perigosa porque vem de dentro.

 

in A Cidade do Sossego


14
Ago 14
publicado por FireHead, às 04:39link do post | Comentar

Nesta sexta-feira o Papa Francisco concedeu uma entrevista por telefone aos sacerdotes Joaquin Giangreco e Juan Ignacio Liébana, que foi transmitida ao vivo pela rádio local de Campo Gallo e Huachana, duas paróquias localizadas cerca de 200 quilómetros da capital de Santiago del Estero, na província de mesmo nome, uma das mais pobres da Argentina.

 

"Tenho-vos dentro do meu coração. O trabalho que vocês fazem faz-me feliz. Por isso começo com uma forte saudação e a minha benção”, disse-lhes o Santo Padre.

 

Perguntado pelos sacerdotes sobre a religiosidade popular e a sua cultura, disse: “Tenho uma grande convicção de que o nosso povo nunca erra e só adora a Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. E junto com esta adoração a Deus, sabe que Jesus deixou a nossa Mãe, a Virgem, para que cuidasse de nós. O nosso povo não a adora; ama-a e honra-a. Como todos nós que queremos e honramos a nossa mãe, sabe que Ela cuida de nós e que está no céu. E o nosso povo, adorando a Deus, que é o único que deve ser adorado, e Jesus Cristo, que é o único que deve ser adorado, também se deixa cuidar pela Mãe. O nsso povo não é órfão, tem mãe e é uma das coisas mais bonitas da devoção à Virgem, que não é adoração, mas sim carinho de um filho pela sua mãe. E este povo se reúne para adorar a Deus e para recordar a sua mãe. Este é o núcleo da piedade popular da América Latina. Um filho sem mãe tem a alma mutilada. Um povo sem mãe é um povo órfão, órfão de solidão, de secura, talvez de ideias, sem a ternura que só uma mãe dá. Por isso, seguimos sempre as duas coisas na piedade popular: a adoração a Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo, e a Ele somente se adora, e o carinho e o respeito e veneração que não é adoração à nossa Mãe, porque nós não somos órfãos, temos mãe.

 

Numa linguagem muito coloquial, estes dois sacerdotes conversaram com o Santo Padre. Conheciam-no há muito tempo e um deles foi ordenado por Bergoglio.

 

"Cada um – continuou o Pontífice – tem um papel, cada um tem um trabalho para fazer, uma vocação. Deus chamou-vos aos dois para ir embora, deixar as suas famílias, a cidade de Buenos Aires que é tão linda, e foram acompanhar este povo. Junto com vocês tem muita gente que não está morando lá, e que, à distância, quer estar com vocês. Agradeço essas pessoas”.

 

"A Igreja – continuou o Santo Padre – se mantém de pé com a piedade dos fieis. Pela oração, pela missa, pela eucaristia. Essas pessoas que vão à missa, que recebem a eucaristia pedindo por vocês, é a que lhes sustenta, e a paróquia. A eles vai o meu primeiro agradecimento. Também àqueles que se privam de algum bem, de algum dinheiro para dá-lo a vocês. Para eles o meu carinho também. Não importa o quanto ajudam, importa que ajudam, porque mimam vocês e se perguntam: Como eu posso acompanhar estes dois padres que estão tão distantes de Buenos Aires? E também de outras cidades de onde recebem ajuda. A esses homens e mulheres envio uma grande saudação e a minha gratidão. E de maneira especial quero mencionar dois tipos de pessoas que são as que Jesus olha com mais carinho: as avós e os avôs, e as crianças. Quantas avós e avôs rezam por vocês, quantas crianças rezam por vocês e apoiam o trabalho do seu povo. Envio-lhes um grande abraço, junto com a minha benção”.

 

No diálogo retransmitido por vários meios locais e colocado no youtube, onde se sente o som um pouco metálico de uma pequena rádio, o Papa destacou a importância da Igreja como instituição.

 

"O peregrino – disse o Papa Francisco – é uma imagem do que é a Igreja, porque a Igreja é peregrina. Jesus fundou uma igreja em caminho, uma igreja peregrina. Quando a Igreja está quieta, deixa de ser Igreja e vira uma associação civil. Nossa Igreja é uma Igreja com dupla saída: com a adoração a Deus e a oração; e outra saída rumo aos irmãos, para ajudá-los, acompanhá-los e fazer as obras de misericórdia que Jesus nos ensinou, e que estão no capítulo 25 de São Mateus. O peregrino que visita um templo para a glória de Deus e adorar a Deus, e para venerar e honrar a Mãe, esse peregrino tem a vocação de caminhar, que tem a Igreja. Que a nossa Igreja nunca se canse de caminhar porque no caminho encontramos esse sentido que Deus quer do seu povo: um povo a caminho”.

 

Porque "quando uma comunidade cristã ainda quieta é como uma água estagnada, que é a primeira a ser corrompida. Quando uma comunidade não peregrina, não só a pé, mas com o coração, e não tem um coração peregrino para além de si mesma, seja para adorar a Deus ou para ajudar os seus irmãos, essa Igreja está moribunda e tem que ser ressuscitada rápido. Por isso que aqueles que estão trabalhando para construir uma casa de Deus, que é um lugar de peregrinação, saibam que isso é um símbolo da Igreja que caminha. E essa peregrinação que fazem uma vez por ano ali, é uma peregrinação que tem que fazer todos os dias na vida cotidiana. Uma peregrinação a Deus para adorá-lo, uma peregrinação à Nossa Senhora, para venerá-la e amá-la, e rumo aos mais necessitados do nosso povo”.

 

Em resposta a outras preocupações de um dos sacerdotes, o Papa convidou a evitar críticas destrutivas.

 

"Trabalhar pela unidade sempre vai ser importante. Sempre vai existir diferenças, brigas, a questão é não deixa-las crescer. Fazer que as coisas se resolvam entre irmãos. É preciso conversar sim, mas com Deus. Não precisa tirar o couro do outro. O que mais destrói a Igreja, os povos e a Nação é a crítica destrutiva. Ou seja, ficar tirando o couro um do outro. Isso não é cristão”.

 

Questionado sobre a falta de sacerdotes na diocese de Añatuya disse:

 

"Como disse Jesus, rezem para que Deus envie pastores para a messe. O coração de Deus não é indiferente às orações de seu povo. Orem para que o Senhor envie pastores. E eu diria aos jovens que se sentem o chamado de Jesus, que não tenham medo. Que vejam todo o bem que podem fazer, todo o consolo que podem dar, toda a mensagem cristã que podem transmitir e não tenham medo. A vida é para ser arriscada, não para ser guardada. Jesus disse, quem cuida muito da sua vida acaba perdendo-a. A vida é para ser dada. E assim se é fecundo. Se alguém sente que Deus lhe pede para dar a vida no sacerdócio, que não tenha medo. É necessário apostar em coisas grandes e não pequenas coisinhas. E se sente que Jesus o chama para formar uma família, que seja uma família cristã, grande, linda, com muitos filhos que levem a fé adiante”.

 

O Santo Padre concluiu com uma bênção e repetiu o lema da rádio que diz: "se o 666 é o diabo, o 99,9 é Jesus" e lembrou-lhes "simplesmente isto: Jesus é muito bom. Jesus nos ama. Deus nos ama. Deus nos espera sempre. Deus não se cansa de perdoar-nos. Só que devemos ser humildes e pedir perdão, para que possamos seguir em frente. Deus nos criou para que sejamos felizes. E Ele está conosco. Quando passamos momentos difíceis, de cruz, de dor, Ele passou primeiro e nos compreende de coração. Peço ao Senhor para que todos os que estão ouvindo sejam muito abençoados por Ele, lhes dê força, vontade de viver, e a coragem de não deixar-se roubar a esperança e especialmente lhes dê uma carícia e lhes faça sorrir, e que a benção de Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo desça sobre todos e cada um de vocês e permaneça para sempre".

 

 

Fonte: Zenit


10
Jul 14
publicado por FireHead, às 07:44link do post | Comentar | Ver comentários (2)


02
Abr 14
publicado por FireHead, às 06:33link do post | Comentar
A sala de refeições da Casa Santa Marta, outrora com pouco movimento, agora está sempre cheia. As mesas raramente têm lugares livres desde que Francisco optou por viver na famosa casa de hóspedes do Vaticano. É que entre os comensais está o próprio Papa. Ao lado do refeitório principal há uma sala reservada para convidados especiais, mas, na maioria dos casos, Francisco prefere tomar as refeições na sala grande, junto dos outros hóspedes. 


A mesa do Papa é sempre a mesma e está colocada a um canto da sala, mas já aconteceu o sucessor de Pedro sentar-se de surpresa num lugar vago de outras mesas, conversando de surpresa e animadamente com os outros comensais. O serviço, tipicamente italiano, inclui primeiro e segundo pratos, mas – tal como os outros hóspedes - Francisco levanta-se para ir ao "buffet" servir-se de salada e outros acompanhamentos e, sempre que passa entre as mesas, não resiste e mete conversa com quem está sentado. 


Quem vive na Casa Santa Marta garante que o clima é muito cordial e bem-disposto. Mas os homens da segurança têm agora mais dores de cabeça, porque a rotina não encaixa no "estilo Bergoglio" e, por isso, nunca se sabe o que pode acontecer.


Há dias, durante o pequeno-almoço, o Papa não estava na sua mesa habitual, nem em qualquer outro lado. Começou a gerar-se uma grande agitação, com vários homens de fato escuro e agentes de segurança enervados a passar revista a toda a casa. Onde estava o Papa? Por onde se teria metido? Toda a gente foi interrogada, a casa passada a pente fino, mas nada! Depois de uns valentes minutos de angústia, descobriram-no finalmente. Bergoglio caminhava pelo jardim, com passada decidida e um saco de papel na mão. Quando finalmente os homens da segurança lhe falaram do susto devido à sua ausência inesperada, Francisco riu-se e explicou que ia ao mosteiro Mater Ecclesia, onde vive Bento XVI, levar-lhe uns croissants mornos, "acabadinhos de fazer, como ele gosta".


É assim este Papa: terno e atencioso com todos. E tão depressa leva bolos quentes ao seu vizinho Ratzinger, como não hesita em pegar no telefone e dar os parabéns aos seus amigos e, se não atendem, deixa afectuosos recados no voicemail do telemóvel. Dedica mais horas a saudar, abraçar e beijar pessoas de todas as idades do que a falar e a ler discursos. Preocupa-se sobretudo com o lado humano e concreto das pessoas com quem se cruza, ao ponto de ter pedido à mãe de um bebé acabado de beijar que lhe pusesse um chapéu porque tinha a cabeça muito quente, ou ainda, no caso de um outro pequenino que chorava com fome, devolveu-o à mãe para ela amamentar o bebé, mesmo ali, na Praça de São Pedro! E como é um Papa "todo-o-terreno", tão preocupado com o quotidiano da vida terrena quanto o é com a vida eterna e salvação de cada um, a misericórdia é talvez a sua palavra preferida, porque remete para a esperança e alegria. 


Se pudesse, Francisco gostaria de abraçar todos, "com amor e ternura como fazem as mães" – tal como explicou numa entrevista, arqueando os braços como se segurasse um bebé – porque "é assim que deve ser a Igreja: dar carinho, cuidar e abraçar". E não é este também o melhor retrato de Francisco?



Aura Miguel

29
Mai 13
publicado por FireHead, às 12:01link do post | Comentar

O Papa apelou aos católicos para "defender" a Igreja e obedecer-lhe, mesmo se os seus pastores têm "imperfeições e defeitos", considerando que "não se pode dizer sim a Jesus e não à Igreja".

 

Francisco falou diante de cem mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, num ambiente de entusiasmo, como todas as quarta-feiras durante a audiência geral, precedida por um passeio de papamóvel.

 

Impassível perante uma curta chuvada, o Papa continuou a saudar os fiéis e beijar crianças, numa multidão de chapéus de chuva.

 


Fonte: DN


21
Mai 13
publicado por FireHead, às 06:13link do post | Comentar | Ver comentários (2)

 

 “O Papa teria feito uma oração de libertação do demónio ou um verdadeiro e próprio exorcismo”

 

Segundo alguns exorcistas questionados por TV2000, ontem, na Praça de São Pedro, Francisco teria feito um exorcismo num rapaz.

 

 

Por Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com

 

Ao fim da missa de Pentecostes na Praça de São Pedro, ontem, o Papa Francisco, impondo as mãos sobre a cabeça de um enfermo, teria feito uma oração de libertação do demónio ou um verdadeiro e próprio exorcismo. Afirmam-no os exorcistas questionados pelo programa “Vade Retro” da TV2000, emissora da Conferência Episcopal Italiana.

 

Praça de São Pedro, próximo ao Arco delle Campane. A missa de Pentecostes acabara há poucos minutos. O Papa Francisco, como sempre, vai em direcção aos doentes que assistiram à celebração. O Pontífice se aproxima de um rapaz. O sacerdote que o acompanha o apresenta a Francisco com algumas palavras que, pelo barulho, se perdem no ar. Mas a expressão de Francisco muda repentinamente.

 

O Papa parece pensativo e concentrado, estende as mãos em direcção ao jovem, rezando intensamente. “Os exorcistas que viram as imagens não têm nenhuma dúvida: tratou-se de uma oração para libertar do Maligno ou de um verdadeiro exorcismo”, indicou TV2000. O próximo programa, de sexta-feira, será dedicado à “batalha do Papa Francisco contra o Diabo e as suas seduções”.

 

 

Fonte: Frates in Unum


18
Abr 13
publicado por FireHead, às 02:38link do post | Comentar

A seguinte notícia vem de um site protestantóide como a Gospel Prime. Grande Papa Francisco!



Apenas a Igreja Católica é capaz de interpretar a Bíblia, diz Papa


A declaração é uma crítica à interpretação subjectiva, feita pelas igrejas protestantes.

 

Durante o seu discurso no Comité da Bíblia do Vaticano, que aconteceu na última sexta-feira (12), o Papa Francisco rejeitou a interpretação subjectiva da Bíblia e disse que apenas a Igreja está habilitada a interpretar correctamente as Escrituras.

 

“O Concílio lembrou com grande clareza: tudo o que está relacionado com a maneira de interpretar as Escrituras está, em última análise, sujeito ao julgamento da Igreja, que realiza o seu mandato divino e o ministério de preservar e interpretar a palavra de Deus”.

 

Esta foi uma das poucas vezes que o Papa citou o Concílio Vaticano II (1962–1965) e a Constituição ‘Dei Verbum’ que falam sobre o papel da Igreja.

 

“A Sagrada Tradição transmite a Palavra de Deus plenamente (...) Desta forma, a Igreja tira a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas não só nas Sagradas Escrituras. Uma como a outra devem ser aceites e veneradas com sentimentos semelhantes de piedade e respeito.”

 

É por esta Tradição que ele afirma que a interpretação da Bíblia não deve ser feita apenas de forma intelectual, devendo ser confrontada e inserida dentro dessa Tradição da igreja católica.

 

A posição de Francisco deve desagradar católicos contestatórios e os protestantes que defendem a o direito da livre interpretação das Escrituras. O que para o Papa não pode acontecer.

 

“A insuficiência de qualquer interpretação sugestiva, ou simplesmente limitada a uma análise incapaz de acolher o significado global que tem sido construído há séculos pela Tradição de todo o povo de Deus”.


23
Mar 13
publicado por FireHead, às 15:47link do post | Comentar

 


18
Mar 13
publicado por FireHead, às 18:04link do post | Comentar

 

O lema, em latim Miserando Atque Eligendo, significa "Olhou-o com Misericórdia e o Escolheu", uma passagem da Bíblia que conta como Jesus Cristo escolheu o cobrador de impostos (e evangelista) Mateus para ser Seu discípulo.

 

No escudo está, em cima, o emblema da Companhia de Jesus (IHS = "Jesus, Homem e Salvador"), e em baixo encontram-se uma estrela e um lírio. A estrela simboliza a Virgem Maria, mãe de Cristo e da Igreja, e o lírio simboliza São José, o padroeiro da Igreja Universal.


14
Mar 13
publicado por FireHead, às 22:30link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 19:31link do post | Comentar


13
Mar 13
publicado por FireHead, às 23:08link do post | Comentar

A Igreja Católica já tem o seu 266º Papa: Jorge Mario Bergoglio, jesuíta argentino de 76 anos, que adoptou como nome papal Francisco. Uma tripla novidade: é o primeiro Papa com o nome Francisco, jesuíta e do continente americano.


"Irmãos e irmãs, boa noite. Vós sabeis que os meus irmãos cardeais que tinham de escolher um Bispo de Roma foram buscá-lo quase ao fim do mundo... mas estamos aqui", começou por dizer Sua Santidade antes de pedir a todos os presentes na Praça São Pedro para "fazer uma oração ao nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos por ele, que a Virgem o guarde". E prosseguiu: "Agora, vamos iniciar este caminho juntos, este caminho da Igreja de Roma. Um caminho de fratenidade, de amor e confiança mútua entre nós". "Vamos rezar para o mundo todo para que haja uma grande fraternidade. Desejo que este caminho que hoje iniciamos seja profícuo na evangelização", acrescentou o novo Sumo Pontífice.


Viva o Papa Francisco!!

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