«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
18
Abr 16
publicado por FireHead, às 08:35link do post | Comentar

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20
Abr 13
publicado por FireHead, às 06:12link do post | Comentar

Tu deves encobrir todos os crimes dos teus irmãos maçons... Se fores constituído testemunha contra um irmão esteja sempre certo em protegê-lo... Pode ser perjúrio fazer isto, é verdade, mas estarás cumprindo com as tuas obrigações.


Edmond Ronayne in «Handbook of Masonry»


04
Abr 13
publicado por FireHead, às 00:25link do post | Comentar

Não há dúvidas de que Jesus Cristo veio introduzir uma diferente concepção da realidade, revolucionária no bom sentido porque não pretendeu alienar a realidade tal qual ela é, mas apenas desvelar uma visão complementar da realidade. Jesus Cristo apenas nos mostrou um determinado aspecto da realidade a que a humanidade não se tinha apercebido até à sua época. A isto podemos chamar de “diferenciação cultural” (segundo o conceito de Mircea Eliade).

estrutura da maçonaria web

 

Ao contrário do que aconteceu com as tradições arcaicas presentes no Antigo Testamento (e que mais tarde foram retomadas pelo luteranismo e principalmente pelo calvinismo), Jesus Cristo reduz a validade dessas tradições arcaicas (monistas e imanentes) que influenciaram o Judaísmo do Antigo Testamento (por exemplo, o conceito de Elohim é intrusivo no Judaísmo).

 

Essa diferenciação cultural introduzida por Jesus Cristo é feita, por exemplo, através de uma certa desvalorização da ética baseada no esforço e na recompensa, ou ética do burro e da cenoura, que prevalece no Antigo Testamento e é produto de influências religiosas muito antigas ou arcaicas. O mesmo podemos dizer da oposição de Jesus Cristo em relação à Cabala: se lermos, por exemplo, As Bem-aventuranças dos Evangelhos, verificamos que a simbologia cristológica opõe-se não só à ética arcaica baseada no esforço e na recompensa, mas também à ética cabalística.

A partir do fim da Alta Idade Média surgiu na Europa uma espécie de “Cabala cristã”, que mais tarde foi representada e defendida por Jakob Böhme que inspirou Friedrich Schleiermacher e Hegel. Essa “Cabala cristã” é de conteúdo francamente gnóstico embora diferente de uma outra Cabala mais antiga, e que a lenda cabalística diz ter origem em escritos de Moisés, e com o nome de Sepher Yetzira. A “Cabala cristã” difere da Yetzira (considerada original), no sentido em que, na “Cabala cristã”, o símbolo de Kether (a Coroa) significa o “sopro divino da vontade”, e não a divindade em si mesma que assim se situa (aparentemente) para além da realidade universal — ou seja, a “Cabala cristã” deixa em aberto a transcendência de Deus para assim ser mais “digerível” pelo monoteísmo cristão, o que não acontece na Cabala original e mais antiga.

 

Os símbolos cabalísticos da Sepher Yetzira apontam a sua origem para um culto do Sol, remoto e arcaico, que existiu no próprio local do templo judaico de Jerusalém. E é esta Cabala Yetzira — e não a “cristã” — que fundamenta alguns dos princípios relevantes da Maçonaria especulativa (pelo menos até ao fim do século XIX), e que também esteve presente na Alta Idade Média com a sua promoção na Europa através dos Templários que a trouxeram do Oriente e no seguimento das Cruzadas, e que mantiveram uma relação estreita com as lojas da maçonaria operativa medieval. Por exemplo, na Cabala Yetzira, Kether e a sua manifestação material é representada pelo Sol. Esta Cabala mais antiga é panteísta e por isso exclui a transcendência divina; o seu Kether é o próprio demiurgo intramundano cuja exclusiva vontade esteve na origem da construção da Árvore da Vida cabalística.

 

Se juntarmos ao formalismo ritual maçónico identificado com a forma ritual das religiões dos mistérios; o gnosticismo invertido e panteísta que elege o demiurgo (o Grande Arquitecto do Universo) como a divindade intramundana e imanente; a influência decisiva da Cabala Yetzira na mundividência maçónica dos graus mais altos (daí a existência dos 32 graus maçónicos, que correspondem aos 32 “Caminhos do Conhecimento” do Sepher Yetzira, sendo que o grau 33 é meramente honorífico); se juntarmos tudo isto, estamos em presença de uma religião que tem a sua origem no neolítico, que recusou qualquer diferenciação cultural ao longo de milénios, e que, na minha opinião, é luciferina — a própria Cabala refere que Caim, que segundo a Bíblia é filho de Adão, é, em vez disso, filho de Eva e de Samael, a “Serpente”, que é uma entidade luciferina.

 

 

Fonte: perspectivas


03
Abr 13
publicado por FireHead, às 15:00link do post | Comentar

Quando se diz — e eu digo — que a maçonaria surgiu em Inglaterra, estamos a falar da Maçonaria especulativa. Melhor dizendo: a Maçonaria especulativa surgiu nas ilhas britânicas, porque a Escócia e a Irlanda tiveram desenvolvimentos diferentes da Maçonaria especulativa inglesa.

 

Convém não fazer confusões que só contribuem para obscurecer ainda mais o fenómeno maçónico. De resto, a maçonaria operativa não surgiu no século XIII — ao contrário do que está escrito neste postal. Há relatos documentados da existência dos collegiæ romanos (associações de maçons da Roma Imperial) e de lojas da maçonaria operativa desde a implantação do feudalismo (desde o tempo de Carlos Magno).

 

Não convém confundir a maçonaria operativa com a Maçonaria especulativa.

 

 

Fonte: perspectivas


02
Abr 13
publicado por FireHead, às 01:14link do post | Comentar

forma dos ritos maçónicos são semelhantes aos das religiões dos mistérios que já existiam no século IV a.C., e de que há provas terem sobrevivido até à queda do império romano do ocidente. Refiro-me à forma, e não ao conteúdo desses ritos — porque tal como não foi possível saber os conteúdos exactos dos ritos das religiões dos mistérios, também parece ser difícil saber exactamente o conteúdo dos ritos maçónicos.


Qual foi a forma das religiões mistéricas?

1) A problemática religiosa estava menos associada a modelos teóricos (teologia ou filosofia) e mais associada a uma identificação extática (êxtase) do iniciado (o mistagogo) com o destino e com a acção de uma divindade concreta, ocorrida durante o culto. Ou seja, estamos em presença de mais animismo do que teologia. Portanto, existe um défice de formulação teórica.

2) A identificação pessoal com a divindade permite a interiorização do mistério que torna possível uma salvação global e uma nova vida depois da morte. Por isso, o desejo de salvação é absolutamente pessoal, no sentido de ser independente da salvação dos outros iniciados.

3) Os mitos — que não sabemos exactamente quais eram — estão relacionados com a natureza (por exemplo, a fertilidade), com a morte e com a nova vida (visão cíclica da realidade e da natureza), pelo que a identificação do iniciado refere-se menos a “pessoas divinas” e mais a processos naturais que essas “pessoas divinas” simbolizam.

4) Tendência monista dos cultos — o que não significa necessariamente monismo puro.

5) Cultos reservados exclusivamente aos iniciados.

6) A “disciplina arcana” imposta aos iniciados através de juramentos de vida ou de morte — o que levou ao quase desconhecimento dos rituais: não se sabe como os rituais dos cultos mistéricos ocorriam, quais eram os ritos, a simbologia e o seu objecto concreto — embora os mitos subjacentes aos ritos sejam mais conhecidos, e que consistiam geralmente numa qualquer história muito antiga que remonta ao neolítico.

7) O ingresso num culto mistérico não excluía a possibilidade de um iniciado continuar a cumprir os costumes da religião popular e/ou oficial da sociedade em que vivia. Os mistérios eram ofertas religiosas suplementares para gente que se considerava a si própria como possuindo um novo nível consciência — ou seja, eram ofertas religiosas para as elites.

Portanto, verificamos que a forma dos cultos mistéricos coincidem com a forma do culto maçónico, e por isso podemos dizer que a maçonaria adoptou a forma genérica das religiões dos mistérios. O problema é deduzir ou inferir, pelo menos em parte, o verdadeiro conteúdo da religiosidade maçónica.

Para isso, temos que acreditar no que a maioria das obras apologéticas acerca da maçonaria nos diz: que o gnosticismo da Antiguidade Tardia é o fundamento do conteúdo da religiosidade maçónica. Porém, sabemos que a Gnose, em geral, era dualista e não monista — o que dificulta o nosso raciocínio.

Em princípio, poderíamos ter uma forma das religiões dos mistérios e se eliminarmos a tendência monista destas e se a substituirmos por um dualismo gnóstico, podemos daí inferir as características principais do conteúdo do culto maçónico. Em alternativa, podemos optar por influências monistas do neoplatonismo e do estoicismo — o que não é, porém, compaginável com a figura do Grande Arquitecto do Universo que impera na maçonaria: nos monismos, a identidade pessoal tende a anular-se no UNO. Em princípio, o Grande Arquitecto do Universo é uma personalidade característica de um dualismo, e não de um monismo. Mas voltaremos à questão do conteúdo da religiosidade maçónica num próximo verbete.

 

 

Fonte: perspectivas


28
Mar 13
publicado por FireHead, às 16:06link do post | Comentar

A gnose (ou gnosticismo) é uma qualquer doutrina metafísica de salvação religiosa por intermédio do conhecimento intelectual, e por isso sem o dom directo da Graça Divina.

O gnosticismo é um sistema de crenças que nega e rejeita a estrutura da realidade, particularmente a realidade da natureza humana, e substitui-as por um mundo imaginário construído por intelectuais gnósticos e controlado por activistas gnósticos. — Eric Voegelin, “A Nova Ciência da Política”, 1952


 

gnosticismo

 

A criação do universo e do mundo, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia, estão infinitamente separados de Deus — que evoluiu para o conceito de “morte de Deus”, segundo Nietzsche, e que traduz essa ideia da “ausência de Deus”. O Deus gnóstico não é responsável pela criação do mundo: antes, é o “Inefável”, o “Abismo”, o “Silêncio”: é Aquele em relação ao qual só é possível aceder por uma elite escassa de iluminados através do conhecimento.

 

A responsabilidade pela criação do mundo, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia, é obra de um deus mau, uma espécie de diabo que os gnósticos identificam com o Deus da Bíblia (Antigo Testamento), Javé, e/ou com o Deus cristão. Para os gnósticos da Antiguidade Tardia, o Deus cristão é o demiurgo, ou seja, o próprio diabo, responsável pela criação do mundo e que o criou na ânsia de se apoderar da Sofia.


Para a maçonaria, que se fundamenta na Gnose, esse demiurgo — ou diabo gnóstico, ou Deus bíblico — é substituído pelo símbolo intramundano e imanente do Grande Arquitecto do Universo [o tal demiurgo que criou o universo] que se identifica, que se saiba e pelo menos em alguns ritos maçónicos, com a figura de Lúcifer [por exemplo, nos Illuminati].

 

escape da realidade

 

E uma vez que o mundo é criação do diabo [ou seja, do Deus bíblico, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia], o Homem deve afastar-se e evadir-se do mundo, e negá-lo. A realidade do mundo deve ser, segundo os gnósticos, sistematicamente negada. O mundo deve ser desprezado porque alegadamente é obra do diabo que, segundo os gnósticos, é o Deus da Bíblia.

 

A forma como o Homem deve evadir-se do mundo assume dois sentidos diferentes consoante duas diferentes correntes e doutrinas gnósticas: ou através da abstinência total em relação a todas as tentações do mundo percebidas pelos sentidos (puritanismo radical), ou através do deboche total e completo (por exemplo, o baconismo ou o culto de Baco). Através destas duas formas de agir — puritanismo, segundo uns, ou deboche, segundo outros —, a elite de iluminados “reconhece-se” a si mesma e reconquista a sua parcela de divindade. Para os gnósticos, não há um meio-termo entre puritanismo e deboche para conseguir a salvação.

 

Os gnósticos da Antiguidade Tardia formaram seitas iniciáticas assentes na distinção radical entre os chamados Hílicos (a escória da humanidade, os “profanos” segundo a maçonaria, ou não-convertidos), por um lado, e por outro lado os chamados Pneumáticos (os possuidores do Espírito Santo). Apenas para os Pneumáticos havia a possibilidade hic et nunc de salvação, ao passo que os Hílicos estavam, à partida, destinados à morte espiritual (determinismo da salvação).

 

Entre as seitas gnósticas podemos enumerar as doutrinas de Marcião (oposição radical do Novo Testamento ao Antigo Testamento) e a de Ario ou arianismo (que defendeu a ideia de Jesus Cristo como um simples homem desprovido de uma ontologia divina) — embora alguns digam que esses dois não foram gnósticos.

 

Para além desses dois, são gnósticas as doutrinas de Basílides, Carpócrates ou de Valentim, entre outras. A maçonaria também é uma seita gnóstica. O hermetismo do Renascimento e o Iluminismo têm claros e evidentes fundamentos no gnosticismo da Antiguidade Tardia.

 


Fonte: perspectivas


25
Fev 12
publicado por FireHead, às 00:07link do post | Comentar | Ver comentários (2)

EL PLAN MASÓNICO PARA LA DESTRUCCIÓN DE LA IGLESIA CATÓLICA

Normas del gran Maestro de la Masonería a los Obispos católicos masones, efectivas desde 1962.

(Puesta al día por el Vaticano II). Todos los cofrades masones tendrán que referir sobre los progresos de estas decisivas disposiciones. Reelaboradas en el octubre de 1993 como plan progresivo para el paso final. Todos los masones ocupados en la Iglesia tienen que acogerla y realizarlas

1
Removéis de una vez por todas a San Miguel, protector de la Iglesia Católica, de todos los ruegos al interior y al exterior
de la Santa Misa. Removéis sus estatuas, afirmando que ellas apartan de la Adoración de Cristo.

2
Removéis los Ejercicios Penitenciales de la Cuaresma como la abstinencia de las carnes los dias viernes y también el ayuno; impidan cada acto de abnegación. En su lugar deben ser favorecidos los actos de alegría, de felicidad y de amor al prójimo. Digan: “Cristo ya ha merecido por nosotros el Paraíso” y “cada esfuerzo humano es inútil”. Digan a todos que deben tomar en serio la preocupación por su salud. Estimulen el consumo de carne, especialmente de cerdo.

3
Encargáis a los pastores protestantes de reexaminar la Santa Misa y de desacralizarla. Siembren dudas sobre la Real Presencia de Cristo en la Eucaristia y confirmen que la Eucaristia – con mayor vecindad a la fe de los protestantes – es solamente como pan y vino y comprendida como un puro símbolo. Diseminen protestantes en los Seminarios y en las escuelas. Hablen de ecumenismo como camino hacia la unidad. Acusen al que cree en la Presencia Real de Jesus el Cristo en la Eucaristia como subversivo y desobediente hacia la Iglesia.

4
Prohiban la Liturgia latina de la Misa, Adoración y Cantos, ya que ellos comunican un sentimiento de misterio y deferencia. Presentenlos como hechizos de adivinos. Los hombres pararán de creer a los Sacerdotes como hombres de inteligencia superior, de respetar como portadores de los Misterios Divinos.

5
Den coraje a las mujeres a no cubrirse la cabeza con el velo en la iglesia. El pelo es sexy. Pretendan a las mujeres como lectoras y sacerdotisas. Presenten la cosa como si fuera una idea democratica. Funden un movimiento de liberación de la mujer. Quien entra a la iglesia tiene que vestir vestidos descuidados para sentirse en ella como a casa. Eso debilitará la importancia de la Santa Misa.

6
Alejen a los fieles del consumir en rodillas la Comunión. Diganles a las monjas que deben impedir a los niños antes y después de la Comunión de tener las manos juntas. Diganles a ellos que Dios los quiere asi como son y desea que se sientan completamente cómodos. Eliminen en la iglesia el estar de rodillas y cada genuflexión. Remuevan los reclinatorios. Digan a las personas que durante la Misa deben certificar su fe en posición erguida.

7
Eliminen la música sagrada del órgano. Introduzcan guitarras, arpas judias, tambores, ruidos y sagradas risotadas en las iglesias. Eso apartará la gente del ruego personal y de las conversaciones con Jesús. Impidanle a Jesús el tiempo de llamar niños a la vida religiosa. Introduzcan alrededor del altar danzas litúrgicas con vestidos excitantes, teatros y conciertos.

8
Saquenle el carácter sagrado a los cantos de la Madre de Dios y de San José. Indiquen su veneración como idolatría. Conviertan en ridículos los que persisten. Introduzcan cantos protestantes. Eso dará la impresión que la Iglesia Católica por fin admite que el Protestantismo es la verdadera religión o al menos que ello es igual en la Iglesia Católica.

9
Eliminen también todos los himnos a Jesús ya que ellos hacen pensar a la gente en la felicidad y serenidad que deriva de la vida de mortificación y penitencia por Dios desde la infancia. Introduzcan cantos nuevos solamente para convencer a la gente que los rituales anteriores de algún modo eran falsos.
Asegúrense que en cada Misa alla al menos un canto en el cual Jesús no sea mencionado y que en cambio hable solamente de amor para los hombres. La juventud será entusiasta a sentir hablar de amor para el prójimo. Prediquen el amor, la tolerancia y la unidad.
No mencionen a Jesús, prohiban cada anuncio de la Eucaristia.

10
Remuevan todas las reliquias de los Santos de los Altares y sucesivamente también los Altares mismos. Reemplázenlos con mesas paganas faltas de Consagración que puedan venir usádas para ofrecer sacrificios humanos en el curso de las misas satánicas.
Eliminen la ley Eclesiástica que quiere la celebración de la Santa Misa solamente sobre Altares que contengan Reliquias.

11
Interrumpan la práctica de celebrar la Santa Misa a la presencia del Santisimo Sacramento en el Tabernáculo. No admitan algun Tabernáculo sobre los Altares que son usados para la celebración de la Santa Misa. La mesa tiene que tener el aspecto de una mesa de cocina.
Debe ser transportable para expresar que ella no es para nada sagrada pero tiene que servir para un doble objetivo, por ejemplo, de mesa para conferencias o para jugar a las cartas. Más tarde coloquen al menos una silla a tal mesa.
El Sacerdote tiene que sentarse para indicar que después de la Comunión él descansa como después de una comida. El Sacerdote no tiene que estar nunca de rodillas durante la Misa ni hacer genuflexiones.
En las comidas, en efecto, no se arrodilla nunca. La silla del Sacerdote tiene que ser colocada al sitio del Tabernáculo. Den coraje a la gente a venerar y también a adorar al Sacerdote en lugar de la Eucaristia, a obedecerle a él en lugar de la Eucaristia. Diganle a la gente que el Sacerdote es Cristo, su jefe. Coloquen el Tabernáculo en un local diferente, fuera de la vista.

12
Hagan desaparecer a los Santos del calendario Eclesiástico, siempre algunos en tiempos determinados. Les prohiban a los Sacerdotes de predicar a los Santos, excepto de los que sean mencionados por el Evangelio. Diganle al pueblo que eventuales protestantes, a lo mejor presentes en la iglesia, podrían escandalizarle de ello. Eviten todo aquello que molesta a los protestantes.

13
En la lectura del Evangelio omitan la palabra “santo”, por ejemplo, en lugar de “Evangelio según San Juan”, digan sencillamente: “Evangelio de Juan”. Eso hará pensar a la gente de no tener el deber de venerarlos más.
Escriban continuamente nuevas biblias hasta que ellas sean idénticas a aquellas de los protestantes. Omitan el adjetivo “Santo” en la expresión “Espíritu Santo”. Eso abrirá el camino. Evidenciar la naturaleza femenina de Dios como la de una madre llena de ternura.
Eliminen el empleo del término “Padre.”

14
Hagan desaparecer todos los libros personales de piedad y destruyanlos. Por consiguiente desaparecerán también las Letanías del Sagrado Corazón de Jesús, de la Madre de Dios, de San José como la preparación a la Santa Comunión. Superfluo incluso se volverá el agradecimiento después de la Comunión

15
Hagan también desaparecer todas las estatuas y las imágenes de los Ángeles. ¿Por qué tienen que estar entre nuestros pies las estatuas de nuestros enemigos? Defínanlos mitos o cuentos de las buenas noches. No permitan el discurso sobre los Ángeles ya que chocaría a nuestros amigos protestantes.

16
Abroguen el exorcismo menor para expulsar a los demónios; esfuerzense en esto, anuncien que los diablos no existen. Expliquen que es el método adoptado por la Biblia para designar el mal y que sin un malvado no pueden existir historias interesantes.
De consecuencia la gente no creerá en la existencia del infierno ni temerá de poderse caer en él. Repitan que el infierno no es otra cosa que la lejanía de Dios y que no es una cosa terrible éste si se trata en fondo de la misma vida como aqui en la tierra.

17
Enseñen que Jesús era solamente un hombre que tuvo hermanos y hermanas y que odió a los que tenian el poder. Expliquen que él amaba la compañía de las prostitutas, especialmente de Maria la Magdalena; qué no supo que hacer de las iglesias y sinagogas. Digan que aconsejó de no obedecerles a los jefes del Clero, digan que él fue un gran maestro que se desvió del caminio cuando negó obediencia a los jefes de la iglesia. Desacrediten el discurso sobre la Cruz como una victoria, al revés presentenla como un fracaso.

18
Recuerden que pueden inducir a las monjas hacia la traición de su vocación si se dirigen a su vanidad, atractivo y belleza. Haganles cambiar el vestido Eclesiástico y eso las llevará naturalmente a tirar a la basura sus Rosarios.
Revelen al mundo que hay disensos en sus conventos. Eso desecará sus vocaciones. Diganles a las monjas que no serán aceptadas si no habrán renunciado al vestido. También Favorezcan el descrédito del vestido Eclesiástico entre la gente.

19
Prendan fuego todos los Catecismos. Diganles a los enseñantes de religión de enseñar a amar las criaturas de Dios en cambio del mismo Dios. El amar abiertamente es testimonio de madurez. Hagan que el término “sexo” se convierte en palabra de empleo cotidiano en vuestras clases de religión. Hagan del sexo una nueva religión. Introduzcan imágenes de sexo en las lecciones religiosas para enseñarles a los niños la realidad. Asegúrense que las imágenes sean claras.
Den coraje a las escuelas de volverse pensadores progresistas en el campo de la educación sexual. Introduzcan así la educación sexual a traves de la autoridad Obispal, de esa manera los padres no tendrán la posibilidad de decir nada en contrario.

20
Destrullan las escuelas católicas, impidiendo las vocaciones de monjas. Diganles a las monjas que son trabajadores sociales con un salario y que la Iglesia está a punto de eliminarlas. Insistan que el enseñante laico católico reciba el idéntico sueldo de aquel de las escuelas gobernativas. Usen enseñantes no católicos. Los Sacerdotes deben recibir el idéntico sueldo como los correspondientes empleados seculares. Todos los Sacerdotes deben deponer así su Vestido Clerical y sus Cruces para poder ser aceptados por todos. Pongan en ridiculo a aquellos que no se conforman.

21
Destrullan al Papa, destruyendo sus Universidades. Saquenle las Universidades al Papa, diciendo que en tal modo el gobierno podría subsidiarlas.
Reemplazen los nombres de los Institutos Religiosos con nombres profanos, para favorecer el ecumenismo. Por ejemplo, en lugar de “Escuela Inmaculada Concepción” digan “Escuela Superior Nueva”. Crear departamentos de ecumenismo en todas las Diócesis y preocupense que su control sea de parte protestante.
Prohiban los Ruegos para el Papa y hacia Maria porque ellas desaniman el ecumenismo. Anuncien que los Obispos locales son las autoridades competentes. Sustenten que el Papa es solamente una figura representativa.
Expliquenle a la gente que la enseñanza Papal sirve solamente a la conversación, que ella de otro modo no tiene ninguna importancia.

22
Combatan la autoridad Papal, poniendo un límite de edad a su ejercicio. Redúzcanla poco a poco, expliquen que es para preservarlo del exceso de trabajo.

23
Sean audaces. Debiliten al Papa introduciendo sínodos Obispales. El Papa se volverá entonces solamente como una figura de representación como en Inglaterra donde la Cámara Alta y aquella Baja reinan y de ellos la reina recibe las órdenes. Sucesivamente debiliten la autoridad del Obispo, dando vida a una institución concurrente a nivel de Presbiterios. Digan que los Sacerdotes reciben en tal modo la atención que merecen.
Al final debiliten la autoridad del Sacerdote con la constitución de grupos de laico que dominen a los Sacerdotes. De este modo se originará un tal odio que abandonarán entonces la Iglesia hasta los Cardenales y la Iglesia será democrática… la Iglesia Nueva…

24
Reduzcan las vocaciones al Sacerdocio, haciendo perderles a los laico el temor reverencial por ello. El escándalo público de un Sacerdote destruirá millares de vocaciones. Alaben a los Sacerdotes que por amor de una mujer hayan sabido dejar todo, defínanlos heroicos.
Honren a los Sacerdotes reducidos al estado laical como auténticos mártires, oprimidos a tal punto de no poder soportar más.
También condanen como un escándalo que nuestros cofrades como masones en el Sacerdocio tengan que ser hechos públicos y sus nombres publicados. Sean tolerantes con la homosexualidad del Clero. Diganle a la gente que los Curas padecen de soledad.

25
Empiecen a cerrar las iglesias a causa de la escasez de Clero. Definan como buena y económica tal práctica. Expliquen que Dios escucha en todos lados los ruegos. En este caso las iglesias se convierten en extravagantes derroches de dinero. Cierren ante todo las iglesias en las que se practica piedad tradicional.

26
Utilizen comisiones de laicos y Sacerdotes débiles en la fe que condenen y aseguren sin dificultad cada aparición de Maria y cada aparente milagro, especialmente del arcángel San Miguel. Asegurense que nada de esto, de ninguna manera recibirá la aprobación según el Vaticano II.
Llamenla desobediencia respecto a la autoridad si alguien obedece a las Revelaciones o si alguien reflexiona sobre ellas.
Indiquen a los Vegentes como desobedientes respecto a la autoridad Eclesiástica.
Hagan caer su buen nombre en desestima, entonces nadie creerá en estas revelaciones.

27
Elijan a un Antipapa. Afirmen que él reconducirá a los protestantes en la Iglesia y quizás hasta los Judíos. Un Antipapa podrá ser elegido si fuera dado el derecho de voto a los Obispos. Entonces muchos Antipapas serán elegidos así que será instalado un Antipapa como com­promiso. Afirmen que el verdadero Papa ha muerto.

28
Saquen la Confesión antes de la Santa Comunión para los alumnos del segundo y tercer año para que a ellos no les importe nada de ella cuando frecuenten cuarto y quinto y luego las clases superiores. Entonces La Confesión desaparecerá. Introzcan, en silencio, la confesión comunitaria con la absolución en grupo. Expliquen a la gente que la cosa sucede por la escasez del Clero.

29
Hagan distribuir la Comunión por mujeres y laicos. Digan que éste es el tiempo de los laicos. Empiezen con el deponer la Comunión en mano como los protestantes, en cambio que en la boca sobre la lengua. Expliquen que Cristo lo hizo del mismo modo. Recojan algunas hostias para “misas negras” en nuestros templos. Luego distribullan en lugar de la Comunión personal una copa de hostias no consagradas que se pueden llevar consigo a casa. Expliquen que de este modo se pueden tomar los regalos divinos en la vida de cada día. Coloquen distribuidores automáticos de hostias para la comunione y denominenlos Tabernáculos.
Digan a la gente que se debe dar la señal de la paz. Den coraje a la gente a desplazarse en iglesia para interrumpir la devoción y el ruego. No hagan Señales de Cruz; al sitio de ello en cambio una señal de paz. Expliquen que también Cristo se ha desplazado para saludar a los Discípulos. No permitan alguna concentración en tales momentos. Los Sacerdotes deben darle la espalda a la Eucaristia para honrar al pueblo.

30
Después de que el antipapa habrá sido elegido, saquen los sínodos de los Obispos como las asociaciones de los Sacerdotes y los consejos parroquiales.
Prohiban a todos los religiosos de poner en discusión, sin permiso, estas nuevas disposiciones. Expliquen que Dios quiere la humildad y odia a los que aspiran a la gloria. Acusen de desobediencia respecto a la autoridad Eclesiástica todos los que ponen interrogantes.
Desanimen la obediencia hacia Dios. Digan a la gente que tiene que obedecerles a estos superiores Eclesiásticos.

31
Otorgenle al Papa (= Antipapa) el máximo poder de elegir a los mismos sucesores. Amenasen bajo pena de excomunión a todos los que aman a Dios de llevar la señal de la bestia. No lo llamen “señal de la bestia”. La Señal de la Cruz no tiene que ser hecha ni usada sobre las personas o a traves de ellas, (no se tienen que bendecir más). Hacer la Señal de Cruz será designado como idolatría y desobediencia.

32
Declaren falsos las Dogmas anteriores, excepto aquel de la infalibilidad Pontificia. Proclamen a Jesús el Cristo un revolucionario frustrado. Anuncien que el verdadero Cristo presto vendrá. Solamente el antipapa electo tiene que haber obedecido. Diganle a las gentes que deben inclinarse cuando sea pronunciado su nombre.

33
Ordenen a todos los seguidores del Papa de combatir en santas cruzadas para extender la única religión mundial. Satanás sabe donde se encuentra todo el oro perdido.
¡Conquisten sin piedad el mundo!
Todo eso llevará a la humanidad cuanta ella siempre ha deseado: “la época de oro de la paz.”

De la sección «Storia» de la revista: «Teologica» n. 14 - Marzo/Aprile 1998 - páginas 22-25
Edizioni Segno - Udine - Italia

 

Fonte: Ecce Christianus


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