«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
25
Fev 13
publicado por FireHead, às 16:35link do post | Comentar

Existe um indivíduo que assina com Rui A., que escreve umas coisas no Blasfémias e que, por isso, é transcrito em todo o lado. Quem escreve no blogue Blasfémias passa a ter automaticamente um alvará de inteligente. Desta feita, o dito cujo escreveu esta coisa.

 

Vamos lá ver: ninguém é obrigado a ser sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana.

 

Um indivíduo que goste de frequentar o parque Eduardo VII à noite, não é obrigado a seguir o sacerdócio. Ninguém lhe aponta uma pistola e o obriga a ser Padre. Portanto, o argumento do escriba parte de um sofisma, segundo o qual parece fazer crer às pessoas de que os padres foram obrigados a seguir essa vocação.

 

Um indivíduo segue o sacerdócio porque quer seguir o sacerdócio, como é evidente. Entendamo-nos bem! E vem um liberalóide da treta pretender afirmar que os padres estão nessa função por obrigação, e que, por isso, coitadinhos, deveriam casar.

 

Faz, o liberalóide, referência aos padres casados da igreja ortodoxa, mas “esqueceu-se” de dizer que os bispos dessa confissão não podem ser casados ou viúvos. Por norma, o liberal “esquece-se” sempre daquilo que não lhe convém.

 

O celibato, no sacerdócio católico, está ligado ao exemplo da praxis de Jesus Cristo, e a Igreja Católica continua a ser a verdadeira e única intérprete actual da tradição segundo Jesus Cristo. E quem não se sente bem dentro dela, tem a liberdade de sair dela, ou então que lhe passem uma “guia de marcha”.

 

A Igreja Católica não é um local próprio para “campeonatos de cu aberto”: para isso existem as saunas gay em Lisboa, ou o parque Eduardo VII à noitinha.

 

 

Orlando Braga

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