«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Out 12
publicado por FireHead, às 01:06link do post | Comentar

 

Ninguém pode amar aquilo que não conhece ou não vê com os próprios olhos. Acreditamos no que dizem Fílon, Platão, Séneca, que diz "faz mais falta numa casa uma biblioteca do que uma retrete"; Ariano, que diz, que "A razão governa o mundo"; Orígenes, Santo Agostinho, Abelardo, Alberto Magno e seu discípulo São Tomás de Aquino, pitagóricos, tomistas, epicuristas, estóicos e outras correntes - tivemos contacto com eles? Convivemos com eles? Não. Então porque não acreditamos que há vida para além da morte? Porque não acreditamos que Jesus é o Cristo, filho de Deus Pai, sendo ambos a mesma pessoa, mas de formas distintas? Tenho orgulho de ser cristão e católico, abomino a beatice. Ninguém engana Deus, embora não o veja. Convivi com todas as grandes religiões, no trabalho e na tropa, conheci os mais variados templos. Mas dou graças a Deus por os meus pobres e humildes pais me terem baptizado e feito cristão. O que seria da cultura se não fosse o Cristianismo? Não tínhamos as invenções de Leonardo da Vinci, a Gioconda, a Virgem do Cravo, a Virgem dos Rochedos. Nem Miguel Ângelo com os frescos da Capela Sistina, as esculturas da Pietà, de Moisés e David. Diversos tipos de assistência são dados essencialmente pela Igreja Católica ou por movimentos ligados a ela - em vez de existirem mais de dois milhões de pobres com fome, existiriam muito mais. E a pobreza envergonhada, quem a procura? Se não fossem os movimentos católicos, morriam de fome e ninguém se importava. Quando tudo isto devia ser obra de todo o cidadão, começando por quem gere o Estado, que se chama Governo da Nação, mas só serve para sacar do pobre o máximo de impostos e, entregá-los a quem tem mais poder para os apanhar.


Francisco Oliveira


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