«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
15
Fev 12
publicado por FireHead, às 20:42link do post | Comentar

"Antes de tudo, recordaremos aqui que a ela devemos toda a história de Portugal, nascido, criado, e educado sob a sua inspiração. (...) A grandeza da nossa história só pode explicar-se com lógica pela grandeza do nosso sentimento cristão. Divorciar-se da civilização cristã significaria tanto, como enjeitar e renegar a nossa própria entidade, o nosso próprio espírito, a nossa própria política construtora, através dos séculos, os cavaleiros freires e a Santa Ordem da cavalaria; Alcobaça, a Batalha, e os Jerónimos; os lusíadas, a fé e o império; os soldados da terra e do mar, hasteando a Cruz de Cristo contra a meia-lua Muçulmana, desde a reconquista do torrão lusitano, até os apartados solares do profeta, na Arábia e no oriente; e a evangelização de estranhos Povos, desde a América ocidental, e o continente e ilhas Africanas, até aos extremos do Sol-Nascente, no Japão e na Oceânia.
Haverá algum Português, digno deste título de honra, capaz de repudiar tudo isto?
Não acreditamos.

Convém, por outro lado, ter presente que o Cristianismo foi o criador,- não diremos da única cultura, mas sim, da única civilização que existe. E por isto mesmo tem de ser visto e considerado,- não apenas no seu aspecto dentro do templo, nas orações, no culto, e na liturgia, quer dizer no aspecto divino; mas antes no seu conjunto total,- que abrange o aspecto humano, isto é, a função civilizadora dos seus ensinamentos morais, sociais e construtivos, dos seus exemplos de abnegação e sacrifício, dos seus princípios,- quer da humanidade, caridade e justiça,- quer de liberdade e fraternidade entre os homens."


Henrique de Paiva Couceiro in "Profissão de fé-Lusitânia transformada"

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