«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
09
Set 12
publicado por FireHead, às 15:46link do post | Comentar

... por irem contra a Igreja. D. José Policarpo disse, no 7º Simpósio Nacional do Clero, em Fátima, que "é preocupante saber de sacerdotes que, acerca de aspectos vitais, ousam dizer: 'a Igreja pensa que, mas eu penso de outro modo'" e lamentou que eles se afastam da Verdade da Igreja e acabam por desencaminhar os fiéis. As fontes do sacerdócio "têm de ser as da própria Igreja: a Palavra de Deus, o Magistério autêntico, a fidelidade à Tradição". A tradição latina engloba a obediência, a pobreza, a renúncia aos bens materiais e a castidade. Sublinhou também, por fim, que "a título de exemplo, com tristeza e preocupação, as correntes actuais de reinterpretação do Magistério do Concílio Vaticano II", considerando como "desvios da Verdade todas as suas leituras que não sejam motivadas por uma sã hermenêutica".

Acho piada o Cardeal Patriarca criticar os sacerdotes por contrariarem a Igreja. E o que é que podemos dizer do próprio Cardeal Patriarca? O Papa Bento XVI deu um grande passo no retorno completo à plena ordem litúrgica, liberando a Missa de sempre (rezada em latim) para todos os sacerdotes que a queiram rezar através do Motu Proprio Summorum Pontificum, que é ainda hoje e até ao momento tão pouco acatado e desprezado pelos bispos modernistas, entre eles o próprio D. José Policarpo! Logo, esse representante máximo da Igreja Católica portuguesa, que em 2003 transformou o santuário de Fátima "num centro onde todas as religiões do mundo irão reunir-se e prestar homenagem aos seus vários deuses (...) e diferentes religiões possam misturar-se...", apelando claramente ao ecumenismo e à tolerância para com as restantes "religiões" - o que vai explicitamente contra o dogma de que fora da Igreja Católica não existe salvação -, também contraria a Igreja! Os modernistas da Igreja, os progres, são todos completamente tolerantes e convictos ecuménicos, são intolerantes à milenar Missa de sempre da Igreja e são simultaneamente tolerantes e intolerantes em nome das "conquistas" do Concílio Vaticano II.

Portanto recapitulemos: o próprio Cardeal Patriarca contraria a Igreja, pois contraria claramente o Papa - o Pastor Universal, o chefe da Igreja, o sucessor de São Pedro -, logo também tem que ser criticado! Enfim, como urgia o grande Santo Padre Pio X, caridade mesmo para com "aqueles que se nos opõe e persegue, vistos, talvez, como piores do que realmente são"...

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