«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
22
Jul 12
publicado por FireHead, às 14:53link do post | Comentar

 

Jesus é uma cópia dos deuses pagãos de outras religiões antigas?

Não falta neste mundo quem diga que os relatos de Jesus registados no Novo Testamento não passam de mitos com influência de contos da mitologia pagã, tais como as histórias de Osíris, Dionísio, Adónis, Átis, Hórus ou Mitra. A alegação é que essas figuras mitológicas são essencialmente a mesma história que o Novo Testamento atribui a Jesus Cristo. O próprio gnóstico do Dan Brown afirma no seu Código Da Vinci que "Nada no Cristianismo é original."

No entanto, e o que os pagãos não nos dizem, quando os factos são examinados à luz da verdade, a suposta ligação entre Jesus e os ídolos mitológicos é facilmente refutada. Para descobrir a verdade sobre as afirmações infundamentadas é necessário descobrir a história por detrás das mesmas, analisar as representações históricas reais dos falsos deuses, expor as falácias lógicas que os autores gnósticos ou anticristãos fazem e perceber o porquê de os Evangelhos do Novo Testamento serem confiáveis por descreverem com precisão o verdadeiro e histórico Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, as alegações de que Jesus era um mito ou um exagero originaram-se nos escritos dos teólogos liberais alemães do século XIX. Eles essencialmente alegaram que o Cristianismo era apenas uma cópia da adoração generalizada aos deuses da fertilidade que morriam e ressuscitavam em vários lugares: Tamuz na Mesopotâmia, Adónis na Síria, Átis na Ásia Menor e Osíris no Egipto. Nenhum destes escritos chegaram a avançar no âmbito académico ou do pensamento religioso porque as suas afirmações foram investigadas por estudiosos e provadas como completamente infundadas. Foi somente no final século XX e no início do século XXI que estas afirmações foram ressuscitadas, principalmente devido ao surgimento da Internet e da distribuição em massa de informação que não tem qualquer fundamento ou responsabilidade histórica.

 

 

Será que os deuses mitológicos da antiguidade são mesmo como Jesus?

 

O filme Zeitgeist faz estas afirmações sobre o deus egípcio Hórus (Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu), o ídolo de cabeça de pássaro:

• Hórus nasceu no dia 25 de Dezembro de uma virgem, Ísis Maria
• Uma estrela no Oriente proclamou a sua chegada
• Três reis foram adorar o "salvador" recém-nascido 
• Aos 12 anos de idade, quando ainda era um menino, ele tornou-se um prodigioso professor
• Aos 30 anos ele foi "baptizado" e começou um "ministério"
• Hórus tinha 12 "discípulos"
• Hórus foi traído
• Hórus foi crucificado
• Hórus foi sepultado por três dias
• Hórus ressuscitou depois de três dias

No entanto, quando os escritos actuais sobre Hórus são competentemente analisados, o que podemos encontrar é o seguinte:

• Hórus nasceu de Ísis; não há qualquer menção na história de a sua mãe ter também o nome "Maria". Aliás, Maria é a forma latinizada de "Miryam" ou Miriam, o verdadeiro nome de Nossa Senhora. O nome "Maria" não foi nem usado nos textos originais das Escrituras.

• Ísis não era virgem; ela era a viúva de Osíris, com quem concebeu Hórus.
• Hórus nasceu durante o mês de Khoiak (Outubro/Novembro) e não no dia 25 de Dezembro. Além disso, a Bíblia não menciona sequer a data do nascimento de Cristo.
• Não há qualquer registo de três reis visitando Hórus no seu nascimento. A Bíblia não informa o número de magos que foram ver Cristo.
• Hórus não é um "salvador" de qualquer forma e nunca morreu por ninguém.
• Não há relatos de Hórus como um professor aos 12 anos de idade.
• Hórus não foi "baptizado". O único relato de Hórus que envolve a água é uma história onde ele é despedaçado e Ísis pede ao deus crocodilo que o pesque da água para onde ele tinha sido atirado.
• Hórus não tinha um "ministério".
• Hórus não tinha 12 discípulos. De acordo com as narrativas, Hórus tinha quatro semi-deuses que eram seguidores e algumas indicações de 16 seguidores humanos e um número desconhecido de ferreiros que entraram na batalha com ele.
• Não existe nenhuma narrativa de Hórus que diga que ele foi traído por um amigo.
• Hórus não morreu crucificado. Na verdade há vários relatos da morte de Hórus, mas nenhum deles envolve a crucificação.
• Não existe nenhum relato de Hórus em que ele é sepultado por três dias.
• Hórus não foi ressuscitado. Não existe nenhuma narrativa de Hórus saindo do túmulo com o mesmo corpo que tinha quando para lá entrou. Alguns relatos mostram-nos que Hórus/Osíris foram trazidos de volta à vida por Ísis.

Podemos, pois, perguntar: onde é que estão então as semelhanças entre Hórus e Jesus?

 

Uma outra comparação popular feita por aqueles que afirmam que Jesus é um mito é entre Jesus e Mitra, o ídolo solar que é o resultado duma amálgama de três lendas: a persa, a índia e a greco-romana. Tal como Hórus, também Mitra tem a pretensão de se fazer passar por Jesus, ou seja, nasceu de uma virgem no dia 25 de Dezembro, teve 12 discípulos, realizou milagres, foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia. Mas vejamos o que é que os textos antigos dizem sobre esse ídolo:

• Mitra originariamente era uma deusa e não um deus.

• Mitra nasceu de uma rocha sólida. O seu pai, Ahura-Mazda (foi daí que surgiu a marca de carros Mazda?), é que nasceu duma virgem, Anahira.

• Mitra lutou primeiro com o sol e em seguida com um touro primitivo, o que é considerado o primeiro acto da criação. Mitra matou o touro, o qual se tornou a base da vida para a raça humana (estará aí a origem pagã das touradas?).
• O nascimento de Mitra foi celebrado no dia 25 de Dezembro, juntamente com o solstício de Inverno.
• Não há menção dele como um grande professor.
• Não há menção de Mitra com 12 discípulos. A ideia de que Mitra teve 12 discípulos pode ter vindo de um mural em que Mitra é cercado pelos 12 signos do Zodíaco.
• Mitra não teve uma ressurreição corporal. Diz o mito que Mitra concluiu a sua missão terrena e em seguida foi levado para o Paraíso numa carruagem, vivo e bem. O escritor cristão primitivo Tertuliano escreveu sobre os seguidores de Mitra reencenando as cenas da ressurreição, mas ele escreveu sobre isso muito depois dos tempos do Novo Testamento, ou seja, se qualquer plágio foi feito, o culto de Mitra é que é uma cópia do Cristianismo.

 

Outras comparações mentirosas podem ser encontradas nos exemplos do ídolo abichanado indiano de pele azul bebé Krishna (कृष्ण), o pastor e amante da deusa Cibele semi-deus Átis (Ἄττις ouἌττης), Dionísio (Διώνυσος ou Διόνυσοςe; a versão grega do deus latino dos vinhos, das festas e dos teatros) e outros deuses mitológicos, mas o resultado é o mesmo. Krishna, ainda que tenha nascido duma virgem fruto duma relação "ioguática", morreu com uma seta envenenada no pé (semelhança mais próxima com o semi-deus Aquiles). Átis é um semi-deus da mitologia da Mesopotâmia e cujo culto era bastante popular, apesar de umas versões dizerem que ele era filho da deusa suméria Nana e que foi o seu próprio pai, Zeus, que o matou com um javali que o chifrou. Já Dionísio, também ele filho de Zeus (com a princesa Semele), ensinou a cultura da uva na Ásia e morreu devorado pelos titãs. Como podemos ver, é só semelhanças entre esses ídolos e Jesus Cristo... Quando os gnósticos e demais anticristãos recorrem à mentira para denegrir e ofender a Deus, pouco ou nada há a fazer excepto responder-lhes à altura com a Verdade.

 

Jesus histórico, como retratado na Bíblia, é completamente original. As semelhanças reivindicadas são muito exageradas. Além disso, embora a crença em Hórus, Mitra e outros preceda o Cristianismo, há muito pouco registo histórico das crenças pré-cristãs dessas religiões. A grande maioria dos primeiros escritos sobre essas religiões são datadas dos séculos III e IV DC. É ilógico e anti-histórico reivindicar que as crenças pré-cristãs nessas religiões (das quais não há registos) foram idênticas às crenças pós-cristãs nestes grupos (das quais há registos). É mais historicamente válido atribuir eventuais semelhanças entre as religiões e o Cristianismo às religiões copiando as crenças cristãs sobre Jesus e dando esses atributos aos seus próprios deuses/salvadores/fundadores numa tentativa de parar o rápido crescimento do Cristianismo.

 

 

O Cristianismo pediu mesmo emprestado coisas das misteriosas religiões pagãs?

 

Duas falácias em particular são evidentes: a falácia da falsa causa e a falácia terminológica. Se uma coisa precede a outra, isso não significa que a primeira causou a segunda. Esta é a falácia da falsa causa. Por muito que as narrativas pré-cristãs dos deuses mitológicos se assemelhem a Jesus (e não se assemelham, como já vimos anteriormente), isso não significa que elas fizeram com que os escritores do Evangelho inventasse um falso Jesus.


A falácia terminológica ocorre quando os termos são redefinidos para provar um ponto quando na verdade esses termos não significam a mesma coisa quando são comparados à sua fonte. Assim, por exemplo, o filme Zeitgeist diz que Hórus "iniciou o seu ministério", mas Hórus não tinha um ministério, muito menos algo parecido com o ministério de Jesus. Os que afirmam que Jesus e Mitra são o mesmo falam sobre o "baptismo" que iniciava os possíveis aderentes ao culto de Mitra, mas o que realmente acontecia? Os sacerdotes Mitra (usando um ritual também realizado pelos seguidores de Átis) suspendiam um touro sobre um buraco, colocavam aqueles que queriam pertencer ao culto naquele buraco e então cortavam o estômago do boi, cobrindo os iniciantes com sangue - há aí alguma semelhança com o Baptismo cristão?

A última questão a ser examinada acerca deste assunto é a veracidade do próprio Novo Testamento. Embora muito se tenha sido escrito sobre este tema, nenhum trabalho da antiguidade tem mais evidências no que diz respeito à veracidade histórica do que o Novo Testamento. O Novo Testamento tem mais escritores (nove), melhores escritores e escritores que viveram mais perto do que estava a ser registado do que qualquer outro documento da época. Além disso, a história comprova o facto de que esses escritores enfrentaram a morte para afirmar que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. Embora alguns escolham morrer por uma mentira que acham ser verdade, ninguém morre por uma mentira que sabe ser falsa. Se alguém estivesse prestes a ser crucificado de cabeça para baixo, como aconteceu com São Pedro, e tudo o que fosse necessário fazer para salvar a vida fosse renunciar a uma mentira, São Pedro não tê-lo-ia feito em vez de ter aceite o martírio? Obviamente porque ele sabia que acreditava na Verdade, o que o levou à morte - e a de todos os mártires cristãos.

Além disso, a história tem mostrado que são necessárias pelo menos duas gerações antes de um mito poder fazer parte de um relato histórico. Porquê? Porque as testemunhas oculares podem refutar o erro registado. Os que viviam naquela época poderiam ter refutado os erros do autor e expor o trabalho como sendo falso. Todos os Evangelhos do Novo Testamento foram escritos durante a vida das testemunhas oculares, com algumas das epístolas de São Paulo a ser escritas tão cedo quanto 50 DC. Essas datas servem como um mecanismo essencial de protecção contra eventuais falsidades.

O Novo Testamento confirma o facto de que a representação de Jesus não foi confundida com a de qualquer outro deus. Quando confrontados com o ensinamento de São Paulo, os pensadores da elite de Atenas disseram isto: "’O que está tentando dizer esse tagarela?’ Outros diziam: ‘Parece que ele está anunciando deuses estrangeiros’, pois São Paulo estava a pregar a Boa Nova a respeito de Jesus e da ressurreição. Então levaram-no a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: ‘Podemos saber que novo ensino é esse que tu estás anunciando? Tu estás-nos apresentando algumas ideias estranhas e queremos saber o que elas significam’” (Actos 17:18-20). É evidente que se as narrativas sobre Jesus fossem simplesmente um arranjo de contos de outros deuses, os atenienses não ter-se-iam referido a elas como sendo "novas". Se deuses morrendo e ressuscitando fossem abundantes no primeiro século, por que é que quando São Paulo pregou sobre Jesus ressuscitando dos mortos em Actos 17 os epicuristas e os estóicos não fizeram alusões a Hórus e Mitra?

Podemos assim concluir que as alegações de que Jesus não era nada mais do que uma cópia dos deuses mitológicos são da autoria de pessoas (gnósticas ou simplesmente anticristãs) cujas obras já foram descartadas pelo mundo académico. As suas falácias não podem ser comparadas com os Evangelhos do Novo Testamento, que já se submeteram a quase 2000 anos de intenso escrutínio. Os supostos paralelos desaparecem quando comparados com os textos originais históricos. As semelhanças entre Jesus e os vários deuses mitológicos só podem ser defendidas ao empregar-se descrições enganosas e selectivas.

 

 

E terá Jesus existido mesmo ou é Ele um mito?

 

É claro que Jesus existiu, ao contrário dos ídolos como Hórus, Mitra ou Krishna. O divino fundador da Igreja Católica é o Filho Unigénito de Deus, Deus verdadeiro, o que faz da Igreja Católica a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.


Comecemos pela existência histórica de Jesus Cristo:


Além dos Evangelhos e das Cartas dos Apóstolos, a mesma História que garante a existência dos faraós do Egipto, milhares de anos antes de Cristo, garante a existência de Jesus. Muitos documentos antigos, cuja autenticidade já foram confirmados pelos historiadores, falam de Jesus.

 


Documentos de escritores romanos (110-120):


1. Tácito (Publius Cornelius Tacitus, 55-120), historiador romano, escritor, orador, cônsul romano (ano 97) e procônsul da Ásia romana (110-113), falando do incêndio de Roma que aconteceu no ano 64, apresenta uma notícia exacta sobre Jesus, embora curta: “Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm-lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo, não somente na Judeia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais, XV, 44).

 

2. Plínio o Jovem (Caius Plinius Cecilius Secundus, 61-114), sobrinho de Plínio, o Velho, foi governador romano da Bitínia (Asia Menor), escreveu ao imperador romano Trajano, em 112: “…os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus”. (Epístolas, I.X 96)

 

3. Suetónio (Caius Suetonius Tranquillus, 69-126), historiador romano, no ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (41-54), afirma que este “expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós, Cristo), se haviam tornado causa frequente de tumultos” (Vita Claudii, XXV). Esta informação coincide com o relato dos Actos dos Apóstolos 18,2 onde se lê: “Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma”; esta expulsão ocorreu por volta do ano 49/50. Suetónio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens.

 


Documentos judaicos:


1. O Talmude (colectânea de leis e comentários históricos dos rabinos judeus posteriores a Jesus) apresentam passagens referentes a Jesus. Os judeus combatiam a crença em Jesus, daí as palavras adversas a Cristo. Tratado Sanhedrin 43 do Talmude da Babilônia diz: “Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré. Durante quarenta dias um arauto, à frente dele, clamava: 'Merece ser lapidado, porque exerceu a magia, seduziu Israel e o levou à rebelião. Quem tiver algo para o justificar venha proferí-lo!' Nada, porém, se encontrou que o justificasse; então suspenderam-no à haste na véspera da Páscoa.”


2. Flávio Josefo, historiador judeu (37-100), fariseu, escreveu palavras impressionantes sobre Jesus: “Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas, foi o mestre daqueles que recebem com júbilo a verdade, e arrastou muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou-o ao suplício da Cruz, mas os seus fiéis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia Ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a Seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por Sua causa, recebeu o nome de cristãos” (Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a).

 


Documentos cristãos:


Os Evangelhos: narram com riqueza de detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos a terra da Palestina no tempo de Jesus. Os evangelistas não poderiam ter inventado tudo isto com tanta precisão.


São Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores César Augusto e Tibério; cita os governadores da Palestina, Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, e outras personagens como Anás e Caifás (Lucas 2,1;3,1s). Todos são muito bem conhecidos da História Universal.


São Mateus e São Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (Mateus 22,23; Marcos 3,6).


São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (João 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (João 19, 13) e muitas outras coisas reais. Nada foi inventado, tudo foi comprovado pela História.


Além dos dados históricos sobre a vida real de Jesus Cristo, tudo o que Ele fez e deixou seria impossível se Ele não tivesse existido. Um mito não poderia chegar ao século XXI com mais de mil milhões de seguidores. Os apóstolos e os evangelistas narraram aquilo do qual foram testemunhas oculares; não podiam mentir, sob pena de serem desmascarados pelas adversários e perseguidores da época.


Será que poderia um mito ter vencido o Império Romano? Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? O escritor cristão Tertuliano (†220), de Cartago, escreveu que “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”. Será que um mito poderia provocar tantas conversões, mesmo com sérios riscos de morte e perseguições? No século III já havia cerca de 1500 sedes episcopais (bispos) no mundo afora. Será que um mito poderia gerar tudo isto? É claro que não. Será que um mito poderia sustentar uma Igreja, que começou com 12 homens simples e que já tem 2000 anos; que já teve 265 Papas, e que tem hoje mais de 4000 bispos e cerca de 410 mil sacerdotes em todo o mundo?

 

As provas são evidentes: Jesus Cristo existiu!

 


Fonte:

Gotquestions.org

Spiritus Paraclitus


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