«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Dez 15
publicado por FireHead, às 19:34link do post | Comentar

O Frei Bento Domingues faz aqui uma confusão (propositada), como se todos os livros do Antigo Testamento tivessem sido escritos pela mesma pessoa e na mesma época. Ele vê no Antigo Testamento uma lógica sequencial histórica — o que é próprio do Historicismo. Mas a verdade é que, por exemplo, o livro do Génesis não tem nada a ver com o do Deuteronómio, ou seja, não existe uma relação lógica directa entre os dois livros.

 

Naturalmente que esta confusão é propositada. A prova disso foi o aproveitamento (ignorante) de Francisco Louçã do texto de Frei Bento Domingues. Les bons esprits se rencontrent

 

Francisco Louçã, tirando partido da confusão propositada de Frei Bento Domingues, parte da premissa segundo a qual o Antigo Testamento é o livro fundamental dos cristãos. Frei Bento Domingues sabe que não é, e por isso é que ele fala em Iaveísmo, e não em Cristianismo.

 

Estas “confusões” fazem parte da estratégia ideológica que tem como objectivo nivelar todas as religiões, medindo-as pela mesma bitola. A pergunta que Francisco Louçã e Frei Bento Dominguesimplicitamente fazem é a seguinte:

 

“Se o Antigo Testamento também apela ao assassínio, como é que os católicos se distinguem dos muçulmanos?”

 

A pergunta invoca uma falácia do espantalho.

 

É que há aqui um detalhe que ambos escamoteiam (um de propósito, e outro por ignorância) : o Antigo Testamento não é o livro fundamental do Cristianismo. Aliás, o Cristianismo não é a “religião do livro”: é a “religião da palavra”.

 

A “religião do livro” é o Islamismo (Alcorão). E o Judaísmo é a “religião da lei” (Deuteronómio). O Cristianismo é a “religião da palavra” (“No Princípio, era o Verbo” — Evangelho de S. João, 1).

 

 

Fonte: perspectivas


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Dez 15
publicado por FireHead, às 00:36link do post | Comentar

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Dez 15
publicado por FireHead, às 11:52link do post | Comentar

A mentira do agnosticismo

Se perguntarmos a algum agnóstico se Deus existe ou não provavelmente responderá: “Talvez…” ou, se for um pouco mais lúcido (mas não demasiadamente lúcido): “Não sei”. Estas respostas traduzem uma verdade certa que aparentemente anda escondida da maior parte das pessoas do nosso tempo: o agnosticismo não é verdadeiro. Não é verdadeiro simplesmente porque na tese agnóstica não há qualquer pretensão de verdade. Portanto, seja num debate, numa discussão ou numa simples conversa de café, se o tema em cima da mesa é a existência de Deus, e se queremos minimamente obedecer às leis da lógica, teremos de deixar de fora o agnóstico. Deus ou existe ou não existe. O enunciado “Deus existe” ou é verdadeiro ou é falso, e não há nada a fazer em relação a isso. Não há “talvezes” na lógica. O único acrescento de lucidez que o agnóstico pode ter ao responder que não sabe se Deus existe ou não é o de se autoexcluir da discussão em vez de ter de ser chamado à atenção por alguém. Nesse caso, ele sabe que não defende uma posição, sabe que Deus ou existe ou não existe, mas não arrisca e põe-se fora do debate. O agnosticismo nunca poderá estar certo. O agnosticismo é a única posição que, por não chegar sequer a ser uma posição, um lógico pode deitar fora imediatamente.

Já se ouvem ao fundo as vozes contestatárias e talvez ofendidas: “Mas não é certo que não podemos provar se Deus existe ou não? Não é essa a única certeza do debate?” De facto, essa é a única certeza, a de que quando falamos de Deus, falamos de qualquer coisa cuja existência ou não existência não pode ser provada. Dir-me-ão então desatentamente: “Precisamente por isso o agnosticismo é a única posição lógica e susceptível de ser defendida. A apresentação da ausência de provas, o silêncio e a dúvida são a única resposta possível de um verdadeiro lógico neste debate.” Acontece que a possibilidade de termos provas ou não da existência de Deus não altera de forma nenhuma a sua existência ou não existência. Deus existe ou não existe, independentemente da ausência de provas. Quando o agnóstico e o “lógico silencioso” morrerem, firmes na sua única certeza, serão confrontados ou com Deus ou com o nada – e aí perceberão que sempre estiveram errados.

Mas será que todos os que se dizem agnósticos não têm realmente nenhuma pretensão de verdade relativamente à existência ou não de Deus? Facilmente imagino um agnóstico a dizer: “Deus existe, mas não é possível saber mais nada acerca dele e essa é a razão pela qual defendo que não se deve ser religioso mas sim agnóstico.” E eu responder-lhe-ia: “Eu sou religioso precisamente porque Deus existe e não é possível saber mais acerca Dele.” “Como? Mas tu és cristão, tu dizes que Deus é uno e trino e todo esse tipo de afirmações temerárias acerca do que Deus é e não é!”. E aí diria eu “Digo, de facto, isso e muito mais. Digo um Credo inteiro. Mas não porque julgue que o posso provar. Acredito, sem provas nenhumas que o sustentem é certo, que Deus se revelou aos homens.” Sabemos como continuaria a discussão. Estava descoberto o ponto de cisão. O agnóstico, naturalmente, não acreditaria nesse negócio obscuro da revelação: “Não se pode acreditar nisso. É mistério a mais para mim. E para não falar de todos os problemas que uma revelação de Deus levanta. Ainda por cima, há várias religiões. Porque é que o Deus do senhor é melhor do que o dos outros?”. Há que lhe dar o mérito de, pelo menos ser um agnóstico que se posiciona para uma discussão acerca de Deus. Contudo, também é necessário fazer notar que defende uma posição incoerente. Pois, se bem me lembro a sua posição era a defesa da tese da existência de um Deus desconhecido. Mas o que foi que o levou a postular a existência de um Deus? Certamente não foram as provas porque não há. Foi portanto, um acto de crença. E o que o faz rejeitar uma revelação divina? A falta de provas, apenas. Tudo o resto, todos os problemas de ele fala que se poderiam levantar não interessariam nada caso houvesse alguma prova. O decisivo para ele é o não haver prova. O problema deste agnóstico não é o facto de não se tratar propriamente de um agnóstico; o problema é não se decidir relativamente ao critério pelo qual chega às suas teses. Pois se duas teses são igualmente impossíveis de ser provadas ou se rejeitam, se a prova for usada como critério, ou então, uma vez deitado fora esse critério, ele não pode ser usado como justificação para não aceitar alguma delas. Com isto não se diz que acreditar na existência de Deus implica necessariamente acreditar numa revelação, e menos ainda, que implica acreditar na revelação cristã. Diz-se apenas que se o agnóstico admite corroborar teses que não têm provas, terá que explicar muito bem porque é que é inconcebível um Deus revelado – e eventuais problemas como a diversidade religiosa não têm nada a ver com essa explicação. Cabe-lhe não provar que a tese religiosa tem problemas (até porque todos os religiosos estão cientes disso), mas a tarefa impossível de provar uma tese a que chegou pela demissão das provas.

Não me parece que exista algum agnóstico que diga: “Deus não existe, mas eu não tenho a certeza disso”, isto é, que afirme uma não existência de Deus não muito convencida. Porque, normalmente se diz, entrando na forma mais bruta e irreflectida de ateísmo: “Porque não tenho a certeza de que Deus exista, Ele não existe.” E se existe algum desses agnósticos, então que pense melhor no título que se dá a si próprio: esse senhor é ateu precisamente porque nenhum ateu tem qualquer certeza. Mas não nos apressemos em chegar à discussão com o ateísmo. Voltemos antes ao princípio, já que me parece que tratámos de todas as formas de agnosticismo: Ou Deus existe ou não. E as duas teses que se podem confrontar são apenas e sempre estas. Um agnóstico, qualquer que seja, apesar de provavelmente o desejar, não se encontra numa posição neutra relativamente a esta alternativa, precisamente porque não existe aqui qualquer posição neutra. Mesmo no silêncio teórico acerca da existência de Deus – que vimos ser a única forma de estar completamente certo que se está errado – o agnosticismo tem o problema que têm todas as decisões a medo: decide não decidir, isto é, sem decidir se Deus existe ou não, transforma essa não-decisão numa decisão, porque sempre que age tem de decidir. E por isso, não há agnósticos. Apesar do que possa sair da boca e das canetas de muitos, face alternativa em causa na existência de Deus, e no decorrer da própria vida, ou se é “crente” ou ateu. Na discussão sobre Deus não está só em causa a defesa de teses teóricas, mas também a defesa de teses que implicam um compromisso prático. Ou se vive como se Deus existisse ou se vive como se não existisse. Não há nenhuma forma de viver indeciso relativamente a isso. Em cada acção cada um de nós decide se é religioso ou ateu. Os que se chamam a si próprios agnósticos são por isso os “crentes” ou “ateus” que têm medo de levar as suas teses às respectivas consequências. Não há qualquer “pudor científico” ou “dúvida metódica” no agnosticismo. Há medo em bruto: medo que Deus exista e que isso implique eu ter de me subjugar à Sua vontade, e medo que não exista e que eu não consiga nunca encontrar um lugar onde repousar o meu coração. Todos deveríamos ter uma colecção de t-shirts para oferecer aos nossos amigos ditos agnósticos. A t-shirt diria em letras bem grandes: “Eu tenho uma certeza:” e por baixo, em letras ainda maiores: “Escolhi o caminho errado.”

A crença dos ateus

Chegou a altura de considerar o único verdadeiro confronto que pode existir no que toca à discussão acerca da existência de Deus: “Crentes vs. Ateus”. Será? De facto, o nome que habitualmente é dado ao grupo dos religiosos faz-nos ver claramente que estas discussões, na maior parte dos casos, partem de pressupostos muito duvidosos e parciais. Disse bem, não disse? Habitualmente chamamos “crentes” àqueles que estão do lado da defesa da existência de Deus. Porque é que não chamamos também aos seus adversários, com igual desprezo, “crentes”? Um amigável ateu estaria certamente pronto para me responder: “Chamamos-vos “crentes” porque, como certamente admite, é necessário que se acredite, isto é, que se vá além das provas racionais, para poder chegar à conclusão de que Deus existe.” Agradecido, embora não precisasse deste esclarecimento tão elucidativo, diria: “E quais são as provas racionais que o senhor apresenta em defesa da sua tese?” Parece-me que o meu interlocutor imaginário não ficaria minimamente perturbado com a minha pergunta. Provavelmente começaria a papaguear um conjunto de argumentos a favor da sua tese. Ora, e que faria eu? Ter-me-ia ele assim derrotado? Sabemos bem que não. Todos os seus argumentos teriam problemas, assim como teriam os meus se tentasse provar a minha crença. A questão da existência de Deus, como aliás todas as questões que não de um âmbito de uma ciência particular, fogem das provas. Não há pessoas não crentes. E quem o fez ver bem, por exemplo, foi David Hume, um aparente amigo dos nossos queridos ateus. Não temos sequer a certeza de que a água que pusemos ao lume vá ferver.

Vejamos isto com mais cuidado. Poder-se-á definir “ter uma certeza” como um estado em que se está perante um enunciado necessariamente verdadeiro e susceptível de prova. E até aqui tenho entendido por “crença” aquele estado no qual aceito como verdadeiro um enunciado que não posso provar. O salto que me faz passar de argumentos com problemas para a adesão à tese que defendem. Há alguns enunciados sobre os quais podemos ter certezas? Sim, por exemplo as tautologias, e as verdades das ciências particulares. As primeiras servem-nos de pouco, mas as segundas são verdadeiramente úteis. O que se entende aqui por verdades das ciências particulares? São enunciados que podemos dizer que são necessariamente verdadeiros porque cumprem os requisitos que são pedidos pelo método de uma ciência particular. Um exemplo deste tipo de verdades poderá ser: “X é um ponto no espaço”. Pode-se aderir a este enunciado com certeza porque está previamente definido o que se entende por ponto no espaço e dada a verificação de que X cabe nessa definição. E o resto dos enunciados? São vividos por nós decididamente como certezas, mas não o são de facto. Não os conseguimos justificar. Isto pode ver-se não só pela experiência de tentar justificar cada enunciado que cada um de nós produz, ou pela experiência de tentar descobrir quais são as teses que operam silenciosamente em nós como certezas, ou ainda pela verificação de que uma eventual personagem que duvidasse de tudo, não conseguiria sequer dar um passo. Pior, não conseguira simultaneamente não dar esse passo.

Sendo assim, não há forma de os ateus não serem verdadeiros crentes. Não só no sentido em que todos nós enquanto sujeitos de conhecimento somos crentes, mas também porque na questão da existência de Deus, qualquer dos argumentos que possam apresentar não levará necessariamente ao ateísmo. Portanto, não usemos expressão “crentes”, como se faz nos nossos tempos, para tentar atirar as pessoas religiosas para o canto da superstição e da temeridade. Porque se o fizermos, teremos, por uma questão de honestidade, de fazê-lo também com os ateus. Então perceberíamos finalmente o carácter absurdo do debate pseudo-lógico que há entre ateus e religiosos: trata-se de um debate “Crentes vs. Crentes”.

E será que o meu caro colega ateu admitirá isto? A mim não me parece que haja forma de escapar. O seu acto de crença no nada é tão magnificamente irracional como o meu acto de crença em Deus. Ou seja, isto não significa que cada um de nós não tenha argumentos mais ou menos racionais, mas sim que, no fim de contas, ninguém tem a única coisa que interessaria num debate teórico e lógico: uma prova. Mas infelizmente são provavelmente poucos os ateus que admitiriam que o salto de crença em Deus é igualzinho ao salto de crença no nada. Primeiro confundiriam a crença na existência de Deus com a fé. Depois à semelhança dos agnósticos viriam com a conversa da probabilidade, e provavelmente, um debate que se propunha a discutir a existência de Deus ficaria encravado na tentativa de um ateu exorcizar o estado de crença em que se encontra. E aí eu teria de intervir: “Visto está que o senhor não consegue provar que Deus não existe, nem que essa sua incapacidade de provar a sua posição não o leva a ser um homem crente, deixe-me que lhe pergunte apenas mais uma coisa: o senhor é ateu porque está convencido que Deus não existe?” E, infelizmente, se houvesse um vírus de honestidade que nele entrasse nesse momento, ele diria: “Não. Eu sou ateu porque não posso acreditar naquilo que não consigo provar.” E então, todos perceberíamos a valente encrencada em que ele se metera.

É verdade que esta é uma figura bem ridicularizada do ateu. Há uma série de ateus honestos, tal como há religiosos desonestos. Ora, a discussão com o ateu honesto seria mais fácil. Chegaríamos ambos ao ponto de dizer que tínhamos chegado às nossas teses sem provas. E aí ficaríamos. “Ou Deus existe ou não”, “Ou ele está certo, ou eu.” No entanto, a pergunta que fizera àquele pseudo-agnóstico que acreditava em Deus, mas não na revelação e na religião, também a posso fazer a este ateu. “Se o senhor foi além das provas para chegar ao nada, porque é que não pode ir além das provas para chegar a Deus?”. A diferença é que ele poderia fazer-me exactamente a mesma pergunta: “Diga-me você. Porque é que você vai além das provas para chegar a Deus e não ao nada?” E aí, sem que com isso provasse nada eu diria: “Desculpe, mas deve haver um engano. Nada está do meu lado, tudo do seu. O senhor é que tem de se justificar. Porque o senhor condenou-se a si próprio à morte por um acto de crença, condenou toda a vida a um mero espectáculo absurdo de beleza e sofrimento e condenou todas as suas acções a ser arbitrárias e sem qualquer direcção. Condenou tudo ao fracasso e tudo por um acto de crença, tudo porque acredita nisso.” Então, nesse momento, sem qualquer pretensão de ter chegado à prova da minha posição, mas com a noção de ter esclarecido o verdadeiro lugar do ateísmo, oferecer-lhe-ia, pintada de negro fúnebre, a minha t-shirt que identificava os jovens na visita do Papa a Portugal em 2010. E ele sairia dali, todo vestido de negro, e nas suas costas estava escrito: “Eu Acredito!”.

Vasco Cordovil Cardoso
Velho Critério


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Dez 15
publicado por FireHead, às 04:09link do post | Comentar
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Dez 15
publicado por FireHead, às 07:59link do post | Comentar

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Dez 15
publicado por FireHead, às 05:13link do post | Comentar

 

SALT LAKE CITY, 30 Nov. 15 / 05:46 pm (ACI).- A diocese do Salt Lake City nos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre um facto que chamou atenção dos fiéis. Uma Hóstia consagrada devolvida ao celebrante da Missa, e posta em um copo d´água, ainda não se dissolve, e dentro dela é possível ver marcas de sangue. O caso está ficando conhecido como a “Hóstia que sangra”.

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No último 27 de Novembro, a diocese de Salt Lake enviou à imprensa uma declaração sobre a “Hóstia que sangra”, que se encontrava na igreja de São Francisco Xavier.

O canal KUTV de Utah assinala que um sacerdote dessa igreja deu a Hóstia consagrada a um menino para que comungasse e um parente disse ao presbítero que o pequeno não tinha feito a sua Primeira Comunhão – ou não era católico – e por isso a devolveu.

A Hóstia logo foi colocada em água para que se dissolvesse como costuma fazer-se nestes casos de acordo com as normas litúrgicas.

Entretanto, a Hóstia não se dissolveu e ainda, depois de alguns dias, apareceram nela manchas vermelhas, talvez de sangue. Alguns sugerem que poderia tratar-se de um milagre, enquanto outros afirmam causas naturais para o acontecimento.

O facto é que o administrador diocesano do Salt Lake City, Mons. Colin F. Bircumshaw, designou uma comissão ad hoc de “indivíduos de distintos campos para investigar o tema”.  O grupo inclui cientistas e pesquisadores.

“O processo já está em marcha e os resultados serão feitos públicos”, indicam as autoridades da diocese.

A Hóstia que é objecto da investigação está sob custódia do administrador diocesano. “Diferentemente do que assinalam os rumores, não há planos de expô-la publicamente ou para a adoração”, precisa o texto.

A declaração, que leva a assinatura do Mons. M. Francis Mannion, presidente do comité de investigação, assinala ainda que “qualquer que seja o resultado da investigação, podemos usar este tempo para renovar a nossa fé e devoção no maior dos milagres: a presença real de Jesus Cristo que se dá em cada Missa”.

 

Fonte: ACI Digital


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