«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
27
Jun 15
publicado por FireHead, às 04:11link do post | Comentar

O One Minute Apologist explica como pode um Deus de amor matar no Antigo Testamento:

 

 

O "pastor" adventista brasileiro Rodrigo Silva analisa de forma interessante o porquê de Deus ter mandado matar:

 

 

O padre Paulo Ricardo responde porque é que Deus do Antigo Testamento é tão sanguinário:

 


23
Jun 15
publicado por FireHead, às 07:42link do post | Comentar

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I. No ano de 1534, em Inglaterra, foi exigido a todos os cidadãos que jurassem a Acta de Sucessão, pela qual se reconhecia como verdadeiro casamento a união de Henrique VIII com Ana Bolenha. O Rei era proclamado Chefe supremo da Igreja em Inglaterra, negando-se ao Papa qualquer autoridade. João Fisher, bispo de Rochester, e Tomás Moro, Chanceler do Reino, recusaram-se a jurar a Acta, foram feitos prisioneiros em Abril de 1534 e decapitados no ano seguinte.

 

Num momento em que muitos se dobraram à vontade real, incluídos os bispos, o juramento desses homens teria passado despercebido e eles teriam conservado a vida, os bens e os cargos, como tantos outros. No entanto, ambos foram fiéis à fé até o martírio. Souberam dar a vida porque foram homens que viveram plenamente a sua vocação cristã, até as últimas consequências.

 

São Tomás Moro (leigo mártir, +1535) é uma figura muito próxima de nós, pois foi um cristão corrente, que soube compaginar bem a sua vocação de pai de família com a profissão de advogado e mais tarde com a responsabilidade de Chanceler do Reino, logo abaixo do Rei, numa perfeita unidade de vida. Desenvolvia-se no mundo como se estivesse na sua própria casa; amava todas as realidades humanas, que constituíam a trama da sua vida, onde Deus o quis. Ao mesmo tempo, viveu um desprendimento dos bens e um amor à Cruz tão grandes que se pode dizer que deles extraiu toda a sua fortaleza e coragem.

 

Tomás Moro tinha o costume de meditar todas as sextas-feiras nalguma passagem da Paixão de Nosso Senhor. Quando os filhos ou a esposa se queixavam das dificuldades e contrariedades do dia-a-dia, dizia-lhes que não podiam pretender “ir para o Céu num colchão de penas” e recordava-lhes os sofrimentos padecidos por Cristo, e que o servo não é maior do que o seu senhor. Além de aproveitar as contrariedades para identificar-se com a Cruz, More fazia outras penitências. Levava frequentemente à flor da pele, escondida, uma camisa de pêlo áspero. Foi fiel a esta prática durante a prisão na Torre de Londres, apesar de não serem pequeno incómodo o frio, a humidade da cela e as privações de todo o tipo que passou naqueles longos meses. Encontrou na Cruz a sua fortaleza.

 

Nós, que procuramos seguir Cristo de perto no meio do mundo e dar dEle um testemunho silencioso, encontramos forças e coragem no desprendimento, no sacrifício diário e na oração?

 

II. Quando Tomás Moro teve que pedir demissão do seu cargo de Lord-Chanceler, por não concordar em jurar a Acta, reuniu os familiares para expor-lhes o futuro que os aguardava e tomar medidas em relação à situação económica. “Vivi – disse-lhes, resumindo a sua carreira – em Oxford, na hospedaria da Chancelaria..., e também na Corte do Rei..., do mais baixo ao mais alto. Actualmente, disponho de pouco mais de cem libras por ano. Se vamos continuar juntos, todos devemos contribuir com a nossa parte; penso que o melhor para nós é não descermos de uma só vez até ao nível mais baixo”.

 

E sugere-lhes uma acomodação gradual, recordando-lhes que se podia viver feliz em cada nível. E se nem sequer pudessem sustentar-se no nível mais baixo, aquele que vivera em Oxford, “então – disse-lhes com paz e bom humor – resta-nos a esperança de irmos juntos pedir esmola, com sacolas e bolsas, e confiar em que alguma boa pessoa sinta compaixão de nós [...]; mas mesmo então haveremos de manter-nos juntos, unidos e felizes”.

 

Nunca permitiu que nada quebrasse a unidade e a paz familiar, nem mesmo quando se ausentava ou quando foi preso. Viveu desprendido dos bens enquanto os teve, e alegre quando deixou de contar com o indispensável. Sempre soube estar à altura das circunstâncias. Sabia como celebrar um acontecimento, mesmo na prisão. Um biógrafo, seu contemporâneo, contou que, estando preso na Torre, costumava vestir-se com mais elegância nos dias de festa importantes, na medida em que o seu escasso vestuário lho permitia. Sempre manteve a alegria e o bom humor, mesmo no momento em que subia ao cadafalso, porque se apoiou firmemente na oração.

 

“Dai-me, meu bom Senhor, a graça de esforçar-me por conseguir as coisas que te peço na oração”, rezava. Não esperava que Deus fizesse por ele o que, com um pouco de esforço, podia conseguir por si mesmo. Trabalhou com empenho ao longo de toda a vida até chegar a  ser um advogado de prestígio antes de ser nomeado Chanceler, mas nunca esqueceu a necessidade da oração, ainda que muitas vezes não lhe fosse fácil, sobretudo nas circunstâncias tão dramáticas do processo e dos meses de absoluto isolamento na prisão, enquanto esperava o dia da execução. 

 

Nesses dias derradeiros, escreveu uma longa oração em que, entre muitas piedosas e comovedoras considerações de um homem ciente de que vai morrer, exclamava: “Dai-me, meu Senhor, um desejo ardente de estar convosco, não para evitar as calamidades deste pobre mundo, nem as penas do purgatório ou tão pouco as do inferno, nem para alcançar as alegrias do Céu, nem por consideração do meu proveito, mas simplesmente por autêntico amor a Ti”.

 

São Tomás Moro apresenta-se sempre aos nossos olhos como um homem de oração; assim pôde ser fiel aos seus compromissos como cidadão e como fiel cristão em todas as circunstâncias, em perfeita unidade de vida. Assim devemos ser todos e cada um de nós. “Católico, sem oração?... É como um soldado sem armas”, dizia S. Josemaria Escrivá.

 

III. Give me Thy Grace, good Lord, to set the world at nought... “Dai-me a vossa graça, meu bom Senhor, para que tenha o mundo em nada, para que a minha mente esteja bem unida a Vós e não dependa das variáveis opiniões alheias [...]; para que pense em Deus com alegria e  implore ternamente a Sua ajuda; para que me apoie na fortaleza de Deus e me esforce ansiosamente por amá-Lo...; para Lhe dar graças sem cessar pelos Seus benefícios; para redimir o tempo que perdi...” Assim escrevia o Santo nas margens do Livro das Horas que tinha na Torre de Londres. Eram os dias em que se consagrava a contemplar a Paixão, preparando assim a sua própria morte em união com Cristo na Cruz.

 

Mas São Tomás Moro não viveu de olhos postos em Deus somente naqueles momentos supremos. O seu amor a Deus manifestara-se diariamente no seu comportamento em casa, sempre simples e afável, no exercício da advocacia, e por fim no mais alto cargo público da Inglaterra, como Lord-Chanceler. Cumprindo à risca os seus deveres diários, umas vezes importantes, outras menos, santificou-se e ajudou os outros a encontrar a Deus.

 

Entre os muitos exemplos de um apostolado eficaz que nos deixou, destaca-se o que levou a cabo com o seu genro, que tinha caído na heresia luterana. “Tive paciência com o teu marido – dizia à sua filha Margaret – e argumentei e debati com ele sobre esses pontos da religião. Dei-lhe além disso o meu pobre conselho paterno, mas vejo que de nada serviu para que voltasse novamente ao redil. Por isso, Meg, não tornarei a discutir com ele, mas vou deixá-lo inteiramente nas mãos de Deus, e vou rezar por ele”. As palavras e as orações de Tomás Moro foram eficazes, e o marido da sua filha voltou à plenitude da fé, foi um cristão exemplar e sofreu muito por ter sido consequente com a fé católica.

 

São Tomás Moro está diante de nós como modelo vivo da nossa conduta de cristãos. É “semente fecunda de paz e de alegria, como o foi a sua passagem pela terra entre a sua família e amigos, no foro, na cátedra, na Corte, nas embaixadas, no Parlamento e no Governo. É também o padroeiro silencioso da Inglaterra, que derramou o seu sangue em defesa da unidade da Igreja e do poder espiritual do Vigário de Cristo. E como o sangue dos cristãos é semente que germina, o de Tomás More vai lentamente penetrando e impregnando as almas dos que dele se aproximam, atraídos pelo seu prestígio, doçura e fortaleza. More será o apóstolo silencioso do retorno à fé de todo um povo” (A. Vázquez de Prada).

 

Pedimos a João Fisher e a Tomás Moro que saibamos imitá-los na sua coerência cristã para sabermos viver em todas as circunstâncias da nossa vida como o Senhor espera que vivamos, nas coisas grandes e nas pequenas. Pedimos com palavras da liturgia da festa: Senhor, Vós que quisestes que o testemunho do martírio fosse expressão perfeita da fé, concedei-nos, Vos pedimos, que por intercessão de São João Fisher e de São Tomás More, ratifiquemos com uma vida santa a Fé que professamos com os lábios. 

 
 

in Meditação Diária

10
Jun 15
publicado por FireHead, às 12:03link do post | Comentar

O presidente polaco, Andrzej Duda, de 42 anos, recentemente eleito pelo povo e defensor dos valores tradicionais, apanhou do chão uma Hóstia consagrada durante a Missa do Dia de Acção de Graças celebrada pelo Cardeal Kizimierz Nycz, arcebispo de Varsóvia. A Hóstia caiu para o chão devido ao vento forte que se fez sentir, levando o presidente a levantar-se do assento, ajoelhar-se e a apanhá-l'A enquanto todas as outras figuras de Estado que lá estavam ficaram a assistir. Depois de apanhar a Hóstia, tapou-A com as mãos e entregou-A ao Cardeal, que A recebeu com a reverência devida a Jesus Cristo sacramentado.

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 Com um presidente católico assim, a Polónia está bem entregue!


07
Jun 15
publicado por FireHead, às 17:31link do post | Comentar

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