«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
24
Jul 14
publicado por FireHead, às 08:32link do post | Comentar

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18
Jul 14
publicado por FireHead, às 10:48link do post | Comentar

 

A 4 de Julho de 2003 - feriado nacional nos Estados Unidos - uma família americana que vive no Nebraska encheu o porta-malas do carro para seguir viagem em direcção ao norte, para encontrar o tio Steve e a sua família, que morava em Sioux Falls.

Quem estava a conduzir era o pai, Todd Burpo, ao lado da mulher Sonja e, atrás, o filho Colton, de quatro anos, com a irmã Cassie. Era a primeira vez, em quatro meses, que a família Burpo pegava a estrada depois da história chocante vivida por eles em Março daquele mesmo ano.

O pequeno Colton naquele mês tinha começado a ter fortes dores de barriga. Ele piorou cada vez mais e chegou a vomitar, até que os médicos deram o diagnóstico: apêndice perfurado.

O menino foi operado com urgência e durante a operação a situação piorou: “Estamos a perdê-lo! Estamos a perdê-lo!” O menino ficou muito mal e passou alguns minutos críticos, depois reavivou. Para o pai e a mãe foi uma experiência terrível, momento de lágrimas e muita oração.



No céu

Quatro meses depois, o carro chegou a um cruzamento durante aquela viagem. O pai, Todd, lembrou-se que virando à esquerda naquele semáforo chegaria ao Great Plains Regional Medical Center, lugar onde tinham vivido a chocante experiência. Pensando em esquecer a lembrança dolorosa o pai virou para o menino e disse: “Ei, Colton, se virarmos aqui podemos voltar ao hospital. O que achas, passamos por ali?”

O menino fez entender que tranquilamente passaria por ali. A mãe sorriu e disse: “Tu lembras-te do hospital?” Ele respondeu com prontidão: “Claro que me lembro, mãe. Foi onde ouvi cantarem os anjos”. Os anjos? Os pais se olharam sem entender e após um tempo perguntaram ao menino. Colton contou com naturalidade aos pais: “Pai, Jesus disse para os anjos cantarem para mim porque eu estava com medo. Eles fizeram-me sentir melhor”. 

“Então, tinha também Jesusperguntou o pai. Com a cabeça o filho .

OsSim. Quando eu estava com Jesus tu estavas rezando e a mãe estava ao telefone”.

“Eu via-vos. Subi para o alto, fora do meu corpo, depois olhei para baixo e vi o médico que estava a operar-me. Aí vi-te a ti e a mãe. Tu estavas numa salinha sozinho e rezavas; a mãe estava do outro lado, rezando e falando ao telefone.”

Tudo o que o menino disse era verdade. Assim como era verdade que a mãe de Colton tinha perdido uma filha durante a gravidez, antes de o ter. O menino, que nasceu depois, nunca soube da perda do bebé, mas aquele bebé encontrou-se com ele no céu e explicou-lhe tudo, deixando os pais perturbados. “Não se preocupe, mãe, a irmãzinha está bem. Deus adoptou-a”. Dela o menino disse: “não parava de me abraçar”.

 


Surpresa e clamor

Começa assim, com a típica simplicidade das crianças que contam coisas excepcionais como se fossem normais, uma história formidável que depois o pai contou num livro escrito com Lynn Vincent, “O Céu de verdade”. 

O livro tornou-se no top 10 do New York Times e logo a história de Colton tornou-se num filme, com o mesmo nome, chegando aos cinemas.

 


Um fenómeno enorme

Nos últimos quinze anos a medicina estudou profundamente estes fenómenos de pessoas que chegam a ir ao “além da vida”, e descobriu que não são factos a considerar-se como alucinantes. São experiências reais, vividas por pessoas em estado de morte clínica.

Os estudiosos constataram que a consciência continua a viver fora do corpo, mesmo depois que as funções vitais do corpo e do cérebro param.

É aquilo que alguns chamam de “a prova científica da existência da alma”. Os mesmos estudiosos, com as suas análises científicas, concluem que não se podem explicar estas experiências senão recorrendo à transcendência.

 

 

Antonio Socci, da “Libero”, 13 luglio 2014


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Jul 14
publicado por FireHead, às 07:44link do post | Comentar | Ver comentários (2)


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Jul 14
publicado por FireHead, às 15:23link do post | Comentar


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publicado por FireHead, às 10:42link do post | Comentar


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