«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
28
Fev 14
publicado por FireHead, às 09:41link do post | Comentar

 

O Papado surgiu depois de Constantino? Ah é mesmo? Se foi isso mesmo, então explica essa lista de Papas aqui antes de Constantino pensar em nascer? Ora ora irmãos, não é que a Igreja Primitiva tinha Papas???

São Pedro - Betsaida, Papa de 32 a 67
São Lino - Túscia, Papa de 67 a 76
Santo Anacleto - Roma, Papa de 76 a 88
São Clemente I - Roma, Papa de 88 a 97
Santo Evaristo - Grécia, Papa de 97 a 105
Santo Alexandre I - Roma, Papa de 105 a 115
São Sisto I - Roma, Papa de 115 a 125
São Telésforo - Grécia, Papa de 125 a 136
Santo Higino - Grécia, Papa de 136 a 140
São Pio I - Aquileia, Papa de 140 a 155
Santo Aniceto - Síria, Papa de 155 a 166
São Sotero - Campânia, Papa de 166 a 175
Santo Eleutério - Epiro, Papa de 175 a 189
São Vítor I - África, Papa de 189 a 199 S
ão Zeferino - Roma, Papa de 199 a 217
São Calisto I - Roma, Papa de 217 a 222
Santo Urbano I - Roma, Papa de 222 a 230
São Ponciano - Roma, Papa de 230 a 235
Santo Antero - Grécia, Papa de 235 a 236
São Fabiano - Roma, Papa de 236 a 250
São Cornélio - Roma, Papa de 251 a 253
São Lúcio I - Roma, Papa de 253 a 254
Santo Estevão I - Roma, Papa de 254 a 257
São Sisto II - Grécia, Papa de 257 a 258
São Dionísio - Papa de 259 a 268
São Félix I - Roma, Papa de 269 a 274
Santo Eutiquiano - Luni, Papa de 275 a 283 S
ão Caio - Dalmácia, Papa de 283 a 296
São Marcelino - Roma, Papa de 296 a 304
São Marcelo I - Roma, Papa de 308 a 309
Santo Eusébio - Grécia, Papa de 309 a 309
 
 
Cai a Farsa

publicado por FireHead, às 09:33link do post | Comentar
"Todo reino dividido contra si mesmo será destruído." (Mateus XII, 25)
 
Os protestantes dizem: "A Bíblia é fácil de se entender, quem a lê está livre do erro."
 
O que diz a Bíblia: "Isto mesmo ele (Paulo) faz em todas as suas cartas, ao falar nelas desse assunto. Nelas existem pontos difíceis de se entender, que algumas pessoas ignorantes e sem firmeza deturpam, como fazem com as demais Escrituras, para a própria perdição." (2 Pedro 3,16)

"Disse então o Espírito a Filipe: Aproxima-te para bem perto do carro. Filipe acelerou o passo. Ouvindo que lia o profeta Isaías, disse-lhe: Porventura, entendes o que lês? Ele respondeu: Como posso entender se não há quem me explique? E convidou Filipe a subir e sentar-se ao lado dele". (Act os8,29-31).

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A livre interpretação da Bíblia resultou em milhares de seitas protestantes, cada uma interpretando a Bíblia de forma diferente e ensinando doutrinas opostas entre si. Se a Bíblia protestante é tão fácil de entender, então porque:

1. Existem diversas igrejas baptistas (umas a favor do baptismo infantil e outras contra)?
2. Primeira igreja baptista? Quer dizer que existe a segunda?
3. Porque presbiterianos baptizam crianças, e os da assembeia de Deus não usam a mesma Bíblia?
4. Porque presbiterianos crêem na predestinação calvinista negada por todos os outros protestantes se todos têm a mesma Bíblia?
5. Porque luteranos têm imagens de esculturas em suas igrejas, e as outras seitas dizem que é idolatria?
 
Ora, se a Bíblia fosse realmente fácil de entender, e qualquer um pudesse interpretá-la, não existiriam tantas divisões no meio protestante. É muita burrice acreditar que o Espírito Santo está guiando todas estas seitas ao mesmo tempo, o Espírito Santo não é Deus de confusão! Ele não iria inspirar doutrinas diferentes para cada placa! A resposta é uma só: só a Igreja Católica é a intérprete das Escrituras, pois a Igreja quem as fez. E portanto é a única Igreja de Cristo.
 
 
Cai a Farsa

18
Fev 14
publicado por FireHead, às 09:01link do post | Comentar | Ver comentários (2)

“A pretendida influência do Budismo no Cristianismo já hoje é questão julgada pelos sábios. Entre o espírito e as tendências das duas doutrinas reina o mais completo antagonismo. Nenhuma influência, portanto, foi teoricamente possível e a história o confirma com os factos. É o que asseveram contestes os mais eruditos e notáveis críticos modernos. Só o acanhado preconceito racionalista de alguns autores pôde enxergar na religião cristã uma evolução natural das doutrinas de Sakyamuni.

Que semelhança, com efeito, entre este acervo de erros e incoerências que se chama Budismo e as doutrinas tão puras do Evangelho? Onde os pontos de contacto entre uma religião que nega a divindade, ensina a metempsicose, prega o pessimismo e põe a extinção total da própria existência como meta derradeira dos destinos humanos, como nível único das acções do homem, como sua felicidade suprema e os ensinamentos da teologia cristã que nos propõe o mais elevado e o mais sublime conceito de Deus e funda a moral em seus verdadeiros alicerces, – na subordinação essencial da criatura ao Criador, na liberdade que implica a responsabilidade, na identidade da alma e na imortalidade pessoal?

A analogia de alguns pontos da doutrina evangélica com certos preceitos budistas, acerca da caridade fraterna, do perdão das injúrias, da mortificação das paixões, da prática da continência é meramente extrínseca e acidental. A antítese, pelo contrário, é essencial, profunda, irredutível e atinge os próprios princípios constitucionais da religião e da moral.

A distância, portanto, que vai do Cristianismo ao Budismo é a mesma que medeia entre a Religião e as religiões, a verdade e o erro. Cristo eleva-se acima de Buda como Deus se alteia acima do homem.”

 

Pe. Leonel Franca, S.J, Noções de História da Filosofia


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