«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
23
Jul 13
publicado por FireHead, às 07:38link do post | Comentar

 

 

 


19
Jul 13
publicado por FireHead, às 10:43link do post | Comentar

 

Embora os filhos do século sejam mais hábeis que os filhos da luz, seus ardis e suas violências teriam, sem dúvida, menor êxito se um grande número, entre aqueles que se intitulam católicos, não lhes entendesse mão amiga. Sim, infelizmente, há os que parecem querer caminhar de acordo com os nossos inimigos, e se esforçam por estabelecer uma aliança entre a luz e as trevas, um acordo entre a justiça e a iniquidade por meio dessas doutrinas que se chamam católico-liberais, as quais, apoiando-se sobre os mais perniciosos princípios, adulam o poder civil quando ele invade as coisas espirituais, e impulsionam as almas ao respeito, ou ao menos à tolerância das leis mais iníquas. Como se absolutamente não estivesse escrito que ninguém pode servir a dois senhores. São eles muito mais perigosos certamente e mais funestos do que os inimigos declarados, não só porque lhes secundam os esforços, talvez sem o perceberem, como também porque, mantendo-se no extremo limite das opiniões condenadas, tomam uma aparência de integridade e de doutrina irrepreensível, aliciando os imprudentes amigos de conciliações e enganando as pessoas honestas, que se revoltariam contra um erro declarado. Por isso, eles dividem os espíritos, rasgam a unidade e enfraquecem as forças que seria necessário reunir contra o inimigo.

 

Papa Pio IX in «Carta ao Círculo Santo Ambrósio de Milão», 6 de Março de 1873.

18
Jul 13
publicado por FireHead, às 06:06link do post | Comentar

 Segundo São Mateus, quando a Santíssima Virgem concebeu virginalmente Jesus, estava desposada com São José, apesar de não viverem juntos (Mt 1, 18). Tratava-se de uma situação anterior ao casamento que, entre os judeus, supunha um compromisso tão forte e real que os comprometidos já podiam ser chamados de esposo e esposa, e que só podia ser anulado mediante repúdio.


 Do texto de São Mateus, deduz-se que depois da aparição do anjo a José, explicando-lhe que Maria havia concebido por obra do Espírito Santo (Mt 1,20), os dois casaram-se e passaram a viver juntos. A narração da fuga e retorno do Egipto, o estabelecimento em Nazaré (Mt 2, 13-23) ou mesmo o episódio da perda do menino no Templo quando tinha doze anos, apontam nessa direcção. São Lucas, além disso, ao narrar a anunciação do anjo a Maria, apresenta-a como “uma virgem desposada com José da casa de David” (Lc 1, 27). Portanto, segundo os Evangelhos, São José casou-se com a Santíssima Virgem. Esse dado, com certeza, pertence à tradição histórica recolhida nos Evangelhos.


 Se essas foram as segundas núpcias de São José, ou se ele, já ancião e viúvo, não chegou a desposar a Virgem Maria, mas apenas cuidou dela como de uma virgem que teria a seu encargo, são temas que caem no terreno das lendas. Não oferecem garantia alguma de historicidade.


 A primeira menção dessas lendas encontra-se no chamado “Protoevangelho de São Tiago”, do século II. Relata que Maria permanecia no Templo desde os três anos e que, ao completar doze, os sacerdotes procuraram alguém que se encarregasse dela. Reuniram todos os viúvos do povo, e, depois de um sinal prodigioso – do cajado de José saiu uma pomba – entregaram-lhe a guarda da Virgem. Segundo esta lenda, contudo, José não tomou Maria por esposa. De facto, quando o anjo lhe aparece em sonhos, não diz a José como em Mt 1, 20 “não temas receber Maria por esposa”, mas “não temas por esta donzela” (XIV, 2). Outro apócrifo mais tardio, que reelabora esse relato, o chamado “Pseudo-Mateus”, talvez do século VI, dá a entender que Maria foi desposada por José, pois o sacerdote diz a ela: “deves saber que não pode contrair matrimónio com nenhum outro” (VIII, 4); mas, em geral, fala de São José como protector da Virgem. Por outro lado, o “Livro da Natividade de Maria - uma espécie de resumo do “Pseudo-Mateus”- e a “História de José, o carpinteiro” (IV, 4-5) dizem claramente que José desposou Maria.


 Portanto, não há dados históricos que permitam afirmar que São José era casado anteriormente. O mais lógico é pensar que fosse um homem jovem quando desposou a Santíssima Virgem e que só se casou uma vez.


 

BIBLIOGRAFIA  

 

DANIELOU, J.  Los evangelios de la infancia, Herder, Barcelona 1969.

MUÑOZ IGLESIAS, S. Los evangelios de la infancia. IV, BAC, Madrid 1990.

DE SANTOS, A. Los evangelios apócrifos. BAC, Madrid 1993 (8ª ed.)

 

 

Gonzalo Aranda

 

Fonte: Opus Dei


15
Jul 13
publicado por FireHead, às 05:58link do post | Comentar

 

Reproduzimos abaixo o texto de Pe. José Fernandes de Oliveira, SCJ ('Padre Zezinho'), que propõe uma reflexão especialmente necessária nestes nossos tempos, em que mulheres se vestem, se portam e caminham pelas ruas como se oferecessem os seus corpos, qual mercadoria. Tempos em que mulheres reivindicam o "direito" de cortarem fora de seus ventres os seus próprios filhos, como se fossem tumores, e outras tantas marcham pelo direito de serem "vadias"...

 

 

Era um prodígio de ser humano feminino. Chamava-se Lis. Como era bonita! Dos velhinhos às crianças e jovens, homens e mulheres, negros e brancos, todos admitiam: era a mulher mais bonita da cidade.

 

Caminhava com a desenvoltura e a graciosidade de uma garça. Era o sonho de todo homem na idade de casar e o orgulho de todos os pais. Quem não quereria uma filha gentil, estudada, bonita e bem educada como aquela?

 

Ela sabia disso! A beleza nunca lhe subira à cabeça. Mas parece que adivinhava! Um camião que se perdeu na curva, para desespero do motorista arruinou aquela beleza. Oito meses de hospital e ela voltou amarrada numa cadeira de rodas, rosto reconstruído e cortes profundos por todo o corpo. Tinham destruído o mais lindo monumento da região e do Estado!

 

Naquele dia de Corpus Christi o padre lhe passou a palavra. Ao lado do altar, no púlpito da sua cadeira de rodas ela disse arrancando lágrimas de todos:

 

“- Vocês me viam desfilar minha beleza pela cidade e me abençoavam, galanteavam, propunham noites de amor. Os que me respeitavam me queriam como esposa. A cidade tinha orgulho de mim porque, pelo meu rosto, minha pele, meus olhos e meu corpo que herdei de meus pais, eu era um monumento vivo. Casei-me e meu marido me devotou enorme respeito. Tivemos dois lindos filhos que o meu corpo amamentou. Acho que eu soube ter o meu corpo e usá-lo correctamente.

 

Mas tudo mudou com o acidente. Hoje eu tenho o meu corpo crucificado a esta cadeira. Ele já não inspira desejo, nem admiração. Foi quebrado em onze lugares. Tudo que tenho a oferecer é minha luta, meu sorriso, minha paciência e meu olhar resignado.

 

Mas tenho orgulho de ser católica. Nossa Igreja, todos os dias, nos oferece o Corpo de Cristo que também foi torturado e massacrado naquela cruz e hoje se oferece em sacrifício pelo povo. Eu estou oferecendo o meu por esta cidade. Vocês não me vêem me queixando. Continuo a ser filha, esposa, mãe e mulher. O meu corpo não me atrapalhava e não me atrapalha agora. Eu sempre acreditei no Corpo de Cristo.”

 

As meninas da cidade aprenderam uma coisa. Concurso de miss podia até ser bom, mas umas horas com a Lis mudava uma cabeça adolescente. Soube que ela continua dando catequese em casa e que a frequência dos grupos é impressionante. Mas e porque naquele ontem lindo corpo de mulher havia uma linda alma de mulher. Quando o corpo se feriu a alma saiu ilesa!

 

 

Pe. Zezinho

 

Fonte: Voz da Igreja


10
Jul 13
publicado por FireHead, às 09:34link do post | Comentar


Julho 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
11
12
13

14
16
17
20

21
22
24
25
26
27

28
29
30
31


Links
Pesquisar blogue
 
subscrever feeds
blogs SAPO