«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
29
Mai 13
publicado por FireHead, às 12:01link do post | Comentar

O Papa apelou aos católicos para "defender" a Igreja e obedecer-lhe, mesmo se os seus pastores têm "imperfeições e defeitos", considerando que "não se pode dizer sim a Jesus e não à Igreja".

 

Francisco falou diante de cem mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, num ambiente de entusiasmo, como todas as quarta-feiras durante a audiência geral, precedida por um passeio de papamóvel.

 

Impassível perante uma curta chuvada, o Papa continuou a saudar os fiéis e beijar crianças, numa multidão de chapéus de chuva.

 


Fonte: DN


26
Mai 13
publicado por FireHead, às 10:47link do post | Comentar

«No passado dia 17, a Assembleia da República aprovou, na generalidade, a lei da co-adopção pelo parceiro do progenitor, em uniões de pessoas do mesmo sexo.

 

É por um imperativo de não-discriminação que se defende que também às uniões, ditas homossexuais, se reconheça o que já é permitido aos casais, ou seja, à união de um homem e uma mulher. Contudo, a justiça não obriga a tratar todos por igual, mas a dar a cada qual o que lhe é devido. A justiça fiscal discrimina os cidadãos em função dos seus rendimentos; se o não fizesse, seria profundamente injusta. Uma autarquia, uma sociedade anónima e uma associação de columbófilos podem ter personalidade jurídica, mas é razoável que a lei não lhes permita o casamento, nem a adopção de menores. É uma discriminação em relação às pessoas singulares? Sem dúvida, mas é legítima, como justa é a interdição da adopção para uniões não equiparáveis à família natural, que é a união de um homem e uma mulher.

 

Os defensores do pretenso direito à adopção esquecem que não há, nem pode haver, um direito a ter filhos, naturais ou adoptivos. Não o têm os casais naturais – quanto muito, uma mera expectativa – nem as uniões de pessoas do mesmo sexo e, se aqueles podem adoptar e estes não devem fazê-lo, é porque o Estado deve facultar ao menor órfão, ou filho de pais ausentes ou incapacitados, um pai e uma mãe, ou seja, uma família natural. Só na impossibilidade de adopção, dever-se-ia entregar a criança sem pais a uma instituição social que, como a união de duas pessoas do mesmo sexo, também não é, em sentido próprio, uma família.

 

Um homem singular pode ser um bom pai, como uma única mulher pode ser uma boa mãe e, por isso, é razoável que um só indivíduo possa adoptar. Mas dois homens ou duas mulheres, não só não são melhores pais ou mães – na realidade, só um deles poderá ser, verdadeiramente, pai ou mãe – como, em caso algum, podem ser pai e mãe, o que só poderá ocorrer se forem, respectivamente, homem e mulher.

 

Por outro lado, se se entende que duas pessoas do mesmo sexo podem ser dois bons «pais» ou «mães», por que não permitir que três ou mais indivíduos do mesmo sexo, possam adoptar?! Afinal de contas, a exigência da heterossexualidade do casal é tão natural quanto a sua composição dual: se duas pessoas, do mesmo sexo, podem ser casal e família, porque não três, quatro ou cinco?! A obrigação legal de o casal serem só dois não será também preconceituosa?!

 

De facto é e, nisto, os defensores da co-adopção têm toda a razão. É um preconceito, como preconceituosa é também a essência heterossexual do casal. É um preconceito porque é uma realidade anterior a qualquer racionalização do amor, da família ou da geração: a natureza heterossexual da união fecunda não decorre de nenhuma ideologia, cultura ou religião, mas é uma realidade originária e natural e, apenas neste sentido, é um pré-conceito. É uma realidade aliás universal, porque 97% das uniões estáveis são constituídas, em todo o mundo, por pessoas de diferente sexo e 100% dos casais naturalmente fecundos são heterossexuais. É por isto que o casamento é matrimónio: a união que faz da mulher mãe, ou mater, em latim, porque, quando se exclui a geração, não há verdadeiro casamento, nem família.

 

A nova lei foi saudada como um avanço civilizacional. Mas, se assim é, por que razão os deputados a aprovaram, na generalidade, de forma tão apressada e sigilosa? Se são cientes da sua transcendência, não seria lógico que exigissem uma maioria qualificada, como se requer para as reformas constitucionais? Será que temem o veredicto popular? Será que sabem que a grande maioria das pessoas não concorda com a nova lei?

Uma grande vitória para os direitos humanos? Que uma criança tenha, legalmente, dois «pais» ou duas «mães» é tudo menos humano, porque o que é próprio da natureza humana é ser-se filho de um só pai e de uma só mãe. É desumano que o filho, privado do seu pai, ou da sua mãe, veja esse seu ascendente substituído pelo parceiro do outro progenitor. A nova lei, portanto, não consagra nenhum novo direito humano, mas talvez, por desgraça, o primeiro pseudo-direito desumano.»

 

 

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada


24
Mai 13
publicado por FireHead, às 09:46link do post | Comentar

A polémica em torno do suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, após a Missa de Pentecostes, ganha um novo personagem e dados surpreendentes que revelam a ligação íntima do aborto ao Satanismo

 

 

A tensão causada nos média devido ao suposto exorcismo feito pelo Papa Francisco, na Praça de São Pedro neste domingo, ganhou um personagem interessante. Contrapondo-se ao que disse o porta-voz da Santa Sé, o renomado exorcista da Diocese de Roma, padre Gabriele Amorth, contou aos jornalistas o que realmente teria ocorrido. Segundo o sacerdote, o homem, de facto, era um possesso e esse mal devia-se à aprovação do aborto no México.

 

Polémicas à parte, salta aos olhos a afirmação do padre Amorth de que essa possessão seria uma manifestação diabólica provocada pela indiferença à questão do aborto. Com essa tese, o exorcista reforça a opinião de que a cultura da morte da qual o movimento abortista faz parte tem profundas raízes satânicas, já que é o demónio "homicida desde o princípio" (Cf. Jo 8, 44). Casos como os do Dr. Kermitt Gosnell, o médico que matava bebés nascidos vivos após abortos mal sucedidos, ajudam a recordar uma verdade já há muito tempo esquecida: sim, o Maligno existe e é actuante!

 

A reprodução da monstruosidade de Gosnell pela imprensa - depois de amplos protestos contra o silêncio dela, vale lembrar - não só horrorizou os pró-vidas, como também os simpatizantes do aborto "legal e seguro". Os métodos do doutor trouxeram à tona a frieza e a obsessão pela morte presentes nesses verdadeiros casos de assassinato. Eles reflectem a debilidade de consciência do homem perante a sua dignidade, pois, como recordou o Concílio Vaticano II, esses actos "ao mesmo tempo que corrompem a civilização humana, desonram mais aqueles que assim procedem, do que os que padecem injustamente" (Cf. GS 27).

 

Alguns, ingenuamente - e outros nem tanto assim - poderiam contestar dizendo que o aborto é um "caso de saúde pública" e que a tragédia Kermitt Gosnell seria apenas um "facto isolado". Mas isso está longe de ser a verdade. A cultura da morte não só ceifou inúmeras vidas como entregou os seus próceres a uma ideologia abominável, de modo que é quase possível repetir as palavras de São João: "o mundo inteiro jaz no maligno" (Cf. I Jo 5, 19). É perceptível a acção do demónio sobre a questão do aborto, sobretudo pelos seus frutos. E neste sentido, a interrogação de Madre Teresa de Calcutá ainda ressoa: "Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo o seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?"

 

Para provar que a história de Kermitt Gosnell não é uma excepção, veja-se, por exemplo, os casos apresentados pelo LifeSiteNews, após longa investigação sobre clínicas de aborto espalhadas pelos Estados Unidos. As descobertas foram chocantes. Dentre elas, destaca-se a do Dr. Douglas Karpen, que já está sendo considerado o novo Kermitt Gosnell. Segundo relatórios divulgados pelo movimento pró-vida, Karpen praticava inúmeros infanticídios, provocando a morte de bebés que haviam nascido vivos, mesmo após o procedimento do aborto. Uma planilha com fotos das crianças mortas por Karpen na sua clínica na cidade de Houston, EUA, foi divulgada pelo site lifenews.com. As imagens são estarrecedoras.

 

De acordo com uma série de seis artigos publicados pelo lifesitenews.com, o infanticídio nas clínicas de aborto é cada vez mais comum. Um desses artigos, conta a triste história de "Angele"[01], a mãe que teve de assistir à morte do próprio filho por causa de negligência proposital dos médicos, após uma tentativa frustrada de aborto. Conforme o site, Angele havia solicitado o aborto, mas, ao perceber que o seu filho nascera vivo, arrependeu-se e pediu por ajuda médica. No entanto, nada lhe foi oferecido a não ser o pedido pelo corpo do bebé, depois da sua morte.

 

Ora, torna-se evidente diante dos factos que a luta contra o aborto não é uma simples causa humanitária. O aborto é só a ponta do icebergue. No fundo dessa batalha está a inimizade entre os filhos da luz e os filhos das trevas. A guerra anunciada em Génesis entre os descendentes da Mulher e os descendentes da Serpente. É a história da salvação e da perdição das almas, da graça de Deus que busca salvar os homens e da tentação demoníaca que procura perdê-los. E nesse meio, cabe ao homem escolher de que lado ficar, do lado da descendência da Mulher, abandonando a tibieza, o comodismo e a covardia, ou do lado dos filhos da Serpente, entregando-se ao prejuízo, à mundanidade e à sujeira do mal.

 

A agenda abortista é uma clara afronta à dignidade da pessoa humana e um ataque ao Criador, nosso Deus. A disseminação dessa cultura nefasta na sociedade tende a produzir um sistema cada vez mais corrompido, agressivo e violento. Não se espantem se amanhã outras formas de homicídios forem justificadas como casos de "saúde pública". Esse será só mais um passo no plano, cujo protagonista, sem dúvida, é o diabo. Assim como ensinava o saudoso Padre Leo, o aborto é simplesmente o autógrafo do demónio nos ventres das mulheres, porque é ele o primeiro abortista.

 

 

Por: Equipa Christo Nihil Praeponere

 

Fonte: Christo Nihil Praeponere


22
Mai 13
publicado por FireHead, às 13:01link do post | Comentar

Os vários "Jesuses" inventados pelas seitas é totalmente diferente do Jesus das Escrituras. Um Jesus do reino material não existe como também não existe o Jesus filho de uma mulher comum ou o Jesus que autorizou milhares de doutrinas diversas.

 

Porque quando aparece alguém pregando-vos outro Jesus, diferente daquele que vos temos pregado, ou se trata de receber outro Espírito, diferente do que haveis recebido, ou outro Evangelho, diverso do que haveis abraçado, de boa mente o aceitais (2 Coríntios 11,4).


publicado por FireHead, às 06:27link do post | Comentar
Há 50 anos a “libertação” da batina era tida como gesto “jovem”

Luis Dufaur

 

Há 50 anos o cardeal arcebispo de Paris, Mons. Maurice Feltin, aprovou que os padres deixassem de usar a batina em condições normais.

A sua decisão, tomada em 29 de Junho de 1962, não se apresentou como doutrinária ou moral, mas pastoral, visando adaptar os costumes eclesiásticos às mutações da sociedade. De facto, significou uma mudança histórica e foi acompanhada no mesmo ano pela maioria das dioceses francesas.

O “clergyman” foi acolhido até com euforia por sacerdotes novos e “beatas” da sacristia, relembrou o colunista da revista “La Vie”, Jean Mercier em artigo sob o sugestivo título de “A veste de luz”.

Mercier insiste na “embriaguez de modernidade” daquele momento pouco anterior ao Vaticano II para se compreender que a mudança foi recebida como “verdadeira liberação”.

Hoje, jovens eclesiásticos querem a batina.  Foto: seminaristas em cerimônia de tomada de batina
Hoje, jovens eclesiásticos querem a batina.
Foto: seminaristas em cerimónia de tomada de batina

Aproximadamente desde o Concílio de Trento os sacerdotes usavam batina para se diferenciarem do resto dos homens.

A batina adquiriu a sua forma bem conhecida no século XIX. Escreve Mercier:

Faz pensar na morte, na Cruz. O sacerdote que a veste [a batina] se compromete a imitar a Cristo casto e pobre. Ela sinaliza a sua renúncia ao prazer e à sedução e, num sentido mais largo, a sua renúncia ao mundo, quer dizer, ao sistema que marca as relações humanas pelo desejo de poder, dinheiro e aparência. A batina é uma forma de túmulo. Ela faz eco à antiga prática de se revestir de um ‘véu mortuário’ na cerimónia de entrada de religiosos e religiosas na religião, para simbolizar a morte à vontade própria e ao mundo.

Em 1962 tudo isso ficou para trás: a lógica do abandono da batina foi a mesma da abertura ao mundo profano, laicizado, que repelia a submissão e a obediência.

Por isso foi uma ruptura enorme.

Para o simples fiel, padre sério anda de batina
Para o simples fiel, padre sério anda de batina

O “clergyman” durou muito pouco e acabou sendo abandonado na onda da revolução libertária de Maio de 68. “É proibido proibir”, clamavam nas ruas operários, estudantes e sacerdotes rebeldes contra toda restrição, inclusive a sexual.

Porém, 50 anos depois, os papéis se inverteram. São os sacerdotes jovens que querem usar a batina cuja abolição os velhos defendem.

Mercier constata, espantado, que não se trata apenas de jovens sacerdotes tradicionalistas: “Hoje, o grande assunto entre os padres é saber se eles têm a coragem de assumir a batina”, dizia um deles ao jornalista.

No modo de ver dos simples fiéis, a batina está primeiramente associada à ideia de tradicionalismo.

Em segundo lugar, diante do padre jovem de batina, o fiel pensa tratar-se de alguém que celebra discretamente a Missa Tridentina em latim, sob a forma aprovada pela Santa Sé como “extraordinária”.

No fundo da cabeça da pessoa da rua – constata Mercier – a imagem do padre verdadeiro continua ligada à batina, malgrado as transformações introduzidas pelo Vaticano II.

Um sacerdote amigo do colunista contou-lhe que foi a Lourdes recentemente com outro padre. Só que este último usava batina, e ele só um clergyman preto.

Capelão militar em Lourdes
Capelão militar em Lourdes

Mercier apresenta esse padre de clergyman como um homem de boa presença e “carismático”, e o de batina como tímido, pouco dotado de qualidades e brilho pessoal.

Entretanto, quando iam pelas ruas de Lourdes, eram parados sem cessar por peregrinos que pediam para benzer objectos.

Em momento algum eles se dirigiram a mim, contou o padre de clergyman, embora fosse evidente que eu sou padre, mas sempre a meu amigo de batina. Eu acredito que era por causa da batina. Ela exerce efeito especial sobre as pessoas que estão longe da Igreja, um atractivo poderoso.

Mercier diz que teria muitos outros testemunhos no mesmo sentido para narrar.

Para os padres de mais 60 anos – acrescenta – a batina é um retrocesso, é arrogância, endurecimento ideológico, uma renúncia a tudo pelo que eles combateram na vida.

Mas os jovens sacerdotes, os quais voltaram a usá-la em 2012, pensam que ela serve melhor para evangelizar. Em se tratando de “dar testemunho”, que melhor testemunho pode haver que andar de batina pelos logradouros públicos?

Cena em Roma: batina contradiz maus costumes
Cena em Roma: batina contradiz maus costumes

Mas para Mercier, que não é amigo da batina, há um problema muito delicado.

A batina está ligada estreitamente ao celibato e os padres sentem muito isso.

Optar por não casar para seguir a Jesus Cristo e trabalhar pelo Reino de Deus: isso a batina prega como nenhum outro símbolo.

A veste preta que cobre o corpo todo, escreve Mercier, é um escândalo para um mundo que exibe a carne, onde prevalece um conformismo social tirânico em matéria de sexualidade, onde se afirma ser anormal que alguém não seja sexualmente activo. Ora, o sacerdote que pratica a castidade e escolhe o celibato encarna a resistência contra esse modo de pensar dominante. O facto de usar batina participa da radicalidade de Cristo e do Seu Evangelho.

Mercier recomenda seus amigos, sacerdotes e leigos engajados como ele no movimento progressista e que hoje se sentem cada vez mais frustrados, a não polemizar com os jovens padres de batina.

Se isso acontecer eles vão radicalizar mais e a situação vai ficar pior para aqueles que um dia julgaram que conquistariam o mundo mostrando-se “jovens” e jogando as “velharias” da Igreja pela janela. Como a batina...

 

 

Fonte: Instituto Plínio Corrêa de Oliveira


21
Mai 13
publicado por FireHead, às 06:13link do post | Comentar | Ver comentários (2)

 

 “O Papa teria feito uma oração de libertação do demónio ou um verdadeiro e próprio exorcismo”

 

Segundo alguns exorcistas questionados por TV2000, ontem, na Praça de São Pedro, Francisco teria feito um exorcismo num rapaz.

 

 

Por Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com

 

Ao fim da missa de Pentecostes na Praça de São Pedro, ontem, o Papa Francisco, impondo as mãos sobre a cabeça de um enfermo, teria feito uma oração de libertação do demónio ou um verdadeiro e próprio exorcismo. Afirmam-no os exorcistas questionados pelo programa “Vade Retro” da TV2000, emissora da Conferência Episcopal Italiana.

 

Praça de São Pedro, próximo ao Arco delle Campane. A missa de Pentecostes acabara há poucos minutos. O Papa Francisco, como sempre, vai em direcção aos doentes que assistiram à celebração. O Pontífice se aproxima de um rapaz. O sacerdote que o acompanha o apresenta a Francisco com algumas palavras que, pelo barulho, se perdem no ar. Mas a expressão de Francisco muda repentinamente.

 

O Papa parece pensativo e concentrado, estende as mãos em direcção ao jovem, rezando intensamente. “Os exorcistas que viram as imagens não têm nenhuma dúvida: tratou-se de uma oração para libertar do Maligno ou de um verdadeiro exorcismo”, indicou TV2000. O próximo programa, de sexta-feira, será dedicado à “batalha do Papa Francisco contra o Diabo e as suas seduções”.

 

 

Fonte: Frates in Unum


19
Mai 13
publicado por FireHead, às 06:18link do post | Comentar

 

No passado dia 13 de Maio, no santuário de Fátima, um pequeno grupo de fiéis rezou um terço e um dos seus elementos, Filipe, tirou umas fotografias do céu. Ao chegar a casa, examinou com mais detalhes as fotos fazendo zoom sobre elas e descobriu 59 pontos de luz, exactamente o mesmo número de contas de um terço. Homem algum teria o engenho de fazer aparecer no céu aquele conjunto de pontos luminosos em plena luz do dia.
 
 
Como Nossa Senhora nos pediu em Fátima, rezemos o terço.

07
Mai 13
publicado por FireHead, às 10:37link do post | Comentar

 

Estátua de São João Bosco no jardim da Montanha Russa, Macau.


publicado por FireHead, às 10:35link do post | Comentar

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