«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
31
Mar 13
publicado por FireHead, às 03:16link do post | Comentar


30
Mar 13
publicado por FireHead, às 16:08link do post | Comentar


28
Mar 13
publicado por FireHead, às 16:06link do post | Comentar

A gnose (ou gnosticismo) é uma qualquer doutrina metafísica de salvação religiosa por intermédio do conhecimento intelectual, e por isso sem o dom directo da Graça Divina.

O gnosticismo é um sistema de crenças que nega e rejeita a estrutura da realidade, particularmente a realidade da natureza humana, e substitui-as por um mundo imaginário construído por intelectuais gnósticos e controlado por activistas gnósticos. — Eric Voegelin, “A Nova Ciência da Política”, 1952


 

gnosticismo

 

A criação do universo e do mundo, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia, estão infinitamente separados de Deus — que evoluiu para o conceito de “morte de Deus”, segundo Nietzsche, e que traduz essa ideia da “ausência de Deus”. O Deus gnóstico não é responsável pela criação do mundo: antes, é o “Inefável”, o “Abismo”, o “Silêncio”: é Aquele em relação ao qual só é possível aceder por uma elite escassa de iluminados através do conhecimento.

 

A responsabilidade pela criação do mundo, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia, é obra de um deus mau, uma espécie de diabo que os gnósticos identificam com o Deus da Bíblia (Antigo Testamento), Javé, e/ou com o Deus cristão. Para os gnósticos da Antiguidade Tardia, o Deus cristão é o demiurgo, ou seja, o próprio diabo, responsável pela criação do mundo e que o criou na ânsia de se apoderar da Sofia.


Para a maçonaria, que se fundamenta na Gnose, esse demiurgo — ou diabo gnóstico, ou Deus bíblico — é substituído pelo símbolo intramundano e imanente do Grande Arquitecto do Universo [o tal demiurgo que criou o universo] que se identifica, que se saiba e pelo menos em alguns ritos maçónicos, com a figura de Lúcifer [por exemplo, nos Illuminati].

 

escape da realidade

 

E uma vez que o mundo é criação do diabo [ou seja, do Deus bíblico, segundo os gnósticos da Antiguidade Tardia], o Homem deve afastar-se e evadir-se do mundo, e negá-lo. A realidade do mundo deve ser, segundo os gnósticos, sistematicamente negada. O mundo deve ser desprezado porque alegadamente é obra do diabo que, segundo os gnósticos, é o Deus da Bíblia.

 

A forma como o Homem deve evadir-se do mundo assume dois sentidos diferentes consoante duas diferentes correntes e doutrinas gnósticas: ou através da abstinência total em relação a todas as tentações do mundo percebidas pelos sentidos (puritanismo radical), ou através do deboche total e completo (por exemplo, o baconismo ou o culto de Baco). Através destas duas formas de agir — puritanismo, segundo uns, ou deboche, segundo outros —, a elite de iluminados “reconhece-se” a si mesma e reconquista a sua parcela de divindade. Para os gnósticos, não há um meio-termo entre puritanismo e deboche para conseguir a salvação.

 

Os gnósticos da Antiguidade Tardia formaram seitas iniciáticas assentes na distinção radical entre os chamados Hílicos (a escória da humanidade, os “profanos” segundo a maçonaria, ou não-convertidos), por um lado, e por outro lado os chamados Pneumáticos (os possuidores do Espírito Santo). Apenas para os Pneumáticos havia a possibilidade hic et nunc de salvação, ao passo que os Hílicos estavam, à partida, destinados à morte espiritual (determinismo da salvação).

 

Entre as seitas gnósticas podemos enumerar as doutrinas de Marcião (oposição radical do Novo Testamento ao Antigo Testamento) e a de Ario ou arianismo (que defendeu a ideia de Jesus Cristo como um simples homem desprovido de uma ontologia divina) — embora alguns digam que esses dois não foram gnósticos.

 

Para além desses dois, são gnósticas as doutrinas de Basílides, Carpócrates ou de Valentim, entre outras. A maçonaria também é uma seita gnóstica. O hermetismo do Renascimento e o Iluminismo têm claros e evidentes fundamentos no gnosticismo da Antiguidade Tardia.

 


Fonte: perspectivas


27
Mar 13
publicado por FireHead, às 22:47link do post | Comentar

O Sinédrio tramava apoderar-se de Cristo. Judas indicou o meio: ‘Eu sei onde, sou discípulo d’Ele, mas quero dinheiro pelas indicações!’

Era natural que os sinedristas dessem uma boa quantia. Mas eles eram gananciosos, e Judas conformou-se com pouco, porque queria dinheiro logo.

Quando Judas apareceu para prender Nosso Senhor e osculou-O, Jesus perguntou-lhe com afecto: ‘Judas, com um ósculo tu trais o Filho do Homem?’ (Lc 22,48).

Judas não se incomodou. ‘Trinta dinheiros, o resto não importa!’ Conhecemos a resto da história, que terminou ignobilmente numa figueira.

Nosso Senhor sabia que ia ser vendido por esse preço. Zacarias havia profetizado: ‘Deram para o meu salário trinta moedas de prata’ (Zc 11,13).

Tudo se passou assim, porque Ele consentiu. O Salvador não era um vencido amarrado e garroteado, mas o vencedor que divinamente quis deixar-Se prender para a salvação do género humano.



Fonte: Católicos Tradicionais


26
Mar 13
publicado por FireHead, às 00:31link do post | Comentar
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24
Mar 13
publicado por FireHead, às 14:39link do post | Comentar

"Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua". Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia. Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão.

publicado por FireHead, às 02:01link do post | Comentar

Disse-se que Bento XVI calçava Prada, o que a muitos escandalizou. Não faltou quem comparasse o sapato pontifício aos pés descalços dos indigentes, para retirar conclusões que eram mesmo, valha a expressão, de se lhes dar com os pés.

 

O Papa Francisco, fazendo jus ao nome, fez questão de aparecer em público com sapatos pretos, por sinal já velhos e cambados. Também agora houve clamores de indignação ante a aparente pobretice de um Sumo Pontífice que parece não compreender as exigências da sua nova condição. Vozes de burro que, como se costuma dizer, não chegam ao céu.

 

Esta prosaica questão tem antecedentes clássicos, porque já Aquiles tinha problemas com o calcanhar. Não consta se o usava ao léu, revestido de púrpura ou dentro de velhas botas de guerreiro. Mas, para sua desgraça, foi a debilidade do seu calcanhar que passou à história, e não a sua lendária bravura de herói homérico.

 

Jesus, que certamente trajava modestamente, usava, contudo, uma túnica que não tinha costura, toda tecida de alto a baixo, que foi sorteada pelos soldados que O crucificaram – o que não teria ocorrido se fosse um farrapo. Não me escandalizam, portanto, as boas vestes, nem os ricos paramentos e alfaias litúrgicas que Francisco de Assis queria para o culto divino, nem os trajes ou calçados mais simples, como os que ele e os seus frades usavam. Mas incomoda-me a hipocrisia dos que, em vez de atentarem no essencial, se perdem em considerações mesquinhas. Porque, qualquer que seja a sandália do pescador, são sempre “formosos os pés dos que anunciam o Evangelho”! (Rm 10, 15).

 

 

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada


23
Mar 13
publicado por FireHead, às 15:47link do post | Comentar

 


19
Mar 13
publicado por FireHead, às 02:01link do post | Comentar


18
Mar 13
publicado por FireHead, às 18:04link do post | Comentar

 

O lema, em latim Miserando Atque Eligendo, significa "Olhou-o com Misericórdia e o Escolheu", uma passagem da Bíblia que conta como Jesus Cristo escolheu o cobrador de impostos (e evangelista) Mateus para ser Seu discípulo.

 

No escudo está, em cima, o emblema da Companhia de Jesus (IHS = "Jesus, Homem e Salvador"), e em baixo encontram-se uma estrela e um lírio. A estrela simboliza a Virgem Maria, mãe de Cristo e da Igreja, e o lírio simboliza São José, o padroeiro da Igreja Universal.


14
Mar 13
publicado por FireHead, às 22:30link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 19:31link do post | Comentar


13
Mar 13
publicado por FireHead, às 23:08link do post | Comentar

A Igreja Católica já tem o seu 266º Papa: Jorge Mario Bergoglio, jesuíta argentino de 76 anos, que adoptou como nome papal Francisco. Uma tripla novidade: é o primeiro Papa com o nome Francisco, jesuíta e do continente americano.


"Irmãos e irmãs, boa noite. Vós sabeis que os meus irmãos cardeais que tinham de escolher um Bispo de Roma foram buscá-lo quase ao fim do mundo... mas estamos aqui", começou por dizer Sua Santidade antes de pedir a todos os presentes na Praça São Pedro para "fazer uma oração ao nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos por ele, que a Virgem o guarde". E prosseguiu: "Agora, vamos iniciar este caminho juntos, este caminho da Igreja de Roma. Um caminho de fratenidade, de amor e confiança mútua entre nós". "Vamos rezar para o mundo todo para que haja uma grande fraternidade. Desejo que este caminho que hoje iniciamos seja profícuo na evangelização", acrescentou o novo Sumo Pontífice.


Viva o Papa Francisco!!

publicado por FireHead, às 00:08link do post | Comentar


12
Mar 13
publicado por FireHead, às 16:03link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 15:25link do post | Comentar

09
Mar 13
publicado por FireHead, às 15:14link do post | Comentar

 

Em 5 de Março de 2013 - Os olhos do mundo, não só dos católicos, estão voltados neste momento para São Pedro, a fim de saber quem será o novo Vigário de Cristo. A espera que se manifesta antes de cada Conclave é desta vez mais acurada e intensa, pela sucessão de acontecimentos que nos deixam chocados e confusos.

Massimo Franco escreve no “Corriere della Sera” de 27 de Fevereiro de 2013 que dentro da Cidade do Vaticano está se consumando o fim de um modelo de governo e de uma concepção do Papado, e compara a dificuldade que a Igreja atravessa hoje com a fase final da crise do Kremlin soviético. O declínio do Império vaticano – escreve – acompanha aquele dos EUA e da União Europeia em crise económica e demográfica. Mostra um modelo de Papado e de governo eclesiástico centralizado, desafiado por uma realidade fragmentada e descentralizada. A crise do império vaticano vem apresentada como uma crise de modelo de Papado e de governo eclesiástico inadequado para o mundo do século XXI. A única saída seria a de um processo de “auto-reforma” que salvasse a instituição desnaturando-lhe a essência.

Na realidade, o que está em crise não é o governo “monocrático” conforme a Tradição da Igreja, mas o sistema de governo nascido das reformas pós-conciliares, que nos últimos 50 anos vêm expropriando o Papado da sua autoridade soberana para redistribuir o poder entre as conferências episcopais e uma omnipotente Secretaria de Estado. Mas, sobretudo Bento XVI e os seus predecessores, por razões diversas de temperamento, se tornaram vítimas do mito da colegialidade de governo na qual sinceramente acreditaram, renunciando a assumir muitas responsabilidades que teriam podido resolver o problema da aparente ingovernabilidade da Igreja. A actualidade perene do Papado está no carisma que lhe é próprio: o primado de governo sobre a Igreja universal, da qual o magistério infalível é a decisiva expressão.

 

Bento XVI, dizem alguns, não exerceu com autoridade o seu poder de governo, por ser um homem suave e manso, que não tem nem o carácter nem a força física para fazer frente a essa situação de grave ingovernabilidade. O Espírito Santo o iluminou infalivelmente, sugerindo-lhe o supremo sacrifício da renúncia ao pontificado para salvar a Igreja. Porém, não se dá conta de quanto este discurso seculariza e humaniza a figura do Sumo Pontífice. O governo da Igreja não se rege com base no carácter de um homem, mas em sua correspondência à assistência divina do Espírito Santo.

O Papado tem sido ocupado por homens de carácter imperioso e guerreiro como Júlio II, e por temperamento suave e amável como Pio IX. Mas foi o beato Pio IX, e não Júlio II, que correspondeu mais perfeitamente à graça, ascendendo ao cume da santidade própria ao exercício heróico do governo papal. A concepção segundo a qual um Papa fraco e cansado deve renunciar não é sobrenatural, mas naturalista, porque nega a ajuda decisiva ao Pontífice daquele Espírito Santo que impropriamente vem invocado. O naturalismo se transforma neste ponto no seu oposto: em um fidelismo de impronta pietista, pelo qual a penetração do Espírito Santo absorve a natureza humana e torna-se o factor regenerador da vida da Igreja. Trata-se de heresias antigas que hoje afloram até nos ambientes mais conservadores.

O erro, sempre mais difuso, é aquele de tentar justificar qualquer decisão que seja tomada por um Papa, por um Concílio, por uma Conferência Episcopal, em nome do princípio pelo qual o Espírito Santo assiste sempre a Igreja” A Igreja é por certo indefectível porque, graças à assistência do Espírito Santo, o Espírito da Verdade (João 14, 17), tem a garantia do seu Fundador de perseverar até o fim dos tempos na profissão dessa mesma fé, desses mesmos sacramentos, da mesma sucessão apostólica de governo. Indefectibilidade, todavia, não significa infalibilidade estendida a todos os actos de Magistério e de governo, nem tão pouco impecabilidade da suprema hierarquia eclesiástica.

Na história da Igreja, explica Pio XII, alternam-se vitórias e derrotas, subidas e descidas, heróicas confissões com o sacrifício de bens e da vida, mas também, em alguns dos seus membros, queda, traição e divisão. Um testemunho da história é inequivocamente claro: o portae infero non praevalebunt (Mt 16, 18); mas também não falta a outra testemunha, até as portas do inferno tiveram o seu sucesso parcial (Discurso De todo coração, de 14 de Setembro de 1956). Mal grado os sucessos parciais e aparentes do inferno, a Igreja não fica abalada nem pelas perseguições, nem pelas heresias ou pelos pecados dos seus membros; pelo contrário, obtém nova força e nova vitalidade diante das graves crises que a golpeiam.

Mas se os erros, as quedas, as deserções não devem nos desencorajar, quando ocorrem não podem ser negados. Foi, por exemplo, o Espírito Santo que inspirou a escolha de Clemente V e dos seus sucessores de transferir a sede do Papado de Roma para Avignon? Hoje os historiadores católicos concordam em defini-la como uma decisão gravemente errada, que enfraqueceu o Papado no século XIV, abrindo o caminho para o Grande Cisma do Ocidente.

Foi o Espírito Santo que sugeriu a eleição de Alexandre VI, um Papa que teve uma conduta profundamente imoral antes e depois da sua eleição? Nenhum teólogo, mas também nenhum católico, poderia sustentar que os 23 cardeais que elegeram o Papa Borgia foram iluminados pelo Espírito Santo. E se isso não aconteceu naquela eleição, pode-se imaginar que não aconteça em outras eleições e Conclaves, que viram a escolha de Papas fracos, indignos, inadequados para a sua alta missão, sem que de algum modo isso prejudicasse a grandeza do Papado.

A Igreja é grande também porque sobrevive à pequenez dos homens. Pode, portanto, ser eleito um Papa imoral ou inapropriado. Pode acontecer que os cardeais do Conclave rejeitem o influxo do Espírito Santo, e que o Espírito Santo, que assiste o Papa no cumprimento de toda a sua missão, seja recusado. Isso não significa que o Espírito Santo é derrotado pelos homens ou pelo demónio. Deus, e só Ele, é capaz de tirar o bem do mal e, portanto, a Providência guia todos os acontecimentos da História. No caso do Conclave, explica em seu tratado sobre a Igreja o cardeal Journet, assistência do Espírito Santo significa que ainda que a eleição fosse o resultado de uma má escolha, tem-se a certeza de que o Espírito Santo, que assiste a Igreja transformando em bem até o mal, permite que isso aconteça por fins superiores e misteriosos. Mas o facto de que Deus tire o bem do mal praticado pelos homens, como aconteceu com o primeiro pecado de Adão, que foi a causa da Encarnação do Verbo, não significa que os homens possam fazer o mal sem culpa. E todo pecado deve ser pago, no tempo ou na eternidade.

Cada homem, cada nação, cada assembleia eclesiástica deve corresponder à graça, que para ser eficaz necessita da cooperação humana. Em face do processo de demolição da Igreja, do qual já falava Paulo VI, não se pode, portanto, permanecer com os braços cruzados, em um estado de optimismo pseudo-místico. Devemos rezar e agir, cada um de acordo com a sua própria possibilidade, para que esta crise tenha fim e a Igreja possa mostrar visivelmente aquela santidade e aquela beleza que jamais perdeu, e que nunca perderá até o fim dos tempos.

 

 

Fonte: Sou conservador sim e daí?


08
Mar 13
publicado por FireHead, às 19:33link do post | Comentar

Cardeais chegam para reunião, hoje, no Vaticano


06
Mar 13
publicado por FireHead, às 16:27link do post | Comentar

 

O primado é conferido a Pedro para que fosse evidente que há uma só Igreja e uma só cátedra.

 

Nota: 258 d.C. é antes do imperador romano Constantino.


04
Mar 13
publicado por FireHead, às 17:32link do post | Comentar

Continuação do post anterior.

Sitio de Jerusalém

 

Esse é o modo preferido de pôr em evidência o carácter malévolo das Cruzadas.

 

Num discurso em Georgetown, o ex-presidente Bill Clinton disse que esse foi um dos motivos pelos quais agora os Estados Unidos são alvo de terroristas (embora no citado discurso o sr. Clinton tenha subido o nível do sangue até a altura dos joelhos, para dar mais ênfase).

 

É certamente verdade que muita gente morreu em Jerusalém após a tomada da cidade pelos Cruzados.

 

Mas o facto deve ser analisado no seu contexto histórico.

 

O costume vigente em todas as civilizações pré-modernas, tanto na Europa quanto na Ásia, era que se uma cidade resistisse à captura e fosse tomada pela força, sua posse caberia às forças vitoriosas.

 

Isso incluía não somente os edifícios e os bens, mas também as pessoas.

 

Por isso, cada cidade ou fortaleza devia pensar muito bem se podia ou não resistir a um cerco: se não pudesse, o mais prudente era negociar os termos da rendição.

 

No caso de Jerusalém, os seus defensores resistiram até o último instante. Calcularam que as imponentes muralhas da cidade conteriam os Cruzados até chegarem os reforços do Egipto.

 

Eles erraram: a cidade caiu e consequentemente foi saqueada.

 

 

Muitos morreram, mas outros muitos foram aprisionados ou deixados livres para partir.

 

Para elos padrões modernos, isso talvez pareça brutal, mas até mesmo um cavaleiro medieval poderia replicar dizendo que nos bombardeios modernos morrem mais inocentes – homens, mulheres e crianças – do que seria possível passar ao fio da espada em um ou dois dias.

 

Convém lembrar também que nas cidades muçulmanas que se renderam aos Cruzados, as pessoas foram deixadas em paz, na posse das suas propriedades, e com permissão para praticar livremente a sua religião.

 

Quanto às ruas cheias de sangue, nenhum historiador aceita isso: não passa de um mero recurso literário.

 

Jerusalém é uma cidade grande, e a quantidade de pessoas que seria necessário abater para inundar as ruas com dez centímetros de sangue é muito superior à população de toda a região.

 

 

Autor: Thomas F. Madden

Fonte: Ignatiusinsight.com

 

As Cruzadas

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