«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
28
Jan 13
publicado por FireHead, às 00:21link do post | Comentar

 

As imagens tantas vezes na Bíblia solicitadas por Deus já eram usadas pelos primeiros Cristãos:

 

“Vem dos primeiros tempos do Cristianismo, envolvendo até o Apóstolo São Pedro, que teria chegado à Península Ibérica com uma imagem de Nossa Senhora Jerusalemitana, esculpida por São Lucas”, diz o jornalista, pesquisador de História e escritor J. Muniz Jr. (Jornal A Tribuna de Santos, 9/9/97).

 

Santo Agostinho: "Deus opera milagres pelas... imagens de santos".

 

Também dizia o grande teólogo primitivo Santo Agostinho (354-430): “Não há, pois, superstição alguma nas peregrinações do povo cristão a certos lugares em que Deus opera milagres pelas relíquias ou imagens dos santos.” (Biblioteca Patrística). Morre o embuste protestante.

 

Deus proíbe ídolo deus e não “imagens de esculturas”.

 

Decifrando a farsa protestante: o falsário tradutor protestante, João Ferreira de Almeida, adulterou as já incompletas bíblias protestantes, colocando o termo “imagens de escultura” onde nos originais constam "ídolos", para fazer confusão. Se examinarmos o texto original hebraico, notaremos que em ambas as citações do Êxodo e do Deteuronómio falam claramente que aquilo que os protestantes e más traduções traduzem por “imagnes de escultura”, na verdade, deveria ser traduzido por ídolos, pois a palavra hebraica utilizada é “pesel” que se traduz no grego por “êidolon” e em português por ídolo.

 

Esta é uma dentre as muitas querelas que, examinadas a fundo, a Igreja Católica está claramente com a razão.

 

Como poderia Deus proibir “imagens de escultura” se mandou construir duas para colocar sobre a Arca da Aliança que guardavam as tábuas, que na verdade proíbem ídolos????

 

Exemplos das falsificações protestantes estão em Isaías 44,9-10,15,17. O falsário protestante, além de enfiar “imagem de escultura” onde consta "ídolo", ainda enfiou criminosamente a palavra “procissão” em Isaías 45,20. Mas não conseguiu adulterar os versículos seguintes, que restauram o sentido verdadeiro dos originais, com o ídolo de Micas, que não era mais que um deus, transformado em “imagem de escultura” para a casa de Deus, veja: “E os filhos de Dã levantaram para si aquela imagem de escultura, e Jónatas, filho de Gérson, o filho de Manassés, ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas, até ao dia do cativeiro da terra. Assim, pois, a imagem de escultura, que fizera Mica, estabeleceram para si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló” (Josué 18,30-31) (conf. Bíblia J. Ferreira).

 

Deus só proibia figuras de Si, enquanto ninguém O viu naquele instante no monte Horebe (Deutoronómio 4,15-19), se O esculpissem estariam mentindo, se O comparassem com as figuras que Ele descreve, podendo incorrer na fabricação da imagem de um falso deus pagão.

 

Mas logo muitos viram Deus: Jacó viu Deus cara a cara (Génesis 32,30); Moisés e os anciãos de Israel viram Deus (Êxodo 24,9-11); Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33,11 , Deuteronómio 34,10); Ezequiel viu Deus numa visão (Ezequiel 1,27-28). Com o passar do tempo, relata a Bíblia: "... Assim, pois, a imagem de escultura, que fizera Mica, estabeleceram para si, todos os dias que a casa de Deus esteve em Siló” (Josué 18,30-31) (conf. Bíblia J. Ferreira).

 

 

Fonte: Índice das mentiras contra a Igreja Católica


26
Jan 13
publicado por FireHead, às 23:22link do post | Comentar

 

Uma das coisas que mais me entristece e me incomoda é o facto de haver gente, principalmente gente que tem a mania de pensar que é cristã, que não venera Nossa Senhora, a Santa Mãe de Deus, e considera "idolatria" a hiperdulia que os verdadeiros cristãos (católicos) lhe dispensam. Segundo essa gente que não venera a Virgem Santíssima, a "mariolatria" - coisa que eles chamam ao Marianismo - não é bíblico e, como tal, negam o dogma - uma verdade de Fé - da maternidade divina de Mãe de Jesus Cristo.

 

O dogma católico da maternidade divina de Maria é o mais antigo dogma mariano, proclamado no Concílio de Éfeso no ano 431. Este dogma surgiu na sequência da negação da maternidade divina de Maria por parte do bispo herege de nome Nestório que, na época, ensinava que Jesus Cristo possuía duas naturezas distintas, ou seja, que a natureza humana e a natureza divina de Jesus não estavam unidas numa única pessoa, o que faz com que Maria não seja a mãe de Deus mas apenas a mãe do homem que se chama Jesus. Nestório foi quem começou com a satânica negação da maternidade divina de Maria. Todos os que negam que Maria éTheotókos (Θεοτόκος), como os protestantes, não passam de seguidores de Nestório. Curiosamente, nem os próprios protoreformadores - Lutero, Calvino, Zwinglio, etc. - foram tão longe como o Nestório, não chegando sequer a contestar o infalível dogma. Portanto conclui-se que os protestantes de hoje são ainda mais protestantes que os próprios fundadores das seitas protestantes.

 

O Marianismo é bíblico? É. São Lucas, discípulo de São Paulo, revela-nos o que Nestório refutou. São Lucas afirma duas verdades sobre a divindade do Filho de Deus aquando da Anunciação: "o Santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus" (Lucas 1:35). Santa Isabel, parente de Nossa Senhora, ficou repleta do Espírito Santo quando a viu e proclamou "com grande grito": "De onde me vem que a Mãe do meu Senhor me visite?" (Lucas 1:43) São Lucas derrubou a heresia de Nestório. Segundo as Escrituras, o Nome do Senhor é devido somente a Deus e Jesus foi morto porque se declarou precisamente "Filho de Deus" aos sacerdotes, que ficaram nervosíssimos, rasgaram a roupa e disseram "Blasfemou, igualou-se a Deus por se dizer Filho de Deus".

 

Theotókos significa "Mãe de Deus" em grego. A Igreja Católica, a única Igreja de Jesus Cristo, proclama que Jesus é Deus desde o Seu nascimento. São João escreveu no seu Evangelho que "O Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus, e o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Posto isto, é evidente que isto é o Mistério: Maria tornou-se Mãe de Deus assim que Deus encarnou. Maria é uma criatura de Deus, é o ser humano mais perfeito e o único concebido sem pecado - logo atrás de Jesus que é Deus feito Homem -, mas isso não a impediu de ser Mãe de Deus. Como lhe disse o anjo, para Deus nada é impossível. Deus quis e Deus tornou possível: Nossa Senhora, a Virgem Santíssima, é verdadeiramente a Mãe de Deus!

 

Como também é evidente, a Mariologia não existe sem a Cristologia. A Virgem Maria não foi declarada Theotókos por causa dela mesma, mas ao declararmos que ela é Mãe de Deus estamos a afirmar a divindade do Filho e, em consequência, a maternidade divina da Mãe.

 

Santo Inácio de Antioquia, que conheceu São João e São Paulo, e que morreu no ano 110, escreveu: "A verdade é que o nosso Deus, Jesus, o Ungido, foi concebido de Maria segundo a economia divina; nasceu da estirpe de David, mas também do Espírito Santo" (Santo Inácio de Antioquia, Carta aos efésios, PG. 644 ss).

 

Santo Irineu, que morreu em 202, e que foi discípulo de São Policarpo, bispo de Esmirna, o qual foi discípulo de São João Evangelista, escreveu sobre a Virgem Maria: "A Virgem Maria... sendo obediente à sua palavra, recebeu do anjo a boa nova de que ela daria à luz Deus".

 

Santo Efrém, que viveu na Síria e morreu no ano 373 (antes do Concílio de Éfeso), escreveu : "A obra-prima da Sabedoria de Deus tornou-se a Mãe de Deus".

 

Santo Alexandre, morto em 328 antes do Concílio de Éfeso (431), bispo de Alexandria, escreveu que "Jesus Cristo... teve um corpo gerado, não em aparência, mas verdadeiramente, derivado da Mãe de Deus".

 

Santo Atanásio (U386), que foi secretário e sucessor de Santo Alexandre na diocese de Alexandria, afirmou que "o Verbo gerado pelo Pai, nas alturas, de modo inefável, inexplicável, incompreensivelmente e eternamente, foi Ele que nasceu no tempo aqui em baixo, da Virgem Maria, a Mãe de Deus". No seu livro sobre a encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo, Santo Atanásio usa oito vezes a palavra Theotókos para designar a Virgem Maria.

 

São Cirilo (U386), bispo de Jerusarém, ainda antes do Concílio de Éfeso referia-se à Virgem Maria "Mãe de Deus".

 

São Gregório de Nazianzeno (U382), bispo de Constantinopla, afirmou fortemente que "Se alguém não concorda que a Santa Virgem Maria é a Mãe de Deus, ele está em oposição à Divindade".

 

São Gregório de Nyssa (U371, antes de Éfeso) proclamou a virgindade de Maria, referindo-se a ela como "Mãe de Deus".

 

Santo Ambrósio (340-397), bispo de Milão, escreveu ainda antes do Concílio de Éfeso no seu livro De Virginitate, (II, 65 in PL 16, 282C) a expressão "Mãe de Deus" (Mater Dei).

 

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona, escreveu uma página belíssima sobre Maria, "Mãe de Deus": "A verdade nasceu da terra e a Justiça inclinou-se do céu" (Sl LXXXIV,12). "Cristo nasceu da mulher. A Verdade nasceu da terra. O Filho de Deus procedeu da carne. E o que é a Verdade? - O Filho de Deus! E o que é a terra? - A carne! Procura de onde nasceu Cristo e verás que a Verdade nasceu da terra. Mas a verdade que nasceu da terra existia antes da terra e por ela foram feitos o céu e a terra... Mas para que a Justiça olhasse do céu, isto é, para que os homens se justificassem pela graça divina, a Verdade nasceu da Virgem Maria." (Santo Agostinho, Comentário ao salmo LXXXIV,13)

 

Santo Epifânio (U431, ainda antes de Éfeso), bispo de Salamina, escreveu que "O santo salvador que desceu a nós desde os Céus... uniu a humanidade com a Divindade... encarnado-se entre nós, não em aparência, mas em verdade... de Maria, a Mãe de Deus".

 

São Cirilo de Alexandria (U444) escreveu: "Tenho ficado espantado que alguns, ultimamente, puseram em dúvida se a Virgem Maria poderia ser chamada ou não a Mãe de Deus. Porquê, se Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus, como a Virgem Maria, que O gerou, não seria a Mãe de Deus?". E São Cirilo de Alexandria fez, no Concílio de Éfeso, um discurso admirável, resumindo o que se acreditava sobre a Virgem Maria até então: "Salve, ó Maria, Mãe de Deus! Vós enclausurastes em vosso sagrado seio o Deus Único que é incontenível. Ó Maria, Mãe de Deus! Com os pastores nós cantamos o louvor de Deus, e com os anjos o canto de agradecimento: Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade. Ó Maria, Mãe de Deus! Por meio de ti nos veio o Conquistador e Vencedor triunfante do inferno".

 

Cristão de verdade (católico) ama e venera Nossa Senhora.

 

Omnes cum Petrus ad Iesum per Mariam!!


publicado por FireHead, às 22:55link do post | Comentar

 

Ó Virgem santa, “bendita entre as mulheres”, nossa Mãe e nossa Mestra! Sois a Mãe da divina Graça, primeiramente porque gerastes para nós Jesus Cristo, Autor da graça; depois, porque vós mesma sois a “cheia de graça” (Lucas 1:28).

 

A Igreja nos ensina que ocupais, nos planos de Deus, o lugar mais alto, depois de Cristo, e o mais próximo de nós. E visto que estais tão intimamente unida a Deus, tendes, por certo, nas vossas mãos, a “chave” do “cofre” das graças divinas! Intercedei, então, por nós, fracos e pecadores. Intercedei pelos que vivem sem fé, sem Deus, sem rumo. Reconduzi-os a Jesus Cristo: Caminho, Verdade e Vida. Fazei que Jesus nasça, pela graça, em todos os corações. Ajudai-nos, enfim, a viver na graça de Deus; ajudai-nos a estimar e a cultivar o estado de graça, que nos faz “participantes da vida divina”, e nos torna ramos cheios de seiva e de vida, porque unidos a Jesus Cristo, a Videira verdadeira.

 

Ámem.


25
Jan 13
publicado por FireHead, às 19:05link do post | Comentar

 

Redes Sociais: portais de verdade e de fé; novos espaços de evangelização

 

 

Amados irmãos e irmãs,

 

Encontrando-se próximo o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2013, desejo oferecer-vos algumas reflexões sobre uma realidade cada vez mais importante que diz respeito à maneira como as pessoas se comunicam actualmente entre si; concretamente quero deter-me a considerar o desenvolvimento das redes sociais digitais que estão a contribuir para a aparição duma nova ágora, duma praça pública e aberta onde as pessoas partilham ideias, informações, opiniões e podem ainda ganhar vida novas relações e formas de comunidade.

 

Estes espaços, quando bem e equilibradamente valorizados, contribuem para favorecer formas de diálogo e debate que, se realizadas com respeito e cuidado pela privacidade, com responsabilidade e empenho pela verdade, podem reforçar os laços de unidade entre as pessoas e promover eficazmente a harmonia da família humana.

 

A troca de informações pode transformar-se numa verdadeira comunicação, os contactos podem amadurecer em amizade, as conexões podem facilitar a comunhão. Se as redes sociais são chamadas a concretizar este grande potencial, as pessoas que nelas participam devem esforçar-se por serem autênticas, porque nestes espaços não se partilham apenas ideias e informações, mas em última instância a pessoa comunica-se a si mesma.

 

O desenvolvimento das redes sociais requer dedicação: as pessoas envolvem-se nelas para construir relações e encontrar amizade, buscar respostas para as suas questões, divertir-se, mas também para ser estimuladas intelectualmente e partilhar competências e conhecimentos. Assim as redes sociais tornam-se cada vez mais parte do próprio tecido da sociedade enquanto unem as pessoas na base destas necessidades fundamentais. Por isso, as redes sociais são alimentadas por aspirações radicadas no coração do homem.

 

A cultura das redes sociais e as mudanças nas formas e estilos da comunicação colocam sérios desafios àqueles que querem falar de verdades e valores. Muitas vezes, como acontece também com outros meios de comunicação social, o significado e a eficácia das diferentes formas de expressão parecem determinados mais pela sua popularidade do que pela sua importância intrínseca e validade. E frequentemente a popularidade está mais ligada com a celebridade ou com estratégias de persuasão do que com a lógica da argumentação. Às vezes, a voz discreta da razão pode ser abafada pelo rumor de excessivas informações, e não consegue atrair a atenção que, ao contrário, é dada a quantos se expressam de forma mais persuasiva. Por conseguinte os meios de comunicação social precisam do compromisso de todos aqueles que estão cientes do valor do diálogo, do debate fundamentado, da argumentação lógica; precisam de pessoas que procurem cultivar formas de discurso e expressão que façam apelo às aspirações mais nobres de quem está envolvido no processo de comunicação.

 

Tal diálogo e debate podem florescer e crescer mesmo quando se conversa e toma a sério aqueles que têm ideias diferentes das nossas. «Constatada a diversidade cultural, é preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem também a receber um enriquecimento da mesma e a dar-lhe aquilo que se possui de bem, de verdade e de beleza» (Discurso no Encontro com o mundo da cultura, Belém, Lisboa, 12 de Maio de 2010).

 

O desafio, que as redes sociais têm de enfrentar, é o de serem verdadeiramente abrangentes: então beneficiarão da plena participação dos fiéis que desejam partilhar a Mensagem de Jesus e os valores da dignidade humana que a sua doutrina promove. Na realidade, os fiéis dão-se conta cada vez mais de que, se a Boa Nova não for dada a conhecer também no ambiente digital, poderá ficar fora do alcance da experiência de muitos que consideram importante este espaço existencial. O ambiente digital não é um mundo paralelo ou puramente virtual, mas faz parte da realidade quotidiana de muitas pessoas, especialmente dos mais jovens. As redes sociais são o fruto da interacção humana, mas, por sua vez, dão formas novas às dinâmicas da comunicação que cria relações: por isso uma solícita compreensão por este ambiente é o pré-requisito para uma presença significativa dentro do mesmo.

 

A capacidade de utilizar as novas linguagens requer-se não tanto para estar em sintonia com os tempos, como sobretudo para permitir que a riqueza infinita do Evangelho encontre formas de expressão que sejam capazes de alcançar a mente e o coração de todos.

 

No ambiente digital, a palavra escrita aparece muitas vezes acompanhada por imagens e sons. Uma comunicação eficaz, como as parábolas de Jesus, necessita do envolvimento da imaginação e da sensibilidade afectiva daqueles que queremos convidar para um encontro com o mistério do amor de Deus. Aliás sabemos que a tradição cristã sempre foi rica de sinais e símbolos: penso, por exemplo, na cruz, nos ícones, nas imagens da Virgem Maria, no presépio, nos vitrais e nos quadros das igrejas. Uma parte consistente do património artístico da humanidade foi realizado por artistas e músicos que procuraram exprimir as verdades da fé.

 

A autenticidade dos fiéis, nas redes sociais, é posta em evidência pela partilha da fonte profunda da sua esperança e da sua alegria: a fé em Deus, rico de misericórdia e amor, revelado em Jesus Cristo. Tal partilha consiste não apenas na expressão de fé explícita, mas também no testemunho, isto é, no modo como se comunicam «escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011). Um modo particularmente significativo de dar testemunho é a vontade de se doar a si mesmo aos outros através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana. A aparição nas redes sociais do diálogo acerca da fé e do acreditar confirma a importância e a relevância da religião no debate público e social.

 

Para aqueles que acolheram de coração aberto o dom da fé, a resposta mais radical às questões do homem sobre o amor, a verdade e o sentido da vida – questões estas que não estão de modo algum ausentes das redes sociais – encontra-se na pessoa de Jesus Cristo. É natural que a pessoa que possui a fé deseje, com respeito e tacto, partilhá-la com aqueles que encontra no ambiente digital. Entretanto, se a nossa partilha do Evangelho é capaz de dar bons frutos, fá-lo em última análise pela força que a própria Palavra de Deus tem de tocar os corações, e não tanto por qualquer esforço nosso.

 

A confiança no poder da acção de Deus deve ser sempre superior a toda e qualquer segurança que possamos colocar na utilização dos recursos humanos. Mesmo no ambiente digital, onde é fácil que se ergam vozes de tons demasiado acesos e conflituosos e onde, por vezes, há o risco de que o sensacionalismo prevaleça, somos chamados a um cuidadoso discernimento. A propósito, recordemo-nos de que Elias reconheceu a voz de Deus não no vento impetuoso e forte, nem no tremor de terra ou no fogo, mas no «murmúrio de uma brisa suave» (1 Rs 19, 11-12). Devemos confiar no facto de que os anseios fundamentais que a pessoa humana tem de amar e ser amada, de encontrar um significado e verdade que o próprio Deus colocou no coração do ser humano, permanecem também nos homens e mulheres do nosso tempo abertos, sempre e em todo o caso, para aquilo que o Beato Cardeal Newman chamava a «luz gentil» da fé.

 

As redes sociais, para além de instrumento de evangelização, podem ser um factor de desenvolvimento humano. Por exemplo, em alguns contextos geográficos e culturais onde os cristãos se sentem isolados, as redes sociais podem reforçar o sentido da sua unidade efectiva com a comunidade universal dos fiéis.

 

As redes facilitam a partilha dos recursos espirituais e litúrgicos, tornando as pessoas capazes de rezar com um revigorado sentido de proximidade àqueles que professam a sua fé. O envolvimento autêntico e interactivo com as questões e as dúvidas daqueles que estão longe da fé, deve-nos fazer sentir a necessidade de alimentar, através da oração e da reflexão, a nossa fé na presença de Deus e também a nossa caridade operante: «Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).

 

No ambiente digital, existem redes sociais que oferecem ao homem actual oportunidades de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Mas estas redes podem também abrir as portas a outras dimensões da fé. Na realidade, muitas pessoas estão a descobrir – graças precisamente a um contacto inicial feito online – a importância do encontro directo, de experiências de comunidade ou mesmo de peregrinação, que são elementos sempre importantes no caminho da fé.

 

Procurando tornar o Evangelho presente no ambiente digital, podemos convidar as pessoas a viverem encontros de oração ou celebrações litúrgicas em lugares concretos como igrejas ou capelas. Não deveria haver falta de coerência ou unidade entre a expressão da nossa fé e o nosso testemunho do Evangelho na realidade onde somos chamados a viver, seja ela física ou digital. Sempre e de qualquer modo que nos encontremos com os outros, somos chamados a dar a conhecer o amor de Deus até aos confins da terra.

 

Enquanto de coração vos abençoo a todos, peço ao Espírito de Deus que sempre vos acompanhe e ilumine para poderdes ser verdadeiramente arautos e testemunhas do Evangelho. «Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura» (Mc 16, 15).

 

Vaticano, 24 de Janeiro – Festa de São Francisco de Sales – do ano 2013.

 

 

Fonte: Blog Carmadélio


23
Jan 13
publicado por FireHead, às 21:33link do post | Comentar

 

Sofrermos com paciência as injúrias que nos atingem é digno de louvor, mas é excesso de impiedade tolerar pacientemente as injúrias feitas contra Deus.


22
Jan 13
publicado por FireHead, às 00:37link do post | Comentar

Jesus Cristo não teve irmãos carnais, pois a Virgem Santíssima manteve-se virgem mesmo depois de ter dado Jesus à luz.

 

O pai adoptivo de Jesus, José, era o esposo castíssimo da Virgem Santíssima.

 

Tiago Menor, Judas Tadeu, José e Simão não eram irmãos carnais de Jesus. Cleófas, também chamado Alfeu, tinha como esposa Maria, uma outra Maria que não Nossa Senhora (João 19:2-5). É este casal os pais de Tiago Menor (filho de Maria e Cleófas: João 19:2-5), Judas Tadeu (declara-se irmão de Tiago: Judas 1:1), José (irmão de Tiago, filho de Maria e Cleófas: Mateus 27:5-6) e Simão (irmão de Tiago, José e Judas: Mateus 13:5-5).

 

Na língua hebraica, a palavra "irmão" era designada para indicar qualquer grau de parentesco ou seguidor de Jesus.

 

Jesus, depois de ressuscitado, disse à Maria Madalena para que anunciasse o que viu aos Seus "irmãos" e ela foi e anunciou aos Seus discípulos (João 20:17-18).

 

Na Bíblia só Jesus é chamado de "filho de Maria".

 

Como Deus condena o adultério, Ele não usou Maria apenas para dar um filho e depois atirá-la ao mundo como muitos querem pensar, ou seja, tendo relações conjugais com José, pois isso seria cometer adultério contra o Espírito Santo e, como está escrito na Bíblia, quem peca contra o Espírito Santo não vê os seus pecados perdoados. José serviu como companheiro de Maria e que tinha que ser para a sociedade o esposo da mesma e pai legal de Jesus, até porque a sociedade da época não permitia mãe solteiras. Jesus, Maria e José formam a Sagrada Família.


20
Jan 13
publicado por FireHead, às 15:12link do post | Comentar

“Senhores, fizestes na verdade uma bela reforma, suprimistes o jejum, a confissão, o purgatório; infelizmente, porém, conservastes o inferno. Tirai também este e eu serei dos vossos.”


18
Jan 13
publicado por FireHead, às 03:03link do post | Comentar


16
Jan 13
publicado por FireHead, às 19:51link do post | Comentar


15
Jan 13
publicado por FireHead, às 01:04link do post | Comentar

 

Só a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo. A palavra "Católica" significa Universal, ou seja, que está em todo o mundo, e a Igreja Católica vem desde os tempos dos Apóstolos.

 

Na Igreja, Deus constituiu primeiramente os apóstolos (1 Coríntios 12,28).

 

Só a Igreja Católica é que é o fundamento da Verdade conforme atestam as Escrituras.

 

Quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade (1 Timóteo 3,15).

 

O sacrífico puro oferecido em todas as nações (a Santa Missa) já tinha sido profetizado depois de acabar o velho sacrifício de animais em Israel.

 

Porque, do nascente ao poente, meu nome é grande entre as nações e em todo lugar se oferecem ao meu nome o incenso, sacrifícios e oblações puras. Sim, grande é o meu nome entre as nações - diz o Senhor dos exércitos (Malaquias 1,11).

 

 

Abrão tomou todos esses animais, e dividiu-os pelo meio, colocando as suas metades uma defronte da outra (Génesis 15,10).

 

Além disso, ao sacrifício de comunhão e de acção de graças acrescentar-se-á pão fermentado (Levítico 7,13).

 

Imolará o cordeiro no lugar santo,onde se imolam as vítimas do sacrifício pelo pecado e do holocausto. Essa vítima de reparação pertencerá ao sacerdote como um sacrifício pelo pecado, pois é coisa santísssima (Levítico14,13).

 

Nestas duas passagens de Levitico o termo na bíblia VULGATA é "hóstia", tanto para "sacrifício de comunhão"como para "sacrifício pelo pecado".

 

Jesus Cristo é o Pão da Vida (João 6,35) e o Cordeiro imaculado (João 1,29), a nossa Páscoa que foi imolado (1 Coríntios 5,7).


14
Jan 13
publicado por FireHead, às 00:04link do post | Comentar

 

Tolerar o pecado é o mesmo que colaborar com ele. Uma das parte torna-se culpada. Os Cristãos têm o dever de rejeitar o pecado, a obrigação de se opôr a ele, de resistir e de lutar contra, ou então está a agir mal. Os Cristãos estão proibidos de tolerar a inquidade.


13
Jan 13
publicado por FireHead, às 01:00link do post | Comentar

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11
Jan 13
publicado por FireHead, às 16:49link do post | Comentar


09
Jan 13
publicado por FireHead, às 00:26link do post | Comentar

E só a Igreja Católica é que salva. Fora dela não há salvação.

 

 

A Santíssima Igreja Romana crê firmemente, professa e prega que nenhum dos que existem fora da Igreja Católica, não só pagãos como também judeus, heréticos e cismáticos, poderá ter parte na vida eterna; mas que irão para o fogo eterno que foi preparado para o demónio e os seus anjos, a não ser que a ela se unam antes de morrer; e que a unidade deste corpo eclesiástico é tão importante que só aqueles que se conservarem dentro desta unidade podem aproveitar-se dos sacramentos da Igreja para a sua salvação, e apenas eles podem receber uma recompensa eterna pelos seus jejuns, pelas suas esmolas, pelas suas outras obras de piedade cristã e pelos deveres de um soldado cristão. Ninguém, por mais esmolas que dê, ninguém, mesmo que derrame o seu sangue pelo Nome de Cristo, pode salvar-se, a não ser que permaneça no seio e na unidade da Igreja Católica (Papa Eugénio IV, Bula Cantate Domino, 1442; D.S. 1351; Dz.-Hünermann 1351 58a).


07
Jan 13
publicado por FireHead, às 13:54link do post | Comentar

 

Os luteranos acreditam na Eucaristia, os baptistas negam-nA e dizem que é apenas um símbolo.

 

Os adventistas do Sétimo dia dizem que o "Sábado" é o dia da adoração, mas os presbiteriano dizem que é o Domingo.

 

Os luteranos dizem que Maria foi e sempre permaneceu virgem, mas os da Assembleia de Deus dizem que ela teve outros filhos.

 

Os episcopalistas baptizar crianças, mas os pentecostais dizem que o baptismo infantil é inválido.

 

Os mórmones dizem que a Trindade Santa não está em três pessoas, mas os metodistas dizem que a Trindade de três pessoas está em um só Deus.

 

 

Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os! (Romanos 16,17)

 

Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus artifícios enganadores (Efésios 4,14).

 

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências (2 Timóteo 4,3).

 

 

Fonte: Cai a Farsa

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06
Jan 13
publicado por FireHead, às 14:51link do post | Comentar

 

E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo (Mateus 2,10).

 

Os Magos, homens sábios, seguiram a estrela e chegaram a Jesus, a grande luz que ilumina toda a humanidade (Papa Bento XVI).


05
Jan 13
publicado por FireHead, às 14:23link do post | Comentar

É falsa a acusação de que a Igreja proibiu aos Católicos a leitura da Bíblia após o Concílio de Toulouse, no século XIII. Nessa época, dois séculos antes da invenção da Imprensa por Gutemberg, ninguém tinha a Bíblia em casa, porque poucas pessoas sabiam ler e escrever. O Evangelho era pregado na forma audiovisual, como no tempo dos Apóstolos. Os textos da Bíblia eram ilustrados nas imagens das igrejas. Só a Catedral de Chartres, na França, tinha cerca de sete mil cenas bíblicas do Antigo e do Novo Testamento.

 

Antigamente poucas pessoas tinham Bíblias porque quem quisesse possuir uma Bíblia precisava de encomendar o trabalho a um escritor especializado, para escrevê-la à mão, o que demorava cerca de 20 anos, ficava muito caro, sem contar que era impossivel copiá-la à mão para distribuir a todas as pessoas do mundo! Isso é óbvio!

 

Para adquirir uma Bíblia pagava-se o valor de duas fazendas e um rebanho de ovelhas. Logo a mentira protestante é descabida, vergonhosa, hilária e anti-histórica.

 

 

Fonte: Cai a Farsa


04
Jan 13
publicado por FireHead, às 00:46link do post | Comentar

03
Jan 13
publicado por FireHead, às 02:45link do post | Comentar


02
Jan 13
publicado por FireHead, às 02:26link do post | Comentar

 

Em Ourique, D. Afonso, com a sua pequena hoste de lusitanos, teve que enfrentar de uma só vez cinco príncipes árabes, à frente de uma tropa muito maior que a sua. Antes da batalha, na madrugada de Portugal, o Conde se retirou do acampamento para pedir ao Deus dos combates a força e a vitória. Enquanto rezava, aconteceu o milagre: Cristo apareceu-lhe no céu, pendente da Cruz, com as cinco chagas brilhando. E do peito de D. Afonso saiu então o grito sublime:

 

"Não a mim! Não a mim, Senhor! Aos infiéis, aos infiéis, Senhor, e não a mim que creio no que podeis! Não a mim, Senhor, não a mim, esta misericórdia. Aos árabes, a graça desta visão, para que se convertam".

 

Quando nasceu a Espanha, tremeu e abriu-se a terra. Quando nasceu Portugal, abriu-se o céu.

 

Nesta cena, em que se vê um Príncipe rezando, ajoelhado ante o Crucificado, tendo a espada à cinta, pronta para dar a morte, e soltando um brado de prece pela alma do inimigo infiel que vai combater, está representada toda a vocação de Portugal e Espanha: combater e rezar. Vocação de ser Cruzado e Apóstolo.

 

(…)

 

Os portugueses concluíram a Reconquista muito antes do que a Espanha. Já em 1147 haviam posto para a África os últimos mouros. Toda a terra, até o mar, ao sul, fora reconquistada. Entretanto, a guerra aos infiéis não findara. Portugal não tolerava que houvesse mouros à costa. E nem mesmo além da costa, pois:

 

"Não sofre o peito forte afeito à guerra

não ter inimigo a que não faça dano.

Portugal, não tendo quem enfrentar em terra,

foi acometer as ondas do oceano".

(Camões, Lusíadas , VI, 48)

 

 

Orlando Fedeli

 

Fonte: Associação Cultural Montfort


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