«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
30
Dez 12
publicado por FireHead, às 01:36link do post | Comentar

O Pe. Antonio Fortea, exorcista espanhol e autor de livros como a Summa Daemoniaca, advertiu que estamos a viver “o crepúsculo da sociedade cristã” e o raiar de uma sociedade mais maligna e mais afastada de Deus, pois os homens de hoje são mais pecadores que no passado.

 

“Os Santos que nos advertiram do pecado na Idade Média, nos séculos posteriores, no século XIX, ficariam desolados ante o panorama actual. Sempre houve pecado, mas nem sempre houve a mesma quantidade de pecado”, expressou o sacerdote em declarações ao grupo ACI.

 

Pe. Fortea assinalou que isto é a consequência de ter deixado Deus de lado e deixar-se convencer “que a vida sob a Igreja nos séculos passados foram pouco pior que um inferno”.

 

“A vida nos séculos passados não foi idília, pelo menos não sempre. Mas agora somos iguais aos nossos antepassados, mas sem Deus. Temos as mesmas debilidades, mas agora carecemos da ajuda dos sacramentos, das predicações, da fé. Vemos o resultado disto diariamente”, indicou.

 

“A Mãe de Jesus mostoru a uns pobres pastorinhos uma visão do inferno, isso aconteceu na Fátima. A pastorinha mais velha manifestou que só puderam resistir a essa visão porque a Virgem lhes disse que eles não iriam para lá”, recordou.

 

O Pe. Fortea advertiu que esta visão “não foi para essas crianças bondosas”, mas para o século XX. Entretanto, cem anos depois destas visões, “ acrescentaram-se os males, multiplicaram-se e intensificaram-se. Quantas novas perversões germinaram na Cidade dos Homens”.

 

O exorcista advertiu que “se os homens não mudarem nem sequer ao ver o inferno, compreendendo-o, sendo capazes de espiar o que se sente lá, então não resta mais solução que uma purificação decretada do Alto. Não é isto acaso a mensagem da Fátima? Não é isto acaso a mensagem da Palavra de Deus?”

 

O Pe. Fortea disse que embora tenha escrito o seu livro Summa Demoniaca pensando nos exorcistas, este tem sido lido por religiosos, leigos e fiéis de outras confissões, “provavelmente já (alcançou) mais de cem mil pessoas em todo o planeta”.

 

“Não estava nos meus planos, mas nos de Deus. Que assim seja. Que os filhos de Deus possam inundar os seus intelectos no fogo do temor a Deus durante a sua leitura, para que assim evitem ser lançados lá com a sua alma depois da morte. Melhor conhecer esse ódio a Deus só com o intelecto para que a nossa vontade se refugie correndo no amor a Deus”, expressou.

 

 

Fonte: ACI/EWTN Noticias


29
Dez 12
publicado por FireHead, às 16:47link do post | Comentar

 

O Padre Gabriele Amorth, chefe dos exorcistas do Vaticano, descreve no seu mais recente livro, ''O Último Exorcista'', que a maioria das pessoas que são possuídas pelos demónios não são baptizadas, pois, segundo ele, o baptismo por si só é um exorcismo poderoso.
Também, segundo o mesmo gabaritado sacerdote, as pessoas devem ter cuidado ao comprar, alugar e construir as suas casas, pois locais onde viveram satânicos, feiticeiros, bruxos, magos, e/ou que também foram cemitérios, são lugares mais propensos para que haja infestações (não possessões) demoníacas, então, segundo a maior autoridade em demonologia do mundo, é possível de facto que lugares sejam ''assombrados'' e pessoas sejam atormentadas por via da acção diabólica.
Mais ainda: o sacerdote ressalta que as orações de libertação contra a acção infernal sempre estiveram presentes na história da Igreja, e os católicos parecem ter-se esquecido de orar para a protecção e prevenção contra a acção diabólica de qualquer natureza na vida das pessoas, ele elogia as práticas de oração de libertação que a Renovação Carismática Católica faz.
Infelizmente, contra qualquer resquício de paganismo, é unânime entre os exorcistas do mundo inteiro que grande parte das possessões mais graves ocorre por via de feitiços, bruxaria, macumbaria e rituais satânicos, quanto mais poderoso o mago/feiticeiro mais poderoso é o(s) demónio(s) que ele consegue invocar da hierarquia infernal (sim, existem demónios mais e menos poderosos, de acordo com a sua colocação na hierarquia angelical antes da queda), há casos não raros de exorcismos que duram 5, 7, 10 anos e até mais, os demónios de nomes bíblicos são muitíssimo mais poderosos e perigosos que os demais...
Por último, o exorcista Gabriele afirma categoricamente que Hitler, Estaline e outras personalidades dos média e da política como Elvis Presley eram possessos e influenciados pelos demónios.
Portanto, caros amigos católicos, não se esqueçam que os demónios existem e que estão activos no mundo, de forma feroz e impiedosa. A maior táctica dos demónios é esconderem-se e nunca serem descobertos. Há pessoas que morrem possessas e nunca ninguém saberá.

 

Fonte: Cai a Farsa


27
Dez 12
publicado por FireHead, às 13:52link do post | Comentar

Com a proliferação de seitas que se proclamam “cristãs” e se colocam como as únicas intérpretes autorizadas da Bíblia, as tradições mais sagradas do verdadeiro Cristianismo são contestadas, e a desinformação levanta dúvidas. Você já ouviu dizer, por exemplo que “o Natal é uma festa pagã”?

 

Ultimamente, sempre que chega o final do ano, somos afrontados com afirmações de algumas pessoas de certas comunidades que atacam a celebração e a festa do Natal, classificando-a como “pagã”, “idólatra”, “mundana”, etc...

 

Se você tem dúvidas, ou acha que aprender nunca é demais, este artigo foi escrito para si. A única coisa de que precisamos, para esclarecer definitivamente a questão, é do desejo sincero de conhecer a verdade. Se você quer conhecer os factos antes de formar a sua opinião, isso é suficiente. Ultimamente, os católicos são acusados dos maiores absurdos sem que nos concedam, ao menos, o direito de defesa.

 

Certas teses paranóicas que circulam por aí já estão bem manjadas. Os códigos de barra usados no comércio, por exemplo, contém o número da Besta... Então, o leitinho de todo dia, comprado no armazém da esquina, seria parte dessa mega-conspiração maléfica contra os cristãos. Curioso é que os exemplares da Bíblia Sagrada, na maioria das lojas, são vendidos também pelo sistema de código de barras...

 

Outros gritam aos quatro ventos que o Anticristo ou a Besta, citados no Apocalipse, seriam o Papa! Estranho, já houve 266 Papas até hoje: qual deles seria o Anticristo ou a Besta? Todos? Mas a Bíblia não fala em 266 anticristos ou 266 bestas...

 

Existem até alguns que ensinam que o nome “Jesus” esconderia uma invocação secreta a Zeus! Para eles, somente o nome do Senhor em hebraico (Yehshua) seria realmente cristão; todos os que invocam o nome “Jesus” estariam invocando um deus pagão(!)...

 

Haja paciência... Poderíamos citar muitos outros exemplos de bobagens desse tipo, tão malucas ou até piores do que estas, que são ensinadas todos os dias em comunidades que se intitulam “igrejas”. Mas paramos por aqui: se fôssemos tentar enumerar todas, teríamos que escrever um livro.

 

Se fossem verdadeiras todas essas teorias terríveis, ninguém poderia se considerar cristão. Estaríamos todos perdidos, praticando actos abomináveis diante de Deus. Afinal, quem nunca comprou um produto com código de barras na vida? Bem, mas segundo esses mesmos pseudo-cristãos, estariam todos sendo enganados pela Igreja Católica. Claro, no fim, a culpa é sempre da Igreja Católica...

 

Voltando ao tema do Natal, o primeiro equívoco é afirmar que os primeiros cristãos não comemoravam o Natal e que essa tradição teria começado com o imperador Constantino. Errado. Muitíssimo errado. É um facto histórico, como veremos, que os cristãos já comemoravam o nascimento do Senhor pelo menos desde o segundo século. E afinal, não foi Deus quem determinou que celebrássemos o nascimento do Seu Filho? Duas passagens bíblicas muito significativas o revelam. A primeira está no segundo capítulo de Lucas (versículos 10 a 12). Os anjos, logo após o nascimento do Menino Deus, clamam aos pastores:

 

“Não temais, eis que vos anunciamos uma Boa Nova, que será de alegria para todo o povo: hoje vos nasceu, na Cidade de David, o Salvador, que é o Cristo e Senhor!”

 

E então? Celebrar o Natal é pecado? Dizer isto sim é que é um grande pecado, além de antibíblico! Claro que o nascimento de Jesus é motivo de alegria e festa pra toda a humanidade!

 

Os cristãos de todos os tempos devem celebrar essa maravilhosa notícia! Já no Antigo Testamento, Isaías (cap. 9) afirmou que deveríamos festejar o nascimento do Senhor, numa das mais belas passagens das Escrituras:

 

O povo que andava nas trevas viu uma grande Luz. Sobre os que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu a Luz. Suscitais um grande júbilo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, exultam como na partilha... Porque um Menino nos nasceu, um Filho nos foi dado; (...) ele se chama Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.

 

Como vemos, os cristãos (povo sobre o qual brilhou a Luz de Deus) devem festejar o nascimento de Cristo! O Advento e o Evento do “Filho que nos foi dado” sem dúvida requerem uma grande celebração!

 

E, sim, há relatos de celebração do Natal desde o ano 200 da era cristã (séculos antes de Constantino). Clemente de Alexandria registou: os teólogos do Egipto não guardavam nenhum dia do ano a não ser o Natal do Senhor (conf. Stromata). Esses cristãos, que séculos antes de Constantino celebravam o Natal, bendizendo a Deus pelo nascimento do Messias, jamais poderiam prever, nem nos seus piores pesadelos, que um dia falsos cristãos enxergariam, num acto de adoração a Deus Menino, um sinónimo de idolatria.

 

E quanto à data?

 

Segundo as teorias paranóicas, a Igreja escolheu o 25 de Dezembro porque era o dia em que os pagãos do Império Romano celebravam o Sol Invicto, com a nefasta intenção de introduzir elementos pagãos no Cristianismo. É incrível que em pleno século XXI existam pessoas tão ingénuas a ponto de crer em coisas desse tipo! Será difícil entender que, se a Igreja fez os pagãos aceitarem a Cristo, então ela é que levou o Cristianismo aos pagãos, e não o contrário?

 

Se a Igreja realmente adoptou o 25 de Dezembro por ser a data em que os pagãos festejavam o deus Mitra, o “Sol Invicto”, isso de maneira nenhuma pode ser considerado como adopção de crenças pagãs pelos cristãos. Ao contrário, este é o melhor sentido da data de celebração do Natal, no mesmo dia da antiga festa pagã. Não é fraqueza da Igreja diante do paganismo: é uma solene declaração de vitória da fé cristã sobre o paganismo! Cristo triunfa: os falsos deuses são esquecidos, substituídos pela Luz da Verdade.

 

Antes, este era o dia do deus sol. Passou a ser o dia de Jesus Cristo, Sol que nasceu para todos os homens e mulheres de boa vontade. Por isso S. João Crisóstomo declarou, já no século IV: Nosso Senhor nasceu no mês de Dezembro. Eles (os pagãos) chamavam este dia de ‘Dia do Sol Invencível". De facto, quem é mais invencível que Nosso Senhor? E, se disserem que este é o dia do nascimento do sol, é Ele, Jesus, o Sol da Justiça!

 

 

Fontes e bibliografia:

SEMEDO, Alexandre . Apostolado Veritatis Splendor. Paranoia Protestante e a Origem do Natal: http://www.veritatis.com.br/article/3001. Acesso em 10/11/2010;

LENZENWEGER, Josef. História da Igreja Católica, São Paulo: Loyola, 2006.


26
Dez 12
publicado por FireHead, às 23:08link do post | Comentar

Muita gente sabe, porque é isso que é ensinado, que o Natal era uma festa pagã que foi cristianizada pela Igreja Católica e introduzida no calendário cristão a partir do século IV. O dia 25 de Dezembro terá sido escolhido pela Igreja para ser a data de nascimento de Cristo porque não se sabe quando é que Ele nasceu e porque coincidia com o dia dos festivais pagãos romanos que celebravam o solstício de Inverno e o nascimento do Sol Invictus, o deus-sol, ou simplesmente o feriado romano do Dies Natalis Solis Invicti (natalidade do sol inconquistado). Todavia, o professor judeu Shemarjahu Talmon, docente da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou estudos utilizando investigações desenvolvidas por outros especialistas e trabalhou também com textos de manuscritos encontrados na gruta de Qumran, perto das margens do Mar Morto, onde a seita hebraica dos essénios tinha nos tempos de Cristo a sua sede principal, e descobriu que Cristo nasceu realmente num dia 25 de Dezembro! Em 2003, o jornalista italiano Vittorio Messori divulgou o estudo do professor no jornal Corriere della Sera. Lembremo-nos que o estudo foi realizado por um judeu, logo não pode ser alvo de suspeitas de fins apologéticos cristãos. 
Pegando no Evangelho de São Lucas, constatamos que é a partir da concepção de João Baptista que devemos partir para chegarmos à conclusão que chegou o professor Talmon. O evangelho narra a história de Zacarias e da sua esposa estéril, Isabel, parente de Maria, mãe de Jesus. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia em que se encontrava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e Isabel iriam ter um filho ao qual teriam de dar o nome de João e que ele seria grande «diante do Senhor». Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição "desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe". Com efeito, em Israel daqueles tempos, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias – a classe de Abias – era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço? Ninguém o sabia até ao momento em que o enigma foi desvendado pelo professor Talmon. O estudioso judeu conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Por conseguinte, era verosímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias. Mas esta verosimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do professor Talmon, reconstruíram a "fileira" daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha directamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme como antiga, tal como se confirma em muitos outros casos. Assim, aquilo que parecia mítico assume uma nova verosimilhança: uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não terá sido, portanto, fixado ao acaso. 
Depois de tantos séculos de investigação, os Evangelhos não deixam realmente de nos reservar surpresas. O facto de Zacarias pertencer à classe sacerdotal de Abias parece um detalhe aparentemente inútil que não interessava sequer aos exegetas, mas, pelos vistos, contribuiu para a revelação de sinais duma verdade precisa.


publicado por FireHead, às 19:51link do post | Comentar

 

Até mesmo Lutero reconhecia São Pedro como Papa. Isso é claro na tese n.78: “Dizemos contra isto que qualquer Papa, mesmo São Pedro, TEM MAIORES GRAÇAS QUE ESSAS, a saber, o EVANGELHO, AS VIRTUDES, AS GRAÇAS DA ADMINISTRAÇÃO (ou da cura), etc., como está escrito em I Coríntios XII.” (Tese N° 78)

 

JESUS DIZ A PEDRO Mateus 16:19: “Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”

 

VEJAMOS O SENTIDO PROFÉTICO DAS CHAVES - Isaías 22:22: “Porei sobre os seus ombros a chave da casa de David; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá.”

 

Pedro - Pedra sobre a qual Jesus edificou a Sua Igreja (Mateus 16,18).

 

O próprio Jesus nomeou Simão de cefas-rocha (João 1,42).

 

πετροϲ (Pedro) Pedro excomunga o mago Simão (Actos 8,21).

 

Pedro abre, preside e encerra o primeiro Concílio da Cristandade (Actos 15,7-11).

 

 

Fonte: Cai a Farsa


24
Dez 12
publicado por FireHead, às 00:16link do post | Comentar


23
Dez 12
publicado por FireHead, às 00:51link do post | Comentar
Huckabee, um pastor protestantóide da seita baptista sulista, responde no noticiário da Fox, em Connecticut:


22
Dez 12
publicado por FireHead, às 00:59link do post | Comentar


21
Dez 12
publicado por FireHead, às 15:52link do post | Comentar

“Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lhe deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para honra dele e salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela” (Catecismo da Igreja Católica § 2280).

 

A Igreja reconhece que as motivações ao suicídio podem ser complexas. Não podemos dizer que aquele que se suicidou esteja condenado por Deus. Antigamente muitos pensavam assim, mas a Igreja não confirma isso. Diz o Catecismo da Igreja Católica que: “Distúrbios psíquicos graves, a angústia ou o medo grave da provação, do sofrimento ou da tortura podem diminuir a responsabilidade do suicida” (Catecismo da Igreja Católica  § 2282). O nosso Catecismo deixa claro que: “Não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhes ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida” (Catecismo da Igreja Católica § 2283).

 

Requiescat in pace.


19
Dez 12
publicado por FireHead, às 14:01link do post | Comentar

Jean Wyllys ataca o Santo Padre Twitter

 

Todos os noticiários televisivos reportaram, todos os jornais impressos publicaram: o Papa está no Twitter. O Vaticano mal abrira as contas do Pontífice, em oito idiomas diferentes, e o número de seguidores já havia passado a casa dos milhares; com o primeiro tweet de Bento XVI, então, o sucesso foi muito maior. Na manhã do dia 13, o Santo Padre já havia alcançado a marca incrível de mais de um milhão e meio de seguidores. Os fiéis ficaram felizes com a possibilidade de ver o sucessor de São Pedro teclando na Internet. Muitos já mandaram mensagens de incentivo e de carinho, aproveitando a ocasião para externar seu amor pelo doce Cristo na Terra.

 

Mas, como era de se esperar, nem todos ficaram felizes com o sucesso do Papa na rede social. Xingamentos e falta de respeito foram gerais: os inimigos da Igreja vêem uma oportunidade e aproveitam para fazer arruaça – imaginando, em suas taras anticlericais, que Bento XVI perderia tempo lendo suas mensagens de ódio, típicas de adolescentes rebeldes e desequilibrados.

 

Quem resolveu – de novo! – atacar gratuitamente Bento XVI, dando um show de intolerância e fanatismo, foi o deputado Jean Wyllys, do PSOL, famoso por militar abertamente pela causa do movimento LGBT. Dois dias após o Papa publicar os as primeiras mensagens na rede social, Jean resolveu “xingar muito no Twitter”.

 

Acredito que a refutação das críticas infundadas de Jean Wyllys seja tema para outra postagem. É deprimente a ignorância do sujeito que sugere um “apoio da Igreja ao extermínio de judeus por nazis”. Sabe-se, hoje, graças ao exame crítico e sem preconceitos da história da II Guerra Mundial, que o Papa Pio XII, de saudosa memória, salvou, com a sua prudência e coragem, um número incontável de judeus da perseguição de Hitler. E que a carta encíclica Mit Brennender Sorge, redigida com o apoio indispensável do então secretário de Estado do Vaticano, Eugenio Pacelli, foi um dos poucos documentos a levantar voz contra os crimes perpetrados na época pelos nazistas.

 

Mas, intriga muito ver o alvoroço dos inimigos da Igreja diante do sucesso do Papa nas redes sociais. Afinal, porque um pequeno ancião de cabelos brancos incomoda tanto? Por que as palavras de um senhor fisicamente frágil e já tão avançado em idade são tão provocantes?

 

A resposta deve ser procurada na história da Igreja. De São João Baptista, passando por São Thomas Morus, da Inglaterra, até os dias de hoje, os cristãos incomodam porque, com a sua vida, denunciam os degradantes estilos de vida dominantes em seus tempos. Não somos maiores que Cristo, nem o Papa: se perseguiram a Ele, perseguirão também a nós. Os cristãos – os verdadeiros cristãos –, em união com o Papa, alçam sua voz contra o pecado, e atingem o mundo, que ama o mal. Por isso, o incómodo. Bento XVI fala aquilo que as pessoas não querem ouvir, que os governos e autoridades políticas decidem ignorar, que as militâncias sociais – revestidas, em muitas casos, de uma faceta totalitária – preferem calar. Bento XVI – e a geração que com ele decide dar “sim” à vida e a família – ousa ir contra a corrente, e por isso é criticado e, muitas vezes, ferozmente combatido.

 

A horda de anticlericais de Internet, da qual Jean Wyllys se fez símbolo, é um sintoma de como se alastra pelo mundo uma terrível cultura de podridão e de morte. Impossível não lembrar Chesterton: “Uma coisa morta pode seguir a correnteza, mas somente uma coisa viva pode contrariá-la”.

 

Durmam com esse barulho.

 


Fonte: Ecclesia Una


publicado por FireHead, às 13:45link do post | Comentar

 

"Fiquei profundamente entristecido pela violência sem sentido de sexta-feira em Newtown, no Connecticut. Asseguro às famílias das vítimas, especialmente aqueles que perderam um filho, a minha proximidade na oração", disse o Papa Bento XVI na sua mensagem no Vaticano.


publicado por FireHead, às 13:36link do post | Comentar

 

A "bispa" e fundadora da seita brasileira Renascer em Cristo, Sônia Hernandez, lançou no último dia 15 um perfume com cheiro de Jesus! Para além do perfume, lançou também um creme hidratante e sabonete líquido. Tudo com cheiro de Jesus, é claro.

 

Brincadeiras de mal gosto só mesmo entre os protestantes hereges.


17
Dez 12
publicado por FireHead, às 02:19link do post | Comentar
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16
Dez 12
publicado por FireHead, às 13:44link do post | Comentar

Aqui, dizem que não; que um católico praticante que, devido a um grande desespero instalado na sua vida pessoal, se suicide, não merece uma missa Requiem.

 

O artigo 2282 do Catecismo da Igreja Católica diz o seguinte:

“Perturbações psíquicas graves, a angústia ou o temor grave duma provação, dum sofrimento, da tortura, são circunstâncias que podem diminuir a responsabilidade do suicida.”

 

Das duas, uma: ou o Catecismo da Igreja Católica é herético, ou uma missa Requiem a Jacintha Saldanha é devida, porque esta mulher, sendo católica, suicidou-se em um momento da sua vida caracterizado por uma grande angústia e temor grave duma provação, e em grande sofrimento e tortura psicológica.

 

O problema de alguns católicos é o radicalismo irracional que estupidifica (porque pode existir um “radicalismo racional”). Tornam-se estúpidos porque são incapazes de pensar. E por isso, chegam ao ponto de colocar em causa o próprio Catecismo da Igreja Católica.

 

Fonte: perspectivas


15
Dez 12
publicado por FireHead, às 00:40link do post | Comentar


14
Dez 12
publicado por FireHead, às 03:04link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 02:44link do post | Comentar


publicado por FireHead, às 02:40link do post | Comentar

Da Enciclica Mirari Vos de Gregório XVI:

 

Segundo os Padres Tridentinos, consta que a Igreja foi instituida por Cristo Jesus e pelos Seus apóstolos e que o Espirito Santo, assistindo-a diariamente, não deixa jamais de lhe ensinar toda a verdade; é completamente absurdo e especialmente injurioso insistir que uma restauração e regeneração sejam hoje necessárias para assegurar a sua existencia e progresso.


10
Dez 12
publicado por FireHead, às 01:48link do post | Comentar

 

Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português. Nas suas andanças pelo Mundo – a descobrir, a mercadejar, a propagar a fé – impôs-se sem hesitações a conclusão: português, logo católico. Tiveram o restrito significado de lutas políticas, e não de questão religiosa, os dissídios dos primeiros séculos entre os reis e os bispos e os que mais tarde envolveram os governos e a Cúria. Na nossa história nem heresias nem cismas; apenas vagas superficiais, que, se atingiam por vezes a disciplina, não chegavam a perturbar a profunda tranquilidade da fé. A adesão da generalidade das consciências aos princípios de uma só religião e aos ditames de uma só moral, digamos, a uniformidade católica do País foi assim, através dos séculos, um dos mais poderosos factores de unidade e coesão da Nação Portuguesa. Portanto, factor político da maior transcendência; e por esse lado nos interessa.

 

António de Oliveira Salazar in Discursos


09
Dez 12
publicado por FireHead, às 02:26link do post | Comentar


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