«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
27
Nov 12
publicado por FireHead, às 01:52link do post | Comentar

 

A doutrina católica nos ensina que o primeiro dever da caridade não está na tolerância das convicções erróneas, por sinceras que sejam, nem da indiferença teórica e prática pelo erro ou o vício, em que vemos mergulhados os nossos irmãos (...) se Jesus foi bom para os transviados e os pecadores, não respeitou as suas convicções erróneas por sinceras que parecessem; amou-os a todos para os instruir, converter e salvar... (São Pio X).


26
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:22link do post | Comentar

 

Quantas e quantas vezes é que já não ouvimos dizer que o amor é importante? E que sem o amor não se pode viver?

 

Será que o amor é mesmo importante na nossa vida? Quer isto dizer que sem amor ninguém pode viver? E ser feliz?

 

Porque é que então hoje em dia existem tantos divórcios, tantas separações, tantos problemas conjugais? É porque o amor morre? Ou porque o amor que as pessoas sentiam não era na verdade amor?

 

É verdade que o amor de pai e o amor de mãe são verdadeiros amores incondicionais? Quer isto dizer que não há pais que abandonam os lares? Que não há mães que matam os seus próprios filhos, abortando-os?

 

Se o amor é mesmo importante para a nossa vida, significa isto que os padres ou as freiras são pessoas infelizes porque não estão completas? E todas as pessoas que, por opção, decidiram permanecer solitárias?

 

O verdadeiro amor supremo, absoluto e incondicional é o amor divino. É o amor que Deus tem por nós. É um amor que jamais enfraquece e muito menos morre. Quanto a nós, mais que amar-nos a nós próprios, aos nossos entes queridos e à nossa cara metade, primeiro que tudo temos que amar a Deus sobre todas as coisas.

 

E quando se ama a Deus a felicidade vem por acréscimo. E só por saber que Deus nos ama, nada poderá ser mais importante.


25
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:50link do post | Comentar

O império de Cristo se estende não só sobre os povos católicos e sobre aqueles que, tendo recebido o baptismo, pertencem por direito à Igreja, ainda que o erro os tenha extraviado ou o cisma os separe da caridade, mas também compreende a todos quantos não participam da fé cristã, de sorte que sob a potestade de Jesus se encontra todo o género humano (Papa Leão XIII, citado por Pio XI na Encíclica Quas Primas).

 

 

Viva Cristo Rei, Rei e Senhor do Universo, para todo o sempre!!


24
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:39link do post | Comentar

 

"A Infância de Jesus" é o terceiro livro de Joseph Alois Ratzinger, vulto Papa Bento XVI, sobre a biografia de Jesus Cristo. Jesus histórico, segundo o Papa. Polémicas à parte, não belisca em nada a minha Fé na Igreja Católica se estavam ou não no presépio o burro e a vaca ou se a estrela que guiou os magos era na verdade uma supernova. Deixo isso para os tradicionalistas ferrenhos ou acérrimos conservadores. Até porque eu sei separar as águas e, apesar de Bento XVI ser Papa, ele é uma pessoa como qualquer um de nós, logo também tem as suas próprias opiniões. Ele não escreveu nada que seja um dogma, não escreveu como poderia falar ex-Cathedra.

 

A Bíblia pouco fala da infância de Jesus. "Resumindo, Mateus e Lucas – cada um à sua maneira – queriam não tanto narrar «histórias», mas escrever história: história real, sucedida, embora certamente interpretada e compreendida com base na Palavra de Deus. Isto significa também que não havia a intenção de narrar de modo completo, mas de escrever aquilo que, à luz da Palavra e para a comunidade nascente da fé, se revelava importante. As narrativas da infância são história interpretada e, a partir da interpretação, escrita e condensada", pode-se ler no novo livro do Papa.

 

"Eu não vejo como se possa aduzir, em apoio de tal teoria (nascimento de Jesus em Nazaré, ndr), fontes verdadeiras. De facto, a propósito do nascimento de Jesus, não temos outras fontes além das narrativas da infância de Mateus e Lucas. Vê-se que os dois dependem de representantes de tradições muito diferentes; são influenciados por perspectivas teológicas diferentes, e inclusive as suas informações históricas divergem parcialmente. Parece que Mateus desconhecia que tanto José como Maria habitavam inicialmente em Nazaré. Por isso, quando voltam do Egipto, a intenção primeira de José é ir para Belém, e só a notícia de que na Judeia reina um filho de Herodes é que o induz a retirar-se para a Galileia. Ao passo que, para Lucas, é claro, desde o início, que a Sagrada Família, depois dos acontecimentos do nascimento, voltou para Nazaré. As duas linhas diversas de tradição concordam na informação de que o local do nascimento de Jesus era Belém. Se nos ativermos às fontes, fica claro que Jesus nasceu em Belém e cresceu em Nazaré.

 

(...)

 

Os dois capítulos da narrativa da infância em Mateus não são uma meditação expressa sob a forma de histórias, antes pelo contrário: Mateus narra-nos verdadeira história, que foi meditada e interpretada teologicamente, e assim ajuda-nos a compreender mais profundamente o mistério de Jesus.

 

(...)

 

Também é importante aquilo que Lucas diz acerca do crescimento de Jesus não só em idade, mas também em sabedoria. Por um lado, na resposta de Jesus com 12 anos, tornou-se evidente que Ele conhece o Pai – Deus – a partir de dentro. Só Ele conhece Deus, e não através de pessoas humanas que dão testemunho d’Ele – reconhece-O em Si mesmo. Como Filho, encontra-Se directamente com o Pai; vive na sua presença; vê-O. João diz que Ele é o Unigénito, que «está no seio do Pai» e, por isso, pode revelá-l’O (Jo 1, 18). É precisamente isto que se torna evidente na resposta daquele adolescente de 12 anos: Jesus está com o Pai, vê as coisas e os homens na sua luz" ("A Infância de Jesus", por Papa Bento XVI).

 

Na verdade a Bíblia, a respeito da infância de Jesus, salienta apenas poucos pormenores: natividade, adoração dos magos, a Sua circuncisão, a Sua apresentação no Templo, a fuga para o Egipto e o encontro no Templo entre os doutores.

 

Os apócrifos, e não apenas os gnósticos, contêm também informações sobre a infância de Jesus, muito movidas pela piedade popular.

 

O Evangelho Árabe da Infância, publicado em 1677, atribuído a Pedro alegadamente com dados fornecidos por Nossa Senhora, é baseado no Proto-Evangelho de Tiago, que relata a viagem de José e Nossa Senhora até Belém antes do nascimento de Jesus. O Evangelho Árabe de Infância narra também a infância de Jesus no Egipto, baseada aparentemente em tradições locais, e inclusive há um filme de Jesus em que retrata uma cena que consta no apócrifo: o menino Jesus olha para um templo com imagens de ídolos e estes caem para o chão, assustando as pessoas que estavam lá dentro a adorá-los. Segundo o apócrifo, a região tremeu e os ídolos quebraram depois de terem caído para o chão. O Alcorão islâmico possui informações que foram certamente extraídas do apócrifo árabe, como o facto de Jesus ter supostamente falado no berço aos magos, criando assim a sua própria versão islamizada de Jesus, o Isa para os muçulmanos.

 

O Evangelho de Pseudo-Tomé foi atribuído a um filósofo israelita e terá sido escrito no século II procurando igualmente dar informações sobre a vida de Jesus dos 5 aos 12 anos. É uma história mirabolante na medida em que ele diz que o menino Jesus era cruel, tendo matado uma criança (sim, isso mesmo), o filho do escriba Anás, depois de o ter secado como uma árvore. O apócrifo contraria os Evangelhos canónicos porque fala que Jesus, já em criança, fazia milagres: aos 5 anos de idade, no leito de um riacho, Jesus transformou passarinhos de barro por Ele moldados em passarinhos verdadeiros.

 

Uma outra obra apócrifa, "A História de José, o carpinteiro", escrita entre o século VI e VII, confirma o dogma da virgindade perpétua de Nossa Senhora e esclarece que os "outros" filhos dela - Judas, Justo, Tiago, Simão, Ássia e Lídia - são na verdade filhos de José de um casamento anterior. Há uma cena engraçada no apócrifo: a morte é personalizada numa figura que vinha buscar a alma de José e que ficou com medo da presença de Jesus. Somente depois de Jesus lhe ter dito para fazer o que tinha a fazer é que a morte levou a alma de José com ela.

 

O padre modernista brasileiro Frei Jacir de Freitas Faria, fransciscano, especializou-se no estudo dos apócrifos. Segundo ele, os apócrifos da infância devem ser entendidos no âmbito do imaginário da fé. O problema deste padre é acreditar que existiram mais do que um Cristianismo e que a Igreja Católica foi o resultado duma vitória da actual doutrina sobre as outras, precisamente as apócrifas.

 

Também o Livro de Urântia fala, na sua parte IV, da vida e dos ensinamentos de Jesus. Este livro de teor gnóstico ao bom estilo da New Age afirma ter sido apresentado por seres celestiais como uma revelação do nosso planeta, que afinal se chama Urântia, instruíndo-nos sobre a sua génese, história e o destino da humanidade e sobre o relacionamento do homem com Deus. Segundo o livro, Jesus nasceu no dia 21 de Agosto do ano 7 a.C. (sim, isso mesmo) ao meio-dia com a ajuda de carinhosas mulheres viajantes. Fala também da estadia da sagrada família em Alexandria, Egipto, quando Jesus tinha 2 anos e o regresso a Nazaré um ano depois. Com 5 anos de idade, Jesus teve uma irmã, a Míriam, e com 7 anos iniciou a Sua instrução formal nas escolas das sinagogas, entre outras informações que roçam mais o ridículo que outra coisa.


23
Nov 12
publicado por FireHead, às 22:30link do post | Comentar


22
Nov 12
publicado por FireHead, às 03:08link do post | Comentar

 

At the present time, the Crusades are often depicted as an early experiment in expansionist imperialism - a prefigurement of the modern European empires. To the people of the time, both Muslim and Christian, they were no such thing. When the Crusaders arrived in Jerusalem, barely four hundred years had passed since that city, along with the rest of the Levant and North Africa, had been wrested by the armies of Islam from their Christian rulers, and their Christian populations forcibly incorporated in a new Muslim empire. The Crusade was a delayed response to the jihad, the holy war of Islam, and its purpose was to recover by war what had been lost by war - to free the holy places of Christendom and open them once again, without impediment, to Christian pilgrimage.

 

Bernard Lewis


publicado por FireHead, às 02:17link do post | Comentar | Ver comentários (2)

 

Consequências de um princípio funesto: a Sola Scriptura

 

"Então o Diabo lhe disse: 'Se és o filho de Deus, atira-te para baixo, porque está escrito..." (Mateus 4,5).

A Sagrada Escritura é uma lâmpada que ilumina o nosso caminho para a Casa do Pai (Salmo 119,105), porém, quando mal utilizada, pode-nos levar a danos físicos e morais e até mesmo à perdição eterna. O próprio Diabo se valeu desta técnica para inutilmente tentar derrubar Jesus.

O profeta Amós anunciou (8,11): "Chegará o dia em que Deus mandará fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir a Palavra de YHWH" . Como esta fome de ouvir a Palavra de Deus é inerente à natureza humana, que deseja conhecer o seu Criador, devemos, nesta busca, estar atentos às infinidades de doutrinas erróneas inventadas pelo homem, que tenta baseá-las na Bíblia mal interpretada. Já o apóstolo Pedro advertia em 2 Pedro 3,16 que haveria quem viesse a torcer o seu ensino para a sua própria perdição.

Alguém disse: "Da Bíblia mal interpretada pode-se extrair até petróleo"...

Joseph Smith, fundador dos mórmons, baseando-se na ordem divina de Génesis 1,22 e 35,11 ("crescei e multiplicai-vos") aprovou a poligamia.

Joseph F. Rutherford, 2º líder mundial dos Testemunhas de Jeová, apoiou a já conhecida recusa às transfusões de sangue, que tantas mortes causou entre eles, a partir do texto de Actos 15,20, quando a Igreja proclamou uma ordem transitória e circunstancial de vir a abster-se do sangue.

Os líderes dos Adventistas do 7º Dia, utilizando Êxodo-20,8 ("recorda-te do dia de sábado para santificá-lo"), obrigam os seus adeptos a observá-lo como faziam os judeus do Antigo Testamento e rejeitam o domingo, o "Dia do Senhor", próprio dos cristãos.

Os cristãos fundamentalistas (Igreja da Fé em Cristo Jesus e outras da mesma linha doutrinária), lendo Actos 8,16 ("unicamente tendo sido baptizados em nome do Senhor Jesus"), dizem que os cristãos devem ser baptizados apenas em nome de Jesus e não no nome das Três Pessoas da Santíssima Trindade, muito embora esta seja a ordem expressa de Cristo em Mateus 28,19.

A grande maioria das Igrejas Cristãs Evangélicas, citando Romanos 3,28 ("concluímos que o homem é justificado pela fé, sem as obras da Lei"), proclama que a justificação (salvação) é obtida somente pela fé sem obras, em oposição ao que diz Tiago 2,26.

Entre os pentecostais, têm surgido casos de pessoas virem a falecer - principalmente crianças - em razão de seus pais não recorrerem ao médico para tratar das suas doenças, já que crêem que, segundo Lucas 8,48, tudo pode ser curado apenas pela fé e as orações. No entanto, os judeus - o povo da Bíblia - recorriam aos médicos (Eclesiástico 39); e entre os apóstolos havia um médico eminente: São Lucas (Colossenses 4,14).

Em San Luis Potosi, numa comunidade de pessoas que seguia esta linha doutrinária, algumas morreram ao inalar gás butano. O pastor lhes dizia que se tratava da acção do Espírito Santo (Heraldo de Chih, 1° de Janeiro de 1992).

Os seguidores da urinoterapia (= beber da própria urina), justificam esta prática no texto de Provérbios 5,15 ("toma a água da tua própria fonte")!

As práticas mais absurdas podem ter apoio na Bíblia mal interpretada; citar todas seria interminável. Para evitarmos ser vítimas destes e de outros danos tão terríveis, leiamos a Sagrada Escritura sempre seguindo a interpretação do Magistério da Igreja Católica, a quem Jesus conferiu esse ministério (Lucas 10,16) e não o que é proclamado à margem deste.

"Vós tendes como pai o demónio e quereis fazer os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira". (João 8, 44)

 

 

Autor: José L. Fierro Cordova (México)


21
Nov 12
publicado por FireHead, às 07:59link do post | Comentar

 

O padre (padre?) americano Roy Bourgeois, que defende a ordenação de mulheres, foi excomungado e excluído da sua congregação, a Catholic Foreign Mission Society of America, no passado dia 4 de Outubro. Em 2008, Bourgeois participou na "ordenação" de uma mulher e de uma Missa simulada em Lexington, no Kentucky. A Santa Sé e a sua congregação, também conhecida como Sociedade dos Padres e Irmãos de Maryknoll, ainda foram pacientes com ele e pediram que ele se reconciliasse com a doutrina da Igreja Católica. Em vão.

 

Bourgeois preferiu fazer campanha contra os ensinamentos da Igreja Católica, ignorando os bispos e também os fiéis. Perdeu-se um falso padre. Ainda bem.


publicado por FireHead, às 03:56link do post | Comentar

 

• A Comunhão dos Santos

• Intercessão dos santos: Tb 12,12; 2Mc 15,14; Ap 5,8; 8,4.
• Milagres operados por intermédio de relíquias: At 5,15; 19,11-12.
• Orar uns pelos outros: Jr 15,1; At 12,5; Rm 15,30; 2Cor 13,7; Ef 6,18; Cl 4,3; 1Ts 5,25; 2Ts 3,1; Hb 13,18; Tg 5,16.

• Os santos estão nos céus: 1Ts 3,13; Hb 11,40; 12,23; 1Pd 3,19; Ap 6,9.
• Somos rodeados pelos santos: Hb 12,1.
• Todos são chamados a ser santos: Ef 1,4-6.12.14.
• Unidade de todos os cristãos: Jo 15,5; Rm 12,4; 1Cor 6,12-20; 10,17; 12,4-27; Ef 2,19; 5,30; Cl 1,18.24; 2,19; 3,15.

 
 

• Os Santos

• A transfiguração - onde está descrita a morte de Moisés e Elias?: Mt 17; Mc 9.
• Corpo de Cristo: 1Cor 12,25-27; Rm 12,4-5.
• Deus não é o Deus dos mortos, mas dos vivos: Mc 12,26-27.
• Intercessão de Moisés e Samuel (MORTOS NA ÉPOCA): Jr 15,1.
• O aviso é para não evocar os mortos, mas os santos podem ser invocados pois estão vivos para Deus: Dt 18,10.
• Oração intercessória: Ef 6,18; Rm 15,30; Cl 4,3; 1Ts 1,11.
• Os falecidos Onias e Jeremias intercedem pelos judeus: 2Mc 15,11-16.
• Os santos estão unidos com Deus: 1Cor 13,12; 1Jo 3,2.
• Os santos são reerguidos na ressurreição e circulam por Jerusalém: Mt 27,52; Ef 2,19.
• Veneração de anjos unidos com Deus: Js 5,14; Dn 8,17; Tb 12,16; Mt 18,10.

 


Fonte: CAIAFARSA


20
Nov 12
publicado por FireHead, às 02:32link do post | Comentar

No seu discurso do Angelus de domingo, o Papa Bento XVI falou da traição de Judas a Cristo, afirmando que o problema de Judas foi ter falhado em abandonar a Cristo quando já não mais acreditava — uma “falsidade”, afirmou o Papa, “que é uma marca do demónio”.

 

“Judas”, declarou o Papa Bento, “poderia ter deixado [Jesus], como fizeram muitos discípulos; de facto, ele teria abandonado, se fosse honesto. Pelo contrário, ele permaneceu com Jesus. Não por causa da fé, ou por causa do amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre”.

 

Segundo o director em Roma da Human Life International [HLI], Monsenhor Ignacio Barreiro, os comentários são muito relevantes para a actual situação na Igreja Católica. Mons. Barreiro, doutor em teologia dogmática, disse ao LifeSiteNews que “para aqueles Católicos que não podem se convencer a crer nos ensinamentos formais da Igreja sobre questões relacionadas com a vida e a família, seria mais honesto deixar a Igreja, em vez de traí-La”.

 

Mas, acrescentou, “nós lamentamos muitíssimo que a pessoa seja tão propensa [a isso] e desejamos que tenha uma conversão, passando a crer verdadeiramente”.

 

O Papa Bento, nas suas observações, fez uma distinção entre crer e compreender, notando que alguns discípulos se afastaram de Cristo porque não acreditavam. Todavia, disse ele, mesmo aqueles que permaneceram, acreditaram antes de compreender plenamente.

 

O director em Roma da HLI comentou: “dificuldade intelectual não é desobediência”. E explicou: “Pode haver ensinamentos que você acha difíceis de aceitar. Contudo, (nessas circunstâncias) é virtuoso acreditar, uma vez que você faz um sacrifício da sua própria vontade, tomando como sua a mente da Igreja”.

 

Mons. Barreiro recordou que a submissão da vontade e do intelecto é exigida quando se trata de ensinamentos oficiais da Igreja, e não de opiniões prudenciais. “Por exemplo”, declarou, “[a submissão] é necessária para o ensinamento sobre o aborto, mas pode haver diferenças legítimas de opinião entre os Católicos sobre como prestar auxílio aos pobres”.

 

Dando outro exemplo, ele ressaltou que “enquanto a Igreja nunca pode ordenar mulheres ao sacerdócio, pode haver diferenças sobre como assegurar a todos o acesso a cuidados de saúde”.

 

O Papa concluiu com uma oração, pedindo a Deus que “nos ajude a crer em Jesus, como fez São Pedro, e a ser sempre sinceros com Ele e com Seu povo”.

 

 

John Henry Western - Life Site News

 

Tradução: Frates in Unum



Fonte: Frates in Unum


19
Nov 12
publicado por FireHead, às 01:00link do post | Comentar

 

Cânticos 4,7: És toda formosa, ó minha amada, e não há mancha em ti.

 

Lucas 1,28: ... Alegra-te plena de graça! O Senhor é contigo... Salve Maria!

 

 

São Paulo ensina-nos que quem está na graça não está sob o julgo do pecado:

 

Romanos 6,14: De facto o pecado não mais vos dominará, visto que não estais sob a lei, mas sob a graça.

 

 

2 Coríntios 5,21: Cristo não conheceu pecado

 

Cristo não poderia conhecer o pecado de modo algum, por isso o profeta Isaías diz (Isaías 7,14-15): Ele vai comer coalhada de mel, até aprender a rejeitar o mal e escolher o bem.

 

Cânticos 5,11: Teus lábios, ó minha esposa, são favo que destila mel e leite.


18
Nov 12
publicado por FireHead, às 01:03link do post | Comentar | Ver comentários (4)


17
Nov 12
publicado por FireHead, às 02:12link do post | Comentar


Para identificar o verdadeiro vilão da actual crise na Igreja, nada mais fidedigno que partir das próprias considerações das autoridades que participaram desse desastroso evento quinquagenário. Desse modo, escolhemos três importantes declarações que dispensam qualquer trabalho hermenêutico no sentido de demonstrar que o Vaticano II está profundamente implicado na decadência religiosa que atravessamos.



Primeiro Discurso: Papa Paulo VI


Dez anos decorridos da abertura do Vaticano II, o Papa Paulo VI pronunciou a tenebrosa acusação contra os efeitos devastadores desse Concílio:


Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus: existe a dúvida, a incerteza, a problemática, a inquietação, o confronto. Não se tem mais confiança na Igreja; põe-se confiança no primeiro profeta profano que nos vem falar em algum jornal ou em algum movimento social, para recorrer a ele pedindo-lhe se ele tem a fórmula da verdadeira vida. E não advertimos, em vez disso, sermos nós os donos e os mestres [dessa fórmula]. Entrou a dúvida nas nossas consciências, e entrou pelas janelas que deviam em vez disso, serem abertas à luz [...] Também na Igreja reina este estado de incerteza. Acreditava-se que, depois do Concílio, viria um dia de sol para a história da Igreja. Em vez disso, veio um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão, de busca, de incerteza. Pregamos o ecumenismo, e nos distanciamos sempre mais dos outros. Procuramos cavar abismos em vez de aterrá-los. Como aconteceu isso? Confiamo-vos um nosso pensamento: houve a intervenção de um poder adverso. Seu nome é o Diabo” (Papa Paulo VI. Discurso em 29 de Junho de 1972).


Lamenta o Pontífice reconhecendo que o movimento ecuménico não produziu os frutos que se esperava. Ao invés de aproximar, provocou um esfriamento na caridade e um distanciamento dos católicos em relação ao próximo. Com idêntica franqueza, denuncia o pós-Concílio acusando-o de cavar abismos ao invés de aterrá-los. Por fim, afirma que pelas janelas escancaradas para o mundo, segundo o desejo do próprio Concílio, entrou a fumaça da dúvida, quando e por onde deveria ter penetrado a luz da verdade. E tudo isso aconteceu porque, na constatação de Paulo VI, houve a intervenção do Diabo.


Quando? No Vaticano II? É do Papa a aproximação dos dois termos!


E não se diga que isso é interpretação nossa, pois nesse texto inequívoco o próprio Papa condena alguns efeitos do Vaticano II – a dúvida, a incerteza, o distanciamento do próximo, o “cavar abismos” – como resultado de uma intervenção diabólica.


Curioso que Nossa Senhora de Fátima advertiu exactamente contra a realização de um Concílio diabólico.



Segundo Discurso: Cardeal Joseph Ratzinger


Vinte e três anos decorridos da abertura do Vaticano II – 1985 – o futuro Papa Bento XVI, ainda na condição de Cardeal Joseph Ratzinger, emitiu uma nova constatação que concorda perfeitamente com o julgamento do Papa Paulo VI sobre os efeitos do Vaticano II na Igreja:


“É incontestável que os últimos vinte anos foram decididamente desfavoráveis à Igreja Católica. Os resultados que vieram com o Concílio parecem cruelmente opostos às expectativas de todos... Esperava-se uma nova unidade católica e foi-se, no entanto, ao encontro de uma divergência... da autocrítica à autodemolição. Esperava-se um novo entusiasmo e, no entanto, a maioria acabou no tédio e no desencorajamento. Esperava-se um salto para frente e, no entanto, encontraram-se diante de um processo progressivo de decadência...” (Joseph Ratzinger apud Mons. Brunero Gherardini. Concílio Ecuménico Vaticano II: um debate a ser feito. Rio de Janeiro: Pinus, 2011, p. 221).


No parecer do Cardeal, os frutos da aguardada “Primavera Conciliar” se resumiram em divisão, autodemolição e decadência. E nota-se que ele pontua esses malefícios como resultados vindos juntamente com o Vaticano II, após o qual, segundo declarou Paulo VI, abriram-se as janelas para a dúvida, dividiram-se os católicos e cavaram-se abismos de perdição.



Terceiro Discurso: Papa Bento XVI


Cinquenta anos após a abertura do Concílio – ano de 2012 – o Papa Bento XVI voltou a declarar a crise na Igreja:


“Nestes cinquenta anos aprendemos e experimentamos que o pecado original existe e se traduz, sempre de novo, em pecados pessoais, que podem também tornar-se estruturas de pecado. Vimos que no campo do Senhor também está sempre a cizânia. Vimos que na rede de Pedro se encontram também peixes ruins. Vimos que a fragilidade humana está presente também na Igreja, que a barca da Igreja está navegando também com ventos contrários, com tempestades que ameaçam a barca e algumas vezes pensamos: ‘o Senhor dorme e nos esqueceu’.


Embora não declare a causa da crise, o Santo Padre observa o aflitivo estado da Igreja. Tal como naquela cena do Evangelho em que a barca de Pedro é impetuosamente sacudida pela força da tempestade e, subitamente, Nosso Senhor aparece e tranquiliza as águas.


A Igreja está, portanto, em mares violentos. Está sob turbulenta tempestade.


Assim reconhece o glorioso Pontífice Romano.


É o que afirmou Paulo VI. É o que declarou Ratzinger. É o que garantiu o Papa Bento XVI.


Esses são os frutos do Vaticano II.


E pelos frutos se conhece a árvore.




In Corde Jesu, semper

Eder Silva


Fonte: http://www.padremarcelotenorio.com/


15
Nov 12
publicado por FireHead, às 17:01link do post | Comentar

 


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14
Nov 12
publicado por FireHead, às 13:41link do post | Comentar


13
Nov 12
publicado por FireHead, às 13:12link do post | Comentar

 

"Em verdade, em verdade vos digo: quem CRÊ em mim tem a vida eterna". (João 6, 47)

 

 

Porque será então que os protestantes duvidam que Jesus:

 

FUNDOU uma Igreja (Mateus 16, 18-19) e uma Religião (Isaías 42, 1);

 

Que essa Igreja é VISÍVEL (Mateus 5,14; Marcos 4,30-32; Efésios 2,19-22);

 

E que essa Igreja tem AUTORIDADE (Mateus 18, 17-18);

 

E quem não se BAPTIZA nela NÃO herda o Reino de Deus (João 3, 5);

 

E quem não COME da Sua CARNE e não BEBE do Seu SANGUE não herda o Reino de Deus (João 6, 53; 1 Colossenses 10, 18);

 

E quem não CONFESSA os seus pecados a essa Igreja não herda o Reino de Deus (João 20, 23);

 

E que todos deveríamos viver na UNIDADE (João 10, 16; Jo 17, 20-23; 1 Colossenses 12, 12; 1 Colossenses 14, 33; Efésios 4, 3-6; Colossenses 3, 15);

 

E que essa Igreja se EXPANDIRIA pelo mundo (Actos 2,41; 2,47; 5,14; 6,7; 11,24);

 

E que essa Igreja se chamaria: "Igreja de Deus" (1Timóteo 3,15);

 

E que essa Igreja foi comprada pelo sangue de Cristo: Actos 20,28; Efésios 5,25; Hebreus 9,12;

 

E que Cristo amou essa Igreja: Efésios 5,25-26;

 

E que Cristo é a cabeça INVISÍVEL dessa Igreja: Efésios 1,22; 5,23; Colossenses 1,18;

 

E que essa Igreja foi EDIFICADA sobre os Apóstolos: 1 Coríntios 3,10; Efésios 2,20; Apocalipse 21,14;

 

E que o Papa é a cabeça VISÍVEL dessa Igreja: Mateus 16, 16-19; Lucas 22, 31-32; João 1, 41; João 21, 15;

 

E que existe uma SUCESSÃO APOSTÓLICA até os tempos de hoje (Actos 1,15-26; 2 Timóteo 2,2; Tito 1,5; Mateus 28, 20);

 

E que Presbíteros são ordenados, cuidam do rebanho e administram os sacramentos dessa Igreja: Actos 15,6.23; 1 Timóteo 4,14; 5,22; 1 Timóteo 5,17; Tiago 5,13-15; Romanos 15,16;

 

E que Cristo protege essa Igreja: Mateus 16,18; 20,20;

 

E que essa Igreja possui uma Doutrina, uma comunidade e um rito sagrado (pão): Actos 2, 42;

 

E que essa Igreja é a coluna e fundamento da verdade: 1 Timóteo 3, 15;

 

E que essa Igreja é INFALÍVEL: Mateus 16,18; 28,20; Marcos 16,16; Lucas 10,16; 1 Timóteo 3,15;

 

E que essa Igreja é o Corpo de Cristo (Romanos 12,4; 1 Coríntios 12,12; Efésios 1,22-23; 5,22; Colossenses 1,18);

 

E que essa Igreja é perpétua (Mateus 16,18; 28,20);

 

E que essa Igreja foi Prevista no Antigo Testamento (Tobias 13,11-18; Isaías 2,2-3; Baruque 5,3; Oséias 2,14-24; Miquéias 4,1-3);

 

E que os seus membros são chamados à santidade (1 Coríntios 1,2; Colossenses 3,12);

 

E que essa Igreja tem bons e maus membros (Mateus 13,41-48; 22,10);

 

E que: "Nem todo aquele que me diz: SENHOR, SENHOR, entrará no Reino dos céus..." (Mateus 7, 21)

 

 

A sua igreja preenche TODOS e muitos outros PRÉ-REQUISITOS para ser chamada VERDADEIRAMENTE de Igreja de Cristo? Só porque você CRÊ em Cristo, CRÊ que já está salvo? CRER por CRER, até os demónios CRÊEM e nem por isso já estão REMIDOS...!

 

 

Fonte: CAIAFARSA


publicado por FireHead, às 07:01link do post | Comentar

Ela gerou um homem hipostaticamente unido à divindade; Deus nasceu verdadeiramente dela, revestido de um corpo mortal, formado do seu virginal e puríssimo sangue.

 

Embora, no Evangelho, ela não seja chamada expressamente “Mãe de Deus”, esta dignidade deduz-se, com todo o rigor, do texto sagrado.

 

O Arcanjo Gabriel, dizendo à Maria: “O santo que há-de nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lucas 1,35), exprime claramente que ela será Mãe de Deus.

 

O Arcanjo diz que o Santo que nascerá de Maria será chamado o Filho de Deus. Se o Filho de Maria é o Filho de Deus, é absolutamente certo que Maria é a Mãe de Deus.

 

Repleta do Espírito Santo, Santa Isabel exclama: “Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?” (Lucas 1,43).

 

Que quer dizer isso senão que Maria é a Mãe de Deus? Mãe do Senhor ou “Mãe de Deus” são expressões idênticas.

 

São Paulo diz que Deus enviou o Seu Filho, feito da mulher, feito sob a lei (Gálatas 4,4).

 

O profeta Isaías predisse que a Virgem conceberia e daria à luz um Filho que seria chamado Emanuel ou Deus connosco (Isaías 7,14). Qual é este Deus? É necessariamente Aquele que, segundo o testemunho de São Pedro, não é nem Jeremias, nem Elias, nem qualquer outro profeta, mas, sim, o Cristo, o Filho de Deus vivo.

 

É aquele que, conforme a confissão dos deménios, é o Santo de Deus.

 

Tal é o Cristo que Maria deu à luz.

 

Ela gerou, pois, um Deus-homem. Logo, é Mãe de Deus por ser Mãe de um homem que é Deus e que, sendo Deus, redimiu o género humano.

 

Ele provou ser Deus; isto é, Senhor de tudo, omnipotente, omniciente, omnipresente: andou sobre as águas sem afundar (Mateus 14,26), multiplicou os pães (Mateus 15,36), curou leprosos (Mateus 8,3), dominou a tempestade (Mateus 8,26), expulsou os demónios (Mateus 8,32), curou os paralíticos (Mateus 8,6), ressuscitou a filha de Jairo (Mateus 9,25), o filho da viúva de Naim, chamou Lázaro do túmulo, já em estado de putrefação (João 11,43-44), transfigurou-Se diante de Pedro, Tiago e João, no Monte Tabor (Mateus 17,2) e ressuscitou triunfante dos mortos (Mateus 28,6).

 

Os Evangelhos narram 37 grandes milagres de Jesus, sem contar os que não foram escritos. Provou que era Deus!

 

Só Deus pode fazer essas obras! É por isso que São Paulo disse que: “Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2,9).

 

“Ele é a imagem do Deus invisível” (Colossenses 1,15).

 

São Pedro diz, como testemunha: “Vimos a sua majestade com nossos próprios olhos” (2 Pedro 1,16).

 

Sendo Filho de Deus e de Maria Santíssima, Jesus nunca negou a Sua Santa Mãe e nem a desprezou. Jesus foi fiel, amou-a perfeitamente (como ainda a ama), honrou-a e obedeceu-a como manda o mandamento de Deus Pai.

 

Santo André diz: “Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu.” (Sto Andreas Apost. in transitu B. V., apud Amad.).

 

São João diz: “Maria é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu à luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana.” (S. João Apost. Ibid).

 

Conferindo as Sagradas Escrituras e os escritos dos Santos Padres, o Concílio de Latrão preconizou como verdade a Virgindade Perpétua de Maria no ano 649. Durante o Concílio, o Papa Matinho I assim afirmou: “Se alguém não confessa de acordo com os santos Padres, propriamente e segundo a verdade, como Mãe de Deus, a santa, sempre virgem e imaculada Maria, por haver concebido, nos últimos tempos, do Espírito Santo e sem concurso viril gerado incorruptivelmente o mesmo Verbo de Deus, especial e verdadeiramente, permanecendo indestruída, ainda depois do parto, sua virgindade, seja condenado”.

 

Nossa Senhora foi sempre virgem, isto é, antes do parto, no parto e depois do parto. Os diversos credos e concílios antigos retomaram e afirmaram essa verdade. Santo Inácio de Alexandria, São Justino, Santo Irineu, Santo Epifrânio, Santo Efrém, Santo Ambrósio, São Jerónimo e Santo Agostinho foram os exímios defensores da Virgindade de Maria. A Virgindade perpétua de Maria faz parte integrante da fé cristã.

 

Maria Santíssima era virgem antes do parto. Este facto pode-se constatar na própria Bíblia: “O Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma virgem desposada... e o nome da Virgem era Maria” (Lucas 1,26). Nossa Senhora ainda dá testemunho da sua virgindade ao responder ao Anjo: “Como se fará isso, pois eu não conheço varão?”

 

Maria Santíssima permaneceu virgem durante o parto.

 

O que é concebido por milagre deve nascer por milagre. O nascimento é uma consequência da concepção; sem o milagre do nascimento virginal, o milagre de se manter a virgindade da Mãe de Cristo estaria incompleto. Deus então teria operado um milagre incompleto.

 

E isto está conforme a profecia  “uma virgem conceberá e dará à luz”. E a própria Bíblia confirma a profecia:  “Ora, tudo aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor, por meio do profeta” (Mateus 1,22); ou seja, conceber e dar à luz, virginalmente.

 

 

Fonte: CAIAFARSA


12
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:41link do post | Comentar

 

Em França cerca de 7000 Católicos ajoelharam-se na rua em defesa da Fé Católica, a única verdadeira Fé do mundo. A França é um país fustigado, moribundo, em processo galopante de descristianização e islamização. A França, país do grande Carlos Martel, é também o infeliz berço dos erros da revolução maçónica (Revolução Francesa) que culminou com o Estado laico e liberal.
França querida e amada de Maria Santíssima, primogénita Filha da Igreja, glória da Cruzada e da Santa Inquisição, país de tantos santos, da Virgem de Lourdes, volta depressa para o regaço da Santa Igreja! Resisti, Católicos de França!


11
Nov 12
publicado por FireHead, às 00:39link do post | Comentar


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