«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
31
Jul 12
publicado por FireHead, às 21:33link do post | Comentar
O que perdemos... e o caminho para a restauração.



30
Jul 12
publicado por FireHead, às 00:55link do post | Comentar

Em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pe. Bassiti e Pe. Pignataro, estavam exorcizando um menino possesso, de 12 anos de idade, analfabeto. Para humilhar o demónio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para surpresa dos sacerdotes, pela boca do menino possesso, o demónio compôs o seguinte soneto:

 

Sou verdadeira Mãe de um Deus que é Filho,
E sou Sua filha, ainda ao ser Mãe;
Ele de eterno existe e é meu Filho,
E eu nasci no tempo e sou Sua Mãe,
Ele é meu Criador e é meu Filho,
E eu sou Sua criatura e Sua Mãe;
Foi divinal prodígio ser meu Filho

Um Deus eterno e ter a mim por Mãe,

O ser da Mãe é quase o ser do Filho,
Visto que o Filho deu o ser à Mãe

E foi a Mãe que deu o ser ao Filho;
Se, pois, do Filho teve o ser a Mãe,
Ou há-de se dizer manchado o Filho,
Ou se dirá Imaculada a Mãe.

 

(Conta-se que o Papa Pio IX chorou ao ler esse soneto que contém um profundíssimo argumento de razão em favor da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.)

 

 

Fonte: Católicos Tradicionais


publicado por FireHead, às 00:45link do post | Comentar

 

“Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais.

(...)

Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina.

(...)

Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.

Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina os seus escritos.

Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”.

 

in Summa contra Gentiles, L. I, c. 6.


29
Jul 12
publicado por FireHead, às 15:30link do post | Comentar


“Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo, continua a enganar os povos.


“São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar; os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos.


“Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vénus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio.


“Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé, que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contacto com um monge ariano, formulou uma heresia nova.


“Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu.


“Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas, onde expõe a sua religião.


“Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada.


“Diz que Cristo é o Verbo de Deus e Seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou; que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão Sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”.

 


Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958, pp. 153-160).


publicado por FireHead, às 15:24link do post | Comentar

Ultimamente, vem-se impondo de modo bastante geral esta tese: as religiões são todas caminhos de salvação. Talvez não o caminho ordinário, mas ao menos caminhos "extraordinários" de salvação: por todas as religiões se chegaria à salvação. Isto transformou-se na visão habitual.


Semelhante tese não corresponde apenas à ideia da tolerância e do respeito pelos outros que hoje nos é imposta. Corresponde também à imagem moderna de Deus: Deus não pode rejeitar homem algum apenas porque não conhece o Cristianismo e, em consequência, cresceu noutra religião. Aceitará a sua vida religiosa da mesma forma que faz com a nossa.


Embora esta tese - reforçada nos últimos tempos com muitos outros argumentos – seja bastante clara à primeira vista, não deixa de suscitar dúvidas. Pois as religiões particulares não exigem apenas coisas diferentes, mas também coisas opostas. [...]


Sendo assim, está-se a aceitar como válido que atitudes contraditórias conduzem à mesma meta; em poucas palavras, estamos novamente diante da questão do relativismo. Pressupõe-se subrepticiamente que, no fundo, todos os conteúdos são igualmente válidos. O que é que vale realmente, não o sabemos.


Cada um tem de percorrer o seu caminho, ser feliz à sua maneira, como dizia Frederico II da Prússia. Assim, a cavalo das teorias da salvação, o relativismo torna a entrar subrepticiamente pela porta traseira: a questão da verdade é separada da questão das religiões e da salvação.


A verdade é substituída pela boa intenção; a religião mantém-se no plano subjectivo, porque não se pode conhecer aquilo que é objectivamente bom e verdadeiro.



Fonte: Fé, verdade e cultura


28
Jul 12
publicado por FireHead, às 16:39link do post | Comentar

 

Da Eternidade das Penas:


1. Considera que o inferno não tem fim: padecem-se nele todas as penas, e toda são eternas. De maneira que passarão cem anos daquelas penas, passarão mil, e o inferno estará como se então principiasse! Passarão cem mil anos, cem milhões, mil milhões de anos e de séculos, e o inferno continuará a ser o mesmo que no primeiro dia. Se um anjo levasse agora a um condenado a notícia de que Deus queria tirá-lo do inferno quando houvesse decorrido tantos milhões de séculos quantas são as folhas das árvores, as gotas de água do mar e os grãos de areia da terra; tu ao sabê-lo ficarias atónito e horrorizado diante desse prodigioso número de séculos passados nos tormentos.

E não obstante é indubitável que aquele condenado acolheria tal notícia com mais satisfação do que tu, se te anunciassem que tinhas sido feito monarca de um grande reino. Sim; porque diria o condenado: "É verdade que hão-de decorrer tantos séculos; chegará, porém, um dia em que hão-de acabar". Mas ai! passarão todos esses séculos e o inferno estará em seu princípio; multiplicar-se-ão tantas vezes quantas são as gotas de água, os grãos de areia e as filhas das árvores, e o inferno não terá diminuído absolutamente nada. Qualquer condenado contentar-se-ia com que Deus lhe aumentasse suas penas e as prolongasse quanto Lhe aprouvesse, com tanto que afinal tivessem um termo: mas este termo não o terão jamais.

Se pudesse ao menos o pobre condenado enganar-se a si mesmo, iludir-se e dizer: "Quem sabe? Talvez Deus um dia tenha piedade de mim, e me tire do inferno!" Mas não: o réprobo terá sempre diante de seus olhos gravada a sentença da sua condenação eterna e não poderá deixar de dizer: "Todas estas penas que sofro agora, este fogo, estas tribulações, estes clamores não acabarão jamais? Não. E quanto tempo durarão?Durarão sempre. Sempre!" Ó sempre! Ó jamais! Ó eternidade! Ó inferno! Como? Os homens crêem em ti e pecam? E continuam sempre vivendo no pecado?


2. Meu irmão, acautela-te; pensa que também para ti há inferno, se pecares. Já está acesa a teus pés aquela formidável fogueira, e agora mesmo, ai! quantas almas estão caindo nela! Reflecte que, se tu também lá caíres, não poderás jamais sair. Se alguma vez mereceste o inferno, dá graças a Deus por não te haver precipitado nele, e prontamente remedeia o mal que fizeste, enquanto te é possível. Chora os teus pecados, põe em execução os meios apropriados à tua salvação, confessa-te frequentemente, lê este ou outro livro espiritual todos os dias, como todos os dias em honra de Maria, por quem deves ter particular devoção, recitarás o Rosário, e jejuarás todos os sábados; resiste às tentações invocando repetidas vezes os doces nomes de Jesus e Maria, foge das ocasiões de pecar, e se além disto Deus te dá vocação para abandonares o mundo, fá-lo prontamente.

Tudo quanto se faça para evitar uma eternidade de penas é pouco, é nada. Nunca serão exageradas as nossas precauções para nos assegurarmos uma eternidade feliz. Vê quantos anacoretas, para se livrarem do inferno, se têm internado nas grutas e nos desertos! E tu que fazes, depois de ter merecido tantas vezes o inferno? Que fazes? Não vês que a tua condenação está iminente? Volta-te para Deus e diz-Lhe: "Eis-me aqui, Senhor: quero fazer tudo o que de mim quiserdes". Maria, auxilia-me.


Fruto I. Lembrar-me-ei desta verdade frequentemente: Tudo acaba e depressa, excepto a eternidade.

Fruto II. Se sentir alguma dificuldade em fazer o bem ou em resistir ao mal, direi a mim mesmo: tudo é pouco para adquirir a felicidade eterna.

 

Fonte: Católicos Tradicionais


publicado por FireHead, às 03:27link do post | Comentar

Evangeliario

 

É muito comum intitularmos os protestantes, em especial os pentecostais, de “evangélicos”. Tal classificação, porém, é imprópria e inverídica, pois sabemos que se quisermos seguir realmente o Evangelho de Nosso Senhor precisamos de dar ouvidos à Santa Igreja Católica (Lc 10,16), fiel depositário da fé e da verdade (I Tem 3,15).

 

Abaixo segue uma lista com 12 frequentes questionamentos protestantes ante a Fé da Santa Igreja “baseando-se” nos Evangelhos e as suas respectivas refutações:


Os “evangélicos” dizem:

1.- Já estou salvo e se morro vou para o céu, não posso perder a salvação.

O Evangelho ensina:

1.- “Mas aquele que persevere até o final, esse se salvará” (Mt 24,13)

Os “evangélicos” dizem:

2.- Sou salvo somente pela fé, nem as obras nem a obediência nos salvam.

O Evangelho ensina:

2.- “Nem todos aqueles que me dizem: Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus: mas, sim aquele que fizer a vontade do meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, mas nós não profetizámos em teu nome, e em teu nome expulsámos demónios, e em teu nome fizemos muitos milagres?

E então lhes protestarei: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, servidores do mal.” (Mt 7,21-23)

“E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então se sentará sobre o trono da sua glória. E serão reunidas frente a Ele todas as gentes: e os separará uns dos outros, como separa o pastor as ovelhas das cabras. E colocará as ovelhas à sua direita, e as cabras à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estão à sua direita: Venham, abençoados do meu Pai, entrem no reino preparado para vocês desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer, tive sede, e me destes de beber; fui hóspede, e me aconchegastes; estive sem abrigo e me cobristes; doente, e me visitastes; preso, e vestes a mim.” (Mt 25,31-36)

Os “evangélicos” dizem:

3.- Cristo não está presente na Eucaristia, isso é somente algo simbólico.

O Evangelho ensina:

3.- “Eu sou o pão vivo que desceu do céu: se alguém come deste pão, viverá para sempre; e o pão que lhes darei é minha carne, a qual darei pela vida do mundo.” Então os judeus discutiam entre eles, dizendo: ” Como pode este dar a sua carne para comer?” (Jo 6,51-52)

“E Jesus lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não terás vida em vós. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna: e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida, e meu sangue é verdadeira bebida. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim, e eu nele.” (Jo 6,53-56)

“E muitos dos seus discípulos escutando-o, disseram: Dura é está palavra: quem pode ouvi-la?” (Jo 6,60)

“Desde isto, muitos dos seus discípulos voltaram para trás, e já não andavam com Ele”. (Jo 6,66)

“Disse então Jesus aos doze: Quereis voltar atrás também? E respondendo-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde iremos? Só tu tens palavras de vida eterna.” (Jo 6,67-68)

Os “evangélicos” dizem:

4.- Tenho que me confessar directamente com Deus, não com homens pecadores.

O Evangelho ensina:

4.- “Então lhes disse Jesus outra vez: Paz a vós: como me enviou o Pai, assim também eu vos envio. E como disse isso, soprou, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo: aos que perdoais os pecados, ficam perdoados: e a quem lhes reterdes, serão retidos.” (Jo 20,21-23)

“Na verdade lhes digo que tudo o que vós ligardes aqui na terra, será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, será desligado no céu.” Mt 18,18

Os “evangélicos” dizem:

5.- Não tenho que chamar de “Pai a ninguém”, a Bíblia me proíbe.

O Evangelho ensina:

5.- “Então Ele, dando a sua voz , disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia a Lázaro que molhe a ponta do seu dedo em água, e refresque a minha língua; porque sou atormentado nesta chama.” (Lc 16,24)

“Conheces os mandamentos: não mates, não cometas adultério, não roubes, não dês falso testemunho. Honra ao teu pai e a tua mãe.” (Lc 18,20)

“Me levantarei, e irei ao meu pai e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti.” (Lc 15,18)

Os “evangélicos” dizem:

6.- Tudo está escrito na Bíblia, se não está não vale.

O Evangelho ensina:

6.- “E tem também outras muitas coisas que fez Jesus, que se fossem escritas cada uma delas, não caberiam no mundo tantos livros que se haveriam de escrever. Amém.” (Jo 21,25)

“E lhes disse: Ide por todo o mundo; predicai o Evangelho a toda criatura.” (Mc 16,15)

“E eles, saindo, predicaram em todas partes, obrando”. (Mc 16,20)

Os “evangélicos” dizem:

7.- Não temos que baptizar as crianças, elas não necessitam. Aliás, deve fazer-se a imersão num rio porque Jesus Cristo recebeu o Espírito Santo quando desceu à água.

O Evangelho ensina:

7.- ”Respondeu Jesus: Na verdade, na verdade, te digo, que o que não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne, carne é; e o que é nascido do Espírito, espírito é.” Jo 3,5-6

“E logo, saindo da água, viu abrirem-se os céus, e ao Espírito como pomba, que descia sobre Ele” Mc 1,10.

Os “evangélicos” dizem:

8.- Maria é uma mulher como as outras, não deve ser venerada pois a Bíblia não a menciona.

O Evangelho ensina:

8.- “E entrando o anjo onde estava, disse, Ave, cheia de Graça! O Senhor esteja contigo: bendita és tu entre as mulheres“. (Lc 1,28)

“E aconteceu, que como escutou Isabel o cumprimento de Maria, a criança pulou no seu ventre; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo, e exclamou em alta voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre”. (Lc 1,41-42)

“Porque doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. (Lc 1,48)

Os “evangélicos” dizem:

9.- Maria não pode fazer nada porque está morta como os santos, e aliás a Bíblia não diz que ela pode interceder por nós.

O Evangelho ensina:

9.- “Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaac, e o Deus de Jacob? Deus não é Deus dos mortos, senão dos vivos.” (Mt 22,32)

“E lhes apareceu Elias com Moisés, que conversavam com Jesus.” (Mc 9,4)

“E faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não há vinho. E disse-lhe Jesus: Que tenho eu contigo, mulher? Ainda não chegou minha hora. Sua mãe disse aos que serviam: Façam tudo o que Ele vos disser. E como o mestre-sala gostou da água feita vinho”. (Jo 2,3-9)

Os “evangélicos” dizem:

10.- Não se deve dizer as mesmas palavras ao rezar, como no terço. Repetir não é bíblico.

O Evangelho ensina:

10.- “E (Jesus) voltando a ir-se, orou, repetindo as mesmas palavras.” (Mc 14,39)

Os “evangélicos” dizem:

11.- Todos os apóstolos foram iguais. Isso sobre o Papa é uma invenção que não está na Bíblia. Pedro foi igual aos onze.

O Evangelho ensina:

11.- “E lhe trouxe a Jesus. E olhando-o, Jesus, disse: Tu es Simão, filho de Jonas: tu serás chamado Cefas (que quer dizer, Pedra)”. (Jo 1,42)

“Mas eu também te digo, que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja; e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E a ti darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mt 16,18-19)

“Disse também o Senhor: Simão, Simão, olha que Satanás pediu para crivá-los como o trigo; mas eu roguei por ti para que a tua fé não falte: e tu, uma vez convertido, confirma aos teus irmãos.” (Lc 22,31-32)

“E veio e os encontrou dormindo; e disse a Pedro: Simão, dormes? Não velaste uma hora?” (Mc 14,37)

“E quando comeram, Jesus disse a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais que estes? Disse-lhe; Sim Senhor: tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros. Volta a dizer-lhe a segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor: tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Disse-lhe a terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Entristeceu-se Pedro de que lhe dissesse pela terceira vez: Amas-me? e disse-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que eu te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas.” (Jo 21,15-17)

Os “evangélicos” dizem:

12.- A Igreja não importa, somente Cristo salva. É a mesma coisa estar em qualquer uma. O necessário é aceitar a Cristo, não a Igreja.

O Evangelho ensina:

12.- ”Aquele que os escuta, a mim escuta; e aquele que os despreza, a mim despreza; e aquele que a mim despreza, despreza aquele que me enviou.” (Lc 10,16)

“Aquele que recebe a vocês, a mim me recebe; e aquele que a mim recebe, recebe ao que me enviou.” (Mt 10,40)

“Se teu irmão tiver pecado contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele somente; se te ouvir, terás ganho teu irmão. Se não te escutar, toma contigo uma ou duas pessoas, a fim de que toda a questão se resolva pela decisão de duas ou três testemunhas. Se recusa ouvi-los, di-lo à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão ou um publicano.” (Mt 18,15-17)

“Mas eu também te digo, que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja; e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16,18)

 

Esses 12 temas são apenas uma fracção dos engodos e inverdades pregados pelas seitas auto-intituladas “cristãs”. Não aceite imitações. Cristo fundou apenas uma igreja (Mt 16,18), que perdura até hoje e sempre irá existir até o dia da Sua vinda gloriosa, que apenas Deus sabe quando irá ocorrer. (Mt 24,36)

 

Paz e Bem a todos!

 

 

Fonte: ACIDigital


27
Jul 12
publicado por FireHead, às 12:24link do post | Comentar

publicado por FireHead, às 02:41link do post | Comentar

Por Fernando Nascimento

 

Foi S. João Crisóstomo no Século IV que cunhou pela primeira vez o nome “Bíblia”, porque nem os judeus a chamavam assim. A palavra “Bíblia” vem do Grego “Biblos” = O Livro. (1)

 

Foi Santo Atanásio, que através da sua Carta dirigida às Igrejas sob a sua jurisdição em Constantinopla, que delimitou o Novo Testamento tal como conhecemos hoje. E isto ocorreu no ano de 367 DC. (2)

 

Em 390 a Igreja reuniu os livros que hoje compõem a Bíblia a partir da versão da Septuaginta para os livros do Velho Testamento, e que foi a versão que Cristo e os Apóstolos usaram nas citações contidas do Antigo Testamento, nos Evangelhos e Cartas Apostólicas (eles não usaram a versão de Jâmnia porque o cânone do Sínodo da Jâmnia ocorreu posteriormente, no ano 100 DC, e foi organizado para expurgar os livros cristãos da Bíblia). (3) 

 

Contraditoriamente, Lutero foi buscar no cânone da Jâmnia a base para a sua Bíblia, justo o Sínodo fariseu que criou as regras para expurgar das Escrituras os textos cristãos.

 

Segue-se, no inicio dos anos 400 a tradução de S. Jerónimo de toda a Bíblia, Antigo Testamento e Novo Testamento, dos originais gregos, aramaicos e hebraicos, o que chamamos de Vulgata Latina, onde o “vulgata” quer dizer "popular" pois o latim vulgar era a língua falada pelo povo e não pela Igreja, que usava o latim eclesiástico, mais elaborado e difícil. (4)

 

No século VII, ocorreu a primeira tradução da Bíblia para uma nova língua surgida pela formação dos Estados Nacionais, a Bíblia foi traduzida para o Francês. Também no século VII foi feita a tradução para o Alemão, a primeira, não a de Lutero, que só seria feita 800 anos depois. (5)

 

Para o Inglês a Bíblia católica foi traduzida no século VIII, por Adelmo, bispo de Sherborne, e S. Beda o Venerável.

 

Uma tradução do século IX da Bíblia para o inglês (no dialecto anglo-saxão) foi feita por Alfred. Uma tradução do séc. X para o inglês foi feita por Aelfric. Foi feita uma tradução em 1361 da maior parte das Escrituras no dialecto inglês (anglo-normando). Isto foi vinte anos antes da tradução de Wycliffe em 1381. (6)

 

Também no século IX, a Bíblia foi traduzida para o Eslavo, por Cirilo e Metódio, evangelizadores desses povos. (7)

 

A divisão da Bíblia em capítulos e versículos, que os protestantes usam para se situarem, foi uma criação de um Bispo Católico, o arcebispo católico britânico de Canterbury, St. Estêvão Langton (morreu em 1228), que foi o primeiro a dividir as Escrituras em capítulos: 1.163 capítulos no Antigo Testamento e 260 no Novo Testamento. (8)

 

A primeira versão da Bíblia para o Espanhol ocorreu no século XIII , sob o Rei Afonso V de Castela, 300 anos antes de Lutero. (9)

 

Em 1300 DC temos a primeira tradução da Bíblia para o Norueguês, 200 anos antes de Lutero. (10)

 

E a primeira Bíblia impressa foi a Bíblia Católica, impressa pelo Católico Gutemberg no ano de 1454 DC, quase 100 anos antes de Lutero. (11)

 

E a impressão da Bíblia é que fez com que ela se popularizasse, cem anos antes da revolta do monge alemão apóstata.

 

Veja, agora, um trecho católico anterior à Revolta protestante, que, no meu entender, seria suficiente para encerrar a questão:


Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las... Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerónimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero... devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação. (12)

Termina assim o engodo dos que mentem dizendo que a Igreja escondeu a Bíblia do povo, e impedia que fosse lida. Antes de Lutero fazer a sua tradução a seu bel prazer para o alemão, com critérios que excluíam sete livros cristãos da Bíblia, desde o século VIII, a Igreja Católica já traduzia para o vernáculo a Palavra de Deus para o povo.

O próprio Lutero disse: "foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo baptismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação..." (13)

 

Como se vê, a falácia protestante de que a Igreja foi contrária à Bíblia, é, não somente uma falsidade, como não possui qualquer embasamento histórico.

 

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Notas:

 

(1) "What Say You?" p. 244-289 © 1945 By David Goldstein.

 

(2) The Bible Through the Ages © 1996, Readers Digest Association, New York.

 

(3) Ler sobre escritos do Mar Morto em http://www.vivereparvo.com/estudos/os_rolos_manuscritos.htm

 

(4) Fonte protestante: http://comunidadeabiblia.net/teologia/estudos-biblicos/a-biblia-vulgata.html

 

(5) The Catholic Encyclopedia, Volume XV Copyright © 1912

 

(6) Encyclopedia Britannica © 1999-2000

 

(7) Warren H. Carroll, The Building of Christendom (Christendom College Press, 1987) pp. 359, 371, 385.

 

(8) The Only Begotten, Chapter 7, p. 130 by Michael Malone: CATHOLIC TREASURES, © 1997

 

(9) Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Volume 4, Hanry G. Allen & Company

 

(10) The Encyclopedia Britannica © 1999-2000

 

(11) The Bible Through the Ages © 1996, Readers Digest Association, New York.

 

(12) The publisher of the Cologne Bible [1480]

 

(13) De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92.

 

 


Fonte: Fim da farsa


26
Jul 12
publicado por FireHead, às 01:07link do post | Comentar

O Revmo. Pe. Gabriele Amorth, da Pia Sociedade de São Paulo, muito apreciado na Itália pelos seus livros sobre Nossa Senhora e a sua actividade jornalística - o seu programa na Rádio Maria peninsular conta com 1.700.000 ouvintes -, tornou-se mundialmente conhecido com o lançamento da sua obra "Um exorcista conta-nos", em 1990. Tal obra alcançou notável êxito editorial na Itália, tendo a sua tradução portuguesa obtido várias edições. A partir de então, os média internacionais vêm focalizando a actuação desse sacerdote, nomeado Presidente da Associação Internacional dos Exorcistas.

Solicitadíssimo por inúmeras pessoas necessitadas de amparo contra as insídias diabólicas, o Pe. Amorth exerce intenso e extenuante trabalho apostólico. Mesmo assim, marcou um horário para receber o nosso enviado especial, Sr. Nestor Fonseca, a quem acolheu amavelmente, juntamente com o fotógrafo, Sr. Kenneth Drake, na Casa-Mãe da Pia Sociedade de São Paulo, na Cidade Eterna, no dia 26 de Junho último. E durante aproximadamente duas horas foi respondendo, com a segurança de um zeloso e experimentado exorcista, às múltiplas e complexas questões que lhe foram sendo apresentadas. Abaixo transcrevemos partes da substanciosa entrevista.


* * *

 

Catolicismo - Todas as pessoas sofrem as insídias e as tentações diabólicas, acontecendo de uma mesma tentação voltar a repetir-se muitas vezes. Podemos dizer que tal tentação torna-se um estado de perseguição do demónio?


Pe. Amorth - Devemos distinguir a acção ordinária da acção extraordinária do demónio. A acção ordinária é a de tentar-nos. Por conseguinte, todo o campo das tentações pertence à acção ordinária diabólica à qual todos somos sujeitos e o seremos até a morte. A tal ponto somos sujeitos a essas tentações, que Jesus Cristo, fazendo-se Homem, aceitou ser tentado por Satanás, não apenas nas três tentações do deserto, mas durante toda a Sua vida, como também ocorreu com Maria Santíssima. Isto porque a tentação faz parte da condição humana. Esta é a acção ordinária do demónio, como dizia o Catecismo de São Pio X, por ódio a Deus, [o demónio] tenta o homem ao mal. Ou seja, por ódio a Deus, o demónio gostaria de arrastar-nos a todos para o inferno.
A acção extraordinária, por sua vez, é uma acção rara. É aquela na qual o demónio causa distúrbios particulares. Portanto, não se trata de simples tentação. Distúrbios particulares que podem chegar à possessão diabólica.



Catolicismo - Que tipos de distúrbios podem ocorrer? V. Revma. poderia classificá-los e, ao mesmo tempo, dar as razões da existência de tais distúrbios?


Pe. Amorth - Não existem dois casos iguais. Já fiz mais de 40 mil exorcismos. Entendamo-nos. Não a 40 mil pessoas, pois em muitas delas eu fiz centenas e centenas de exorcismos. Pois livrar uma pessoa do demónio, geralmente, constitui um trabalho MUITO lento.
Como escrevi no meu livro Um exorcista conta-nos, fico bastante contente quando uma pessoa se livra do demónio, após quatro ou cinco anos de exorcismos, com a média de um exorcismo por semana. Conheço pessoas que ficaram livres do demónio após 12 ou 14 anos de exorcismos seguidos. Portanto, muitos exorcismos feitos à mesma pessoa.
Uma pessoa pode levar uma vida normal com sofrimentos, de maneira que aqueles com os quais convive nem se dêem conta de que está possessa. Apenas quando sobrevêm os momentos de crise, então ela se comporta de uma maneira inteiramente anormal, não podendo cumprir os seus deveres de trabalho, da família, sem excessiva dificuldade. Em alguns casos, a pessoa pode ser assaltada pelo demónio, digamos, 24 horas ao dia. Em tal caso, a pessoa não pode fazer nada. Mas são casos raríssimos.
Normalmente o demónio apenas em certos momentos investe contra a pessoa e se manifesta, sobretudo quando é obrigado a fazê-lo durante o exorcismo.



Catolicismo - E qual é a causa para que o demónio permaneça mais ou menos tempo na mesma pessoa?


Pe. Amorth - A expulsão do demónio depende de uma intervenção extraordinária de Deus. Ou seja, cada expulsão do demónio constitui um verdadeiro milagre. E Deus pode praticá-lo a qualquer momento. Nós, exorcistas, podemos prever, através de algo que nos oriente, quanto tempo ser-nos-á necessário para expulsar o demónio de uma pessoa. Por exemplo, uma criança. É mais fácil expulsar o diabo de uma criança que de um adulto. O mesmo passa-se em relação a uma pessoa que nos procura logo após ter sido possuída, uma vez que o demónio ainda não teve tempo de deitar raízes naquela pessoa. O primeiro exorcismo fala em erradicar e expulsar o demónio.

Ao contrário, torna-se muito mais difícil quando sou procurado por pessoas de 50, 60 anos, e ao fazer-lhes exorcismos falando com o demónio - pois eu falo directamente com o demónio quando a pessoa está endemoninhada -, descubro que às vezes a pessoa era criança ou ainda se encontrava no próprio seio materno quando sofreu os primeiros ataques do Maligno.



Catolicismo - V. Revma., há pouco, referindo-se à expulsão do demónio de um possesso, disse que ela constitui sempre uma intervenção extraordinária de Deus...


Pe. Amorth - Certo. A libertação de uma pessoa da acção do demónio constitui sempre uma intervenção extraordinária de Deus. Aliás, tenho disso um exemplo, ocorrido na semana passada. Um caso muito difícil de possessão diabólica e eu tinha razões suficientes que levavam a prever muitos anos de exorcismos para se libertar aquela alma das garras do demónio.

Acontece que tal pessoa foi ao Santuário de Lourdes, em França, tomou banho na piscina, acompanhou a procissão do Santíssimo Sacramento, rezou muito. Resultado: um milagre! Voltou para casa completamente livre da possessão.



Catolicismo - V. Revma. poderia dar uma explicação a nossos leitores, ainda que sucinta, da necessidade do exorcismo e dos exorcistas? 


Pe. Amorth - O exorcismo é constituído de várias orações oficiais feitas em nome da Igreja, e Deus ouve essas orações. Com efeito, existem tantas razões para isso! O exorcismo depende muito das causas que determinaram a possessão diabólica, uma vez que estas exercem muita influência sobre o possesso. Dou-lhe um exemplo simples.
Se uma pessoa se consagrou a Satanás e fez o pacto de sangue com ele, é fácil entender que ela praticou um acto voluntário de doação de si mesma ao Maligno. Então, libertar tal pessoa torna-se muito mais difícil, faz-se necessário muito mais tempo do que o empregado para libertar um inocente, que foi vítima de um malefício causado por outra pessoa.



Catolicismo - Pelo que V. Revma. afirmou acima, o exorcismo não constitui o único modo de uma pessoa fazer cessar a possessão. Haveria outras? Porque com a actual dificuldade em encontrar exorcistas…


Pe. Amorth - Pode-se libertar da possessão com o exorcismo, que é uma oração oficial da Igreja, mas reservada aos exorcistas - pouquíssimos, quase inencontráveis. Outra forma, aberta a todos, são as orações de libertação. No final dos meus livros eu acrescento orações de libertação que sugiro. As orações mais eficazes são as de louvor, glória a Deus. Assim nós também muitas vezes, nos próprios exorcismos, recitamos o Credo, o Glória, o Magnificat, Salmos, trechos da Bíblia, o Evangelho em que Jesus liberta os endemoninhados. Elas têm grande eficácia.



Catolicismo - Os demónios têm nomes?


Pe. Amorth - Quando constringidos pelo exorcista a dizer os seus nomes, costumam apresentá-los. Os que têm nomes bíblicos ou de tradição bíblica são demónios fortes e é muito mais trabalhoso exorcizá-los. Continuamente dão nomes como Satanás, Asmodeu, Lilite, denominações igualmente importantes. O nome Lúcifer é de tradição bíblica e não um nome bíblico. Ou seja, nós o atribuímos à Bíblia, mas esta não cita Lúcifer. Encontramos frequentemente um demónio de nome Zabulom. O nome Zabulom, encontramo-lo na Bíblia, mas nunca como demónio. Zabulom é uma das 12 tribos de Israel. Há um demónio, porém, que tomou posse desse nome e é um demónio fortíssimo.

Encontramos nas Sagradas Escrituras o demónio Asmodeu. Deparo-me muitíssimas vezes com ele, porque é o demóio que destrói os casamentos. Ele rompe os matrimónios ou os impede. É tremendo! 
Uma pessoa possuída ou possessa, in genere, pode estar dominada por muitos demónios. Temos um exemplo no Evangelho, quando Nosso Senhor interroga os endemoninhados de Gerasara e pergunta: Como te chamas? E o demónio responde: Legião, porque são muitos.
Lembro o caso de um demónio fortíssimo que possuía uma freira, uma possessão tremenda (às vezes, são vítimas que se oferecem pela conversão dos pecadores e sofrem esta espécie de possessão). Quando eu lhe perguntava o número, respondia-me: Milhares! Milhares! Milhares!



Catolicismo - A TV, de um modo geral, com programas incentivadores de práticas de magia e espiritismo, bem como desagregadores das tradições cristãs e da família, têm colaborado ponderavelmente para o incremento do satanismo? E o rock satânico, tem concorrido para a disseminação do poder do demónio?


Pe. Amorth Quando foi inventada a televisão, o Padre Pio ficou furioso. E a quem lhe dizia que se tratava de uma magnífica invenção, ele respondia: Verá que uso farão dela! Com efeito, a TV é corrupção da juventude e igualmente dos velhos! Ouso acrescentar: é também a corrupção dos padres, dos sacerdotes e das freiras. Com os espectáculos contínuos de sexo, de horror, de violência... A Internet é ainda pior, a Internet é ainda pior, repito.
Certa vez, ao fazer um exorcismo, falando com o demónio, ele dizia: A televisão, fui eu que a inventei! Eu afirmava: Não! Tu és um mentiroso! A televisão é uma grandecíssima invenção do homem. Tu inventaste o mau uso dela, a fim de corromper as pessoas.

Todos sabemos que existe o nudismo. Todos sabemos que haverá [já houve, em Roma], dentro de alguns dias, uma manifestação de homossexuais! Uma demonstração do vício, o pecado que isso representa! Ali está, não há dúvida, a acção do demónio.

No caso acima, existe a actividade ordinária do demónio de tentar o homem, mas também a actividade extraordinária do demónio, que se serve da ocasião para possuir as pessoas que promovem essas coisas.
Quanto ao rock satânico, é tremendo. Pode conduzir à possessão diabólica porque ensina o culto a Satanás. E pouco a pouco, através do culto a Satanás, chega-se a ser possuído por ele. Satanás é esperto, introduz-se sem nunca fazer-se sentir. Pode-se começar com simples jogos de cartas, de tarôs, e, através dos jogos, saber se vai ganhar na lotaria, adivinhar acontecimentos, doenças de amigos. E, pouco a pouco, vai-se sendo possuído pelo demónio. O diabo age assim: actua sem se fazer sentir...



Catolicismo - As doutrinas marxistas e a sua aplicação concreta contribuem, de modo considerável, para a difusão do satanismo na sociedade contemporânea?


Pe. Amorth - Sim. Tenhamos presente que assim como o demónio pode possuir uma pessoa, pode igualmente possuir uma classe de pessoas, pode assumir o governo de uma nação.
Exemplifico. Estou convicto de que Hitler, Estaline, eram possuídos pelo demónio e que o nazismo - em massa - era possuído pelo Maligno. Auschwitz, Dachau: não podem ser explicadas as atrocidades cometidas nesses lugares sem se cogitar numa perfídia verdadeiramente diabólica. E não há nenhuma dúvida de que o demónio influiu muitíssimo no mundo cultural. O demónio quer distanciar o homem de Deus.
Por outro lado, tivemos pela primeira vez na História um fenómeno profetizado em Fátima - 1917, 13 de Julho -, a aparição mais importante de Nossa Senhora em Fátima, aquela na qual encontram-se os segredos e em que Nossa Senhora fez ver o inferno. Nessa ocasião, entre outras coisas, profetizou: Se não obedecerem as minhas palavras, a Rússia espalhará os seus erros pelo mundo. Nunca aconteceu que o povo tivesse sido instruído para o ateísmo. Em Moscovo, entretanto, existia uma universidade de ateísmo, na qual se formavam os participantes do Partido e se ensinava como actuar para destruir a religião numa nação religiosa. Jamais, no passado da humanidade, ensinou-se o ateísmo. Foi uma novidade do nosso século, devido ao comunismo que espalhou o ateísmo por todo o mundo.



Catolicismo - A falta de fé seria a principal e mais profunda causa do aumento do poder satânico no mundo actual?


Pe. Amorth - Sempre. É matemático. Examinando toda a história do Antigo Testamento, a história de Israel, quando esta abandona Deus, entrega-se à idolatria. É matemático, quando se abandona a Fé, entregamo-nos à superstição. Isto aplica-se, em nossos dias, a todos nós do mundo ocidental. 
Tomem as velhas nações da Cristandade medieval. A católica Itália, a França, a Espanha, a Áustria, a Irlanda, que uma vez foram nações cujo catolicismo era forte. Agora o catolicismo tornou-se fraquíssimo. Na Itália, de 12 a 14 milhões de italianos frequentam actualmente sessões de bruxaria e cartomantes. Há no país aproximadamente 65.000 bruxos e cartomantes, muito mais que o número de sacerdotes.
Existem também na Itália de 600 a 700 seitas satânicas. E 37% da juventude italiana participaram algumas vezes de sessões espíritas, acreditando ser um mero jogo...

Um movimento dirigido por um sacerdote ensina os pais como falar com os seus filhos falecidos... Isto é espiritismo puro. Em outros tempos o espiritismo exercia-se através de um médium em estado de transe, e o médium evocava a pessoa.
O espiritismo consiste em evocar um defunto para interrogá-lo e obter dele respostas. Agora não é mais necessária a presença do médium, pois pratica-se o espiritismo através do gravador, do televisor e da Internet... Os dois meios mais usados são gravadores e escritura automática. A página mais lida dos jornais é o horóscopo... e os quotidianos não são comprados pelos analfabetos. São os industriais, os políticos, que não tomam decisões sem antes ouvir um bruxo. Ou seja, sempre que diminui a Fé, aumenta a superstição.

Por exemplo, faz-se um referendo na Itália para a defesa da família, vence o divórcio; faz-se um referendum em defesa da vida, vence o aborto. E isto na católica Itália... Não nos espantemos, Satanás é poderoso. Nosso Senhor o chama por duas vezes Príncipe deste Mundo. São Paulo o chama Deus deste mundo. São João diz: Todo o mundo jaz sob o poder do Maligno. E quando o demónio tenta Nosso Senhor, leva-O ao alto do monte, fá-Lo ver os reinos da Terra, e diz: São meus, e os dou a quem quero e se tu te ajoelhares diante de mim... Jesus não lhe responde: Tu és um mentiroso, todos os reinos são de meu Pai. É Ele quem dá a quem quiser. Não, não. A Escritura diz: Tu ajoelhar-te-ás somente ante teu Deus. Nosso Senhor não contradiz o demónio.

Hoje tantos ajoelham-se diante de Satanás para obter sucesso, prazer, riquezas - as três grandes paixões do homem! E o demónio oferece o sucesso, o prazer, a riqueza, mas sempre unidos a terríveis sofrimentos. Vemos o sucesso, vemos o dinheiro. Imaginamos que aquela pessoa é feliz. Não é verdade, pois o demónio só pode praticar o mal. Por conseguinte, as pessoas que se entregam ao demónio têm o inferno nesta vida e na outra. Aqui um inferno dourado, mascarado de sucesso, e depois... o fogo eterno!



Catolicismo - Qual a influência do chamado progressismo católico nessa decadência da virtude teologal da fé?


Pe. Amorth - Hoje, infelizmente, existem teólogos e exegetas que negam até mesmo os exorcismos de Nosso Senhor. No meu último livro - Exorcismos e Psiquiatras - dedico um capítulo aos exorcistas franceses; apenas cinco de um total de 105 crêem e fazem exorcismos, os outros... não crêem neles. Num dos seus congressos, convidaram exegetas para dizer que negam os exorcismos de Nosso Senhor. Afirmam eles tratar-se de uma linguagem apenas cultural e que o Redentor adaptava-se à mentalidade da época, mas que, na verdade, aquelas pessoas eram apenas loucas e não possessas.
Essas prédicas de exegetas influíram nos espíritos dos Bispos, dos padres etc.



Catolicismo - Quais as razões que levam Bispos católicos a se desinteressarem inteiramente da temática demónio, abandonando assim os fiéis à acção preternatural, crescente nos dias actuais?


Pe. Amorth - Não há razão para se impressionar com a minha resposta. No Evangelho, Nosso Senhor diz: O demónio é fortíssimo. Isto está muito claro. É fortíssimo e conseguiu, com a sua habilidade, fazer-nos crer que [ele] não existe, coisa que mais lhe agrada. Porque pôde realizar isso nestes séculos - pois já faz três séculos que faltam exorcistas. E isso explica o meu combate aos Bispos, aos padres que não crêem na acção do demónio. Eu os critico fortemente.
Julgo que 90% dos padres e dos Bispos não crêem na acção extraordinária do demónio. Talvez existam alguns! TALVEZ, TALVEZ. No Concílio Vaticano II, alguns Bispos já afirmavam que não existia!... Durante o Concílio, hein! Diante da Assembleia Conciliar! Repito: tenho por certo que 90% dos Bispos e sacerdotes não crêem na acção extraordinária do demónio. Razão pela qual há três séculos, na Igreja latina, verifica-se uma escassez espantosa de exorcistas. Na Alemanha, nenhum! Na Áustria, nenhum! Na Suíça, nenhum! Na Espanha, nenhum! Em Portugal, nenhum! Quando eu digo nenhum, não estou afirmando que não existam um, dois, mas de tal maneira não são encontrados, que os considero como inexistentes.
Numa cidade europeia, importante centro de peregrinação, temos uma livraria Paulina. Quando lá estive, dei-me conta, através de um livreiro amigo, que dispunham do meu livro na livraria, mas escondido. Os Bispos disseram-nos para tê-lo escondido, e não expô-lo! De não expô-lo!
Por outro lado, há muitos Bispos que não nomearam exorcistas. Um Prelado famoso - o Cardeal Todini, que foi Arcebispo de Ravena -, numa transmissão televisiva jactou-se de nunca ter nomeado exorcistas! Esta, infelizmente, é a situação na qual nos encontramos.



Catolicismo - V. Revma. baseia-se em alguma escola espiritual, em algum Santo, para tomar uma posição tão louvável quanto destemida?


Pe. Amorth - Eu procuro seguir a linha iniciada por um santo espanhol, o Beato Francisco Palau, carmelitano, que já em 1870 veio a Roma falar sobre o exorcismo com o Papa Pio IX. Voltou depois a Roma durante as sessões do Concílio Vaticano I, para que se tratasse da necessidade de exorcistas. Com a interrupção daquele Concílio em razão da tomada de Roma, o assunto não foi sequer levantado.



Catolicismo - Pe. Amorth, que conselho V. Revma. poderia dar-nos e a nossos caros leitores para nos precavermos contra eventuais malefícios (macumbas, por exemplo) que se queiram fazer para nos prejudicar?


Pe. Amorth - O conselho número um consiste em ter Fé. Depois, viver na graça de Deus. Se se vive em estado de graça, está-se protegido, é mais difícil que a macumba nos atinja. Porém, se se é realmente atingido, é necessário recorrer-se aos exorcismos, a muitas orações, a muitos sacramentos e, com a graça de Deus, se é libertado. Mas pode ser que Deus permita que se continue no estado de possessão, para o bem espiritual da própria pessoa. Assim, São João Crisóstomo afirma que o demónio, malgrado ele próprio, é o grande santificador das almas...

 

 

 

Fonte: Católicos Tradicionais


25
Jul 12
publicado por FireHead, às 22:38link do post | Comentar

Num novo livro, o Padre Amorth, o exorcista da diocese de Roma, faz um relato bizarro de como ele e duas assistentes levaram dois “possessos” italianos a uma das audiências semanais do Papa na Praça de São Pedro, em Maio de 2009.

 

No seu livro The Last Exorcist – My Fight Against Satan (“O Último Exorcista – A Minha Luta Contra Satanás”), ele afirma que a simples presença do Pontífice curou os homens de suas aflicções demoníacas. O padre Amorth disse que as suas duas assistentes acompanharam os dois homens na Basílica de São Pedro quando o Papa estava sendo conduzido entre as multidões de fiéis no “Papamóvel” branco.

 

As mulheres conseguiram assentos para os dois homens na área de assentos normalmente reservada a pessoas com deficiências. Quando o Papa se aproximou deles, os homens, identificados somente como Marco e Giovanni, começaram a agir estranhamente, escreveu o Padre Amorth. Ele descreveu como eles tremiam e como os seus dentes rangiam.

 

Quando uma das assistentes pediu a Giovanni para se controlar, ele disse “Eu não sou Giovanni” numa voz que não era a sua, afirmou o padre Amorth. Tão logo o Papa desceu do “Papamóvel”, os dois homens se arrojaram ao chão. “Eles batiam com as suas cabeças no solo. Os guardas suíços assistiram, mas não fizeram nada,” escreveu o sacerdote. “Giovanni e Marco começaram a vociferar ao mesmo tempo, eles estavam deitados no chão, uivando”. “Eles estavam tremendo, babando e entrando em frenesi”. “O Papa assistia de longe. Ele levantou um braço e abençoou os quatro. Para os possessos isso funcionou como um solavanco furioso – um soco nos seus corpos por inteiro – na medida em que eles foram arremessados a três metros para trás,” continuou. “Eles pararam de uivar, mas choraram incontrolavelmente.”

 

O padre Amorth, que afirma ter realizado milhares de exorcismos, escreveu: “Não é mistério algum que os actos e as palavras do Papa podem enfurecer Satanás... que a simples presença do Papa pode acalmar e de alguma maneira ajudar os possessos na sua luta contra aquele que os possui.”

 

Federico Lombardi, o porta-voz do Vaticano, refutou o relato, dizendo que Bento não estava ciente das aflicções dos homens e não tivera a intenção de realizar um exorcismo.

 

O padre Amorth é uma figura polémica, cujos pontos de vista francos já embaraçaram o Vaticano no passado. Em Novembro ele classificou o yoga como “mau”, afirmando que ele leva ao culto do hinduísmo e outras religiões orientais baseadas “numa falsa crença na reencarnação”. Ele também se pronunciou contra Harry Potter, dizendo que os livros infantis parecem inócuos, porém, de facto, encorajam as crianças a acreditarem em magia negra e bruxaria.

 

O Demónio “estuda cada um de nós e as nossas tendências em direcção ao bem e ao mal,” disse o padre Amorth, cujo novo livro tem por subtítulo: It’s not me who is frightened of the Devil, it is he who is frightened of me (Não sou eu quem está com medo do Demónio, é ele quem está com medo de mim”).

 

 

Fonte: Frates in Unum


22
Jul 12
publicado por FireHead, às 14:53link do post | Comentar

 

Jesus é uma cópia dos deuses pagãos de outras religiões antigas?

Não falta neste mundo quem diga que os relatos de Jesus registados no Novo Testamento não passam de mitos com influência de contos da mitologia pagã, tais como as histórias de Osíris, Dionísio, Adónis, Átis, Hórus ou Mitra. A alegação é que essas figuras mitológicas são essencialmente a mesma história que o Novo Testamento atribui a Jesus Cristo. O próprio gnóstico do Dan Brown afirma no seu Código Da Vinci que "Nada no Cristianismo é original."

No entanto, e o que os pagãos não nos dizem, quando os factos são examinados à luz da verdade, a suposta ligação entre Jesus e os ídolos mitológicos é facilmente refutada. Para descobrir a verdade sobre as afirmações infundamentadas é necessário descobrir a história por detrás das mesmas, analisar as representações históricas reais dos falsos deuses, expor as falácias lógicas que os autores gnósticos ou anticristãos fazem e perceber o porquê de os Evangelhos do Novo Testamento serem confiáveis por descreverem com precisão o verdadeiro e histórico Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, as alegações de que Jesus era um mito ou um exagero originaram-se nos escritos dos teólogos liberais alemães do século XIX. Eles essencialmente alegaram que o Cristianismo era apenas uma cópia da adoração generalizada aos deuses da fertilidade que morriam e ressuscitavam em vários lugares: Tamuz na Mesopotâmia, Adónis na Síria, Átis na Ásia Menor e Osíris no Egipto. Nenhum destes escritos chegaram a avançar no âmbito académico ou do pensamento religioso porque as suas afirmações foram investigadas por estudiosos e provadas como completamente infundadas. Foi somente no final século XX e no início do século XXI que estas afirmações foram ressuscitadas, principalmente devido ao surgimento da Internet e da distribuição em massa de informação que não tem qualquer fundamento ou responsabilidade histórica.

 

 

Será que os deuses mitológicos da antiguidade são mesmo como Jesus?

 

O filme Zeitgeist faz estas afirmações sobre o deus egípcio Hórus (Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu), o ídolo de cabeça de pássaro:

• Hórus nasceu no dia 25 de Dezembro de uma virgem, Ísis Maria
• Uma estrela no Oriente proclamou a sua chegada
• Três reis foram adorar o "salvador" recém-nascido 
• Aos 12 anos de idade, quando ainda era um menino, ele tornou-se um prodigioso professor
• Aos 30 anos ele foi "baptizado" e começou um "ministério"
• Hórus tinha 12 "discípulos"
• Hórus foi traído
• Hórus foi crucificado
• Hórus foi sepultado por três dias
• Hórus ressuscitou depois de três dias

No entanto, quando os escritos actuais sobre Hórus são competentemente analisados, o que podemos encontrar é o seguinte:

• Hórus nasceu de Ísis; não há qualquer menção na história de a sua mãe ter também o nome "Maria". Aliás, Maria é a forma latinizada de "Miryam" ou Miriam, o verdadeiro nome de Nossa Senhora. O nome "Maria" não foi nem usado nos textos originais das Escrituras.

• Ísis não era virgem; ela era a viúva de Osíris, com quem concebeu Hórus.
• Hórus nasceu durante o mês de Khoiak (Outubro/Novembro) e não no dia 25 de Dezembro. Além disso, a Bíblia não menciona sequer a data do nascimento de Cristo.
• Não há qualquer registo de três reis visitando Hórus no seu nascimento. A Bíblia não informa o número de magos que foram ver Cristo.
• Hórus não é um "salvador" de qualquer forma e nunca morreu por ninguém.
• Não há relatos de Hórus como um professor aos 12 anos de idade.
• Hórus não foi "baptizado". O único relato de Hórus que envolve a água é uma história onde ele é despedaçado e Ísis pede ao deus crocodilo que o pesque da água para onde ele tinha sido atirado.
• Hórus não tinha um "ministério".
• Hórus não tinha 12 discípulos. De acordo com as narrativas, Hórus tinha quatro semi-deuses que eram seguidores e algumas indicações de 16 seguidores humanos e um número desconhecido de ferreiros que entraram na batalha com ele.
• Não existe nenhuma narrativa de Hórus que diga que ele foi traído por um amigo.
• Hórus não morreu crucificado. Na verdade há vários relatos da morte de Hórus, mas nenhum deles envolve a crucificação.
• Não existe nenhum relato de Hórus em que ele é sepultado por três dias.
• Hórus não foi ressuscitado. Não existe nenhuma narrativa de Hórus saindo do túmulo com o mesmo corpo que tinha quando para lá entrou. Alguns relatos mostram-nos que Hórus/Osíris foram trazidos de volta à vida por Ísis.

Podemos, pois, perguntar: onde é que estão então as semelhanças entre Hórus e Jesus?

 

Uma outra comparação popular feita por aqueles que afirmam que Jesus é um mito é entre Jesus e Mitra, o ídolo solar que é o resultado duma amálgama de três lendas: a persa, a índia e a greco-romana. Tal como Hórus, também Mitra tem a pretensão de se fazer passar por Jesus, ou seja, nasceu de uma virgem no dia 25 de Dezembro, teve 12 discípulos, realizou milagres, foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia. Mas vejamos o que é que os textos antigos dizem sobre esse ídolo:

• Mitra originariamente era uma deusa e não um deus.

• Mitra nasceu de uma rocha sólida. O seu pai, Ahura-Mazda (foi daí que surgiu a marca de carros Mazda?), é que nasceu duma virgem, Anahira.

• Mitra lutou primeiro com o sol e em seguida com um touro primitivo, o que é considerado o primeiro acto da criação. Mitra matou o touro, o qual se tornou a base da vida para a raça humana (estará aí a origem pagã das touradas?).
• O nascimento de Mitra foi celebrado no dia 25 de Dezembro, juntamente com o solstício de Inverno.
• Não há menção dele como um grande professor.
• Não há menção de Mitra com 12 discípulos. A ideia de que Mitra teve 12 discípulos pode ter vindo de um mural em que Mitra é cercado pelos 12 signos do Zodíaco.
• Mitra não teve uma ressurreição corporal. Diz o mito que Mitra concluiu a sua missão terrena e em seguida foi levado para o Paraíso numa carruagem, vivo e bem. O escritor cristão primitivo Tertuliano escreveu sobre os seguidores de Mitra reencenando as cenas da ressurreição, mas ele escreveu sobre isso muito depois dos tempos do Novo Testamento, ou seja, se qualquer plágio foi feito, o culto de Mitra é que é uma cópia do Cristianismo.

 

Outras comparações mentirosas podem ser encontradas nos exemplos do ídolo abichanado indiano de pele azul bebé Krishna (कृष्ण), o pastor e amante da deusa Cibele semi-deus Átis (Ἄττις ouἌττης), Dionísio (Διώνυσος ou Διόνυσοςe; a versão grega do deus latino dos vinhos, das festas e dos teatros) e outros deuses mitológicos, mas o resultado é o mesmo. Krishna, ainda que tenha nascido duma virgem fruto duma relação "ioguática", morreu com uma seta envenenada no pé (semelhança mais próxima com o semi-deus Aquiles). Átis é um semi-deus da mitologia da Mesopotâmia e cujo culto era bastante popular, apesar de umas versões dizerem que ele era filho da deusa suméria Nana e que foi o seu próprio pai, Zeus, que o matou com um javali que o chifrou. Já Dionísio, também ele filho de Zeus (com a princesa Semele), ensinou a cultura da uva na Ásia e morreu devorado pelos titãs. Como podemos ver, é só semelhanças entre esses ídolos e Jesus Cristo... Quando os gnósticos e demais anticristãos recorrem à mentira para denegrir e ofender a Deus, pouco ou nada há a fazer excepto responder-lhes à altura com a Verdade.

 

Jesus histórico, como retratado na Bíblia, é completamente original. As semelhanças reivindicadas são muito exageradas. Além disso, embora a crença em Hórus, Mitra e outros preceda o Cristianismo, há muito pouco registo histórico das crenças pré-cristãs dessas religiões. A grande maioria dos primeiros escritos sobre essas religiões são datadas dos séculos III e IV DC. É ilógico e anti-histórico reivindicar que as crenças pré-cristãs nessas religiões (das quais não há registos) foram idênticas às crenças pós-cristãs nestes grupos (das quais há registos). É mais historicamente válido atribuir eventuais semelhanças entre as religiões e o Cristianismo às religiões copiando as crenças cristãs sobre Jesus e dando esses atributos aos seus próprios deuses/salvadores/fundadores numa tentativa de parar o rápido crescimento do Cristianismo.

 

 

O Cristianismo pediu mesmo emprestado coisas das misteriosas religiões pagãs?

 

Duas falácias em particular são evidentes: a falácia da falsa causa e a falácia terminológica. Se uma coisa precede a outra, isso não significa que a primeira causou a segunda. Esta é a falácia da falsa causa. Por muito que as narrativas pré-cristãs dos deuses mitológicos se assemelhem a Jesus (e não se assemelham, como já vimos anteriormente), isso não significa que elas fizeram com que os escritores do Evangelho inventasse um falso Jesus.


A falácia terminológica ocorre quando os termos são redefinidos para provar um ponto quando na verdade esses termos não significam a mesma coisa quando são comparados à sua fonte. Assim, por exemplo, o filme Zeitgeist diz que Hórus "iniciou o seu ministério", mas Hórus não tinha um ministério, muito menos algo parecido com o ministério de Jesus. Os que afirmam que Jesus e Mitra são o mesmo falam sobre o "baptismo" que iniciava os possíveis aderentes ao culto de Mitra, mas o que realmente acontecia? Os sacerdotes Mitra (usando um ritual também realizado pelos seguidores de Átis) suspendiam um touro sobre um buraco, colocavam aqueles que queriam pertencer ao culto naquele buraco e então cortavam o estômago do boi, cobrindo os iniciantes com sangue - há aí alguma semelhança com o Baptismo cristão?

A última questão a ser examinada acerca deste assunto é a veracidade do próprio Novo Testamento. Embora muito se tenha sido escrito sobre este tema, nenhum trabalho da antiguidade tem mais evidências no que diz respeito à veracidade histórica do que o Novo Testamento. O Novo Testamento tem mais escritores (nove), melhores escritores e escritores que viveram mais perto do que estava a ser registado do que qualquer outro documento da época. Além disso, a história comprova o facto de que esses escritores enfrentaram a morte para afirmar que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. Embora alguns escolham morrer por uma mentira que acham ser verdade, ninguém morre por uma mentira que sabe ser falsa. Se alguém estivesse prestes a ser crucificado de cabeça para baixo, como aconteceu com São Pedro, e tudo o que fosse necessário fazer para salvar a vida fosse renunciar a uma mentira, São Pedro não tê-lo-ia feito em vez de ter aceite o martírio? Obviamente porque ele sabia que acreditava na Verdade, o que o levou à morte - e a de todos os mártires cristãos.

Além disso, a história tem mostrado que são necessárias pelo menos duas gerações antes de um mito poder fazer parte de um relato histórico. Porquê? Porque as testemunhas oculares podem refutar o erro registado. Os que viviam naquela época poderiam ter refutado os erros do autor e expor o trabalho como sendo falso. Todos os Evangelhos do Novo Testamento foram escritos durante a vida das testemunhas oculares, com algumas das epístolas de São Paulo a ser escritas tão cedo quanto 50 DC. Essas datas servem como um mecanismo essencial de protecção contra eventuais falsidades.

O Novo Testamento confirma o facto de que a representação de Jesus não foi confundida com a de qualquer outro deus. Quando confrontados com o ensinamento de São Paulo, os pensadores da elite de Atenas disseram isto: "’O que está tentando dizer esse tagarela?’ Outros diziam: ‘Parece que ele está anunciando deuses estrangeiros’, pois São Paulo estava a pregar a Boa Nova a respeito de Jesus e da ressurreição. Então levaram-no a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: ‘Podemos saber que novo ensino é esse que tu estás anunciando? Tu estás-nos apresentando algumas ideias estranhas e queremos saber o que elas significam’” (Actos 17:18-20). É evidente que se as narrativas sobre Jesus fossem simplesmente um arranjo de contos de outros deuses, os atenienses não ter-se-iam referido a elas como sendo "novas". Se deuses morrendo e ressuscitando fossem abundantes no primeiro século, por que é que quando São Paulo pregou sobre Jesus ressuscitando dos mortos em Actos 17 os epicuristas e os estóicos não fizeram alusões a Hórus e Mitra?

Podemos assim concluir que as alegações de que Jesus não era nada mais do que uma cópia dos deuses mitológicos são da autoria de pessoas (gnósticas ou simplesmente anticristãs) cujas obras já foram descartadas pelo mundo académico. As suas falácias não podem ser comparadas com os Evangelhos do Novo Testamento, que já se submeteram a quase 2000 anos de intenso escrutínio. Os supostos paralelos desaparecem quando comparados com os textos originais históricos. As semelhanças entre Jesus e os vários deuses mitológicos só podem ser defendidas ao empregar-se descrições enganosas e selectivas.

 

 

E terá Jesus existido mesmo ou é Ele um mito?

 

É claro que Jesus existiu, ao contrário dos ídolos como Hórus, Mitra ou Krishna. O divino fundador da Igreja Católica é o Filho Unigénito de Deus, Deus verdadeiro, o que faz da Igreja Católica a única Igreja autêntica. As outras são invenções dos homens.


Comecemos pela existência histórica de Jesus Cristo:


Além dos Evangelhos e das Cartas dos Apóstolos, a mesma História que garante a existência dos faraós do Egipto, milhares de anos antes de Cristo, garante a existência de Jesus. Muitos documentos antigos, cuja autenticidade já foram confirmados pelos historiadores, falam de Jesus.

 


Documentos de escritores romanos (110-120):


1. Tácito (Publius Cornelius Tacitus, 55-120), historiador romano, escritor, orador, cônsul romano (ano 97) e procônsul da Ásia romana (110-113), falando do incêndio de Roma que aconteceu no ano 64, apresenta uma notícia exacta sobre Jesus, embora curta: “Um boato acabrunhador atribuía a Nero a ordem de pôr fogo na cidade. Então, para cortar o mal pela raiz, Nero imaginou culpados e entregou às torturas mais horríveis esses homens detestados pelas suas façanhas, que o povo apelidava de cristãos. Este nome vêm-lhes de Cristo, que, sob o reinado de Tibério, foi condenado ao suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Esta seita perniciosa, reprimida a princípio, expandiu-se de novo, não somente na Judeia, onde tinha a sua origem, mas na própria cidade de Roma” (Anais, XV, 44).

 

2. Plínio o Jovem (Caius Plinius Cecilius Secundus, 61-114), sobrinho de Plínio, o Velho, foi governador romano da Bitínia (Asia Menor), escreveu ao imperador romano Trajano, em 112: “…os cristãos estavam habituados a se reunir em dia determinado, antes do nascer do sol, e cantar um cântico a Cristo, que eles tinham como Deus”. (Epístolas, I.X 96)

 

3. Suetónio (Caius Suetonius Tranquillus, 69-126), historiador romano, no ano 120, referindo-se ao reinado do imperador romano Cláudio (41-54), afirma que este “expulsou de Roma os judeus, que, sob o impulso de Chrestós (forma grega equivalente a Christós, Cristo), se haviam tornado causa frequente de tumultos” (Vita Claudii, XXV). Esta informação coincide com o relato dos Actos dos Apóstolos 18,2 onde se lê: “Cláudio decretou que todos os judeus saíssem de Roma”; esta expulsão ocorreu por volta do ano 49/50. Suetónio, mal informado, julgava que Cristo estivesse em Roma, provocando as desordens.

 


Documentos judaicos:


1. O Talmude (colectânea de leis e comentários históricos dos rabinos judeus posteriores a Jesus) apresentam passagens referentes a Jesus. Os judeus combatiam a crença em Jesus, daí as palavras adversas a Cristo. Tratado Sanhedrin 43 do Talmude da Babilônia diz: “Na véspera da Páscoa suspenderam a uma haste Jesus de Nazaré. Durante quarenta dias um arauto, à frente dele, clamava: 'Merece ser lapidado, porque exerceu a magia, seduziu Israel e o levou à rebelião. Quem tiver algo para o justificar venha proferí-lo!' Nada, porém, se encontrou que o justificasse; então suspenderam-no à haste na véspera da Páscoa.”


2. Flávio Josefo, historiador judeu (37-100), fariseu, escreveu palavras impressionantes sobre Jesus: “Por essa época apareceu Jesus, homem sábio, se é que há lugar para o chamarmos homem. Porque Ele realizou coisas maravilhosas, foi o mestre daqueles que recebem com júbilo a verdade, e arrastou muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo. Por denúncia dos príncipes da nossa nação, Pilatos condenou-o ao suplício da Cruz, mas os seus fiéis não renunciaram ao amor por Ele, porque ao terceiro dia Ele lhes apareceu ressuscitado, como o anunciaram os divinos profetas juntamente com mil outros prodígios a Seu respeito. Ainda hoje subsiste o grupo que, por Sua causa, recebeu o nome de cristãos” (Antiguidades Judaicas, XVIII, 63a).

 


Documentos cristãos:


Os Evangelhos: narram com riqueza de detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos a terra da Palestina no tempo de Jesus. Os evangelistas não poderiam ter inventado tudo isto com tanta precisão.


São Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores César Augusto e Tibério; cita os governadores da Palestina, Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, e outras personagens como Anás e Caifás (Lucas 2,1;3,1s). Todos são muito bem conhecidos da História Universal.


São Mateus e São Marcos falam dos partidos políticos dos fariseus, herodianos, saduceus (Mateus 22,23; Marcos 3,6).


São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (João 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (João 19, 13) e muitas outras coisas reais. Nada foi inventado, tudo foi comprovado pela História.


Além dos dados históricos sobre a vida real de Jesus Cristo, tudo o que Ele fez e deixou seria impossível se Ele não tivesse existido. Um mito não poderia chegar ao século XXI com mais de mil milhões de seguidores. Os apóstolos e os evangelistas narraram aquilo do qual foram testemunhas oculares; não podiam mentir, sob pena de serem desmascarados pelas adversários e perseguidores da época.


Será que poderia um mito ter vencido o Império Romano? Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? O escritor cristão Tertuliano (†220), de Cartago, escreveu que “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”. Será que um mito poderia provocar tantas conversões, mesmo com sérios riscos de morte e perseguições? No século III já havia cerca de 1500 sedes episcopais (bispos) no mundo afora. Será que um mito poderia gerar tudo isto? É claro que não. Será que um mito poderia sustentar uma Igreja, que começou com 12 homens simples e que já tem 2000 anos; que já teve 265 Papas, e que tem hoje mais de 4000 bispos e cerca de 410 mil sacerdotes em todo o mundo?

 

As provas são evidentes: Jesus Cristo existiu!

 


Fonte:

Gotquestions.org

Spiritus Paraclitus


20
Jul 12
publicado por FireHead, às 14:30link do post | Comentar

 

Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça.

 

É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo.

 

Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente; mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?

 

 

São Bernardo, abade de Claraval, sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo


18
Jul 12
publicado por FireHead, às 13:20link do post | Comentar

O protestantismo - todas as denominações cristãs fora da Igreja Católica Apostólica Romana - em seus primórdios, teve em seu idealizador o dissenso Lutero vários princípios gnósticos, incluindo-se tendências igualitaristas e deístas subjectivistas, dentre outras, como: aversão a poderes superiores, no caso, ao poder hierárquico ortodoxo-doutrinário exercido pela Igreja àquela época.


Note-se que as religiões orientais holísticas, panteístas e meditacionais, como o Yoga (hinduísmo), seicho-no-ie, etc., têm conteúdo aproximado no que tange ao subjectivismo ao se enquadrarem em suas práticas religiosas semelhanças às de auto-realização pessoal, por ex., como no independencionismo protestante às hierarquias.


Lutero evidenciou as suas acções por suprimir o poder eclesial católico e a sua rígida doutrina tradicional bíblico-patrística por um sistema mais flexível e individual, em que pessoas e comunidades possuíssem autodeterminação de se instituirem como próprios pastores, os quais ensinariam a seu modo particular; o resultado prático das suas ideias foi o espoucar de milhares de seitas humano-fundamentadas em que cada uma doutrina a seu modo ou conveniência que se batem umas contra as outras, daí surgiu um Evangelho e igrejas conversíveis a situações, interesses e muitos contrastes entre facções que, apesar dos paradoxos, afirmam e se consideram inspirados pelo Espírito Santo (?)... A qual deles? E há seitas que aprovam aborto, outras adultério, ordenação feminina etc., e há até de anuência ao homossexualismo e quase todas têm culto e procedimentos semelhantes a centros espíritas: expulsão de supostos maus espíritos ou para curas, passes, gritarias, pessoas caindo ao chão, outras em aparentes transes... E as homilias dos pastores são também submetidas ao crivo de cada um para aprovação pessoal ou não, ou seja, cada um é juiz a arbitrar a própria sentença.

Outro facto é o elo com o nazismo: Hitler subiu ao poder graças à votação dos estados protestantes, média favorável de 47%, enquanto nos católicos 21%, ou seja, se fosse a Alemanha católica, ele não subiria ao poder.


Também desse conjunto ideário relativista existia a antiga e esotérica maçonaria de antes do Cristianismo, de Babilónia, do antigo Egipto, etc., e a sua legislação actual foi formalizada por J. Anderson, pastor presbiteriano; por sinal nos EUA e Europa os vínculos são bastantes próximos com o protestantismo - muitos expoentes delas são maçons - e influenciaram a Revolução Francesa nos princípios - igualdade, liberdade e fraternidade - idem o kardecismo e o comunismo, o qual é por sinal apenas a transposição de ideias de Lutero-maçonaria para a práxis socialista-comunista, supostamente igualitarista, fraternal em meio a contrastes marcantes e com o modernismo actual, cuja doutrinação vigente é igual a um homem acima de tudo e todos, pelo menos na sua proposta; de facto, uma tremenda farsa.


Há vídeos na Net e em literatura específica em que pastores se acusam reciprocamente de pertença à maçonaria; praticamente é inexistente a oposição maçónica às diversas denominações evangélico-protestantes; porém, para a Igreja Católica é o adverso.


Não há dúvidas que o orgulho e soberba estão subtilmente camuflados sob esses comportamentos e que o progresso, a ciência e o modernismo tecnológico, cada vez mais aparentando resolver os problemas humanos, estão a serviço de um reino luciferino que poderá eclodir, de um homem autorealizador e neo deificista, mas tão cego, não percebendo a sua submissão à nova tutela, e logo de quem...


Não há diferença entre o acima e o pecado inicial do homem no Éden, ou se preferir, aliar-se e tornar-se súbdito de Satanás na sua soberba e no orgulho de querer ser igual a Deus, aceite pelos nossos pais iniciais e muitos actualmente o vivenciam no protestantismo. E que logicamente é o garantido itinerário para se chegar ao pleno relativismo.

 

 

Fonte: Católicos Tradicionais


17
Jul 12
publicado por FireHead, às 04:52link do post | Comentar

16
Jul 12
publicado por FireHead, às 01:50link do post | Comentar

 

Os esforços [do falso ecumenismo] não têm nenhum direito à aprovação dos católicos porque se apoiam sobre esta opinião errada de que todas as religiões são louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante do seu poder (…) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas.

 

Papa Pio XI, Encíclica Mortalium Animus


publicado por FireHead, às 01:43link do post | Comentar

 

Não se afastará, portanto, da verdade quem os tiver como os mais perigosos inimigos da Igreja. Estes, em verdade, como dissemos, não já fora, mas dentro da Igreja, tramam seus perniciosos desígnios; e por isto, é por assim dizer nas próprias veias e entranhas dela que se acha o perigo, tanto mais ruinoso quanto mais intimamente eles a conhecem. Além de que, não sobre as ramagens e os brotos, mas sobre as mesmas raízes, que são a Fé e suas fibras mais vitais, é que meneiam eles o machado.

Batida pois esta raiz da imortalidade, continuam a derramar o vírus por toda a árvore, de sorte que coisa alguma poupam da verdade católica, nenhuma verdade há que não intentem contaminar. E ainda vão mais longe; pois, pondo em obra o sem número de seus maléficos ardis, não há quem os vença em manhas e astúcias, porquanto fazem promiscuamente o papel ora de racionalistas, ora de católicos, e isto com tal dissimulação, que arrastam sem dificuldade ao erro qualquer incauto; e sendo ousados como os que mais o são, não há consequências de que se amedrontem e que não aceitem com obstinação e sem escrúpulos.

Já não se trata aqui do velho erro, que à natureza humana atribuía um quase direito à ordem sobrenatural. Vai-se muito mais longe ainda; chega-se até a afirmar [na doutrina modernista] que a nossa santíssima religião, no homem Jesus Cristo assim como em nós, é fruto inteiramente da natureza. Nada pode vir mais a propósito para dar cabo de toda ordem sobrenatural. 


(Encíclica de São Pio X sobre as Doutrinas Modernistas, Pascendi Dominici Gregis, de 8-9-1907, Editora Vozes Ltda, Petrópolis, 1948, pp. 4-5; 10-11).


publicado por FireHead, às 01:10link do post | Comentar

 

Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma Apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana.


publicado por FireHead, às 00:44link do post | Comentar

 

Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores, como, por exemplo:

 

Tertuliano: "A Igreja foi construída sobre Pedro";

 

S. Cipriano: "Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro";

 

Santo Ambrósio: "Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo".

 

S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: "O primeiro, Simão, que se chama Pedro" (Mateus 10, 2).

 

S. Jerónimo escrevendo a S. Dâmaso, Papa, diz: "Eu me estreito a Vossa Santidade que equivale a Cátedra de Pedro. E esta a pedra sobre a qual Jesus Cristo fundou a Sua Igreja. Seguro em vossa Cátedra eu sigo a Jesus Cristo".

 

S. Irineu diz ser a Igreja Romana a "máxima" e fundada pelos apóstolos Pedro e Paulo (Heres. 3. 3. 2). Traz mais a lista dos dirigentes da Igreja Romana desde S. Pedro ate o Papa reinante no tempo dele, que era S. Eleutério. Ao todo eram só doze.

 

Orígenes (+ 254) diz: "S. Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e conseguiu que fosse crucificado de cabeça para baixo" (Com. in Génesis, t. 3).

 

Clemente de Alexandria (+ 215) diz: "Marcos escreveu o seu Evangelho a pedido dos Romanos que ouviram a pregação de Pedro" (Hist. Ecl. VI, 14).

 

Tertuliano (+ c. 222), por sua vez, diz: "Nero foi o primeiro a banhar no sangue o berço da fé. Pedro então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na Cruz" (Scorp. c. 15).

 

No século II abundam igualmente provas.

 

Santo Irineu (+ 202) escreve na sua grande obra "contra as heresias": "Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja" (L. 3, c. 1, n. 1, v. 4).

 

Dionísio (+ 171) escreve ao Papa Sotero: "S. Pedro e S. Paulo foram à Itália, onde doutrinaram e sofreram o martírio no mesmo tempo" (Evas. Hist. Eccl. II 25).

 

Eis a lista de modo ascensional: Eleutério; Sotero; Aniceto; Pio; Higino; Telesfor; Xisto; Alexandre; Evaristo; Clemente; Anacleto; Lino; Pedro. (veja que S. Irineu deve ter vivido no entre o ano 100 e 200 DC).

 

 

Fonte: Católicos Tradicionais


15
Jul 12
publicado por FireHead, às 00:04link do post | Comentar

 

Os tempos que atravessamos são difíceis porque a perseguição contra a Igreja torna-se mais feroz e cruel que nunca; mas vós, jovens destemidos e bons, não vos intimidais com este pouco, já que sabeis que a Igreja é uma instituição divina e não pode acabar.


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