«Seibo no Kishi» (Cavaleiro da Imaculada)
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Out 16
publicado por FireHead, às 04:18link do post | Comentar

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Out 16
publicado por FireHead, às 08:55link do post | Comentar

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Set 16
publicado por FireHead, às 08:27link do post | Comentar

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Sendo muitas as perseguições, também são numerosos os martírios. Todos os dias és testemunha de Cristo. Foste tentado pelo espírito de fornicação; mas, por temor do futuro juízo de Cristo, julgaste que não devias manchar a pureza da alma e do corpo: és mártir de Cristo. Foste tentado pelo espírito de avareza para assaltar a propriedade do teu inferior ou para violar os direitos da viúva indefesa; todavia, meditando nos preceitos divinos, preferiste prestar ajuda a praticar injustiças: és testemunha de Cristo. (...) Foste tentado pelo espírito de soberba; mas, ao ver o pobre e o necessitado, compadeceste-te piedosamente e preferiste a humildade à arrogância: és testemunha de Cristo.

 

Edgardo Costa Madeira


30
Ago 16
publicado por FireHead, às 05:53link do post | Comentar

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19
Ago 16
publicado por FireHead, às 11:49link do post | Comentar

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Cidade do Vaticano, 18 ago 2016 (Ecclesia) – A Igreja Católica na Mongólia, nascida em 1992 depois do estabelecimento de ligações diplomáticas com a Santa Sé, prepara-se para ter o seu primeiro sacerdote ordenado.

De acordo com a Rádio Vaticano, a ordenação do jovem diácono Joseph Enkhee-Baatar está marcada para dia 28 de Agosto na catedral de São Pedro e Paulo, em Ulan Bator, capital daquele país asiático.

A comunidade católica da Mongólia é a mais jovem do mundo e também uma das menos numerosas, por enquanto, contando com apenas algumas dezenas de pessoas.

 

JCP

Fonte: Agência Ecclesia


03
Ago 16
publicado por FireHead, às 16:12link do post | Comentar

Em Cracóvia conheci um rapaz chinês convertido ao Catolicismo. Contou-me que antes de ser converter odiava a Igreja Católica, e que a considerava como uma inimiga.

Um dia, por interesse cultural, entrou numa igreja, na qual um padre muito velhinho, com mais de 90 anos (25 desses preso pelo regime), celebrava a Missa Tradicional.

Não sabendo do que se tratava, sentou-se e ficou a ver a Missa. Deu por si a chorar convulsivamente, diante da beleza e sacralidade do que ali se passava.

Mais tarde foi baptizado e hoje é um católico fervoroso, com a certeza absoluta que a Igreja foi criada por Deus para chegar a todos, até aos que a odeiam.

 

João Silveira
3 de Agosto de 2016


29
Jul 16
publicado por FireHead, às 09:14link do post | Comentar

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Povo dos Francos, povo de além Alpes, povo – como reluz em muitas de vossas acções – eleito e amado por Deus, distinguido entre todas as nações pela posição do vosso país, pela observância da fé católica e pela honra que presta à Santa Igreja, a vós se dirige o nosso discurso e a nossa exortação.

Queremos que vós saibais do lúgubre motivo que nos conduziu até às vossas terras; da necessidade – para vós e para todos os fiéis – de conhecerem o motivo que nos impeliu até aqui.

Desde Jerusalém e desde Constantinopla chegou até nós, mais de uma vez, uma dolorosa notícia: os turcos, povo muito diverso do nosso, povo de facto afastado de Deus, estirpe de coração inconstante e cujo espírito não foi fiel ao Senhor, invadiu as terras daqueles cristãos, as devastou com o ferro, a rapina e o fogo.

Levou parte dos habitantes como prisioneiros até ao seu país, outra parte matou com infames estragos, e as igrejas de Deus, ou as destruiu até aos fundamentos, ou as entregou ao culto da religião deles.

Derrubam os altares após profaná-los imundamente, circuncidam os cristãos e espalham o sangue da circuncisão sobre os altares ou jogam-no nas pias baptismais; e àqueles que querem condenar a uma morte vergonhosa, perfuram o umbigo, arrancam os genitais, os amarram a um pau e, chicoteando-os, levam-nos pelas ruas, para que com as vísceras de fora, acabem caindo mortos prostrados por terra.

Outros se servem deles como alvo de flechas após amarrá-los a um pelourinho; a outros, após obrigá-los a dobrar a cabeça, atacam-nos com espadas e tentam decapitá-los de um só golpe.

O que dizer da violência nefanda praticada com as mulheres, sobre a qual é pior falar do que calar?

O reino dos gregos já foi atingido tão gravemente por eles e tão perturbado na sua vida diária, que não pode ser atravessado sequer numa viagem de dois meses.

A quem, pois, cabe o ónus de vingá-lo e de reconquistá-lo se não a vós a quem Deus, mais de que aos outros povos, concedeu a insigne glória das armas, grandeza de alma, agilidade de corpo, força para humilhar a fundo aqueles que a vós resistem?

Que a gesta dos vossos antepassados vos mova, que excite as vossas almas a actos dignos dela, a probidade e a grandeza do vosso rei Carlos Magno e de Luís, seu filho, e de outros soberanos vossos que destruíram o reino dos pagãos e até eles estenderam os confins da Igreja.

Sobretudo que vos incite o Santo Sepulcro do Senhor, nosso Salvador, que está nas mãos de gentes imundas, e os lugares santos, que agora estão por eles vergonhosamente possuídos e irreverentemente profanados com a sua imundície.

Ó soldados fortíssimos, filhos de pais invictos, não vos mostreis decadentes, mas lembrai-vos da coragem dos vossos predecessores; e se vos segura o doce afecto dos filhos, dos pais e das consortes, atentai para o que diz o Senhor no Evangelho: "Quem ama o pai ou a mãe mais que a Mim, não é digno de Mim. Todo aquele que deixar seu pai ou sua mãe, ou a mulher ou os filhos ou as terras por amor de Meu Nome receberá o cêntuplo nesta terra e terá a vida eterna".

Não vos detenha o pensamento de alguma propriedade, nenhuma preocupação pelas coisas domésticas, pois esta terra que vós habitais, circundada por todo lado pelo mar ou pelas montanhas, ficou estreita para a vossa multidão, não é exuberante de riquezas e apenas fornece do que viver a quem a cultiva.

Por isso vós vos ofendeis e vos hostilizais reciprocamente, vós vos fazeis guerra e com frequência vos matais entre vós mesmos.

Cessem, pois os ódios intestinos, apaguem-se os contenciosos, aplaquem-se as guerras e sossegue toda a discórdia e inimizade.

Empreendei o caminho do Santo Sepulcro, arrancai aquela terra àquele povo celerado e submetei-la a vós: ela foi dada por Deus em propriedade aos filhos de Israel [=cristãos]; como diz a Escritura, nela correm rios de leite e de mel.

Jerusalém é o centro do mundo, terra feraz por cima de qualquer outra quase como um paraíso de delícias; o Redentor do género humano a tornou ilustre com a Sua vinda, a honrou com a Sua passagem, a consagrou com a Sua Paixão, a redimiu com a Sua morte, e a tornou insigne com a Sua sepultura.

Exactamente esta cidade real posta no centro do mundo, agora é tida em sujeição pelos próprios inimigos e pelos infiéis, feita serva do rito pagão.

Ela eleva a sua lamentação e deseja ser libertada, e não cessa de implorar que vós andeis no seu socorro.

De vós mais do que qualquer outro povo ela exige ajuda, pois vos tem sido concedida por Deus, por sobre todas as estirpes, a glória das armas.

Empreendei, pois, este caminho em remissão dos vossos pecados, certos da imarcescível glória do reino dos Céus.

Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: "Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles".

Se o Senhor Deus não tivesse inspirado os vossos pensamentos, a vossa voz não teria sido unânime; e ainda que tenha ressoado com timbres diversos, foi única, entretanto a sua origem: foi Deus que a suscitou, foi Deus que a inspirou em vossos corações.

Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que ele vem de Deus.

Quando fores ao ataque dos bélicos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: "Deus o quer! Deus o quer!"

Nós não convidamos a empreender este caminho aos velhos ou àqueles que não são aptos para portar armas, nem às mulheres; que as mulheres não partam sem os seus maridos, ou sem irmãos, ou sem representantes legítimos: todos estes são mais um impedimento do que uma ajuda, mais um peso do que uma vantagem.

Que os ricos sustentem os pobres e levem a seu custo homens prestes para combater.

Aos sacerdotes e clérigos de qualquer ordem não seja lícito partir sem licença do seu bispo, porque esta viagem lhes seria inútil sem esse assentimento; e nem sequer aos leigos seja permitido partir sem a bênção do seu sacerdote.

Todo aquele que queira cumprir esta santa peregrinação e que faça promessa a Deus e a Ele se tenha consagrado como vítima viva, santa e aceitável, leve sobre o seu peito o sinal da Cruz do Senhor.

Aquele que, após ter cumprido o seu voto, queira retornar, dê meia-volta.

Cumprirão assim o preceito que o Senhor dá no Evangelho: "Quem não carrega sua cruz e não vem detrás de Mim, não é digno de Mim".

 

Beato Papa Urbano II, 27 de Novembro de 1095.

 

Fonte: Acção Integral


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O crítico das Cruzadas fala como se elas tivessem atacado uma tribo inofensiva ou um templo no interior do Tibete, que desconhecia antes de a invadir. Parecem esquecer que antes de os cruzados sonharem em ir a Jerusalém, os muçulmanos quase chegaram a Paris. Parecem esquecer que se os cruzados quase conquistaram a Palestina, isso apenas foi uma reacção aos muçulmanos que quase conquistaram a Europa.

 

G. K. Chesterton in «The New Jerusalem».

22
Jul 16
publicado por FireHead, às 07:09link do post | Comentar

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É uma ilusão supor que a guerra é sempre um erro e que o mundo se poderá ver livre dela. Isto é falso. A guerra deve existir sempre; mas não a guerra exterior: a interna. Quando travamos guerra, contra o mal em nós, diminuem ao mesmo tempo as guerras exteriores. A razão por que vivemos num século de guerras exteriores é a de nos descurarmos no travar da batalha interior contra as forças que destroem a mente e a alma. Aquele que não descobrir o inimigo dentro de si, encontrá-lo-á, sem dúvida alguma, fora. O que se passar na mente, passar-se-á em seguida no mundo. Se a mente estiver no erro, então o mundo será uma loucura.
 
Mons. Fulton Sheen in «Aprendei a Amar»
 

20
Jul 16
publicado por FireHead, às 09:28link do post | Comentar


16
Jul 16
publicado por FireHead, às 08:05link do post | Comentar

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14
Jul 16
publicado por FireHead, às 08:55link do post | Comentar

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Tenho agora quase 80 anos. Estou perto do fim dos meus dias.

Olhando para o meu passado, reconheço que na minha juventude eu segui um mau caminho, um caminho que levou à minha ruína.

Através das revistas, dos espectáculos imorais e dos maus exemplos na imprensa, eu vi a maioria dos jovens da minha idade seguir o caminho do mal sem pensar duas vezes. Despreocupado, eu fiz a mesma coisa.

Havia fiéis e cristãos verdadeiramente praticantes à minha volta, mas eu não lhes dava importância. Eu estava cego por um impulso bruto que me empurrava para uma forma errada de vida.

Com a idade de 20 anos, eu cometi um crime passional, cuja memória ainda hoje me horroriza. Maria Goretti, hoje uma santa, foi o bom anjo que Deus colocou no meu caminho para me salvar. As palavras dela, tanto de repreensão como de perdão, ainda hoje estão impressas no meu coração. Ela rezou por mim, intercedeu pelo seu assassino. Quase 30 anos de prisão se seguiram.

Se eu não fosse menor de idade, pela lei italiana eu teria sido condenado a prisão perpétua. No entanto, eu aceitei a pena como algo que eu merecia.

Resignado, eu expiei pelo meu pecado. A pequena Maria foi verdadeiramente a minha luz, a minha protecção. Com a ajuda dela, eu cumpri bem esses 27 anos na prisão. Quando a sociedade me aceitou de volta entre os seus membros, eu procurei viver de forma honesta. Com caridade angélica, os filhos de São Francisco, os frades capuchinhos menores, receberam-me entre eles, não como servo, mas como irmão. Tenho vivido com eles há 24 anos. Agora eu olho serenamente para o dia em que serei admitido à visão de Deus, para abraçar os meus entes queridos mais uma vez, e para ficar próximo do meu anjo da guarda, Maria Goretti, e a sua querida mãe, Assunta.

Que todos os que vierem a ler esta carta desejem seguir o santo ensinamento de fazer o bem e evitar o mal. Que todos possam acreditar, com a fé dos pequeninos, que a religião e os seus preceitos, não são algo que se possa prescindir. Pelo contrário, é o verdadeiro conforto e a única via segura em todas as circunstâncias da vida, mesmo nas mais dolorosas.

Paz e bem.

 

Alessandro Serenelli

Macerata, Itália

5 de Maio de 1961

 

Fonte: Acção Integral


06
Jul 16
publicado por FireHead, às 09:31link do post | Comentar

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Quem o diz é o padre argentino Germán Fleiss. Diz ele que isto não é uma mera opinião, mas sim verdade objectiva.


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Jul 16
publicado por FireHead, às 08:01link do post | Comentar

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24
Jun 16
publicado por FireHead, às 10:42link do post | Comentar

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Silêncio Sino-Vaticano.

Não são conhecidos muitos pormenores, mas a nomeação de bispos terá sido a questão que mais dividiu os representantes da China e do Vaticano no último encontro entre os dois Estados, realizado em Abril deste ano. Tanto Pequim como a Santa Sé não querem fazer concessões no que respeita à gestão da actividade religiosa, o que constitui um impasse na aproximação política e diplomática iniciada pelo Papa Francisco e pelo Presidente Xi Jinping em 2013, ano em que foram empossados nos respectivos cargos. Uma coisa é certa: o silêncio sobre os trabalhos, que decorrem sempre à porta fechada, continua a imperar.

O Vaticano realizou um segundo encontro este ano com representantes do Partido Comunista Chinês, poucos dias depois do Presidente da China, Xi Jinping, ter imposto um novo modelo de gestão para os assuntos religiosos, durante a Conferência Nacional do Trabalho Religioso, ocorrida em Pequim nos dias 22 e 23 de Abril.

Personalidades ligadas à Igreja em Roma e na China avançaram que a segunda reunião à porta fechada terá tido lugar em Pequim na última semana de Abril.

Embora sejam conhecidos poucos pormenores sobre a Conferência Nacional – a primeira nos últimos quinze anos – pareça haver a intenção por parte da China de apertar o controlo em relação a diferentes aspectos da vida e da actividade religiosa, em nome da política de sinização.

O Papa Francisco deixou claro que uma efectiva reaproximação à China é uma das prioridades-chave do seu Papado, sendo que o Vaticano retomou o diálogo interrompido com a China em Junho de 2014. Depois desta data foram organizadas outras reuniões, entre 11 e 16 de Outubro de 2015, e nos dias 25 e 26 de Janeiro deste ano.

«Considero notável que este segundo encontro tenha acontecido pouco tempo depois da última ronda de negociações, realizada em Janeiro», disse uma fonte que confirmou a reunião de Abril, citada pela UCAN.

Outra pessoa ligada à Igreja explicou que o Vaticano não tem pressa em alcançar um acordo, tendo proposto a criação de um grupo de trabalho para que ambos os lados possam estudar as questões mais sensíveis no tempo devido.

O secretário de Estado do Vaticano, D. Pietro Parolin, afirmou à revista San Francesco, no início de Maio, que o diálogo entre a China e o Vaticano «é um longo caminho que tem conhecido altos e baixos. Não está terminado e apenas chegará ao fim quando Deus o quiser».

O cardeal Parolin chefiou as negociações com a China, em representação da Secretaria de Estado, quando estas foram interrompidas em 2009. Segundo ele, «neste momento estamos numa fase positiva. Há sinais de que ambos os lados têm vontade de prosseguir o diálogo e de trabalhar em conjunto na busca de soluções para o problema da presença da Igreja Católica neste grande país».

Outra fonte desvendou que um dos assuntos que estão a ser estudados é a possibilidade do Papa vir a perdoar os oito padres que foram ordenados bispos de forma ilícita na China – o primeiro passo no sentido de regularizar a sua situação. Também fora da China algumas pessoas ligadas à Igreja têm promovido a reconciliação dos bispos “ilícitos” com o Vaticano.

O presidente da Conferência dos Bispos da Igreja Católica na China, Joseph Ma Yinglin, e os seus dois vice-presidentes, D. John Baptist Yang Xiaoting e Vincent Zhan Silu, foram convidados a visitar os Estados Unidos durante Setembro do ano passado, mês em que o Papa Francisco e o Presidente Xi Jinping estiveram no País, a convite do Presidente Barack Obama. Joseph Ma e Vincent Zhan foram ordenados sem mandato papal.

John Worthley, antigo vice-chanceler da Universidade de Seton Hall, em Nova Jérsia, e especialista sobre a Igreja na China, descreveu a visita dos bispos como uma «santa peregrinação em busca da reconciliação com a Igreja universal».

Segundo o académico, foi entregue uma Bíblia a um bispo americano, com o intuito de ser oferecida ao Papa Francisco, contendo uma mensagem assinada pelos três bispos: «Nós vos amamos; rezamos por vós; esperamos por vós na China». Na ocasião, um investigador chinês disse antever que o Vaticano pudesse estar mais receptivo a perdoar os bispos “ilícitos” que integram a Conferência dos Bispos da Igreja Católica na China, apesar desta não ser reconhecida pelo Vaticano.

O mesmo académico acrescentou que tal pretensão do Vaticano poderá não ser suficiente para reduzir as diferenças entre Pequim e o Vaticano. É que se o lado chinês quer que o Vaticano perdoe os oito bispos que foram ordenados de forma ilícita, Roma quer ser chamada a aprovar cerca de vinte sacerdotes entretanto nomeados bispos, que ainda têm de ser ordenados à luz da Santa Sé.

 

In Sunday Examiner

Fonte: O Clarim


11
Jun 16
publicado por FireHead, às 05:03link do post | Comentar

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A UTOPIA

Desencantado com a Europa, More imaginou uma terra marcada pela felicidade entre os homens, uma ilha com novas formas ideais de organização e relação dos homens em sociedade, influenciadas por um humanismo de raiz cristã. Para expressar o conceito associado à “realidade” que concebeu literariamente, de ruptura com a realidade do seu tempo, cunhou a palavra “Utopia”, inexistente até então. Com ela designou a ilha habitada pelos homens e com ela deu nome ao livro em que a descreve. Com ela quis dizer que a ilha estava localizada em nenhures, que era um “não-lugar”.

Concentremo-nos hoje na utopia. Isto porque, em 2015, se celebraram os 500 anos da morte de Thomas More.

Claro que o conceito de utopia já existia. A ideia de Thomas More de criar uma sociedade perfeita vem de uma tradição que, na sociedade ocidental, remonta a Hesíodo (cerca de 700 a.C.) e ao conceito da Idade do Ouro em que os homens viviam livres de sofrimento, em paz e harmonia. Nesta era, os humanos não envelheciam, mas morriam pacificamente. A Primavera era eterna e as pessoas eram alimentadas com frutos silvestres e mel que gotejava das árvores, sendo que a terra produzia comida em abundância.

É esta uma utopia forjada sobre um fundamento no presente, degenerado ou distópico – a Idade do Ferro – degeneração semelhante à queda ou desobediência adâmica no Paraíso Primeiro, enunciado no livro dos Génesis.

 

AS UTOPIAS DESAFIAM O PRESENTE

É importante notar que a imagem da sociedade humana perfeita se clarifica e oferece enorme plasticidade, que abarca as suas antigas origens e a tradição judaico-cristã, envolvendo feições mais místicas ou mais políticas, mas sempre sociais e do domínio da antropologia filosófica.

Além disso, a utopia manifesta-se com permanência em vários autores e reveste múltiplas cambiantes, desde o Paraíso, à Idade do Ouro, à República ou à Atlântida platónicas, à Cidade de Deus de Santo Agostinho, à Idade do Espírito Santo de Joaquim de Fiore, à Cidade do Sol de Campanella, à Utopia de More…

No seu conjunto, estas cambiantes de utopias são formas de desafiar o possível, de resolver os desafios do presente. Digamos que se trata de utopias para serem realizadas, para um futuro outro e melhor! Suspensas no tempo imóvel da cidade ideal, ao abrigo da história, na clausura do seu espaço, as sociedades utópicas funcionam como contraponto ao mundo de injustiças, logo essas criações alegóricas tem uma função pedagógica e política e visam morigerar o porvir pela intervenção no presente.

 

UTOPIA OU EUTOPIA?

Na lógica deste contexto, aos que entenderiam que uma ilha da felicidade merecia a designação de “eutopia”, Thomas More responde no final do livro: “… não posso concordar com tudo o que ele (Rafael Hitlodeu) disse”.

Uma utopia não é realizável, é antes um referencial alternativo ao que se encontra instituído, que se oferece à razão crítica de um cidadão e que este se pode determinar a perseguir para tornar realidade, sozinho ou em conjunto com concidadãos seus.

Utopia é fazer prevalecer a referida razão crítica das gentes como força motriz do progresso, é ter na direcção dos povos os melhores e melhor preparados, com o acesso ao exercício do poder por eleição. É a ausência de preconceitos e de dogmas, é a liberdade religiosa, é a liberdade inteira e um querer responsáveis, são penas a aplicar a quem prevarica, conhecidas por todos e sentidas como merecidas por quem não cumpre as regras morais e as leis.

 

UM LUGAR ONDE TUDO É DE TODOS

Utopia é ainda o espaço de pertença em que “tudo é de todos”, sem propriedade privada, sem pobres, nem fome, onde roubar não faz sentido e a guerra é bestial, abominável, um último recurso. É uma sociedade onde o valor das coisas é atribuído pelo que trazem de útil a cada um e não por serem algo de raro ou convencionalmente precioso (o “precioso” ouro nada vale!).

E é o espaço onde a diversidade é um valor e a diferença que cada um transporta, como expressão do que é diverso em si, o valor que cada um acrescenta ao outro, logo um bem valioso que carece de ser defendido por todos. E onde o ser humano é senhor do seu destino e o centro das preocupações da organização social e do exercício do poder político.

 

6 HORAS DE TRABALHO POR DIA

Vale a pena trazer para esta evocação a forma como More organizava os dias de um habitante da sua ilha (há 500 anos ): uma jornada de trabalho de seis horas, com todos a terem de trabalhar e a poderem escolher o tipo de trabalho seguindo os seus interesses, um tempo de dormir de oito horas e o resto do dia para cada um usar como bem entendesse.

E como se consegue em Utopia, na “melhor das repúblicas”, chegar a esta sociedade humana ideal? Com educação para todos e, logo, com pessoas melhor preparadas para a vida!

 

NOS DIAS DE HOJE, FAZEM SENTIDO AS UTOPIAS?

Respondo com outra questão: que futuro poderemos antecipar para uma Humanidade onde o Homem perca toda e qualquer esperança de vir a viver num mundo sem violência, sem medo, sem iniquidades, sem pobreza, sem fome, sem ignorância, sem injustiças, sem exclusões?

 

Caixa

Sir Thomas More viveu entre 1478 e 1535. Foi um cidadão inglês, membro da Câmara dos Comuns e chanceler do rei Henrique VIII. Por se recusar a jurar o “Act of Succession” e o “Oath of Supremacy” impostos pelo rei, foi acusado de traição e sujeito a julgamento. Estava em causa a decisão de Henrique VIII se tornar chefe da Igreja para casar com Ana Bolena, na sequência da negação, pelo Papa Clemente VII, de autorização do seu divórcio de Catarina de Aragão. Considerado culpado, foi condenado à morte por “simples decapitação”, por clemência do rei – outras formas de pena capital eram bem mais demoradas e dolorosas. É um exemplo de obediência aos ditames da consciência em bases religiosas, até ao sacrifício da própria vida. Deixou-nos, como suas últimas palavras: “The King’s good servant, but God’s First”.

 

FERNANDO J. REGATEIRO

In Mensageiro de Santo António

 

Fonte: O Clarim


31
Mai 16
publicado por FireHead, às 08:55link do post | Comentar
Por Roberto de Mattei, “Il Tempo”, 18-05-2016 | Tradução: FratresInUnum.com: Na história da Igreja houve muitos Papas “reformadores”, mas o Papa Bergoglio parece pertencer a outra categoria, até agora alheia aos Romanos Pontífices, a dos “revolucionários”.
Os reformadores de facto querem trazer a doutrina e os costumes de volta à pureza e à integridade originárias e, sob este aspecto, podem também ser chamados de “tradicionalistas”. Tais foram, por exemplo, Pio IX e Pio X.
Os revolucionários, pelo contrário, são aqueles que querem produzir uma fractura entre passado e presente, situando num utópico futuro o ideal a alcançar.
A ruptura do Papa Francisco com o passado é de ordem linguística, mais do que doutrinária, mas a linguagem, na era dos média, tem um poder de mudança superior às ideias que ela forçosamente veicula. Não por acaso, na conferência de imprensa de apresentação da Amoris laetitia, o cardeal Schönborn definiu a exortação pontifícia como “um evento linguístico”.
A escolha de um “estilo” de linguagem – expresso através de palavras, gestos ou omissões – implica um modo de pensar e veicula implicitamente uma nova doutrina. Mas a pretensão de fazer uma revolução linguística, negando que esta seja também uma revolução doutrinária, conduz necessariamente à confusão, a qual, juntamente com a desorientação e certa esquizofrenia, parece ser a característica distintiva do actual pontificado.
Entre os exemplos mais recentes de confusão está aquele relacionado com o vocábulo “pobreza”. Confunde-se a pobreza do Evangelho com a pobreza da ideologia sociocomunista. A primeira é um estado de perfeição que nasce da escolha voluntária do indivíduo, a segunda é uma condição social imposta arbitrariamente de cima.
Além disso, se no plano pessoal os religiosos e os católicos em geral devem viver no espírito de pobreza, no sentido de não se apegarem aos próprios bens, a Igreja como instituição não deve ser pobre, mas dispor de todos os meios materiais necessários ao exercício da sua missão. Privá-la desses meios significa jugulá-la e enfraquecer a sua acção no mundo.
Sob esse aspecto, as intimações do Papa Bergoglio em favor da pobreza arriscam privar a Igreja da sua capacidade de mudar o mundo, para imergi-la no processo de secularização que está dissolvendo o que foi outrora o Ocidente cristão.

Fonte: Frates in Unum

17
Mai 16
publicado por FireHead, às 11:43link do post | Comentar

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 Fotos do jornal Tribuna de Macau


05
Mai 16
publicado por FireHead, às 16:02link do post | Comentar

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